Do Que As Mulheres Gostam?

17 Capítulo 17 - Almoço de Domingo.


Notas iniciais
Oie.
Desculpe a demora, eu ia postar na Terça-Feira passada, mas eu tinha que terminar alguns detalhes e não deu.
Na Quarta-Feira sem chance de postar.
Motivo? Sport Club Corinthians Paulista.
Quinta, Sexta-Feira, Sábado e Domingo foi por preguiça mesmo.
Segunda e Terça, o notebook resolveu tirar uma com a minha cara. Quando eu estava quase terminando de postar ele resolveu travar...
=(
*
*
Mas voltando a fic.
Eu sei que eu falei que ia mostrar a relação do Damon e Caroline, mas de última hora eu resolvi mudar.
Vou mostrar do jeito mais tenso. Se sair do jeito que eu estou planejando.
Aqui, vou TENTAR mostrar a relação do Damon e família.
Eu particularmente ODIEI este capítulo.
Não sei, não saiu do jeito que eu queria...
=(
Chega de falar, né?

POV Damon

Hoje que é domingo, tenho que acordar cedo? Pô, ninguém merece. Mas, tem um motivo: A minha mãe, pediu não, mandou ir almoçar em sua casa. Eu queria dormir, dormir e dormir. Mas, como eu conheço a Sra. Mary Clarisse Salvatore, ela não deixará dormir sossegado. Levantei bem devagar (bem devagar mesmo, porque a preguiça é demais) e fui tomar banho, para ver se acordo e espanta a preguiça. Coloquei a primeira roupa que eu vi e fui lá chamar as meninas. Droga. Esqueci de avisar sobre as amigas da Caroline. Depois eu aviso.

– Caroline. — A chamei na porta. — Caroline acorda. Daqui a pouco, iremos para a casa da sua avó.

Ela resmungou "já tô indo". Fui para a sala pegar o telefone, ligar para a minha mãe, avisando das amigas. Mas que merda. Cadê esse telefone? Achei. Disquei o número e ela atendeu no quinto toque.

Alô? — Atendeu a minha mãe.

– Oi, mãe. — Respondi. — Tudo bem?

Oi, filho. — Respondeu. — Tudo e você?

– Estou ótimo. — Falei. — Mãe, eu te liguei, para avisar se a Caroline, pode levar as amigas dela?

Claro que pode filho. — Respondeu. — Que pergunta. Mas quantas amigas são?

– São cinco, mais a Caroline. — Falei rindo. — Tudo bem, mãe?

Uau. — Falou a minha mãe. — Tudo isso? Elizabeth, põe mais água no arroz. — Gritou a minha mãe, para a Elizabeth, a cozinheira da família. — Bom filho, que horas vêm?

– Daqui a pouco, eu estou aí. — Falei dando os ombros. — Só estou esperando o Clube da Luluzinha acordarem.

Tá bom. Só não demorem, hein? — Falou.

– Fala para a tropa lá de cima. — Falei rindo. Despedi da minha mãe e desliguei o telefone.

Passou 20 minutos, as meninas desceram. E como a casa dos meus pais eram perto (ainda bem) resolvemos ir a pé mesmo. Claro, sem faltar a Caroline reclamando (igual a mãe dela, que só vive reclamando), que ela queria dormir, que estava com sono, com fome, que queria ir de carro e blá blá blá. Cada reclamação dada pela Caroline, revirava os olhos.

– Bem que a avó podia deixar UM domingo sem fazer "Almoço de Família". — Falou a reclamona.

– Ei, Caroline. É tradição da Família Savatore. E seus avós apreciam muito isso. — Falei revirando os olhos. — Pare de reclamar tá? Está parecendo a sua mãe.

– Credo, pai. — Falou rindo.

Em menos de 10 minutos, já estávamos na casa deles. — FAMÍLIA, CHEGUEI! — Gritei.

– Oi meu filho. — Veio a minha mãe me abraçando. — Nossa, você está muito magro. — As mães e a mania em dizer que o filho (a) está magro, que não alimenta direito.

– Oi, querida. — Falou abraçando a Caroline. — Oi, meninas.

– Oi vó. — Falou a Caroline sorrindo. — Vó, essas são a Michelle, Julie, Ashley, Sam e Alicia.

– Oi, meninas. É um prazer. — Falou a minha mãe toda simpática. — Fique a vontade.

– Obrigada. — Disseram em uníssono.

– Mary, você viu onde está o canivete? — Perguntou o meu pai. Assim que nos viu, abriu um sorriso. — Olha quem está aqui.

– Oi vô. — Falou a Caroline sorrindo indo abraçá-lo.

– *Ciao la mia principessa – Falou ele em italiano, abraçando-a mais forte ainda e beijando. — Oi filho.

(N/A: *Olá, minha princesa)

– Oi pai, tudo bem? — Perguntei indo abraçá-lo também.

– Estou ótimo. — Respondeu. — E quem são essas seis adoráveis mocinhas?

– São as minhas amigas vô. — Respondeu indo abraçando-o de novo. — Ashley, Michelle, Julie, Sam, Alicia.

– Prazer, meninas. Sejam muito bem-vindas. — Disse cumprimentando cada uma. — E então, Mary, você viu?

– O quê? — A minha mãe sabe ser tão distraída quando quer. — Ah, o canivete? Vem cá, eu vou pegar para você.

Eles foram para a cozinha. Olhei para as horas e vi que ainda era 10h15 e para o almoço falta muito. E pior que eu estou com fome e com certeza a Caroline e suas amigas também, já que não tomamos café.

– Pai, eu estou com fome. — Eu não falei. — Aliás, NÓS estamos com fome.

– Eu também estou. — Falei. — Vou lá na cozinha pedir comida para a sua avó. — Falei rindo. — Antes que a gente morre de fome.

Fui para a cozinha e só estava a minha mãe e Elizabeth. E o meu pai estava no quintal, fazendo alguma coisa que eu não parei para prestar a atenção.

– Mãe, estamos com fome. — Falei. — Oi, Elizabeth. — Falei agarrando e beijando ela. — Saudades de você e de sua comida.

– Oi, meninão. — Falou. É assim que ela me chama desde criança. Só quando eu fazia algo de errado, que me chamava pelo nome. — Até parece que nós não vimos no casamento da Katherine.

– Ah, lá não conta. — Falei dando os ombros.

– Oi para todos. — Cumprimentou o Mason, que entrou pelo quintal. — Oi Damon, oi tia, oi Elizabeth.

Sim, o Mason chama a minha mãe de tia. A minha mãe "adotou" ele, e a mãe dele me "adotou". Então, somos muito mais que amigos, somos como irmãos. E como os pais dele estão viajando pela Europa (3ª Lua de Mel), ele vem almoçar aqui.

– Oi Mason. — Respondeu a minha mãe. — Como você está?

– Estou ótimo tia. — Falou. — Nossa, Tia e Elizabeth, estão bonitonas, hein?

– Ai, para com isso, Mason. — Falou a Elizabeth envergonhada. E todos riram.

– Mas é verdade. — Falou. — E aí cara, beleza?

– E aí, Mason. — Falei. — Caiu da cama hoje, hein?

– Claro, para não perder essa deliciosa comida. — Falou se sentando do meu lado no balcão.

A Caroline e amigas entraram todas sorridentes. — Pai, a mãe ligou. — Falou toda sorridente. — Ela falou que chega na sexta.

– Oi para você também Caroline. — Falou fingindo que estava chorando.

– Oi, tio Mason. — Falou rindo, e indo abraçá-lo e beijá-lo.

– Oi, afilhada mais linda do mundo. — Falou. — Oi, meninas lindas.

O Mason é padrinho e Emma (amiga chata, mala sem alça da Katherine) é a madrinha. Eu não queria que a Emma fosse a madrinha, como a Katherine não queria que fosse o Mason. Mas conseguimos entrar em um acordo.

– Já? — Fingindo surpreso, mudando de assunto. — Nossa que Lua-de-Mel mais curto. — Falei rindo acompanhado pelo Mason. — Mas espera aí. Se a sua mãe ligou, significa que o Santo Stefan, não tá dando conta do recado.

(N/A: Isso aconteceu de verdade. O meu primo se casou no começo de Maio. A esposa dele que é a melhor amiga da minha prima ligou para ela durante a Lua-de-Mel, e o irmão dela que é meu primo e que é o mais engraçado, falou isso. Eu gostei, então resolvi usar).

O Mason soltou uma gargalhada tão alta, que não teve como não rir. Todos na cozinha riram. A minha mãe preparou um café da manhã reforçado para todos, e ficamos conversando banalidades. Sai da cozinha, fui ao bar que o meu pai tem e peguei whisky, e voltei para a cozinha.

– Damon, o que pensa que você está fazendo? — Perguntou com a mão na cintura.

– O quê? — Perguntei confuso. O que será que ela está falando?

– Isso é hora de beber? — Falou irritada. — Me dê logo esse copo.

Mas, mãe... — Comecei a falar.

– Mas nada, Damon. — Falou-me interrompendo e esticando a mão, para poder pegar o copo. — Ande, me dê logo. Não é hora de beber.

– Tomaa. — Falou Mason dando gargalhadas.

Entreguei o copo, e o filho da puta do Mason não parava de rir. O que que tem de engraçado nisso? Dei um tapa em sua cabeça.

– Mãe, fala para o Mason parar! — Falei emburrado.

– Parem com isso, AGORA. - Falou a minha mãe. — Parece duas crianças.

As meninas não paravam nenhum momento de dar risadas. O meu pai entrou na cozinha, e perguntou qual é a graça e a minha mãe contou tudo. E meu pai (que eu amo muito) me defendeu. Se eu quero beber, deixa beber. A minha mãe o repreendeu.

Olhei no relógio e vi que era 11h30 e resolvi ligar para Elena. Eu prometi que ia ligar a essa hora. Fui lá fora, para ter mais privacidade, disquei o número que atendeu no terceiro toque.

Alô? – Atendeu a Elena.

– Alô, Elena? — Falei. — Tudo bem?

Tudo e você? — Perguntou.

– Melhor, agora. — Falei sincero. — Falei que eu ia-te ligar. Aposto que pensou que eu não ia ligar, não é?

A verdade? Sim.– Respondeu rindo.

– Queria passar o dia com você. — Falei. — Mas, eu tive que vim a esse almoço de família. A minha mãe preze por isso.

Eu também estou na casa da minha mãe. — Falou.

– Vamos combinar alguma coisa hoje? — Perguntei. — O que acha?

Acho, uma ótima ideia. — Falou. — O que o sugere, senhor Salvatore?

– Você que decide, senhorita Gilbert. — Falei, encostando na parede. — O que você escolher, para mim está ótimo.

Hum, deixa eu pensar. — Falou. Após uns segundos em silêncio. — Que tal, um cineminha?

– Para mim tudo bem! — Falei. — Você escolhe o filme.

Ok. — Falou rindo. Eu estou até vendo que tipo de filme ela vai escolher. — Qual sessão que iremos?

– Que tal das 19hs? — Perguntei. — Tudo bem?

Para mim está ótimo. — Falou.

– Tenho que ir. — Falei meio triste. Adoro conversar com ela. — A minha mãe está chamando.

Aah. — Falou. — Acho que as nossas mães combinaram.

– Por que? — Perguntei curioso e confuso.

Porque, a minha mãe também está-me chamando para almoçar. — Falou rindo.

Comecei a rir acompanhado por ela. — Essas mães... — Falei rindo. — Então, tchau Elena.

Tchau, Damon.– Falou. — Beijos.

– Beijos nessa sua boca linda e gostosa. — Falei com um sorriso malicioso. — Até mais tarde.

Beijos, também na sua boca gostosa.– Falou com uma voz sexy, que me deixou louco.

Desliguei o celular e fiquei fitando o aparelho com um sorriso bobo. Essa mulher me deixa completamente louco, excitado. Ela vai de menina meiga e divertida, a mulher sexy.

– TÁ NA MESA. — Gritou a minha mãe, me tirando dos meus devaneios.

Guardei o celular no bolso, e fui a direção à piscina. Como hoje o dia está quente, a minha mãe resolveu que iriamos almoçar lá. Quando cheguei vi que tinha mais pessoas. As minhas tias (por parte de mãe), tia Maggie e tio Adam com as filhas Rose e Grace, tia Miranda e tio Phillip com as filhas Melissa e Barbara. Por parte de pai, tio Germano e tia Camille com os filhos Ben e Victor e tio Giovanni e tia Alexis com o filho Michael. Cumprimentei todos, e sentei no meu lugar, perto da Caroline.

Quando todos conseguiam sentar na mesa, era uma zorra total. Um pedindo o arroz, o outro a carne, todos falando e rindo ao mesmo tempo. Todos conversando banalidades, enquanto apreciávamos uma deliciosa refeição feita pela minha mãe e Elizabeth.

– E então Caroline. — Começou a falar a Rose. — Cadê o seu namorado?

Bem nessa hora, eu estava tomando Coca-Cola, que imediatamente eu cuspi. — Namorado? — Falei com os olhos arregalados olhando para ela.

Todos começaram a rir da minha cara. Sério, eu não estou achando a menor graça disso. A Caroline está namorando? Chamem o médico, acho que eu vou enfartar. A minha respiração estava ofegante.

– Ah, qual é Damon. — Falou a Rose dando risadas. — Você com essa idade já estava na sua terceira namorada. Que no caso era a sua mãe, Carol.

– É diferente Rose. — Falei sério. — A Caroline ainda é uma criança. — Parece um exagero, mas é que eu não quero que aconteça o mesmo que aconteceu comigo e a Katherine.

– Pai! — Falou a Caroline se intrometendo. — Não sou nenhuma criança. — Falou emburrada. — Com a minha idade a mãe já namorava.

Ninguém parava de rir, com a minha reação. Eu estava em choque. Será que a minha princesinha estava namorando? Se tiver, eu mato o desgraçado e arranco o que ele tem no meio das pernas.

– Calma Damon! — Falou a Rose. — É só uma brincadeira.

– Bom, quem está afim de sobremesa? — Falou a minha mãe, tentando amenizar a tensão. — Tem mousse de chocolate, sorvete e pudim de leite condensado. Que modéstia a parte estão uma delícia.

– Ah, eu quero tia. — Falou o Michael.

– Que bom. — Falou se levantando da mesa. — Você me ajuda?

Eles foram para a cozinha, e a Caroline pegou a minha mão. E fiquei fitando. — Pai, me desculpe? — Falou baixinho me abraçando.

– Claro, filha. — Falei também baixinho. — Mas me responde uma coisa, olhando nos meus olhos.

– Claro. — Falou. — O quê?

– Você está namorando? — Perguntei com um pouco de receio.

Não, pai. — Respondeu. Senti um alívio tão grande. Não pude deixar de sorrir. E a beijei a sua testa e depois por todo o seu rosto. A minha mãe voltou da cozinha com as sobremesas.

– Olha a sobremesa. — Falou a minha mãe, colocando-os na mesa. — Podem se servir.

Eu me servi com o pudim de leite condensado, que aliás, estava muito bom. Estavam todos conversando. Mulheres sobre novela, beleza e os homens sobre futebol, política e negócios.

– E aí, Damon! — Falou o Mason. — Onde você estava ontem? — Perguntou. — Eu te liguei para ir no "Black Cat Nightclub".

– Por aí. — Falei sorrindo, não estava afim de falar do meu encontro.

– Nossa, pai. — Falou a Caroline sorrindo. — Não vai falar para o tio Mason, que teve um encontro ontem?

– Para tudo. — Falou sorrindo. — Você teve um encontro e NÃO fala para o seu melhor amigo?

– Não achei necessário. — Falei dando os ombros.

– Tia, eu vou bater nele. — Falou, e todos começaram a rir. — Como assim, você não achou necessário? — Falou. — Quem é a vítima da vez?

– Nossa Mason, falando assim, até parece que eu sou bandido, ou sei lá o que! — Falei indignado

– Ele não queria falar para mim. — Falou Caroline, fazendo beicinho. E todos estavam atentos a nossa "conversa".

Terminamos a nossa sobremesa, e todos foram se sentar nas espreguiçadeiras em volta da piscina, e eu entrei na casa e fui para o meu antigo quarto. A última vez que voltei para esse quarto, foi quando eu me divorciei. Até que teve uma vez, a minha flagrou eu e a Katherine dormindo e nus. Foi muito louco esse dia, nós estávamos bêbados e super excitados. Eu não sei como a minha mãe não nos ouviu. E foi aqui também que eu descobri que seria pai. Se essas paredes falassem, com certeza estaria ferrado. Fiquei mais um bom tempo ali com as minhas recordações. Desci e todos estavam na sala, enquanto a Caroline e as amigas nadavam, acompanhadas pelo Michael e Barbara.

– Damon! — Chamou a Rose, assim que me viu descendo as escadas. — Podemos conversar?

Rose é 1 ano mais velha que eu. Ela era casada e tem um filho, Heitor de 7 anos, que com certeza hoje deve estar com o pai. Foi com ela, que eu dei o meu "primeiro beijo" aos 3 anos (precoce eu? Imagina), naquelas brincadeiras de primos. E quando tinha 11 e ela 12 anos demos um beijo de verdade. E quando completei 14 anos perdi a minha virgindade com ela. Depois que comecei a namorar a Katherine, não ficamos mais. Só depois que me separei, rolou um flashback. Mas isso não vem ao caso.

– Claro. — Respondi parando em frente a ela.

– Olha, me desculpe. — Falou. — Pensei que você ia levar a brincadeira numa boa e...

– Está tudo bem, Rose. — Falei interrompendo. — Sério.

– Ai que bom. — Falou suspirando aliviada. Eu a abracei, beijando o topo de sua cabeça.

– E então, cadê o Heitor? — Perguntei mudando de assunto.

– Ah, está com idiota do pai. — Falou com desdém.

Fiquei conversando e rindo junto com os meus primos e Mason, falando das nossas aventuras, travessuras, viagens e tudo o que nós vivemos na infância e adolecência, e uma parte da vida adulta, para todos. E se juntaram a nossa conversa os meus pais e tios. A conversa estava tão bom, que não vimos o tempo passar e quando olhei no relógio quase cai do sofá.

– Bom, a conversa tá boa. — Falei me levantando. — Mas eu já vou indo.

– Mas já, filho? — Minha mãe falou.

– É mãe. — Falei sem graça. — Vamos Caroline.

– Ah pai, mas por que? — Falou a Caroline no mesmo lugar cruzando os braços.

– Por que sim, Caroline. — Eu não queria falar do encontro. — Tenho que sair hoje. — Falei, mas como eu sou um gênio, tive um grande ideia. — Mãe, a Caroline pode ficar aqui?

– Claro que pode. — Falou a minha mãe animada. E a Caroline ficou bem animada também. — Você fica no quarto que era do seu pai, já que o seu tá reformando ainda.

– Mason, você leva as meninas embora? — Perguntei ao Mason.

– É Claro. — Respondeu. — Só por curiosidade. — Sabia. Já até sei o que ele vai perguntar. — É a mesma vítima... Digo... A mesma garota que você saiu ontem?

– Obrigado. — Agradeci. — E é. Pode dizer que sim.

Me despedi de todos e fui para a minha casa, para dormir um pouco. Cheguei em casa e deitei na minha cama e dormi. Acordei assustado com o despertador e vi que era 17h55. Fui tomar banho para ver se eu acordava. Troquei de roupa e passei perfume. Parti rumo à casa da Elena. Ela estava com um vestido vermelho com duas palmas acima do joelho. E ela estava com um colar no meio do decote bem generoso dela. Ela estava linda e sexy (Muito Sexy). FOCO, DAMON. A cumprimentei beijando-a com urgência e desejo, nossas línguas estavam em perfeita sincronia, parecia uma guerra sem vencedores. Se pudesse eu faria sexo com ela, ali mesmo no estacionamento do apartamento dela. Paramos de nos beijarmos quando o ar foi necessário. Comecei a beijar o seu pescoço, e mordi o lóbulo de sua orelha, que a fez gemer baixinho.



– Damon. — Chamou ofegante. — Em vez de ir no cinema, que tal a gente fosse jantar?

– Que lugar você sugere? — Perguntei.

– Restaurante do meu amigo. — Disse mordendo os lábios. Devia ser proibido ela fazer isso. FOCO, DAMON. — Comida japonesa. Tudo bem?

– Para mim, está ótimo. — Disse, entrelaçando as nossas mãos. — Então, vamos?

– Claro. — Respondeu sorrindo.

Demos outro beijo, mas dessa vez mais calmo, puxando para o romântico. Nossas línguas estavam numa dança sensual. Terminamos de nos beijarmos, e dei vários selinhos nela e abri a porta do carro para ela entrar. Rapidamente entrei no lado do motorista, do jeito que ela sentou e o vestido curto, ficou a mostra suas coxas bem torneadas. Sem brincadeira, estava ficando excitado. Para me provocar ainda mais, ficava passando a língua pelos seus lábios e mordendo-os.

Chegamos, o restaurante é aconchegante. Sentamos e rapidamente fizemos os nossos pedidos. Comemos e conversamos bastante. Pagamos a conta, e como a noite é uma criança, levei à boate "Black Cat Nightclub", sabendo também que o Mason, não estaria essa noite. Decidimos que era cedo ainda de contar que estávamos ficando. Dançamos a noite inteira, sem se preocupar se vamos ou não trabalhar no dia seguinte, já que seria feriado. A Elena me provocava dançando sensualmente e trocávamos beijos mais urgentes. Fomos embora era mais de 5hs, deixe-a em casa e fui para a minha. Estava morto, eu necessitava da minha cama. Do jeito que eu cheguei, deitei e apaguei.



POV Caroline (Bônus)



Droga, eu não acredito que essa simples brincadeira que eu pedi para a Rose fazer ia dar nisso. Quando o meu pai descobrir, ele simplesmente vai me matar.



– Pai, me desculpe? — Falei baixinho abraçando-o. Tenho que fazer ele esquecer.

– Claro, filha. — Respondeu, também no mesmo tom. — Mas me responde uma coisa, olhando nos meus olhos.

– Claro. — Falei. Ai meu Deus. Respira, Caroline. — O quê?

– Você está namorando? — Perguntou. Pronto, agora ferrou.

- Não, pai. — Foi a única coisa que eu respondi. Vi que sentiu um alívio. Ele esboçou um sorriso. Não sei como eu consegui falar, sem gaguejar. Ele beijou a minha testa, e depois o meu rosto.

Mas assim, era o único jeito, para saber se ele aprovasse o meu namoro. Eu vou ter que pedir ajuda a minha família. As únicas pessoas que pode me ajudar é a minha mãe e a minha avó... Olhei para as meninas, e elas estavam com os olhos arregalados. Pedi para elas se acalmarem, senão o meu pai ia perceber. Assim que a minha avó voltou com as sobremesas, graças a Deus, mudaram de assunto.

Notas finais
E aí?
Que final mais tosco.
Não sei o que foi pior, o capítulo ou o final.
Demorei um século, para postar essa coisa...
Desculpe, de novo.
=(
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Qualquer coisa eu estou no Twitter: @Camyla_Nogueira.
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Já que não quer aparecer, aqui tá os links.
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Damon: http://data.whicdn.com/images/9253128/ian-somerhalder-ian-somerhalder-8084270-460-600_large.jpg?1303983727
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Sam: http://outfitidentifier.com/wp-content/uploads/2010/06/185.jpg
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Alicia: http://www.denimblog.com/wp-content/uploads/2010/03/vanessa-hudgens-siwy-shorts.jpg (PS: Ignorem o chapéu)