Diários Do Vampiro - Entardecer
33 Dimensão das Trevas
Notas iniciais
espero que gostem desse cap
notaram a capa nova? pois é, quero agradecer a lindinha da
Lady Luane Karolain por ter feito ela pra mim, obrigada flor.
tb gostaria de agradecer aos comentários de todas vcs e é claro as recomendaçoes.... estou dando varias piruetas de alegria :)
bom, mas deixa de enrolaçao... ai esta o cap
POV Damon
Essa bruxinha me surpreende a cada dia. Eu nunca, em toda minha existência, poderia imaginar que ela seria capaz de fazer o que ela fez ontem. Ela ainda esta dormindo. Nunca vi imagem mais linda, Bonnie parece um anjo de cabelos de fogo dormindo em cima de mim. Eu nunca fiquei tão feliz em quebrar uma promessa antes. Lentamente eu me inclinei até ela e depositei um beijo carinhoso em sua testa, mas parece que foi o suficiente para desperta-la.
- Bom dia meu anjo. – Falei carinhosamente. Agora eu entendo Stefan, não tem como não ficar meloso ao lado de quem se ama.
- Bom dia meu amor. – Ela respondeu-me ainda zonza de sono. Ela parece um gatinho dengoso.
- Obrigado. – Eu não me canso de olha-la.
- Pelo que? – Indagou-me confusa.
- Por me fazer quebrar uma promessa. Você não sabe o quanto era sacrificoso ficar sem lhe tocar.
- Não há de que. Quando precisar estou a sua disposição. – Rimos. Já disse o quanto eu a amo? Já? Não importa, eu repito, não me canso disso. Eu a amo. Lentamente vou encostando meus lábios nos dela. Ficamos só sentindo a sensação de tê-los juntos, mas é impossível ficar só nisso, eu preciso senti-los mais. Logo esse simples selinho transformou-se em um beijo apaixonado e ao mesmo tempo carnal. Nossas línguas ficaram disputando quem domina quem, aos poucos meu amiguinho lá de baixo se animava e reclamava, pois queria atenção também. De repente Bonnie me empurrou e se afastou, deixando-me confuso e frustrado.
- Algum problema? – Pergunto-lhe. Ela olhou pra mim e percebi que suas bochechas estavam coradas.
- Eu preciso escovar meus dentes. – A olhei incrédulo e comecei a gargalhar. Por um momento eu achei que ela tivesse se arrependido de estar comigo. – Por que está rindo? – Ela ficou chateada.
- Desculpa, é que por um momento eu achei que tinha se arrependido de estar comigo. – Falei sério agora.
- Nunca Damon. Eu nunca me arrependeria de estar com você. Você é minha vida agora. Eu não sei viver sem você, e olha que eu já experimentei isso. – Ela me olhava com fervor.
- Faço de suas, as minhas palavras. Eu também não saberia mais viver sem ter você, sem te tocar, sem te beijar... Eu te amo. – Dei um selinho no seu nariz.
- Eu também te amo muito. – Não resisti, tive que beija-la de novo. Mas a senti protestando. – Damon! Eu já disse que tenho que escovar meus dentes.
- Por que?
- Como “por que”? Primeiro: eu não quero criar cáries. – Ela ia falando e se levantando enrolada no lençol deixando-me sem nada para cobrir minha masculinidade. – E segundo: meu hálito não é um dos melhores quando acordo. – Ela é linda quando fica vermelha.
- Quem disse que seu hálito não é bom? – Brinquei com ela. É claro que ele é maravilhoso até quando acorda.
- Não é preciso ninguém me dizer nada. – Ela disse do banheiro. Fui até lá e abracei por trás e beijei seu pescoço.
- Você tem cheiro de flores sabia? Não canso de cheira-la. – Continuei enterrado no seu pescoço.
- Damon Salvatores romântico, adorei a novidade. – Ela brincou, agora com os dentes escovados.
- Pra você ver o que você me faz. – A virei pra mim e a encarei nos olhos. – Eu acho que no final sempre estive apaixonado por você. Você era minha única amiga Bonnie, nunca desistiu de mim, mesmo quando eu era inescrupuloso e rude com você, você sempre me perdoava, mesmo merecendo uma estaca no coração por minhas maldades. Você achava que eu ainda tinha humanidade em algum lugar escondido em mim. E foi sua fé em mim que me fez enxergar quem eu realmente queria. Não era Elena ou Katherine, era você. A ruivinha mais teimosa que eu já conheci. A minha passarinha.
- Sabia que eu adoro quando me chama de passarinha? – Ela colocou os braços ao redor do meu pescoço.
- Você É minha passarinha. Só minha. – rocei meu nariz no seu.
- E você é meu corvo negro. – Roçamos nossos lábios.
- Sim, sou seu. Inteiramente seu. – nos beijamos deliciosamente. Ela agarrou meus cabelos com certa força deixando-me excitado. Lentamente puxei o lençol que a cobria deixando-a sem nada no corpo. Impulsionei para que ela se prendesse em mim. Bonnie encaixou suas pernas ao redor de minha cintura e eu apertava seu bumbum (n.a: eu não iria por o nome bunda e acabar com o clima de romance ¬¬) Desci os beijos até sua mandíbula e fui fazendo uma trilha até sua orelha onde mordisquei seu lóbulo e sussurrei. – Que tal um banho antes da longa viagem que temos pela frente? – Notei que ela se arrepiou.
- Hunrum. Parece-me uma oferta encantadora. – Agora beijei seu pescoço. Levei-a até o boxe e a pus no chão. Ela olhou para os lados pensativa. – Você acha que dá para tomarmos banho nós dois juntos? – Olhei também ao redor e percebi que o banheiro era bem apertado, mas isso não iria me impedir de desfrutar de minha passarinha aqui. Até por que até tinha suas vantagens, quanto mais apertado, mais nós ficaríamos juntos.
- Nada é impossível pra mim. – Dei uma piscadinha pra ela, que corou.
A beijei novamente e uma corrente elétrica passou por meu corpo chagando até meu amiguinho, que mais uma vez deu sinal de vida. Liguei o chuveiro sem desgrudar dos seus lábios e passei minhas mãos por suas curvas e apertei sua cintura. A puxei mais ainda de encontro com meu corpo para que sentisse meu desejo por ela. Seus gemidos davam-me mais prazer, desci uma de minhas mãos até seu ponto de prazer e pude notar que estava molhado, não por causa da água do chuveiro, mas sim por causa do desejo que sentia. Ouvi seu coração acelerar e garanto que se eu tivesse um estaria da mesma forma. Comecei a massagear seu clitóris bem de vagar, passei minhas presas pela curva de seu pescoço e penetrei um dedo na sua vagina.
- Damon... – Ela gemeu. Penetrei outro e comecei a fazer movimentos de vai e vem. Levei meus lábios até seus seios e o suguei fazendo com que Bonnie soltasse mais outro gemido. A soltei e ela protestou. Peguei o sabonete liquido, passei em minhas mãos e comecei a ensaboa-la, a vi fechando os olhos apreciando apenas o meu toque. Com calma ensaboei seus seios, seus braços, sua barriga, pulei o local onde me interessava, e fui direto para as pernas. Depois que acabei de limpar as suas pernas ,pus mais um pouco de sabonete e levei minhas mãos mais uma vez até o local de encontro das pernas. Muito lentamente massageei a região, fazendo sua respiração ficar falha. Depois de ensaboada a levei até o chuveiro e retirei o sabonete.
Assim como eu, ela pegou o sabonete e espalhou nas mãos e começou a me ensaboar, automaticamente fechei os olhos. Senti suas pequenas mãozinhas acariciando cada parte do meu corpo, meus músculos se contraiam a cada toque seu. Com delicadeza ela se apoderou de meu membro e começou a fazer movimentos. Meu Deus, aquele pequena mulher me levava ao delírio. Aos poucos ela aumentava a velocidade. Comecei a sentir uma corrente de 1000 volts se apoderando do meu estomago, isso significa que eu estava perto de ter um orgasmo.
- Bonnie... é melhor... é melhor parar. – Implorei para que parasse.
- Já? – olhou-me tristemente. Meu Deus, o que foi que eu criei? Bonnie estava se saindo uma ótima amante.
- Já! Eu quero estar dentro de você. – Sussurrei e ela corou. – Eu te amo.
- Também te amo.
A levantei mais uma vez e em seguida ela prendeu suas pernas em minha cintura. Então, o que eu mais queria fazer aconteceu... A penetrei lentamente e ambos gememos. Era deliciosa a sensação de tê-la pra mim. Depois de penetre-la parei apenas para senti-la, depois comecei a fazer movimentos de entra e sai. À medida que os seus gemidos aumentavam a também aumentava minha velocidade. Comecei a ouvir um barulho irritante do meu celular tocando, mas não atendi. Ela puxava cada vez mais meus cabelos e consequentemente eu apertava sua cintura. Comecei a sentir sua vagina se comprimindo ao redor de meu pênis. Ela estava quase lá, e eu não estava diferente. Gozamos juntos e a senti se derreter ao meu redor. Garanto que se eu não estivesse a segurando ela, com certeza, cairia. Continuei com ela nos meus braços e não sai de dentro dela.
- Damon, seu telefone... – Era evidente que estava cansada. Não a culpo.
- O que tem ele?
- Esta tocando. – Ela riu.
- Deixa tocar. Uma hora desistem e se for importante deixam recado na caixa postal. – Continuei beijando seu queixo. Meu amiguinho estava pronto para um segundo round.
- Mas Damon, se for Stefan? É melhor você atender. – Ela insistiu. E eu bufei em reprovação.
- Ok. – É bom que seja uma coisa bem importante ou eu juro que mato meu irmãozinho.
- Mas que porcaria! O que você quer Stefan? – Eu estava realmente irritado. Porque ele me ligou?
- Por que não atendia ao telefone? Pensei que estivesse acontecido alguma coisa. –Era evidente sua preocupação.
- Estava ocupado.
- Ocupado com o que? – Mas que cara curioso.
- Isso não é da sua conta. Mas o que você quer?
- Damon, tudo que estiver acontecendo é da minha conta. Você não pode nos esconder nada.
- Ouça irmãozinho o motivo pelo qual não atendi seu chamado não tem nada a ver com Klaus. – Não tinha nada a ver mesmo. Tinha a ver só entre Bonnie e eu.
- Mas então sobre o que é? – Mas que cara insistente.
-Mas que inferno Stefan! Eu já disse que não é da sua conta. Não tem nada a ver com vocês e nem com ninguém. Tem a ver apenas comigo. Me diz logo o que você quer?
- Pelo que percebi você esqueceu de que eu iria te ligar assim que chegasse para perguntar como eu encontrava a Adaga. – não vou mentir, havia esquecido mesmo. Me importava apenas com a ruivinha que continuava no banheiro.
- Certo. Antes de voltar para a superfície eu a deixei em uma campina que ficava depois de uma caverna, essa caverna fica a dez minutos do lado esquerdo do palácio de Andrômeda. Mas você pode procurar pelo palácio e achar Bruc, provavelmente ele é o novo regente de lá. Diga o que é meu irmão e fale o que aconteceu. Ele te dirá onde é a campina. Ou...
- Ou...?
- Ou ele pode estar com ela. O que é mais provável.
- Certo. Er... Ta tudo bem por ai? – Stefan questionou.
- Defina bem.
- Quer saber Damon, até depois. – Ele ia desligar, mas lembrei-me de algo.
- Espera Stefan, precisam saber de uma coisa. Depois que nos falamos pela ultima vez ao telefone aconteceram algumas coisas.
- O que aconteceu? Um instante, vou por o viva- voz. Pronto, pode falar.
- Quando voltei ao apartamento de Bonnie fui atacado por uma bruxa, pelo que pude notar era amante de Klaus. Ela quase conseguiu me matar. Era muito poderosa.
- Meu Deus Damon, você esta bem? – Ouvi Elena perguntar preocupada.
- Não se preocupe cunhadinha. Como dizem vazo ruim não quebra.
- Não brinca, continua.
- Ela so não conseguiu me matar por que a bruxinha foi mais rápida e dizimou a outra.
- Um momento, se a outra era amante de Klaus, ele não vai quere se vingar? – Sra. Flowers perguntou.
- Exatamente. Foi por isso que Bonnie e eu resolvemos esperar por vocês na fortaleza de Michael.
- Onde fica? – Perguntou meu irmão.
- Na cidade de Helena. Não chegamos ainda. Estamos em um motel de beira de estrada. Meredith e Mutt estão a caminho de Fell’s Church.
- É Matt. – Stefan me corrigiu.
- Que seja. – Respondi com desdém.
- Mas aqui é perigoso pra eles. Quer dizer, vai ser um dos primeiros locais que Klaus vai nos procurar. – Alaric questionou.
- Rick tem razão. Aqui não é seguro. – Falou Stefan.
- Eles não estão procurando por um lugar seguro, pelo contrario Meredith quer que ele a encontre para vingar-se de Niklaus. Ela foi muito assustadora quando disse isso.
- Onde ela esta com a cabeça? Lutar contra Klaus? Sozinha? – Era evidente a preocupação de Alaric.
- Olha, se serve de consolo, eu sei que ela e eu temos nossas desavenças, mas de uma coisa eu tenho certeza, ela tem potencial para isso. Mas eu não acho que ele vá aparecer ai agora. Primeiro ele vai tentar achar Bonnie e Elena. Mas se por ironia do destino ele aparecer, Sra. Flowers, por favor, não deixe Meredith lutar contra ele, não enquanto não possuirmos a adaga.
- Tudo bem querido. E proteja a pequena Bonnie.
- Com minha vida.
- Tchau Damon.
- Tchau maninho e boa sorte. – Desliguei o telefone e vi Bonnie entrar no quarto já arrumada.
- Algum problema? – Bonnie perguntou preocupada.
- Não, era só Stefan perguntando onde eu havia deixado a Adaga. Esta pronta?
-Sim. – Ela respondeu sorrindo. E eu retribui o sorriso.
- Com fome?
- Acho que sim.
- Vem, vamos arrumar algo para você comer. – A puxei para fora do quarto.
- Mas e você? Não vai se alimentar?
- Não se preocupe. Eu ando precavido. – Puxei minha mochila e retirei de lá uma bolsa de sangue.
- Ok. – Ela respondeu. ela se aproximou de mim e me roubou um selinho.
PVO Autora.
Enquanto todos dormiam no pensionato, Alaric não parava quieto, continuava andando de um lugar para o outro da sala. Ele estava muito preocupado com Meredith. Por mais que digam que ela não se precipitaria, ele tinha suas duvidas, Alaric confiava nela, mas não foi a morena que disse que não atacaria Klaus, pelo contrario, Damon havia dito que ela queria vingança, e todos sabem que quando Meredith põe algo na cabeça é difícil tirar.
Rick nunca havia se sentido tão dividido em sua vida. De um lado tinha Meredith, que ele queria proteger e evitar que algo estragasse o plano de Stefan, do outro lado tinha o próprio Stefan e Elena, ele sabia que eles precisavam dele na Dimensão das Trevas. Alaric estava tão absorto em pensamentos que não notou que estava sento observado pela senhora dona do pensionato.
- Por que não vai descaçar? – A velha pós uma mão no ombro de Alaric.
- Não dá. Não consigo. Estou preocupado com Meredith. – Sua voz expressava desespero e exaustação.
- Querido, Damon disse que ela não é, desculpa a expressão, louca em fazer isso. – Rick franziu a testa desconfiado.
- E desde quando eu confio nele?
- Ele não mente querido. Dê um voto de confiança. – Sra. Flowers falava com delicadeza.
- Confiar em Damon? No vampiro que tentou me matar?
- Se eu não me engano, foi você quem tentou mata-lo primeiro, e olha só... Damon parece ter deixado pra lá. – O que era mentira, Damon só estava “numa boa” com Alaric porque a situação que todos estavam exigiam total concentração. Mas o vampiro nunca esqueceu que foi atacado pelo o caçador.
- Tudo bem. Mas não quero descansar, afinal faltam trinta minutos para irmos.
Enquanto isso, no andar de cima, Stefan velava o sono de Elena. Ele ouviu toda a conversa de Alaric com a Sra. Flowers e não podia culpa-lo por estar desesperado, se o próprio Stefan pudesse ele deixava Elena aqui. Ele foi despertado de seus pensamentos quando sentiu a loira se mexendo ao seu lado.
- Dormiu bem? – O vampiro perguntou a Elena.
- Sim. Acho que essa horinha de sono me fiz bem.
- Que bom. – Ele sorriu. – acho melhor você se arrumar e depois tomar um lanche para irmos.
- Ok. E você, está bem?
- Sempre estou bem quando estou com você. – Stefan deu-lhe um selinho e ambos foram se preparar para irem a Dimensão.
[...]
- Estão prontos? – Stefan perguntou a Alaric e a Elena que aguardavam por ele na sala, enquanto o vampiro foi buscar as esferas na dispensa.
- Sim. Tudo pronto. – Eles responderam.
Stefan sacou uma esfera estelar da sacola e a quebrou com cuidado para que o liquido não caísse no chão. Depois ele fez um circulo no acoalho de madeira da sala com o liquido que logo depois surgiu um portal para a Dimensão das Trevas.
- Tenham cuidado. – A Sra. Flowers desejou a eles que por sua vez confirmaram com a cabeça.
- Preparados? – Stefan questionou.
- Sim. – Elena respondeu.
- Sra. Flowers, por favor, proteja Meredith. – Alaric implorava a dona do pensionato.
- Pode deixar querido. Ela não sairá da minha vista e da Mama. Não deixaremos que nada de ruim aconteça a ela.
- Obrigado. – Ele sorriu.
- Pronto Rick? – Elena falou. Ele confirmou com a cabeça e os três pularam no portal que logo em seguida se fechou.
- Que os Deuses os protejam. Vamos Mama, vamos esperar Meredith e Matt. (n.a: para quem não se lembra, Mama é um espirito que fala com a Sra. Flowers.)
[...]
Elena, Stefan e Alaric passaram pelo o portal e saíram em um beco na Dimensão das Trevas. Esse lugar estava igual ao que Elena se lembrava, em um constante entardecer. O céu em um laranja avermelhado. Alaric percebeu que as pessoas que ali passavam usavam trajes como o da idade média. Todos os que passavam olhavam para esses seres estranhos, com roupas estranhas.
- É melhor sairmos daqui. – Stefan alertou.
- Pra onde iremos? – Perguntou Elena. De repente ela se lembrou de um lugar onde um certo doutor um dia a ajudou. – Já sei. Sigam-me.
- Pra onde? – Stefan perguntou.
- Ao Dr. Meggar.
- Quem é esse? – Agora foi Alaric quem perguntou.
- É um médico que ajudou a mim, Bonnie, Meredith e Damon quando estávamos procurando por você, Stefan.
- Ok. Vamos até ele. – Foram correndo até la.
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