Diário Proibido

21 O gosto amargo do prazer


Notas iniciais
Oiiii pervertidos, querem me matar eu sei, mas tivemos probleminhas básicos mas já voltei e agora irei até o fim!

_É para o seu próprio bem pequena! Não deixarei que se junte aos revolucionários e morra com eles, pertences a mim, foi escolha tua!

O Fantasma ergueu a pequena em seus braços, levando-a para seu covil, decidido a mantê-la consigo mesmo que fosse dopada, para que não viesse a perdê-la, entretanto Pierry estava no comando de algo que cresceu rápido demais, pessoas de má índole começaram a sujar o nome da causa fazendo com que a população os vissem como agitadores, ele precisava de Elise ao seu lado, precisava das habilidade estratégicas do cérebro brilhante de sua irmã, mas ela não iria e o que seria da causa pela qual eles tanto lutaram?

Um perfume amadeirado tomava todo o ambiente, Elise abriu os olhos mas seu corpo não tinha forças para se mover, ela percorreu o ambiente com o olhar e notou que se tratava do covil de seu Fantasma, quando voltou seus olhos para seu corpo, seu viu ricamente vestida quase como uma princesa, mas o que estaria acontecendo?Seu Fantasma tocava uma melodia em seu órgão, ele rapidamente se fez presente no aposento após ouvir um ruído, era um candelabro caindo ao chão após Elise tentar se levantar com seu corpo fraco e seu vestido pesado acabou se desequilibrando.

O Fantasma a amparou, acolhendo-a cuidadosamente e sentando-se a cama com a pequena em seu colo, meio confusa a ruiva sussurava em voz fraca:

_O que aconteceu, por que eu estou aqui?E o que eu estou trajando?

_Minha pequena ninfa, não faça perguntas, está onde você escolheu...Ao lado de seu Fantasma, vou cuidar-te e proteger-te contra tudo, até mesmo contras tuas idéias perigosas.

_Está errado, não preciso ser protegida de minhas idéias, não sou um poço de fragilidade...

Neste momento o Fantasma pôs a mão sobre a boca da pequena ruiva, dizendo:

_Shhh!Não fale, você me escolheu, está aqui linda viva, podemos realizar todas as loucuras de seu diário proibido,muito em breve terei meios para levá-la para bem longe de tudo e a tratarei como uma princesa, como uma boneca...

A ruiva retirou com fúria a mão do Fantasma de sua boca e esbravejou:

_Por quem me tomas?Verdade que o escolhi, no entanto existem prioridades agora bem maiores que nossa carne que nosso...amor!Eu sou o grito de liberdade destas pessoas, sou a cabeça que apóia sobre os pescoços dos guerreiros que lutam pelo amanhã não sou uma soprano inútil que em nada serve a sociedade, eu tenho um dom e com ele uma missão, deixe-me livre Erik!

_NÃO!Não a deixarei partir para morrer!Não a deixarei partir...Que se dane o mundo, a sociedade, as batalhas pelo futuro de muitos, que focar apenas em nosso futuro, se a França não lhe agrada partimos para outro país.

_Este é o meu país, esta batalha eu já havia travado antes de lhe conhecer!

_No entanto minha cara..._O Fantasma a retirou de seu colo e se levantou , puxando-a pelos braços ele a levantou, apertando-a contra si e encarando seus olhos azuis..._Agora pertence a mim e nada vai mudar isto!

Dito isto ele a beijou com intensidade,a pequena travou uma luta interna indecisa entre dever e desejo, amor e responsabilidade, ela não se renderia , não poderia,pelas ruas da cidade uma guerra se iniciava, a batalha que ela iniciou junto a seu irmão tomou proporção gigantesca e agressiva e ela sabia o quanto era necessária,não tinha de fato ,força física para evitar que o Fantasma a tomasse naquele momento, então ela apenas fechou os olhos magoada por ser fraca e deixou que ele a despisse.

O Fantasma percorria o corpo de sua bela, com luxuria e com ânsia de mostrá-la que ela pertence a ele, que seu corpo não o rejeitaria nem se ela quisesse.Ele jogou a ruiva sobre a cama e percorreu seu corpo com os lábios,mordiscando-lhe a pele alva e macia, se alegrando ao vê-la se arrepiar, estremecer, sem conseguir conter os gemidos

Era um fato que o corpo da pequena já sedia ao prazer que o toque do Fantasma proporcionava.A ruiva não sabia o que pensar sobre si mesma e sobre tudo aquilo. Erik continuava concentrado em submetê-la a si e fazendo-a esquecer do mundo, como sempre fazia.Saboreou cada parte do pequeno corpo de sua ninfa e se posicionando entre suas pernas ele a penetrou, ouvindo-a gemer, mal sabia ele, de um prazer cheio de culpa, de magoa.

O Fantasma aumentava as estocadas, confiante do prazer que proporcionara a ruiva, sentindo quando o corpo da moça deu sinais de seu ápice, ele também se deixou chegar ao seu, logo deitou-se ao lado da pequena e ao sentir suas forças voltarem, acariciou-lhe a face.Elise se mantinha imóvel como uma boneca.

POV ELISE

Algo dentro de mim morreu, se apagou, Erik agora é para mim como todos os outros, não é mais um personagem sombrio e envolto em mistério...o senhor dos meus insanos desejos, não é mais o artista genial a quem entreguei meu coração, é apenas mas alguém deste mundo horrível, que me olha e enxerga apenas o meu corpo, uma vez que a chama de minha alma ele insiste em apagar.Não estou orgulhosa pelo prazer que senti, ele sabe me tocar de forma a me enlouquecer, entretanto foi este foi o prazer mais indesejado que já pude sentir...Pode me vestir como bem quiser, pode me possuir o quanto quiser, mas algo dentro de mim está se apagando, não sinto minha chama interior arder como antes...

NARRADOR

O Fantasma levantou-se enchendo a banheira e em seguida banhando-se com sua pequena, que se mantinha em silencio e de olhos baixos,em seguida ele a retirou da água secando-a e vestindo-a.

A moça não ofereceu resistência, quando o Fantasma foi alimenta-la, na verdade se tudo que ele queria era um corpo, era isto que ela lhe daria, sua tristeza era profunda , mas ela se recusou a derramar uma lágrima sequer afinal de certa forma ela o havia escolhido, pertencia á ele, estava destruída por não poder apoiar seu irmão, seus amigos, ela que nunca quis ser frágil, sentia-se quebrando como um cristal em milhares de minúsculos pedaços.

Dois dias se passaram...

Elise sempre é banhada , alimentada e vestida por seu Fantasma, a cada dia um vestido mais belo que o outro, ela deita-se a cama e fica a observar as chamas tremulas das velas,não diz uma palavra sequer, foge sempre com o olhar, das duas esmeraldas que a observam.Ela não vive apenas existe se não para cumprir os desejos de sua família, para cumprir os desejos de um homem, mas nunca seus próprios desejos...

Erik já não suportava mais ver sua pequena daquele jeito então tomou sua decisão...