DmC 5: Stairway To My Heaven
10 Primeira Noite, por Dante: Me Senti Importante!
Notas iniciais
Eu estava mega empolgado.
Parecia uma criança que havia acabado de conseguir o melhor brinquedo do mundo; e olha que nunca havia me sentido dessa maneira. Na maior expectativa, eu ansiava para que o Jeff (o taxista camarada meu) dirigisse mais rápido, assim não perderia um segundo sequer com aquela garota maravilhosa que caiu no meu colo – literalmente! Ela tinha um encanto que a diferenciava das outras garotas que já tracei, era inexplicável. E como sou orgulhoso, não deixaria de averiguar esse encanto de perto...
Ela estava pra lá de nervosa, não parava de tremer e de arrepiar com qualquer coisa. Sempre que nossos olhares se cruzavam, ela desviava sempre; já tava achando bonitinho. Toda vez que eu dava aquela apertadinha carinhosa nas coxas dela, a coitada dava pulos de sustos dentro do táxi, e apesar dessa ansiedade toda, ela tentava a todo custo disfarçar. Nunca tinha visto alguém tão contraditório daquela maneira...
Em quinze minutos sem fim, chegamos na parte sul do píer, onde ficava o velho parque de diversões e a famosa roda gigante luminosa. Lá ficava meu trailer, e já cheio de expectativas, desci do táxi primeiro. Abri a porta e estendi a mão para a Maria.
– Chegamos, bonitinha...
– Você mora... No parque do píer? – ela segurou minha mão, ainda olhando ao redor.
– Não, nada a ver. –apontei numa direção bem específica- Moro logo ali.
Ela acompanhou com o olhar onde o meu dedo apontou. Assim que ela se distraiu com a indicação, eu a puxei pra fora do táxi e logo em seguida enlacei sua cintura. Ficamos a poucos centímetros um do outro, fiquei louco de vontade de beijá-la...
– Bem vinda ao meu trailer, bonitinha.
Eu comecei a avançar pra dar um beijo, mas ela tentava se afastar. Insisti um pouco, mas ela apenas virou o rosto e me deixou no vácuo. Achei uma sacanagem, já estava num estado que nem tinha como me manter controlado e ela fazendo doce... Ela ficou um pouco acuada, pois acho que eu tava com uma cara de quem tava com o saco cheio, e cada passo que ela dava parecia que pisava em um tapete de ovos. Guiei até a porta, abri com uma solada bem dada mesmo e banquei o cavalheiro, fiz até mesura. Ela me olhou intrigada, provavelmente achando que devia estar de deboche. Tanto que ela agarrou a bolsa contra o peito – e que peitos, Santo Deus!- e entrou, olhando tudo com a maior cautela. Assim que ela já estava no meio do trailer, fechei a porta por trás de mim, e a escuridão que ficou me deu idéias. Ela tropicava no meio do breu. Eu queria rir, pois tava vendo tudo. Achava bonitinho demais aquele jeito desengonçado dela!
– Seria bom se tivesse alguma luz... Não to a fim de pagar mico tropeçando por aqui!
– Olha só que safadinha... Gosta de fazer com a luz acesa? – de fato, eu tava muito afim dela.
– Ei, como é que é?
– Hahaha! Calma bonitinha, to brincando... Também gosto de luz acesa, mas eu respeito um bom escurinho. As sensações duplicam quando se está na escuridão...
Não esperei mais nem um segundo sequer; cheguei por trás e agarrei devagarzinho. Fui beijando cada espacinho daquele pescoço fino e cheiroso. Explorei sem a menor cerimônia cada pedaço dela; a cintura fina e marcada me divertia quando eu deslizava as mãos de um canto para outro. Seus seios eram macios, sem marcas, redondinhos... Suculentos demais! Os quadris e as coxas eram um paraíso; roliços e ótimos pra dar aquele apertão bem dado... Ela gemia e se contorcia; me deixava mais empolgado e enlouquecido.
– Nossa... Tá gostando, é?
– Não é isso, eu... – Nem deixei concluir qualquer sentença, eu ataquei de novo. Ela estava cada vez mais rendida. — Não adianta se justificar... Teu corpo te desmente.
E novamente, num movimento ágil, eu a virei de frente, peguei pela cintura e dei-lhe um baita beijo.
Os lábios dela eram macios, gostosos de beijar; mas seus trejeitos eram assustados com tudo que eu fazia; mesmo assim não relutava e tentava seguir meu ritmo mesmo estando toda perdida com cada pegada que eu dava. Ela começou a se empolgar pouco a pouco, sentindo-se mais segura pra tentar alguma coisa. Ela bem que tentou tirar meu casaco, mas acho que meu físico deu trabalho... A coitadinha se embananou toda, fazendo movimentos desajeitados. Não pude deixar de ajudar, e tirei minha própria roupa, mas sempre devorando-a nos beijos. Parecíamos grudados pela boca!
Uma vez que me livrei da minha regata, num raro momento em que não estávamos nos beijando, ela me olhou de um jeito impressionado. Tá legal, eu tenho o corpo trincado, mas não sou nenhum deus (sou todo esfolado e cheio de cicatrizes velhas)... E ela deixou seus dedos finos e de unha comprida passearem de leve do meu peito até o umbigo. Arrepiei loucamente ao menor resvalo que ela me deu! Tenho de confessar, fiquei rendido e com mais tesão ainda. Minha calça já tava me esganando! Num súbito, ela avançou e começou a me mordiscar, me lamber e me arranhar de leve. Eu estava adorando, e eu tava impressionado com o misto de sensações que ela tava me proporcionando... Ela foi me provocando e se agachando; até pensei que ela fosse me pagar um oral. Mas ela logo se levantou e avançou pra me beijar, me puxando pela nuca. Eu já estava num estado em que se eu esperasse mais algum segundo acho que explodiria, pois já esta sentindo dor de tão duro que tava. Virei-a de costas, encoxei sem dó e fui guiando passo a passo até a minha cama, sempre me deliciando em encher as mãos naquelas coxas, bunda e cintura. Eu já nem tinha mais condições pra controlar aquele fogo todo; ela era demais com muito pouco.
Assim que alcançamos a cama, dei um empurrão, e ela caiu de cara no colchão, ficando de quatro com o traseiro empinado. Deitei em cima dela; sempre beijando, mordiscando, e apertando com uma gana indescritível. Não resisti e acabei dando um tapinha naquela bunda maravilhosa, sem deixar de me fartar em encher as mãos nas coxas dela. Os gemidos e rebolados que ela dava me enlouqueciam, era música pros meus ouvidos! Eu nunca fiquei tão doido por causa de mulher, mas naquela hora eu não enxergava mais nada a não ser ela. Ela se chamava Maria Magdalena, mas de arrependida não tinha nada! Correspondia a tudo que eu fazia com vontade sincera, com um tesão sem nome nem tamanho. O que mais me tirava o juízo era o cheiro da sua pele, que era doce; lembrava morango. Eu sabia que não deveria, mas já me sentia preso pelos encantos daquela guriazinha gostosa. E pelo andar das circunstâncias, eu acho que não ficaria só naquela trepada...
Depois de tanto saborear e amaciar a fera, era mais do que na hora de “comer”. Eu estava ansioso, já me sentindo com febre de tanta vontade. Queria devorar aquela garota com toda vontade do universo; ouvi-la gemer alto, sentir as unhas dela sumindo na pele das minhas costas. Eu estava tão excitado que meu parceiro lá embaixo já nem cabia mais na calça, hehehehehe! Já escapava pra fora, já tendo espasmos e latejos que até doíam...
Não tive dúvidas; comecei a tentar abrir a calça dela. Mas acabei enrolado nos botões – mulheres e suas roupas-labirinto, puta que pariu!-, e isso me encheu o saco. Sem paciência e quase pirando, já rosnei frustrado e rasguei a calça dela de fora a fora num único puxão! Ok, não devia ter feito isso, mas que se foda, depois eu pagava outra calça novinha em folha pra ela. E acho que ela devia ter se assustado com a minha força, pois olhou pra trás com cara de espantada. Mas meu exagero valeu a pena; consegui a melhor visão do mundo! Aquela bunda branquinha, empinada, roliça, redondinha... Era o cúmulo da perfeição!!! E a calcinha que ela usava valorizava ainda mais; uma tanga cor de rosa de lacinho... Caralho! Fui às nuvens!
– Putz, mas que bunda linda! – eu tava extasiado. – É certeza que vou te pegar de quatro!
– O-obrigada... Eu acho...!
Eu não podia deixar de mordiscar, beijar e apertar aquela bunda maravilhosa, toda empinada só pra mim. Mas não sou um fominha; obviamente dei atenção e carinho aos seios, que por sinal eram maravilhosos; cabiam certinho na palma da mão! Ela gemia, se entregava, me puxava pra perto dela. Mas aí ficou crítico quando ela empurrou aquela bunda gostosíssima contra meu quadril...
Não tinha mais jeito; eu não aguentava mais: tirei as botas e já baixei o zíper da calça. Tava na hora de descarregar o pente!
Já peladão: beleza; tava no pique de mandar tudo pra dentro! Eu tava sorrindo feito um babaca de tanta animação e expectativa, mas aí fui freado pela bonitinha, que tava com uma cara de pânico que eu sinceramente não entendi.
– E-espera!
– Que foi, bonitinha? Quer mudar de posição?
– Na verdade, preciso te confessar uma coisinha. É bem pequenininha, não vai levar meio minuto...
–Ok, seja breve e serei todo ouvidos. – Já tava pensando que seria alguma frescura; não escondi que ia achar chato.
Quando ela se virou pra poder falar comigo, de repente ela olhou pra baixo e arregalou os olhos dum jeito muito bizarro. A princípio pensei que fosse alguma barata (tem aparecido bastante pelo píer), mas quando acompanhei o olhar dela, finalmente percebi que ela tava olhando pro meu pau! Ela gaguejou, titubeou, tentava não olhar, mas ela sempre acabava olhando sem parar. Fiquei orgulhoso no começo, mas depois começou a incomodar...
– E então? O que você quer me confessar?
– Heim...? Hã! Ah... É... – ela tava meio lesada. -... É que, não me leve a mal, mas... Mas ainda sou virgem...
– Como é que é? Virgem?
Fiquei pasmo. Foi como se tivessem metido uma tijolada no meio da minha cabeça sem o menor aviso. Eu ia foder uma virgem?!? Cara, aquilo tava além de todas as responsabilidades nas mãos dum cara como eu! Ser o primeiro homem de uma garota era um troço sério; mesmo eu sendo meio ignorante sabia que isso dava um peso do cacete na vida de ambos; tanto do cara como da guria. Minha cara devia ser de abobado; eu tava de olho arregalado e lutava pra não ficar boquiaberto. Um monte de coisas vieram na mente, exclamações não ditas e um balde de pensamentos represados. Caralho, tava foda raciocinar direito quando boa parte do sangue do corpo tava em outro lugar...
– Então quer dizer que... Você é virgem? Nunca trepou na vida até hoje?
–... Sim. – ela acenou com a cabeça, com um olhar de cãozinho abandonado.
– E isso significa que você não sabe nada, e ia dar pra mim assim de boa?
–... Pois é.
– Puta merda... – a surpresa era tamanha que deu até coceira na cabeça. – Que responsa do caralho, arrebentar o selo de uma novinha!
– Isso... É algum problema pra você? – ela falou num tom quase inaudível; talvez estivesse com medo da minha resposta.
Mesmo por trás daquela expressão temerosa, eu sabia que ela tava confiando em mim. Se ela não estivesse segura do que tava fazendo teria saído correndo assim que a gente chegou no píer. Mas ela não correu nem resistiu muito, e mostrou que tava curtindo cada minuto comigo. Nunca senti nada tão sincero vindo de alguém; e só de saber que ela tava liberando sua virgindade pra mim de boa me deu um animo dos infernos; me senti importante!
Meu coração acelerou loucamente; achei que fosse enfartar. Olhei direto nos olhos dela, aqueles olhos verde-acinzentados que estavam ansiosos pela minha reação à notícia brilhavam com o reflexo da luz de fora, e admito que achei a coisa mais linda. Aqueles olhos queriam uma resposta, e temia que a resposta fosse negativa. E vocês acham que eu ia responder que não?
Não tive dúvidas que iria comparecer às expectativas da minha bonitinha, e avancei feito um insano pra cima dela. Agarrei seus pulsos e lhe dei um beijo agressivo; fui lambendo e beijando até descer onde eu queria; o meio das pernas dela. Ergui as pernas e as arreganhei, e com a maior cara de safado, dei uma baita lambida que fez a guria se retorcer e gemer alto! Achei divertido e fiquei ainda mais animado, pois ela ficou realmente sem ar...
– Comer uma virgem é uma puta responsa, mas é a melhor coisa do universo. Além do que, vai ser uma delícia, com todo esse espacinho apertadinho implorando pelo meu pau... Ah, que maravilha!!! – me aproximei e dei um beijo levinho na ponta do nariz dela: — Pode deixar que eu serei bastante carinhoso... Mas eu gosto assim, meio bruto...
Ela até tentou, mas nem deu tempo de dizer alguma coisa. Eu já havia começado a enfiar aos poucos, e realmente tava bem complicado de entrar. Puta lugarzinho estreito! No começo tava apertado, e de repente senti alguma coisa arrebentando. Doeu um bocado, pois entrou num atrito esquisito... Quando vi, ela começou a sangrar um pouco, e as reações de dor que ela expressou me deixaram preocupado. Vai saber se eu não tava machucando sem saber!? Parei pra verificar:
– Opa, mals aí... Tá doendo tanto assim?
–Eu... Tô bem... – ela resmungou, ainda tentando recobrar o fôlego. –É que... To meio tensa...
– Ah, então relaxa, bonitinha. – acabei sorrindo de alívio, e deu-lhe um beijo na testa. – Assim você curte a trepada melhor...
Ela fechou os olhos por um instante, respirou fundo e realmente relaxou o corpo. Voltei a enfiar aos poucos, desta vez fui mais devagar. Mas pra que eu fui fazer isso... Mesmo estando tão apertado, entrou tão fácil que quase desmaiei! Que delícia! Bom demais! Senti cada espacinho tendo espasmos, me apertando como se fosse uma massagem, senti aquele calor febril que tava emergindo dela... Eu não tava aguentando me sustentar, meus braços tremiam demais. Minhas pernas também falharam; eu tava vencido pelo excesso de prazer. A cabeça ficou leve e vazia, eu suava frio, tamanha era sensibilidade. Eu já tava a ponto de explodir e gozar até cair morto se continuasse a me mover devagar daquele jeito...
– Ah, como mulher apertadinha é uma delícia!!! Nem sei se aguento me mover direito sem gozar logo!
–Então por que não tenta? – ela me questionou na maior cara de pau, com um ar desafiador.
Ela tinha me dado permissão. Ela não fazia idéia do quanto eu podia ser bruto; me tornar um tremendo dum animal nessas horas... Não teve outra: um sorriso maligno se abriu na minha cara e lentamente percorri os braços magrinhos dela com meus dedos, pra depois agarrar seus pulsos com força. Ela tomou um susto, tentou se certificar se eu não tava brincando, e se debateu. E quando viu que a porra ficou séria, ela estranhamente abriu um sorriso, e isso me acendeu por dentro.
– Você tem certeza...?
– Estou disposta a sacrificar minha integridade... –ela respondeu, com um sorriso resignado. -Já que estou aqui; desistir tá meio impossível...
Nem dei tempo de esboçar algo mais.
Dei a primeira enfiada forte. Ela arregalou os olhos, e gemeu alto. Não tive a menor dó; fui com vontade e fui fundo. Comecei a enfiar cada vez mais forte, tava parecendo uma sessão de estupro. Ela gemia alto, arrepiava e se encurvava. Do jeito que estava insano, era certeza que eu já tava batendo na porta do útero dela... Ela ficava sem ar, mordia os lábios, se retorcia. Era a visão perfeita; eu tava alucinado de tesão por ela! Queria aquela garota todo dia, toda hora, a cada minuto. Ela seria meu brinquedo favorito, acho que até deixaria de comer outras vadias só pra trepar com ela sempre que quisesse. Mal percebi, mas eu tava sorrindo. Muito babaca da minha parte, mas eu não conseguia segurar, eu tava me sentindo ótimo; e só me sentia assim quando matava demônios...
Soltei os pulsos dela, e a primeira coisa que fez foi me catar pelos cabelos. Me puxou pra perto, e me deu um beijo poderoso; uma chupada na minha língua que me arrepiou a espinha!
– Olha só... A virgenzinha virou uma vagabunda!
– Não me chame de vagabunda, seu cavalo... – ela ficou boca-suja do nada, vejam só! – Sinta-se honrado de ter sido meu primeiro; tirou a sorte grande!
– Ah, é...? Então esse cavalão aqui vai te mostrar como se fode de verdade!!!
Não tive dúvidas; eu ia foder aquela garota do jeito que eu mais gostava: em pé. Rosnei, me sentindo desafiado pela maldita mania que ela criou de me provocar pra ver até onde eu iria... Enlacei sua cintura, a ergui da cama, e a fiz sentar no meu colo. E ainda meio ofegante, me levantei com ela em meu colo com as pernas cruzadas nas minhas costas e a coloquei contra a parede. Ouvi o som das costas e da nuca dela batendo na parede do trailer, mas eu estava alucinado demais pra me importar. E após uma lambida provocante em seus lábios, recomecei o prazeroso estupro voluntário, e desta vez não me segurei e deixei meus gemidos escaparem altos. Me sentia poderoso, invencível, o herói da vida dela. Queria devorá-la por inteiro, possuí-la só pra mim, queria ela sempre comigo. Estava realizado vendo que ela confiava em mim pra ser o homem que a trouxe pro mundo de verdade.
Eu já não estava mais me aguentando, eu ia gozar logo. Minhas pernas começaram a falhar de novo; bateu até um pouco de câimbra. Não tinha mais como me segurar por mais tempo, acabei explodindo numa enfiada tão funda que senti de fato a porta do útero dela. Em resposta, ela arrepiou da cabeça aos pés, e tremia feito bambu verde. Estávamos os dois completamente esgotados, mas estranhamente satisfeitos com o lance que rolou. Com o resto de força que eu tinha, carreguei ela até a cama e lá desabamos, e mesmo sem ar, mais um sorriso escapou da minha cara.
– Caralho... Gozei forte pacas...
– Que bom... Saber...! – ela deitou a cabeça no meu peito; o cheiro doce da sua pele ainda continuava a exalar, mesmo estando suada.
– Espero que você esteja livre amanhã...
– Por que diz isso? – ela me olhou, com expressão de dúvida.
– Por que vou querer de novo.
Ela me olhava nos olhos, como se quisesse entender o porquê que eu gostei tanto dela. Mas ao invés de falar alguma coisa, ela resolveu se calar e se aconchegou no meu peito. Desconfiei que ela tenha se assustado com o que eu falei, mas foda-se. Eu estava feliz, e nem era por que eu estava caçando demônios. Minha felicidade tinha nome e um par de olhos verde-cinzentados...
Notas finais
Obrigada pelos feedbacks e até o próximo capítulo! ♥
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