Diz pra Mim

25 Reconhecimento


Notas iniciais
Boa noite e Feliz Natal atrasado á vocês, espero que tenham comido bastante esses dias 'hehe. Eu ganhei um ótimo presente, a recomendação da JúhChan minha fofa que eu amo tanto, obrigada Ju, esse é dedicado á você! Enfim, tem duas cerimônias diferentes nesse capítulo, espero que gostem, boa leitura :D

De repente seu corpo ficara tão pesado, como se o peso de cem elefantes estivesse sobre si. Não tinha o controle dos gestos, pois tentara reerguer-se, ao menos para arrancar do peito aquela lâmina que tanto o incomodava. Ainda enxergava, embora não passassem de leves borrões, vários deles o cercaram, ruídos desesperados tornando-se cada vez mais distantes.

Sasuke não sabia se aquilo era a morte, mas diferente do que a maioria das pessoas sente, ele não teve medo, não titubeou, nem teve arrependimentos que mudariam seu destino após aquele momento, se é que existia algum depois do último sopro de vida. Havia feito o melhor que podia lutando contra Madara e livrar sua família daquele monstro já lhe era o bastante para garantir-lhe a paz, ainda que a melancolia tomou conta de si no instante em que se lembrou dos vívidos olhos verdes da gueixa de cabelos róseos, ou pirralha, como costumava tratá-la até tempos atrás, talvez seu único pesar seria não poder encará-los uma última vez.

...

Apesar da preocupação com Sasuke, Naruto obedecera Fugaku, permanecendo junto das princesas no palácio. As meninas estavam muito abaladas pela perda do pai e agora mais do que nunca, precisavam de proteção.

Quase nada havia mudado do cenário em que vivera em sua infância, quando era apenas uma criança vivia com o Imperador, seu pai Minato, o braço direito do mesmo e a mãe, que cantarolava contente por aqueles corredores. Ao mesmo tempo em que toda a estrutura o trazia conforto, doía recordar suas perdas.

Foi quando mais lembranças lhe viam pela mente que a doce voz de Hinata se fez presente:

‒ Naruto–kun?

‒ Ei Hinata, pensei que estivesse repousando. –indagou sem graça.

‒ Não tem sido tão simples quanto deveria.

‒ Meus sentimentos, conheço de perto essa sensação. –concordou ressentido.

‒ Estive pensando.... Perdera toda sua família também, aliás no ataque de meu otou-san. –os olhos translúcidos da morena transmitiam certa piedade.

‒ Isso são guerras passadas Hina-chan. –alegou voltando a sorrir, enquanto a morena corava com o apelido pelo qual o loiro acabara de chamá-la.

‒ Ainda assim... Nunca concordei com esse plano de otou-san, foi injusto, assim como permanecer com o poder no nome dos Hyuga.

‒ O que pretende com isso?

‒ Quero que o trono retorne ás suas raízes. Jiraya e a Imperatriz Tsunade não tiveram filhos, não há nenhum registro de familiares, exceto por você, criado e nomeado pelo próprio.

‒ Ei Hina–chan, está dizendo que pretende me passar o posto de Imperador?! –indagou assustado.

‒ É a única forma que vejo de corrigir o erro cometido, além disso, não sirvo para imperar sobre uma nação.

‒ E desde quando eu sirvo?!

‒ Serás o Imperador que esse país precisa. Enxerguei isso no momento em que dera o máximo de si por mim e minha imouto. Sua capacidade está muito além do que imaginas Naruto-kun, só precisa olhar mais para dentro de si. –com um gesto de licença, tocou-lhe o peito.

O loiro podia não compreender muito bem, mas naquele momento sentiu pela primeira vez desde muito tempo que alguém acreditava em si e desde então, acreditou que ele tudo poderia.

...

Não saberia dizer se levou uma eternidade ou meros segundos para que a claridade tomasse conta novamente de sua visão e o ar passasse a correr vividamente em seus pulmões mais uma vez. Encontrava-se, porém em um ambiente familiar: o futon, vira também sua cômoda quando erguera um pouco a cabeça para observar melhor, não tinha dúvidas de que aquele era o seu quarto.

Sentou-se notando o yukata branco que vestia. Não era mais a pesada armadura e ao seu lado, não jazia espada alguma. Ao levantar-se, sentiu uma fisgada no abdômen notando que ali havia uma atadura, lembrou-se então do golpe final que levou e ao mesmo tempo deu em Madara. “Quanto tempo havia se passado, por quanto tempo havia dormido?” –perguntou á si próprio enquanto caminhava até o painel que dava acesso a um pequeno jardim particular onde a neve caía, o qual Mikoto fizera questão de instalar em todos os quartos.

De repente ouviu o som do outro painel sendo aberto e fechado, assistiu enquanto a moça de cabelos cor de rosa adentrava no aposento. Seus olhos verdes ficaram arregalados, pois no primeiro instante, tudo o que ela vira, foi o leito vazio, contudo quando varrera o cômodo todo com sua visão, surpreendeu-se por uma boa razão ao vê-lo ali a encarando.

O brilho em seus olhos logo escorreu em forma líquida por sua face, embora o sorriso aberto tomasse conta de sua expressão. Correu em sua direção, esquecendo-se brevemente de quão debilitado o Uchiha estava apertando-o em seus braços e, com a mesma paixão tomou-lhe os lábios por conta própria, pela primeira vez sem beijos roubados.

‒ Sasuke-kun! ‒exclamou naquele misto de choro e carícias.

O Uchiha ia manifestar-se, contudo novamente o painel foi aberto, dessa vez de maneira mais abrupta. Logo, o cômodo foi invadido pela morena aflita, que abraçou a ambos, sem se importar com o aperto que dava também na garota.

‒ Meu filho, meu filho está de volta! Arigatô kami-sama! –exclamava alegremente.

‒ Por quanto tempo dormi? –questionou ainda perdido em relação ao tempo.

‒ Por dois dias. –respondeu Sakura.

‒ E quanto á Madara? –indagou curioso.

‒ Vocês dois ficaram gravemente feridos, seu otou-san dera o golpe de misericórdia. –sua mãe respondera.

Levou a mão a atadura em seu abdômen, ainda doía, porém não lhe lembraria em nada um ferimento que quase lhe tirou a vida.

‒ Perdeste muito sangue Sasuke–kun, mas por sorte... –quando a rosada ia completar sua fala, Itachi também juntou-se a ambos no quarto, abriu um grande sorriso de felicidade e alívio ao ver o irmão ali de pé.

Otouto! –as moças se afastaram para que os dois se juntassem.

‒ Como dizia, por sorte Itachi–sama pôde repor-lhe o bastante para que sobrevivesse. –terminou por fim.

Só então reparou que o mais velho parecia mais debilitado e pálido do que normalmente, provavelmente seu corpo recuperava as forças tomadas de si.

Arigatô onii-san.

‒ Não tem pelo que agradecer, faria qualquer coisa pelo meu irmãozinho mais novo e além disso, todos nós só sobrevivemos graças á sua força de vontade e coragem. –não só Itachi, como as duas mulheres ali lhe transmitiam um olhar de gratidão, de forma que Sasuke julgara nunca ter recebido, no entanto reconhecia, que só tinha ido tão longe, graças aqueles três.

‒ Sasuke, precisas descansar. –Mikoto alegou apreensiva.

‒ Mas já tenho dormido por dois dias seguidos, acho que já tive o bastante de descanso. –rebateu aborrecido.

‒ Tem razão! Além disso, otou-san vai adorar vê-lo de pé, vamos até ele. –Itachi chamou-o já saindo pela porta.

Eles seguiram a sós até a sala onde Fugaku costumava ficar dentro do casarão do distrito, a qual sempre foi sua por direito, até que Madara o aprisionou. O chefe do clã Uchiha estava de costas quando eles adentraram, porém quando encarou os dois filhos, não ficou tão surpreso por Sasuke também estar ali.

Palavras não foram necessárias. O mais velho caminhou até o caçula e o puxou para seus braços, algo incomum, já que Fugaku nunca fora o tipo de pai que dava demonstrações de afeto, mas naquele instante, nada mais parecia importar-lhe. Sasuke retribuiu o gesto, como se os corações se comunicassem por si só.

Após encerrarem o abraço, o filho não pôde evitar de perguntar:

‒ Soube que deu o golpe final em Madara.

‒ Apenas acabei de mandá-lo para onde deveria. –contou enquanto relembrava a cena.

“As criaturas já estavam praticamente aniquiladas quando a queda veio. Pouco importava o fato de Madara ter ido ao chão também. Sakura e Mikoto foram as primeiras a chegar até Sasuke, seguidas por Itachi e Obito. Não retiraram a lâmina, pois a saída dela provavelmente começaria uma hemorragia.

E foi em meio ao choro das mulheres a ao seu próprio sofrimento, que Fugaku ouviu o sussurro de seu irmão:

Me parece que o filhote não está tão bem quanto eu...

Cale-se, verme! –dizendo isto, pegou uma katana no chão e apontou para o mesmo, que ainda sorriu cuspindo sangue, pelo movimento dos seus lábios, pôde captar algumas palavras: isso ainda não acabou.

Não deu chances para que Madara repetisse ou dissesse mais alguma coisa sem sentido, era a hora de pôr fim naquilo e de fato, nunca imaginara que teria de dar fim ao seu próprio sangue, embora o mais velho já tivesse mostrado tantas vezes que não era sua família. Sem mais delongas, separou a cabeça do corpo e enfim, o único som era agora o do choro das mulheres”.

‒ Enfim poderá reerguer o clã. –Sasuke soltou aliviado.

‒ Na verdade, farei o que já tinha de ter sido feito. Sua vitória só comprovou que essa hora chegou, você será o responsável por isso. –discursou.

‒ Está... –começou o caçula.

‒ Sim Sasuke, ele está lhe passando o controle do clã. –Itachi completou satisfeito, nunca quisera ter tal fardo em suas mãos e sabia que o irmão poderia fazê-lo melhor do que qualquer outra pessoa.

‒ Realizaremos a cerimônia assim que se recuperar totalmente. –Fugaku disse sereno como sempre.

‒ Acho que essa não será a única cerimônia da qual Sasuke gostaria de participar. –Itachi comentou como se apenas ele tivesse o conhecimento de algo. ‒ Nesses dois dias tenho conversado bastante com Sakura, acho que encontraste alguém tola o bastante para amá-lo pela vida toda otouto. –brincou.

Itachi como sempre pegava as coisas no ar, afinal para Sasuke essa segunda cerimônia era agora tão importante quanto àquela que o tornaria o líder do clã.

...

Forçado pela mãe, Sasuke retornara aos seus aposentos, onde teria ficado sozinho, se não tivesse barrado Sakura pelo pulso:

‒ Fique. –pediu com a voz baixa.

Atendendo-o, Sakura fechou a porta do painel e voltou para o seu lado. O moreno então puxou-a novamente, pois queria que ela se sentasse no futon ao seu lado.

‒ Meu otou-san passará o controle do clã para as minhas mãos. –contou.

‒ Verdade? Sasuke-kun isso realmente é maravilhoso, sei que poderá fazer tudo prosperar novamente. –parabenizou-o sincera.

‒ E é o que pretendo. Ocuparei um lugar acima, poderei formar uma nova tropa, a melhor que esse clá já teve.

‒ Realmente, afinal é um ótimo sensei. –concordou.

‒ Além disso, não estarei tão sozinho, muitos comerciantes de respeito e outros líderes estarão ansiosos por oferecer as mãos de suas filhas á mim. Acho que é a hora de encontrar uma esposa para desfilar ao meu lado, o que pensa? –perguntou-lhe sério.

‒ Bem... –começou sem graça, baixando a cabeça. ‒ De fato não lhe faltarão candidatas agora.

‒ Quero a mais graciosa, linda e guerreira entre elas, ainda que suas origens não sejam assim tão nobres. A verdade é que já tenho minha escolhida e ela está bem diante de meus olhos. –concluiu erguendo o rosto da rosada.

As lágrimas já tinham se formado em seu rosto, mas depois do término da fala do Uchiha elas escorreram por outro motivo, totalmente sublime radiante.

‒ Está sendo sincero? –indagou como que para ter certeza.

Hai. –respondeu puxando-a para seu colo. ‒ Não tinha como ser outra. –então tomou posse daqueles lábios macios que tanto temeu perder.

...

Apenas no dia seguinte, Sasuke recordara de Naruto, estranhando o fato do amigo não ter aparecido ainda para lhe espremer em seus braços como sempre o fizera, só após questionar a mãe sobre isso obteve a resposta:

‒ Naruto está no palácio.

‒ Ele foi nomeado guardião pelas princesas?

‒ Na verdade, Hinata e Hanabi não são mais as princesas, após a morte de Hiashi era justo que a filha mais nova tomasse seu posto, ou o mais adequado: arranjasse um marido para fazê-lo, mas após conhecer a história do nosso atrapalhado Uzumaki, considerou que o mais justo era colocá-lo como sucessor de Jiraya, aquele a quem o próprio Hiashi tirara do poder com um golpe.

‒ Então quer dizer que agora o dobe é o Imperador?! –Sasuke questionara realmente incrédulo.

‒ Sim, é exatamente isso que significa. –Mikoto ria das expressões do filho.

Embora realmente estivesse surpreso, Sasuke sabia que Naruto seria um ótimo Imperador, alguém que acolheria toda sua nação com seu grande coração e que saberia lutar pelo que fosse mais justo para todos. Ainda assim, era engraçado imaginá-lo tentando ser firme á frente de um país.

...

Alguns dias se passaram antes que Fugaku concordasse que Sasuke estava em pleno estado para assumir seu lugar e, juntamente dessa cerimônia, seria realizada a união entre o filho mais novo e Sakura.

Mikoto ficou muito contente em saber do enlace entre os dois, embora nunca tivesse desconfiado de tal relacionamento. Fez questão de produzir a futura nora com todo o carinho, como uma mãe tratava a filha:

‒ Enfim é chegado o momento Sakura, não me cansarei de dizer o quanto está linda, Sasuke não podia ter melhor sorte que esta. –admirava-a através do espelho.

‒ Serei eternamente grata á senhora e seu dom Mikoto-sama, transformaste uma simples criada em uma gueixa. –falou estendendo-lhe a mão.

‒ Apenas mostrei o que já estava aí e agora, além disso, será a mulher mais importante do clã ao lado de Sasuke. –rebateu animada. ‒ Agora vamos, seu noivo já deve estar lhe aguardando no templo.

A rosada deu uma última olhada em seu reflexo, não usava uma maquiagem deslumbrante como a de uma gueixa, apenas uma leve camada de pó e um tom rosado em seus lábios. O destaque era seu quimono branco com bordados em ouro, na parte de trás o mesmo bordado formava o leque, símbolo do clã Uchiha e, também o cabelo rosa enfeitado com fios também dourados.

O templo do distrito estava lotado com seus membros. Não haviam adornos, apenas o altar central com uma estátua de buda esculpida em bronze. Como o esperado, Sasuke já estava lá ao lado do sacerdote responsável, enquanto os primeiros da fileira de convidados eram os pais do noivo, seu irmão, além de o atual Imperador Naruto e as duas Hyugas.

Quando se pôs a caminhar até o altar, foi como se todos ali tivessem desaparecido e restasse apenas o moreno á sua frente: Sasuke usava um quimono azul marinho, com as bordas pretas e com o mesmo símbolo em suas costas. O cabelo continuava desalinhado como sempre, embora uma faixa preta tapasse sua testa.

Vira um brilho diferente nos olhos negros enquanto o mesmo estendera a mão para que se juntasse á ele. Logo, a cerimônia começou com o discurso do sacerdote e após sua fala, Itachi entregou o par de alianças á ambos, que se olharam intensamente enquanto encaixavam a delicada joia dourada nas mãos um do outro.

Então oraram pela prosperidade, longevidade e fertilidade do casal ao lado dos demais presentes. Após isso, foram servidas uma dose de saquê para cada um deles, que deveriam tomá-la de uma só vez e colocar sobre a mesa no mesmo instante, a tradição dizia que assim, nenhum dos dois morreria antes do outro.

Fugaku dera início a recepção e cumprimentos aos convidados ao mesmo tempo que os noivos foram trocar os trajes. Sasuke retornou com um modelo todo preto, enquanto Sakura usava um quimono vermelho vívido, ainda com o símbolo de seu novo clã.

Deram uma volta pelo distrito ainda de braços dados e então adentraram o salão onde todos brindaram pelos noivos.

‒ Puxa teme, eu nunca desconfiei que vocês dois...

‒ Não é para menos, é um dobe distraído.

‒ Ei, não ouse falar assim com seu Imperador! –brincou o loiro.

‒ Ainda não sei se me acostumarei com essa novidade. –confessou.

‒ Poderei fazer o povo ter esperanças novamente teme, além disso, pretendo dar uma força extra para que os Uchiha se reergam totalmente. –afirmou convicto.

‒ Agradeço dobe, mas e quanto as duas garotas ali? –referiu-se á Hinata e Hanabi.

‒ O palácio é também a casa delas, além disso, não lhe restam mais ninguém e como me cederam seu trono, é justo que as proteja. E também confesso, que é bom ter Hina como companhia, ela é tão atenciosa e tem paciência comigo. –abrira um grande sorriso.

‒ Hina? Parece bem íntimo. –comentou malicioso.

‒ Não é nada do que está pensando, mas admito que é bom tê-la por perto.

‒ Com licença, mas otou-san está chamando para a cerimônia Sasuke. –Itachi surgiu.

Dirigiu-se ao centro do salão novamente onde Fugaku lhe aguardava com um leque e uma katana em suas mãos. Já havia assistido aquela cerimônia uma vez quando criança, na qual o avô passara o comando ao seu pai.

Ajoelhou-se diante do mesmo, em seguida Mikoto juntou-se ao lado do marido com uma tocha em mãos. Sasuke estendera sua mão direita para que a mulher a rondasse com a chama enquanto o patriarca movia o leque para atiçar o fogo. O herdeiro logo começou a sentir a mão transpirar com o calor tão próximo proveniente das chamas que oscilavam em seu quase toque. Só então Fugaku entregou o leque á sua esposa e segurou a tocha, apagando-a com um sopro.

Ajoelhou-se enquanto o caçula punha-se de pé e ainda naquela posição, entregou sua própria katana, aquela que era passada de gerações em gerações de líderes ao filho, que a recebeu ainda na mão aquecida pelo fogo, o fogo que jamais deveria se apagar dentro do clã Uchiha.

...

Notas finais
Enfim juntos! O capítulo foi se estendendo e eu nem vi. No próximo acho que tem um dos momentos mais aguardados da fic: o hentai o/ O que estão achando da fic hein? Ás vezes sinto que me perco um pouco... Provavelmente esse será o último capítulo do ano, então Feliz 2016 para todo mundo que acompanha, que ano que vem possa vir com muita paz e prosperidade, além de postagens, embora começo minha nova faculdade: Letras, acho que tudo a ver né? Muito obrigada leitoras e leitores, vocês me fazem muito felizes *--* Beijos e até ano que vem u.u