Notas iniciais
Amores lindo da minha vida, me perdoem por ter demorado tanto a postar o capitulo, mas é pq essas duas semanas foram bem agitadas e rovavelemente as outras duas tb :(
ah, eu gostaria de agradecer Ketty Morgenstern por ter recomendado a fic... fico very, very Happy :)
pois bem, esse cap esta curtinho, me desculpem, mas eu fiz de coraçao e espero fervorosamente que ele as agrade.
sem mais delongas ai esta ele...

PVO Autora

Elijah estava rastreando o cheiro de Katherine, que por sua vez ficava cada vez mais forte ao se aproximar de Fell’s Church. O Original sentiu-se muito satisfeito ao descobrir que sua teoria, de que a vampira estaria naquela pequena cidade, estava certa.

O primeiro local em que ele a procuraria seria tal pensionato da cidade, pois sabia que os dois Salvatore residiam lá. O pensionato se localizava um pouco distante do centro de Fell’s Church, mais precisamente na saída da cidade. Seria um lugar perfeito para vampiros se esconderem.

Ele viu que as luzes do lugar estavam acesas, indicando que havia alguém lá. Resolveu tocar a campainha (não era por que era irmão de Klaus que entraria destruindo tudo).

Elijah ouviu passos se aproximando da porta e uma senhora de cabelos brancos e muitas rugas no rosto abriu-a. Ela tinha um vasto sorriso estampando no rosto.

Se ela soubesse o que eu sou, tenho certeza de que esse sorriso não estaria ai. –Pensou o Original.

Mas ele estava enganado, a Sra. Flowers sabia muito bem quem, ou melhor, o que ele era. Antes de ele chagar, Mama havia avisado que um vampiro muito poderoso estava se aproximando do pensionato. E por isso tomou muito, mas muitos chás de verbena. Mas não era por ele ser um vampiro que ela iria deixar de ser simpática. Era melhor ele não saber que ela sabia o que ele era.

- Sinto muito senhor, mas não temos vagas. – Disse gentilmente.

- Não vim me hospedar. Estou procurando uma amiga. – À medida que respondeu foi observando o interior do pensionato pela porta.

- Oh. E como se chama? Talvez eu possa ajuda-lo.

- Katherine Pierce. – Voltou à atenção a velha senhora.

Um vampiro procurando Katherine. Coisa boa ele não deve querer. Talvez ele esteja ligado com aquele Original que a quer. Se fosse apenas ela que ele quisesse, eu até contaria para onde ela foi, mas a pequena Bonnie e a doce Elena também estavam envolvidas. Isso seria muito perigoso para elas. – Pensou a senhora.

- Sinto muito, mas acho que eu nunca ouvi falar dela. – Mentiu.

- Tem certeza? – Elijah arqueou a sobrancelha. Ele sabia que ela escondia algo.

- Tenho. – A senhora respondeu com convicção.

Ele não queria usar sua compulsão sobre a simpática senhora, mas não havia outra forma de saber a verdade. Ele tinha certeza de que ela escondia algo dele.

- Posso entrar? – Ele perguntou.

- Desculpe, mas estamos fechados. – Ela respondeu convicta.

O vampiro olhou no fundo da íris da Sra. Flowers e perguntou novamente.

- Posso entrar? – Dessa vez perguntou com um tom mais autoritário.

- Desculpe, mas eu já disse que estamos fechados.

Elijah arqueou as sobrancelhas, impressionado que pela primeira vez sua compulsão não funcionou. Nem quando humanos usavam verbena para se protegerem da influencia de um Original eles conseguiam. Nada escapava do poder da influencia de um Original, nem humanos protegidos com verbena e nem vampiros. Nada. Mas aquela situação deixou Elijah intrigado. Por que ela não foi influenciada? Ele sabia que havia algo por trás.

- A senhora sabe quem eu sou não sabe? – Ele disse seriamente.

- Sim. – Ela não via mais motivos para continuar com seu “teatro”. É claro que ele sabia que ela tinha ideia, não de quem, mas o que ele era.

- Então a senhora deve saber que eu preciso encontrar Katherine.

- Sim, mas infelizmente eu não vou poder dizer onde ela se encontra.

- Ouça, eu não vim procura-la pelos mesmos motivos de antes.

- Como assim? – Agora ela na estava entendendo mais nada.

- Eu preciso protegê-la de Niklaus.

- Mas você não trabalhava pra ele? Por que protegê-la agora?

- Descobri algumas coisas, e percebi que Katherine precisa de proteção contra Klaus. – Ele ficou pensativo. – Ele não pode conseguir o que quer. – Sra. Flowers não teve certeza se ele disse isso pra ela ou foi para si.

- Tudo bem, entre. – Ela deu passagem para o vampiro entrar.

PVO Meredith

- Não acredito que finalmente contamos pra Bonnie. Estou me sentindo tão aliviada. – E estava mesmo, desde aquele incidente toda vez que eu olhava pra minha amiga um sentia um aperto no coração pensando se era certo ou não contar a ela o que ocorreu. Na verdade eu tinha muito medo de sua reação.

- Eu também. Ela encarou a situação melhor do que eu esperava. – Stefan disse.

Estávamos saindo do prédio e indo de volta ao apartamento de Damon. Eu poderia ir pra casa, já que ficava do lado da de Bonnie, mas havia uma coisa que eu precisava fazer antes.

[...]

A festa ainda acontecia quando chegamos ao apartamento de Damon. Ele estava encostado na bancada de sua cozinha bebendo. Novidade! Acho que no dia em que ele deixar de beber o mundo acabaria. Ele parecia abatido com alguma coisa. Imagino que essa coisa esteja envolvida com minha amiga Bonnie. Caminhei até ele.

- Bela festa. – Puxei conversa.

Ele apenas levantou o copo cheio pela metade e acenou positivamente. Ele não se virou pra mim. Puxei um banco e me sentei ao seu lado.

- Ela já sabe. – Eu disse sem rodeios. Com isso consegui a atenção dele, que por sua vez se virou pra mim.

- O que?

- Eu e Stefan contamos pra ela a verdade sobre o que aconteceu em Fell’s Church.

-E como ela reagiu? – ele perguntou demonstrando nenhum interesse, mas no fundo eu sabia que ele estava muito ansioso pra saber a resposta. Sorri pra ele e respondi.

- Bem melhor do que esperávamos. Claro, no inicio ela ficou bem revoltada, mas depois ela pareceu se acalmar.

Ele não respondeu mais nada, apenas voltou a atenção para sua bebida. Mas de repente ele se levantou indo pra outro local.

- Espera, pra onde você vai? – Ele se virou pra mim e respondeu.

- Pra casa. – E saiu.

Pra casa? Como assim? Essa não era a casa dele? Mas logo a ficha caiu. É claro, ele estava indo para o apartamento de Bonnie, afinal ele disse que iria ficar lá até Klaus estiver morto. Sorri como uma boba. Estava torcendo para que eles se acertassem.

Olhei para as pessoas, que estavam todas espelhadas pelo apartamento todo. Onde Elena conseguiu arranjar todas essas pessoas? Mas encontrei a pessoa quem eu estava procurando. Alaric. Eu precisava ter uma conversinha com ele.

Alaric estava conversando com uma mulher, que por sinal estava vestida com uma roupa muito vulgar. Que descarada, ela estava se insinuando pra Ric. Senti uma raiva emanar de mim. Raiva não, ódio, isso sim. Quem aquela biscate pensa que é para se esfregar assim nele? Não acredito, não era possível! Aquilo era ciúme? Não importa. Caminhei até eles, mas parece que não notaram a minha presença. Fingi tossir para ver se assim conseguia a atenção dele. E deu certo.

- Ah, oi Meredith. – Ele estava rindo.

- Oi. Preciso falar com você. – Minha voz saiu como um gelo.

- Fale.

- Não vou falar na frente dessa ai. – Me referi a biscateira que estava ao lado dele. – Você não ouviu não querida? Sai daqui. – Olhei pra ela com muito ódio.

Ela olhou para Alaric e cochichou no ouvido dele. Ele gargalhou e disse que nos deixasse a sós.

- Pronto. Pode falar. – Voltou-se pra mim.

- O que passava em sua cabeça quando disse pra Bonnie fazer ciúmes em Damon? – eu realmente estava com muita raiva. Tanto pela “dica” que deu a Bonnie como pela mulherzinha que estava com ele. Mas o importante era que esses motivos tinham um ponto em comum. Alaric.

- Ora. Foi uma forma dela mostrar a ele o que ele perdeu. – Falou despreocupadamente.

- Que conselho idiota. Tao idiota quanto a pessoa que o deu. Não é assim que eles voltariam. Você deveria ter aconselhado que ela conversasse com ele. Não é assim que se resolvem as coisas. Onde já se viu, provocar ciúmes? Isso só poderia vir de você mesmo. – Disparei e depois sai, não esperei para ouvir sua resposta.

PVO Bonnie

Eram tantas coisas que se passavam pela minha cabeça. Eu precisava falar com Damon. Precisava resolver aquela situação. Eu estava muito feliz em saber que ele ainda sentia algo por mim. Dessa vez eu não o deixaria escapar nunca mais.

Ouvi a campainha tocando e corri até a porta. Olhei o olho magico e o vi. Damon. Meu coração acelerou vergonhosamente. Arrumei meu cabelo com a mão, enxuguei meu rosto que ainda esta húmido pelas minhas lágrimas (imagino como meu rosto deve estar inchada, mas não liguei) abri a porta e nos encaramos.

- Oi. – Minha saudação saiu como um sussurro.

- Posso entrar?

- Claro, afinal a casa também é sua por enquanto, não?

Dei passagem a ele. Eu não sabia como começar aquela conversa, mas eu tinha que achar um jeito logo de começa-la. Eu queria me entender com ele logo e ser feliz pra sempre. Tudo bem, isso foi um clichê, mas quem liga?

- Damon, eu... Perdoe-me por tudo que eu disse, eu... Eu não sabia... Perdoe-me, por favor.

- Pelo que?- Perguntou despreocupadamente.

- Meredith e Stefan estiveram aqui e me explicaram o que aconteceu. Me desculpe Damon. Eu fui muito injusta com você.

- Sabe o que me deixa triste? – Ele me encarou friamente. – Foi que você preferiu acreditar neles à mim. Você não acreditou nos meus sentimentos, no meu amor. Mas eu não a culpo. O culpado fui eu por ter feito a idiotice que Stefan e Meredith pediram para eu fazer e por ter acreditado que o nosso amor era grande o suficiente para enfrentarmos qualquer coisa.

Isso foi como um soco no meu diafragma, me fez perder o ar completamente. Senti as lagrimas escorrerem pelo meu rosto. Chorei desesperadamente na frente dele.

- Damon, por favor... – As lagrimas não paravam de rolar e isso já estava me deixando frustrada. – Por favor não diga isso. Eu te amo. Eu... Eu te amo.

- Isso não importa mais. – Ele se virou e foi em direção a cozinha. Isso me deixou com raiva.

- E por que esta aqui então? Pra me fazer chorar? Pra me fazer sofrer mais do que já fez? – eu cerrando os dentes.

- Não. Vim aqui por que prometi que ficaria te protegendo até Klaus estiver eliminado.

- Não preciso de sua proteção Damon. Eu preciso de você. Você todo. – Sussurrei.

Ele suspirou e foi pra varanda. É, parece que ele queria fica sozinho.

Que droga, ele tinha razão. Eu sou mesmo uma idiota. Eu preferi acreditar no seu irmão e na minha amiga que no meu amor por ele. Mas eu iria mudar isso. Isso se tornou uma questão de honra. Eu tinha que o fazer acreditar e sentir que meu amor por ele não acabou e que o amor dele ainda é grande o suficiente pra me perdoar. Eu o amo tanto e sei que ele me ama também, e o que nos separou e que continua separando é esse orgulho idiota que eu senti e que agora ele sente.

PVO Autora


Michael estava sentado em uma poltrona confortável que ficava no hotel em que ele estava hospedado que se localizava estado de Indiana.

Seus pensamentos vagavam de um lugar para outro. Ele estivera com David e este disse que suas respostas estariam com Christian, que por sua vez disse que estavam com David. Um desses estaria mentindo para o Michaelson, mas qual? Essa era a duvida que pairava em sua mente. E se eles realmente não souberem aonde estão esses benditos caixões? E se a maldita vampira loira estivesse os enganado? Isso não seria nenhuma novidade vindo de Katherine. Ela era espeta, usava seu charme para conseguir o que desejava. Então ele percebeu que se quisesse ter sucesso em sua busca, teria que achar Katherine. Por que procurar por intermediários se poderia ir direto a fonte? Mas o Caçador Original precisaria de ajuda.

Ele levantou-se de sua confortável poltrona e foi em direção a seu quarto. O quarto não era diferente dos demais do hotel. Era bem espaçoso, as paredes tinha um papel parede de coloração alaranjada, havia uma escrivaninha cheia de papeis com suas anotações, no centro havia uma enorme cama de casal coberta por um edredom felpudo branco. Mas o que diferenciava dos demais quartos era o que havia em sua cama. Nela havia uma linda jovem loira deitada. Parecia um anjo dormindo, mas Michael sabia que ela não estava dormindo exatamente, na região onde se localizava o coração tinha um punhal cavado no seu peito.

Michael se aproximou da linda jovem, segurou firme o punhal e o puxou. Menos de cinco segundos a loira abriu seus olhos.

- Hora de acordar filha!

Notas finais
e ai? gostaram? espero que sim :)
beijinhos flore e até a proxima