Diários Do Vampiro - Entardecer

34 Dimensão das Trevas parte 2


Notas iniciais
oi flores do meu jardim. como estão? felizes? hj é dia dos namorados. à proposito, Feliz dia dos namorados para quem tem um namorado, mas p quem nao tem, nao fiquem tristes. logo encontraram um Damon Salvatore só p vcs rsrsrs...
bom, apesar de ser dia dos namorados, esse cap nao é romantico, mas espero que gostem.
desculpem pela demora, mas so agora eu tive tempo.
beijinhos

POV Autora


– Pra onde iremos? – Perguntou Elena. De repente ela se lembrou de um lugar onde um certo doutor um dia a ajudou. – Já sei. Sigam-me.

– Pra onde? – Stefan perguntou.

– Ao Dr. Meggar.

– Quem é esse? – Agora foi Alaric quem perguntou.

– É um médico que ajudou a mim, Bonnie, Meredith e Damon quando estávamos procurando por você, Stefan.

– Ok. Vamos até ele. – Foram correndo até la.


Elena os levou pelo caminho já conhecido por ela, e chagaram até uma casa de dois andares, sua faixada aparentava estar em ruinas. A tinta da frente da casa era de um tom acinzentado escuro e esta estava quase completamente descascada, as janelas estavam empoeiradas e algumas estavam com os vidros quebrados. Onde antigamente se localizava uma placa de letreiros brilhantes com o nome do proprietário Dr. Meggar, agora se localizava, em cima do nome, a palavra “Traidor”, em tinta preta. Aquilo não se parecia em nada com o que Elena se lembrava. Tudo bem que o consultório do Dr. Meggar era de longe uma coisa luxuosa, ao contrario, era um consultório simples, mas acolhedor.

Os três se olharam estranhando o lugar. Mesmo Alaric nunca tendo entrado no estabelecimento antes, ele podia jurar que aquilo estava longe do que parecia antigamente. Elena se aproximou da porta e deu leves batidas, tentando chamar atenção de alguém da casa. Ela rezava para que fosse o tal doutor. Passaram-se alguns segundos e ninguém apareceu. Então Stefan resolveu testar se a porta estava aberta e girou a maçaneta assim, abrindo a porta. Quando esta se abriu puderam ouvir barulhinhos de sininhos denunciando sua entrada. Se a faixada do estabelecimento estava diferente, dentro dele estava irreconhecível. As bancadas onde se localizavam as vidrarias e remédios, agora se localizavam poeiras e muitos cacos de vidros. Os moveis de madeiras estavam completamente destruídos, nas paredes, assim como no letreiro do lado de fora, estava a mesma palavra “Traidor” repetida varias vezes, dessa vez de tons avermelhados. Isso causou calafrios na espinha da loira.

– O que aconteceu aqui? – Elena perguntou assustada. Ninguém a respondeu, apenas Stefan se aproximou dela e a abraçou percebendo que ela estava tremendo de medo.

– Alguém vem vindo. – Stefan ouviu passos no andar de cima e se prostrou na frente de Elena em uma posição protetora.

– Quem está ai? – Perguntou uma mulher de roupas avermelhadas e luxuosas, contrastava bastante com a aparência do local onde estavam.

– Desculpe-nos, viemos falar com o Dr. Meggar. – Stefan falou.

– Dr. Meggar? – Elena confirmou com a cabeça. – E quem vocês pensam que são para quererem algo com ele? – Perguntou a mulher rudemente.

– Somos amigos dele. – Alaric respondeu com a voz firme, mas por dentro estava com um pouco de medo.

– Amigos? – A mulher perguntou desconfiada estreitando os olhos para ver se os conhecia, a mulher loira e o moreno de olhos verdes, ela parecia já tê-los visto em algum lugar, mas o outro, ela tinha certeza de que nunca viu. – Quem são vocês?

– Sou Stefan, esta é Elena e esse é Alaric. Como meu amigo falou, somos amigos do Dr. Meggar.

– Eu acho que me lembro de vocês dois. – A mulher se aproximou de onde Stefan e Elena estavam e os encarou de perto. A mulher estava com os olhos inflamando ódio, isso deixou Elena apreensiva.

– Lembra? – Perguntou Elena, ela definitivamente não se lembrava desta mulher. A única pessoa que ela se lembrava era de uma jovem que ajudava o velho senhor Meggar.

– Sim, desculpem os meus modos. É por que, devido as coisas que estão ocorrendo por aqui, eu fico meio que tentando proteger esse lugar, e evitar que mais desgraças ocorram por aqui. Meu nome é Gennevive D’lancear, sou sobrinha do médico. – A mulher estendeu a mão e apertou as mãos dos outros. – Se são amigos do meu tio, serão bem vindos aqui. Venham comigo, tomem um bom banho e descansem, depois conversaremos. Vou pedir a criada para que preparem quartos para vocês. – Nem parecia que esta mesma mulher estava quase os matando com o olhar.

– Não queremos incomodar Sra. D’lancear. É rápido o que queremos com o doutor. – Elena falou.

– Não meus queridos, eu insisto. – Ela lhes lançou um sorriso acolhedor. – Angelik! – Gennevive gritou chamando a criada. – Prepare quartos para esses jovens amigos de meu tio.

Angelik os olhou com desconfiança, mas depois que viu Elena algo clareou na sua memoria. Logo a criada se retirou.

– Venham, enquanto Angelik prepara o quarto de vocês, vamos tomar uma taça de Black Magic. (n.a: para quem não se lembra, Black Magic é o vinho sem álcool que eles tomam no livro, vinho no qual nossa queria ruivinha é viciada. Engraçado que ele é tão “sem álcool” que o Damon consegue embebedar a Bonnie. Como alguém se embebeda com algo que nem tem álcool? Só a Bonnie mesmo. Rsrsrsr).

Gennevive os levou até a antessala do andar de cima. Era impressionante como o andar de cima era bem diferente das ruinas que estava o laboratório do doutor. O que deixava cada vez mais desconfiados o vampiro, o caçador e a humana.

– Sentem-se. – A mulher pediu. Os três se sentaram enquanto a anfitriã se dirigiu ao mini bar para por 4 taças do vinho. – O que os trazem aqui? – Ela perguntou e entregou-lhes cada um uma taça.

Não beba Elena, consigo sentir algo de que foi adicionado ao vinho. – Stefan falou com a loira telepaticamente.

Certo, mas enquanto a Ric? Como vamos avisar a ele sem que Gennevive desconfie? – Elena perguntou preocupada com o amigo.

Darei um jeito. – Stefan respondeu.

– eu sei que a senhora foi muito acolhedora e prestativa nos recebendo aqui... – Enquanto Elena respondia tomando a atenção da mulher, Stefan fazia movimentos com o olhar para que Ric entendesse que não bebesse o vinho, Alaric entendeu e não bebeu. — ... mas é que nosso assunto é apenas com o Dr. Meggar.

– Que pena, pensei que eu pudesse ajudar de alguma forma. – A mulher falou com um falso tom de tristeza.

– Infelizmente só quem pode nos ajudar neste momento é ele. – A loira respondeu.

– Não vão tomar o vinho? – Perguntou Gennevive.

– Infelizmente não viemos aqui para isso. – Respondeu Alaric.

– Certo. Eu acho que Angelik já arrumou o quarto de vocês. Sigam-me.

Os três a seguiram até dois quartos que ficavam um em frente ao outro.

– Espero que não se incomodem de dormirem juntos queridos. – Ela se referiu a Stefan e Elena, ambos negaram. – E você, espero que não se incomode de dormir só. – Referiu-se a Alaric.

– De forma alguma. – Ele respondeu.

– Bom. Depois eu os levo até meu tio. – Ela se retirou e cada um foi para seus devidos quartos.

A mulher desceu as escadas e ficou encarando as ruinas do laboratório. Ela se dirigiu até uma das gavetas da bancada e retirou de lá um panfleto de quinze anos atrás, neste panfleto estava uma foto de uma loira, uma morena, uma ruiva e um homem moreno, em cima das fotos estava os dizeres “Procurados, recompensa para quem encontrar vivos ou mortos”. Ela poderia denuncia-los para ganhar a recompensa, mas foi por outro motivo que levou a fazer tal ato. Ela os culpava pela morte de seu tio, e de alguma forma eles realmente eram culpados, pois o Dr. Meggar preferiu morrer a dizer onde estavam. E como Gennevive amava o tio, ela queria vingança por sua morte.

Gennevive subiu as escadarias e se dirigiu a cozinha, onde encontrou Angelik preparando o jantar.

– Angelik, quero que faça algo para mim.

– Sim minha senhora.

– Providencie para que meus convidados não saiam daqui.

– Tudo bem senhora.


[...]


No quarto Elena e Stefan andavam de um lado para o outro tentando pensar em alguma forma de se encontrarem com o Dr. Meggar. Eles sabiam que tinha algo errado. Eles não confiavam em Gennevive D’lancear.

– Há algo de errado, algo de muito errado por aqui. – Elena sussurrava.

– Eu também sinto isso. E sabe o que eu percebi? – Elena negou. – Não sinto outra presença aqui. Somente a nossa e das outras duas mulheres. É como se o Dr. Meggar não estivesse aqui.

– Você acha que isso é possível, ele não estar aqui?

– Aqui tudo é possível. Até porque já se passaram alguns anos desde que viemos aqui. Pode ter acontecido algo a ele. Não sei.

– Alguns anos? Só se passaram dez meses. – Elena se sobressaltou.

– Mas o tempo que passa aqui é diferente amor, não esqueça.

– É verdade, tinha esquecido. Você acha que corremos perigo? – Elena estava muito preocupada, nada poderia atrapalhar o plano deles acharem a Adaga.

– Infelizmente, acho que sim.

– Meu Deus, temos que chamar Ric.

– Vou fazer isso agora mesmo. – Stefan saiu de seu quarto olhando para os dois lados do corredor antes de ir ao quarto de Alaric. O vampiro bateu na porta antes de entrar.

– Alaric, venha para o nosso quarto, achamos que tem algo de errado acontecendo. – Stefan falou.

– E tem mesmo. Olha o que eu achei. – O caçador mostrou uma folha de papel onde mostravam as fotos de Elena, Margareth, Bonnie e Damon e diziam que eles estavam sendo procurados.

– Onde achou isso? – Stefan perguntou.

– Em uma dessas gavetas. – Ambos se olharam. – Stefan, aqui não é um lugar seguro.

– Vamos até Elena.


[...]


– Senhorita Gilbert? – Angelik bateu na porta de Elena e Stefan chamando pela loira.

– Entre. – Elena respondeu.

– Não sei se lembra de mim, mas eu era assistente do Dr. Meggar.

– Sim, lembro-me sim. – Elena por um segundo ficou alegre de encontrar alguém não tão estranho assim. Mas logo sua expressão se fechou quando viu a aflição no olhar da criada. – Angelik, porque você não esta mais ajudando o doutor e esta como criada? O que aconteceu? Por que o andar de baixo esta todo destruído?

– Vamos esperar seus amigos chegarem e conversaremos em outro lugar. Aqui não é seguro. – Elena sentiu um calafrio nada bom percorrendo seu corpo.

Passaram-se alguns segundos e a porta do quarto abriu revelando Stefan e Alaric.

– Elena, você esta bem? – Stefan perguntou preocupado.

– Sim.

– Bom, agora que chegaram, sigam-me. – A criada pediu e os três fizeram o que ela pediu. Eles foram andando até o andar de baixo. Lá a antiga assistente foi até a bancada principal, onde ficava a mesa do medico e embaixo dela ela apertou um botão que fez abrir um alçapão. – Entrem, aqui é seguro.

– Por que acreditaríamos em você? – Alaric perguntou.

– Eu sou a única que vocês podem confiar. Agora é melhor entrar antes que Gennevive desça e a guarda nacional apareça e os levem. Eu prometo que responderei a todas as suas perguntas.

– Mas você não vao se meter em confusão por causa disso? – Elena perguntou.

– Não se preocupe, minha vida não pode se tornar pior.

Os quatro desceram as escadas do alçapão. Este era todo escuro, mas por pouco tempo, pois Angelik ascendeu uma tocha que clareou o lugar. Era um enorme corredor com várias passagens.

– Esses corredores levam a todos os pontos principais da Dimensão das Trevas. Ninguém sabe da existência deles, apenas o Dr. Meggar, eu e agora vocês. Venham, vou leva-los a um lugar.

Eles caminharam por mais alguns minutos, até chegarem a uma câmara onde tinham varias velas, essas cujas foram acesas por Angelik, havia algumas poltronas.

– Sentem-se. – Os três se sentaram. –Podem perguntar.

– Certo. Antes de tudo, cadê o Dr. Meggar? Por que ficam falando dele no passado?

– Por que o Dr. Meggar agora é passado. Ele morreu. – A moça respondeu sussurrando. Elena ficou chocada.

– Como assim ele morreu? Mas... Por que? – A loira perguntou.

– Da ultima vez que estiveram aqui, vocês arrumaram uma tremenda confusão, arranjaram muitos inimigos, inimigos poderosos. E essas pessoas sabiam que o doutor tinha conhecimento de onde vocês estavam. Olha, eu não estou os culpando pela morte dele, até por que foi uma escolha dele, por que ele preferiu morrer a dizer onde vocês estavam. E foi exatamente isso que ocorreu, torturaram o pobre Dr. Meggar até a morte. Quando vieram pegar ele quebraram tudo. – A moça começava a chorar. – Ele era minha única família. Esse era o meu lar.

– Angelik... eu... eu sinto muito. Eu nao fazia ideia que a nossa presença havia causado tanta discórdia. – Elena falou.

– Tudo bem. Ele acreditava em vocês. Ele ainda acredita em vocês. Ele não podia deixar que esse inferno fosse evado ao seu mundo.

– Por que esta nos ajudando? Era para você esta com ódio de nós. – Alaric perguntou.

– Eu não sou como Gennevive, ela sim, esta com ódio. Tanto que deve esta esperando nesse exato momento a aguarda nacional para leva-los. Ela quer que paguem pela morte do tio dela. Eu não, eu vou ajuda-los, se eu fosse como ela, era como se a morte do doutor fosse em vão.

– Poxa, Angelik, muito obrigada. E mais uma vez, eu sinto muito. – Elena se levantou de sua poltrona e foi abraças a criada.

– Tudo bem Elena, isso já faz 15 anos. Eu já superei. Mas vocês precisam sair daqui e rápido, nesta hora toda Dimensão deve esta em estado de alerta.

– Precisamos de sua ajuda; — Stefan falou. – Precisamos saber onde se localiza o palácio de Andrômeda.

– O antigo palácio de Andrômeda, você quer dizer, não? – Ela perguntou confusa.

– Antigo? Por que antigo?

– Depois que bruxa Andrômeda foi morta, quem assumiu o poder foi seu irmão, Bruc...

– Sim, isso mesmo. Damon havia falado disso. – Elena falou animada.

– Elena, tenho impressão de que ela não terminou. – Alaric disse.

– Bruc assumiu o poder, mas parece que Lúcifer ficou sabendo que Bruc ajudou aquele outro vampiro que veio com você da ultima vez.

– Damon. – Stefan falou.

– Exatamente. E ele, assim como vocês, é procurado. E por isso ele foi preso, junto com todos os criados do Palácio. Foram presos por traição.

– Precisamos achar uma adaga. A Adaga de Clarenphelten, e ela esta perdida em algum lugar do Mundo Subterrâneo.

– Lá está muito perigoso. Tem guardas em todos os lugares. Tomem muito cuidado.

– Tomaremos. – Elena falou.

– Certo, qual caminho que nos leva até lá? – Alaric perguntou se levantando. Angelik os levou de volta ao corredor.

– sigam pelo corredor e quando atingirem 2 km virem a esquerda, sigam até o final do túnel. Ele termina na entrada do Mundo Subterrâneo.

– Obrigado. Stefan e Alaric responderam juntos.

– Obrigada Angelik, e desculpe por tudo o que causamos. Tome bastante cuidado também.

– Tudo bem Elena, eu cumpri o meu proposito. – Apesar do momento triste, Elena sentiu alegria nos olhos da moça.

– Adeus. – A loira falou. E foram caminhando pelas coordenadas que Angelik falou.



[...]


Bem longe da Dimensão das trevas, mas precisamente na cidade de Fell’s Church, um Original e uma vampira caminhavam tranquilamente pelas ruas da cidade. Seu destino, Pensionado da Sra. Flowers.

– Não acredito que estou fazendo isso Elijah. – Katherine resmungava para o Original.

– Você reclama de mais Prince. – Elijah sorriu de lado e continuou andando.

– O que eu ganho mesmo fazendo isso? – A vampira continuava reclamando.

– Eu estou começando achar que sua liberdade não é tão importante como vocês falavam Katherine.

– É claro que ela é importante, mas eu ainda estou na duvida em ajudar meus inimigos.

– Você já ouviu falar que inimigos dos meus inimigos são meus amigos? (n.a: acho que é esse o ditado)

Finalmente chegaram ao destino deles. Elijah tocou a campainha e a porta foi aberta pela senhora de cabelos brancos.

– Estava esperando vocês. – A senhora falou sorrindo.

– Estava? – Katherine perguntou.

– Sim, a Mama avisou que viriam. Acho que não preciso convida-los a entrar, não? – Ela abriu mais a porta dando passagem para que entrassem no pensionato.

– Essa velha é doida. – Katherine sussurrou para Elijah. Este sorriu em resposta.

– Sou velha, mas ainda escuto muito bem Srta. Prince. – Sra. Flowers falou surpreendendo a vampira.

– Sentem. Querem alguma coisa? – Ela perguntou educadamente.

– A senhora teria um O positivo? – Katherine foi sarcástica.

– Tenho certeza de que Damon deixou alguns no fizer. Aguardem um momento.

Passou-se 3 minutos e ela voltou com duas taças com sangue.

– Obrigado Senhora. – Elijah respondeu educadamente.

– Esta do seu agrado Srta. Prince? – Perguntou ironicamente a senhora de cabelos brancos.

– Sim, obrigada.

– Então querido o que os trás aqui? – Ela se dirigiu ao Original.

– Nós iremos ajudar os Salvatore a acabar com meu irmão.

– E como pretendem fazer isso? – A senhora perguntou.

– Vamos atrás de meu pai.

– Como é que é? – Katherine tomou um susto com a resposta do Original, ela não esperava por isso. – Como assim ir atrás de Michael? Se não se lembra ele quer minha cabeça servida na bandeja.

– Isso tudo porque você roubou os caixões da minha família, mas você vai dizer a ele onde estão localizados.

– Ok. – Katherine bufou derrotada.

– Boa menina. – Elijah brincou.

– Certo. Sejam bem vindos então. Stefan, Alaric e Elena estão na Dimensão das Trevas agora, Damon e Bonnie em algum lugar que não faço ideia de onde estão, Meredith e Matt estão vindo para cá.

– Ótimo. Precisamos da caçadora conosco. – Elijah falou.

Notas finais
espero que tenham gostado. ate´o proximo
beijinhos