Notas iniciais
uma amiga me pediu pra escrever uns capítulos um pouco hot, então quem não gostar disso, então não leia, mas não será nada chocante, mas.....

Depois de uns dias, estava bem calmo aqui no vilarejo, calmo demais. A família daquela nojenta da Camila, ainda não tinha feito nada, na verdade eu nunca mais tinha visto a mãe dela, eu acho que ela não saia mais de casa, era estranho porque alguém permaneceria dentro de casa o tempo todo.

Mas eu estava me sentindo mais segura, porque agora o Sandro estava por perto, ele disse que não deixaria ninguém estranho se aproximar da casa, e eu avisei ele sobre a família da Camila, e ele ficaria atento. Quem diria que depois de tudo o que o Sandro fez, bem ele ajudou nos planos da Regina, mas ele se arrependeu, e agora se tornou um fiel empregado e posso ate pensar em dizer amigo.

Era um dia muito quente, a Manu foi pra cidade se encontrar com o namoradinho dela....aff....nem quero imaginar o que eles estariam fazendo.....eca......e a minha mãe e o Otávio, estavam resolvendo os últimos papeis pra comprar uma casa, essa casa ficava ao lado da casa da minha vó, adorei, assim ficaríamos próximos. A vó Nina, tinha ido a igreja, e como eu não estava com paciência nenhuma pra ir na igreja, eu fiquei em casa sozinha.

Eu não tinha muito o que fazer, e como esses dias eu havia comprado roupas na cidade, eu decidi que iria experimenta-las, e fazer combinações, estava bem tranquila, estava sozinha, então eu estava apenas de calcinha e sutiã, e fui até a cozinha, pegar um pouco de agua.

Passei pela sala, e fui em direção a cozinha, peguei a agua, mas quando me virei, eu não estava sozinha, o Téo estava em pé no meio da sala, segurando uma flor, ele me olhava de um jeito, dos pés a cabeça, eu sempre achei que ele tem uma intensidade no olhar, mas o jeito que ele me olhava, ele nunca tinha me olhado dessa forma antes, não era o olhar de amor de sempre, era um olhar de desejo. Eu fiquei com tanta vergonha que eu não conseguia nem me mexer, e ele parado na minha frente, ele não falava nada, só ficava olhando o meu corpo.

Foi a primeira vez que senti que ele me desejava, não era só amor, mas também atração física.

Deixei a garrafinha de agua cair, puxei a toalha da mesa e me enrolei.

— Téo....sai daqui......sai.... — eu devia estar muito vermelha, ele também estava.

— Isa..... calma.... — ele tentou se aproximar, mas eu estava com muita vergonha, não conseguia mais nem olhar pra ele, sai correndo pro meu quarto enrolada na toalha da mesa.

Entrei no quarto, e tranquei a porta, me joguei na cama, que vergonha, como eu vou conseguir olhar pra ele de novo, bem....tá certo que eu já vi ele trocar de camisa, mas não foi de proposito, talvez um pouco, mas ele ainda era cego, então não percebeu o jeito que eu olhei pra ele, mas é claro que ele percebeu que eu estava lá, mas ele não deu importância, mas ele estava só sem camisa, eu estava quase nua, e a forma que ele me olhou....... ai que vergonha........

— Isa......você tá bem.... — ele disse, notei na voz dele, que ele também estava constrangido.

— to...to....bem....

— eu posso entrar. — ele tentou abrir a porta, mas ela estava trancada, ainda bem, porque eu continuava enrolada na toalha.

— não.

— abre.....Isa....fala comigo....

— depois Téo......agora eu não consigo nem te olhar.

— mas.

— por favor.

— tá bom......mas depois conversa comigo.

— depois.

E ele foi, eu fiquei um tempão deitada na cama, depois coloquei minha roupa, peguei a toalha da mesa, e sai do quarto.

— o que você estava fazendo com essa toalha filha.

— ah.....oi mãe.....a toalha....nada não.

Minha mãe estava no sofá, me olhando desconfiada.

— eu vou dar uma volta. — disse e já fui saindo.

Quando cheguei na praça, a Sabrina estava conversando com......Benjamim.....o que ele estava fazendo aqui.

— Isabela.....minha gêmea preferida.. — ele disse.

— o que você está fazendo aqui.

— calma..... eu vim falar com o Omar....... mas eu gostei de ter te encontrado.

— vocês dois já se conhecem. – disse a Sabrina.

— sim. – disse.

— não do jeito que eu gostaria. — eu não acredito, depois de tudo, ainda teria que ficar aguentando uma cantada desse idiota.

A Sabrina disse que iria a sorveteria, e me deixou sozinha com aquele garoto insuportável.

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Na sorveteria.........o Téo falando.

Quando a Sabrina entrou na sorveteria, viu que o Mateus estava conversando com o Téo.

— oi Mateus. — ela disse, e deu um beijão nele.

— aham.....aham.......

— a desculpa Téo.

— tudo bem Sabrina. — o Téo falou, mas essa garota era mesma maluca.

— eu vi a Isa..

— é.....- acho que fiquei vermelho quando ela mencionou o nome da Isa.

Acho que a imagem dela, na minha frente, com roupas intima; constrangida, nunca mais sairia da minha cabeça, eu já disse que adoro ver ela sem graça, quando eu a vi, desfilando na minha frente, tão linda, tão perfeita, aquela pele branquinha, podia sentir o perfume dela da onde eu estava, aquele corpo.....bem.....ai Isabela.....foi a primeira vez que a olhei, não como um namorinho inocente, mas eu a vi como mulher.... ela despertou em mim, sensações que eu nem imaginava, se ela não tivesse se enrolado na toalha, é bem provável que eu a teria agarrado ali na sala, só voltei a razão quando ela gritou pra mim ir embora.

Eu acho que eu assustei ela, deixei ela constrangida, também da maneira que eu a olhei, mas também.... ela estava tão linda, sou eu ou está quente aqui.

— Téo, você tá bem...... eu já estou falando um tempão aqui.

— ah.... desculpa Sabrina.... pode falar.

— deixei a Isabela falando com um garoto.

— que garoto.

— ele disse que se chama Benjamim...... mas a Isa conhece ele.

— ah.....acho que eu vou lá....tchau....

Disse e já fui saindo, nunca fui muito ciumento, mas agora, eu estava com muito ciúme, queria ver quem era esse garoto, quando cheguei na praça, vi os dois conversando, e não gostei da forma que ele a olhava, ela parecia irritada, isso até me animou um pouco, significava que não queria estar falando com ele.

— oi. – eu disse, ele não me respondeu, ficou só me encarando, a Isa, ficou vermelha no instante que me viu, e achei ela tão linda, ela não conseguia olhar pra mim, ainda estava sem graça.

— oi. — ela disse, com um sorrisinho tímido. — esse é o Benjamim, ele já fez parte da banda uma vez.

— ah......Téo, namorado da Isa. – eu disse, já que ela não me apresentou.

— ah, desculpa....Téo. – ela disse. – Benjamim, esse é o Téo, meu....

— seu namorado. – ele disse.

Não gostei do sorrisinho sínico dele.

— quem diria Isabela, justo você.

— eu o que.

— uma vez você me deu um fora, dizendo que eu não era o seu tipo, então esse é o seu tipo......um caipira, pobre e.....espera você não é o ceguinho.

Eu senti tanta raiva dele, e olha que eu sou calmo, mas não foi os insultos a mim, que me irritou, foi saber que ele estava interessado na Isa, quando pensei em responder a Isa já estava gritando.

— EU CONTINUO ACHANDO VOCÊ UM IDIOTA, E QUER SABER DE UMA COISA, O TÉO É MEU NAMORADO E ELE É MUITO MELHOR QUE VOCÊ, ENTÃO VAI EMBORA.

Ele chegou a se afastar quando ela começou a gritar, eu tive que me segurar para não rir, essa é a minha Isabela, com esse jeitinho único, explosivo, que me encantei desde a primeira vez, eu confesso, eu sou louco por esse jeito esquentadinho dela.

Depois que ele foi embora, eu me aproximei, ela ainda estava com muita raiva.

— Isa.

— QUE FOI...... ah....desculpa Téo.....eu......

— eu quero falar com você.

— pode falar.

Ela não me olhava nos olhos, a gente precisava falar sobre o que aconteceu, não iria suportar se ela ficasse desse jeito, perto de mim, mas eu também estava com vergonha, mas como namorados, eu acho que não devíamos ficar constrangidos um com o outro, apesar de que ver ela parada na minha frente, mesmo com roupa, na minha cabeça vinha aquela outra imagem, ai.....o que está acontecendo comigo, ai Isabela, o que você despertou em mim.

Notas finais
comentem...