Diário Proibido

15 Erik ou o Fantasma?


Notas iniciais
Pervertidos e pervertidas para quem gosta do Erik mais do que do malvado Fantasma, pode sentar pegar a pipoca e o refri que a coisa hoje promete!

–Elise é uma criança!

–Uma criança que me desejou, me procurou,me provocou, se entregou por completo.Passamos de um ponto sem retorno, somos mais que amantes somos escravos de nossos desejos!Não adianta alguém nos falar sobre riscos ou sobre o certo e o errado, estamos unidos por algo que não podemos controlar!

–As conseqüências desta relação poderão ser desastrosas!

–Escute meu caro conde,nunca apreciei sua pessoa,pois vou dar-lhe um aviso. Sei muito bem que pretendem casar Meg com um nobre ao qual ela nem conhece e sei que foi idéia sua afim de dar um titulo a sua filha,saiba que se a pequena Giry souber disto ela vai odiá-lo por toda eternidade, mesmo fazendo tal sugeira julga-se no direito de vir podar minha relação com Elise, pois saiba que se não me deres uma alta quantia neste valor escrito no guardanapo eu revelarei tudo a pequena Giry e vou expor os dois ao julgo da sociedade.Meu caro outro detalhe este abono não chegará ao conhecimento de Antoniette.

–O senhor condiz com sua fama, senhor Fantasma!Terá o que pediu!

O conde saiu estupefado do meu camarote , pouco depois a peça acabou e eu retornei a minha casa,como previsto Antoniette veio a mim.

–Erik o que disse a Philip que o fez recuar em lhe aconselhar contra a continuar com Elise?

–Disse que eu o mataria!

–Pois bem Erik, permaneça então com a criança mas já revelastes para ela seu rosto?Seu nome e sua história?Sei que não pois coagi Meg a contarme todo sobre a moça e sei que ela lhe idolatra como o Fantasma da Opera bem como Cristhine com Anjo da Musica.Se não tens coragem de se mostrar a ela como saberá o que ela sente?Amar o Fantasmas das lendas é muito fácil e mágico descubra se ela ama o homem?

Aquilo que Antoniette me disse mexeu comigo, ela tinha razão Elise so estava encantada pelo Fantasma ,– pelo grande Fantasma da Ópera –"disse a mim mesmo com sarcasmo," personagem que criei para esconder a deformidade que revela a besta horrenda em mim.

Sera que se me visse ainda sim iria me querer , isso soou de forma idiota, jamais uma jovem bela como ela poderia querer um lixo como eu, ela me deseja, porem não como homem me quer em suas fantasias, mais insanas, mas e o Erik e o homem que sou ? Se retirar minha mascara ela vera minha cicatriz a marca do pecado que pago desde que nasci e nem sei qual foi que cometi , a causadora de minhas dores, minha maldição . Mas se não o fizer serei injusto, devo a essa menina mulher – não tão inocente – a verdade ela confia em mim ,dividiu comigo não so seu corpo mas sua alma, seus cuidados e seus segredos mais profundosNão suportarei ver nos olhos– que antes me desejavam– apenas nojo, asco mas e preciso sou muitas coisas mas não covarde amanha falarei com ela .
Narrador

Naquela noite Erik nada dormiu, passou a noite a refletir sobre o que houve e as palavras de sua amiga. Na manhã seguinte ele levantou-se antes do próprio sol e passou a arrumar a casa do lago para sua pequena, enfeitara sua residência com vários arranjos de rosas , vermelhas – as favoritas de ambos– em uma pequena mesa preparou um belo jantar a luz de velas , na frente da lareira a– pouco construída– arrumou varias almofadas e próximo a banheira um recipiente com.petalas de rosas e vários sais de banho , e sua cama nunca esteve tão iluminada e decorada com um belo e romântico coração de flores ao meio dos lençóis brancos e vermelhos. Ele não sabia por que a queria tanto, por que fazer para ela algo que nunca fez a ninguém, mas la no fundo queria que ela não visse a sua imagem com tanto horror , desejava que em meio a um lugar bonito não notasse o quão repugnante era sua face.

Tudo pronto ja era quase hora do jantar ele colocara uma camisa branca –a melhor que tinha– ,aberta em seu peito ,os cabelos impecáveis sua mascara era tao negra que reluzia como se houvesse nela as estrelas do céu , negra como as suas calças e sua bota, colocara em seu bolso um delicado colar com um pingente de notas musicais cobertos com safiras azuis como os olhos da sua criança marota . Subiu ate a superfície– com uma solitaria flor– para vê-la, andou pela ópera toda ate encontra-la onde ele encontrara seu demoníaco diário.

Tocou-lhe o ombro de forma sutil,Elise virou-se para ele– ja conhecia bem a quem pertencia o toque– ao vê-lo, uma batida de seu coração falhou, ele estava lindo tanto como jamais viu. Ele lhe pegara pela mão e a ajudou a se levantar, beijando sua mãos de forma cortez – o que arrancou da garota um belo sorriso –deu-lhe a rosa e a abraçou sussurrando aos seus ouvidos :

–venha tenho um presente para voce.
Elise

Estava perdida em pensamentos quando uma Mao me tocou fiquei encantado ao vê-lo estava magnífico, meu Fantasma como um GENTLEMAN me ajudou a levantar-me e me beijou a Mao de forma gentil, dando-me uma de suas lindas rosas, quando me sussurrou que tinha um presente para mim fiquei sem reação, confesso que sou curiosa. Ele me vendou os olhos – algo comum entre nós– e me carregou pelos túneis ate a casa do lago– era mágico estar em seus braços–, me colocara de forma delicada ao chão, me beijando os lábios antes de me deixar ver algo, suas mãos foram a venda e retirando-a de forma lenta para torturar-me, eu imaginava a tudo mas o que vi foi surpreendente me deixou emocionada, tudo ali estava perfumado e decorado com esmero, o clima era romântico meu querido nos serviu uma taça de um delicioso vinho e de mãos dadas levou-me ao seu ateliê– eu jamais havia entrado ali antes– o lugar era tão genial como meu Fantasma, tudo era esplêndido, ao centro da sala havia uma tela coberta, me guiou ate estar de frente para ela e descobriu-a dizendo ao meu ouvido:

– primeiro presente!– era um quadro uma tela em que a musa era eu.

Erik

Eu estava a dias fazendo uma tela para ela e finalmente ficara pronta retratei em minha obra uma de minhas mais perfeitas visões Elise dormia em minha cama com suas costas para cima, seu rosto tão sereno parecia um anjo, suas lindas mechas acobreadas revoltas no travesseiro branco usava meu leçol de setim vermelho sobre o corpo e esse cobria apenas os seus seios e sua intimidade, revelando suas curvas, repassei para ela como eu a via ela era a inocência e o pecado em forma de mulher e queria que fosse minha por inteira não só em uma louca fantasia com o meu brilhante personagem,

Eu sabia que se fosse Cristhine se ofenderia e chamaria aquele ato de carinho de algo inapropriado ou pervertido mas Elise eu sabia que veria com toda a beleza, singela e pura que ali havia e so os artistas entendem que nada de apelo sexual havia ,apenas a expressão de um sentimento.

Elise

Não imaginava que ele me via de forma tão bella ou que me observa a dormir, eu mal me reconhecia sendo retratada a sua visão era o melhor presente que alguém me dera,estava a admirar sua obra quando senti algo gelado em meu pescoço, ele acabava de abotoar um delicado colar em forma de clave de solo em meu pescoço, cravejado de pedras azuis era lindo foi impossível não tocá-lo , me abraçou de forma carinhosa e disse:
–São safiras ! Safiras azuis como os seus olhos ,pena não refletirem o brilho dos mesmos.

Fiquei envergonhada, ia dizer que não precisava eu não tinha nada para lhe dar, quando como se lesse meus pensamentos me disse

– É para que nunca se esqueças de mim!

Me tomou nos braços me beijando de forma nova diferente não saberia como descrever o esplêndido beijo,apenas nos afastamos quando o oxigênio foi precioso

Voltamos para a sala, meu estomago traidor emitiu um ruído denunciando minha fome, deixando o Fantasma risonho como se se divertindo com meu constrangimento, me levou ate a mesa puxando a cadeira para mim, ja estávamos na segunda taça conversando banalidades, o jantar fora calmo e a comida deliciosa embora simples, me pegando desprevenida ele me tomou nos braços e me levou ao amontoado de almofadas a noite era fria ficamos abraçados ao chão nos beijando e acariciando, rindo feito bobos, jamais o vi tao leve, do nada o senti enrijecer em minhas costas vi quando virou a terceira taça e se colocou a minha frente segurava minhas mãos e eu podia sentir suas mãos suadas e frias as minhas.

Erik

Finalmente havia chegado o momento contendo o medo e nervosismo me posicionei a sua frente lhe falando:

–Se lembra do dia em que desejou ver minha face

–sim, mas você não estava preparado eu entendo!

–Pois bem resolvi lhe dar a chance de fugir do monstro que a em mim

–Não te vejo como um monstro,e sabes disso , sabes que te vejo como um homem incrível e que te admiro

–Você sempre gostou da mascara ,da farsa,o personagem criado por mim, agora conhecerás o homem, este é Erik!
Retirei minha mascara com receio ja esperando que fosse embora, ja preparado para sua rejeição mas minha Elise me surpreendeu tocou-me a face –agora esposta –beijando-a acariciava

delicadamente meu cabelo– que naquele lado era um tanto falho – me tomou os lábios, sem permissão, nos fazendo cair um sobre o outro em meio ao tapete macio, não vi em momento algum algo em seus olhos, seus gestos que nao desejo carinho .A despi demoradamente, torturando- a em cada toque, pude finalmente ouvir em seus gemidos meu nome a ser pronunciado, a tomei nos braços, nua– meu peito ja desnudo e os pes descalços– e a levei a banheira a sentei em um banquinho enquanto fui ao piano e o coloquei no modo automática algo que eu havia criado, ele agora tocava sozinho a canção que fiz sobre nos, voltei para ela preparando um delicioso banho perfumando a água morna com sais e pétalas de rosas .Elise me olhava atenta, ajoelhei-me a sua frente questionando-a:

–Quer desistir ?
Ela nada disse, apenas se lançou em meus braços, me abraçava fortemente acabei de tirar minhas vestes com certa dificuldade e a levei para a água senti seu abraço se afroxar conforme a água quente a relaxara a pequena se posicionara em meu colo, eu podia sentir seu sexo úmido contra o meu e a queria,queria fundir nossos corpos mas não ali, nosso banho fora demorado e repleto de caricias ousadas, eu sentia a todo momento que era desejado, que era correspondido, não me sentia um ser amaldiçoado naquele instante e sim um homem ,um homem desejado. Apenas saímos de la quando a agua ja fria passou a nos encomodar delicadamente sequei seu corpo e o meu a tomando em mais um beijo, meu coração se acelerava a cada toque e eu me sentia tão avontade de ser querido que nem me preocupe e colocar a mascara que encobria a marca em mim. Me sentei em minha cama Elise de costas para mim comecei a beijar seus ombros e pescoço a mordiscar-lhe levemente a pele alva ela se agarrava aos meus cabelos e me puxava para ela como se desejando mais e mais de mim, minhas mãos horas arranhavam suas costas e barriga ou apenas seguiam o curso de suas lindas curvas, arrepiando-lhe a pele eu segurava seus seios acariciando os mamilos ja rígidos.Elise gemia em sussurros quase inaudíveis, dizia meu nome continuei a beijar-lhe e maltratar sua orelha, ela se colava mais a mim não resisti a tomar seus lábios entreabertos tão convidativos.A.beijei de forma lenta, demorada apenas sentindo seu gosto, e tendo seu prazer revelado em sons sobre meus lábios. Elise se virou para mim, em outro momento eu lhe castigaria lhe repreenderia pela desobediência mas vê-la livre hoje me exitava, deixei para ver o que faria comigo.Com seu pequeno corpo ela me jogou contra a cama suas mãos me enlouqueciam a cada toque, ela beijava e dava um novo sentido a cada cicatriz do meu corpo, se antes para mim eram de dor eu agora jamais saberia vê-las sem quer me lembrasse do prazer que senti com o ato de minha ninfa .A ruiva me percorria o corpo com um sorriso sapeca, arranhava-me internamente as coxas e rosava sua mão em meu membro sem realmente tocá-lo, minha sanidade com ela não existia quando ja não suportava mais Elise se compadeceu de mim acariciando finalmente meu duro sexo em sua boca engolia em um movimento de sobe e desce, o que podia e o que não lhe cabia na pequena boca acariciava com as mãos,era delicioso sentir sua boca quente e úmida em mim , coloque seu corpo sobre o meu queria dar-lhe prazer também, enquanto Elise me sugava passei a lamber-lhe e morder o sexo, lhe arrancar gritos e em meio ao desejo que sentíamos e as caricias, nos derramamos simultaneamente um nos lábios do outro, eu a queria tanto que em menos de cinco minutos me recompus abri, levemente suas pernas me encaixando a li nossos olhos interligados, nao pude evitar tocar-lhe a face com carinho e lhe beijar os lábios, quando a penetrei lentamente, Elise se entregava a mim como me entregava a ela a cada movimento –nossos corpos ja suados- o som que fazíamos era como musica para mim Elise jogava seus quadris contra os meus em busca de mais contato, e isso era enlouquecedor não tardou muito para nos derramarmos pela segunda vez– ambos ofegantes– esse fora apenas um dos momentos de prazer ao qual compartilhamos naquela noite. ainda muitos houveram ate que –exaustos– aconcheguei minha fada junto a mim ,a pequena com seus olhos fechados me chamou, sua voz era fraca pelo sono

– Erik!

–Sim minha pequena!

–eu te amo!

O sono também me dominava mas não pude deixar de sorrir com suas palavras Elise provara o contrario a mim e minha cara amiga, pois é dona Antoniette estava errada minha ruiva ,de fato deseja o Fantasma mas também quer o homem.

Notas finais
Ta aí galera romance por Ale,feito com todo carinho e mel.Gente não é porque a história é sobre o Fantasma que vocês tem que se comportar como um!Por favor deixem comentários, nos façam felizes como tentamos faze-los ,para vcs é um minutinho e nada custa mas para nós vale muito! bjs!