Disgusting

9 Capítulo 9


Notas iniciais
Aqui está o capítulo por que esperavam! Espero que gostem de o ler tanto quanto eu gostei de o escrever! Tenham uma boa leitura~

– Oh bebe… — Dimitri o abraçou e secou as suas lágrimas com os polegares, o balançando nos seus braços.

Nathan jogou a cara no pescoço de Dimitri e respirou profundamente, procurando se acalmar no cheiro acolhedor e reconfortante do seu companheiro.

– Eu… — o pequeno fungou fechando os braços em torno do pescoço do maior — Quero tanto o amar e que você me ame. Mas… Estou quebrado e marcado, você merece melhor do que alguém que só lhe vai causar nojo sempre vê o seu corpo, e eu não quero arruinar o que você poderia ter com alguém não tão defeituoso como eu. Mas também não o quero deixar ir, só que não sei se alguma vez serei capaz de gostar de alguém depois de Oswald ter levado tudo de bom ou de inocente em mim…

– Meu pequeno! — Dimitri sentiu os seus olhos arderem — Você é tudo o que eu poderia querer, apesar de tudo pelo que passou, é amável, carinhoso, doce, brincalhão, e continua sendo inocente! Você nunca conheceu o verdadeiro amor, e eu vou ter a certeza de lhe mostrar o que é ser amado, vai ser o ser mais mimado no mundo! — Ele o abraçou mais apertado, empurrando o seu nariz nos fios negros do pequeno — As suas marcas só mostram o quão forte é. Mostram que passou por um inferno mas disse um grande fodasse para isso e continuou a viver. Deviam ser um motivo para eu me orgulhar de você em vez de me enojar. Elas o tornam mais belo… — concluiu dando um beijo na marca mais próxima.

Dimitri deitou o pequeno na cama e ficou de quatro em cima do mesmo, olhando profundamente nos olhos ametistas cheios de lágrimas, aproximou-se e beijou a testa de Nathan, cada um dos olhos e o nariz, por fim encostou as suas testas com os lábios a milímetros de distância.

– Eu nunca vou querer ninguém mais além de você, me deixe lhe mostrar o que é o amor, meu companheiro.– sussurrou quase em desespero.

Nathan analisou os olhos verdes de Dimitri em busca de qualquer indicio de mentira, mas quando não encontrou nada além de carinho e amor, assentiu e fechou os dedos em torno dos cabelos da nuca do incubo.

Foi nesse momento, que depois de uma pausa que pareceu durar minutos, mas na verdade nem passou de poucos segundos, que os seus lábios se tocaram. O ar pareceu chiar em torno dos dois com a eletricidade que corria pelos seus corpos. No inicio os seus lábios tocaram-se quase timidamente, mas logo a língua de Dimitri correu pelos lábios cerrados de Nathan, pedindo uma passagem que lhe foi prontamente cedida.

Nathan sentiu-se derreter, era o seu primeiro beijo real, e que beijo! Dimitri invadia a sua boca, esplorando todos os seus recantos e deixando para trás um calor que viajava por todo o corpo de Nathan, que se sentia derreter enquanto as suas línguas se tocavam e duelaram, tentando mapear a boca um do outro, o seu cérebro se tornou em massa e um leve gemido saiu da sua garganta.

– Nathan… — Dimitri murmurou quando se afastaram em busca de ar — Meu doce, pequeno Nathan…

O maior deu-lhe um selinho e desceu a sua boca para o pescoço do menor, beijando e lambendo, fazendo Nathan tremer com o carinho. Dimitri continuou com uma trilha de beijos até chegar ao ombro do outro, onde parou e levantou a cabeça, pedindo-lhe que se virasse.

– Mas… — Nathan replicou baixinho — As marcas…

– Só confie em mim Nathan… — Dimitri sussurrou no ouvido do pequeno, que logo se virou hesitantemente, uma coisa era mostrar as marcas para contar a sua história, uma outra coisa era mostrá-las livremente…

Quando o pequeno estava de costas e com a sua cabeça escondida entre as almofadas, Dimitri começou a beijar a sua nuca, fazendo-o gemer com a sensação. Logo os beijos desceram, seguidos de lambidas, sobre a primeira linha branca rugosa que maculava a bonita pele pálida de Nathan.

– Não… — O pequeno gemeu em protesto.

– Me deixe mostrar o meu apreço por si. — foi a sua resposta.

Dimitri ignorou os protestos iniciais do menor e continuou a beijar cada pequeno traço e linha que marcava as costas do outro, acariciando o corpo que tremia levemente com as suas mãos. Quando terminou com as costas e passou às coxas roliças do pequeno, este já suspirava de prazer e sentia o seu pênis ficar duro contra o colchão.

Quando as mãos de Dimitri passaram perto da bunda do menor, este levantou um pouco o quadril e gemeu, fechando as mão nos lençóis da cama. Aquela reação fez Dimitri ofegar e sentir o seu pau encher na visão daquela bunda redonda que se empinava no ar.

– Oh pequeno… — Gemeu, voltando a virá-lo de frente para si. — Não sei se me vou conseguir me segurar… — disse olhando para o pênis ereto de Nathan.

– Não pare, continue, por favor… Me marque como seu! — Nathan implorou, arrastando Dimitri para um beijo apaixonado.

O maior agarrou a cintura do menor e apertou-a levemente, beijando o pequeno ferozmente. Rapidamente ficaram sem ar e tiveram de se afastar, e depois de Dimitri morder o lábio inferior de Nathan que gemeu, ele passou a beijar a bochecha e maxilar do pequeno, seguindo pelo pescoço e pelo peito, fez uma paragem nos mamilos que chupou e mordiscou.

Nathan tremeu e gemeu, pedindo-lhe para continuar mais a baixo. Quando o maior sorriu em torno do seu mamilo e começou a beliscar o outro com uma das mãos, enquanto a outra esfregava o seu quadril, Nathan sentiu o seu rosto aquecer e o seu peito vibrar.

– Não faça isso! — Nathan rosnou, logo arregalando os olhos e cobrindo a sua boca com as mãos.

Dimitri levantou as cabeça e olhou para o outro em surpresa, mas logo sorriu, descendo a sua mão para a coxa do menor que estava corado por vergonha da sua reação.

– Não tenha vergonha, só seja você mesmo, se quer rosnar, rosne. — Dimitri sorriu docemente, tirando as mãos da boca do pequeno. — Se quer gemer, gema. Se quer gritar, grite. Seja você mesmo.

"Eu não quero gritar!", pensou o pequeno, acabando por esquecer tal ideia quando sentiu os lábios húmidos de Dimitri tocarem o seu pênis.

– Dimitri! — gritou quando a língua quente do maior passou pela sua fenda, lambendo as gotas de pré-sêmen que começavam a vazar.

Dimitri gemeu com o sabor doce do seu companheiro, deixando o pênis escorregar dentro da sua boca, o que enviou doces ondas de prazer através do pequeno corpo de Nathan que se começou a contorcer em meio ao prazer de ter o seu pênis entre os lábios e na boca quente do seu amante. Nunca tinha sentido nada igual.

Dimitri engolia o seu pau por inteiro e logo a seguir voltava a cima, correndo a sua língua em volta dele e parava na cabeça para chupar e lamber o sêmen que escorria, para descer uma outra vez, por vezes tirando-o da sua boca para lamber e chupar as bolas de Nathan, mas continuando a bombear o pênis com a sua mão.

Nathan achou que não aguentaria mais tempo e não muito depois estava a chorar e a pedir por mais.

– Oh Deus, eu estou vindo, Dimitri, estou vindo! — Nathan gritou, tentando puxar-se para longe do maior, querendo fugir das ondas de emoções que pareciam que o iam afogar, mas Dimitri o ignorou e voltou a engolir o seu pênis.

Nathan não pode se segurar por mais tempo e ejaculou na boca de Dimitri, lançando jatos quentes de sêmen na garganta e língua do maior, que gemeu no gosto doce do pequeno e logo começou a engolir tudo com prazer.

Quando o seu orgasmo chegou ao fim, Dimitri lambeu-o até ficar limpo e retirou-o da sua boca, partilhando um beijo com o pequeno que gemeu, sentindo o seu próprio gosto misturado ao sabor natural de Dimitri.

Dimitri continuou a beijar o menor e começou a esfregar-se contra o abdómen de mesmo que acabou por voltar a ficar semi-rígido entre beijos e grunhidos.

– Faça amor comigo. — Nathan sussurrou no ouvido do maior que estremeceu, pareceu ponderar olhando profundamente nos seus olhos e acabou por assentir.

– Me diga se alguma coisa for demais… — pediu enquanto estendia a mão para a gaveta da mesinha de cabeceira, em busca do lubrificante que estava em todos os quatros.

Nathan assentiu e beijou-o docemente, ouvindo o barulho da garrafa de lubrificante que era aberta, e em seguida sentiu as mãos quentes de Dimitri, agora molhadas com o lubrificante, puxarem as suas pernas para cima, e um dedo húmido circular a sua entrada que tremia, e então, esse dedo penetrou-o. Nathan gemou e sentiu o dedo adentrá-lo lentamente, e sair quase de seguida. Dimitri repetiu esse mesmo movimento até que sentiu o interior do pequeno relaxar e juntou um segundo dedo ao primeiro, tesourando-os juntos, e distribuindo beijos pela cara de Nathan que logo se começava a mover em direção aos dedos de Dimitri e suspirava de prazer. Esses suspiros logo deram lugar a gemidos quando Dimitri encontrou a sua próstata e começou a roçá-la em movimentos lentos e torturantes.

Vendo o pequeno contorcer-se na cama e implorar por mais, dois dedos logo deram lugar a três e Nathan sentiu um leve ardor mas rápido se esqueceu do mesmo quando Dimitri voltou a esfregar a sua próstata e começou a mordiscar a sua orelha, fazendo-o choramingar em prazer.

Quando Dimitri sentiu que o interior do menor estava relaxado o suficiente, retirou os seus dedos, recebendo um gemido de protesto em resposta.

– Está pronto? — perguntou enquanto despejava uma grande quantidade de lubrificante sobre o seu pênis.

– Sim, por favor… — Nathan gemeu com a necessidade de fazer amor com aquele homem e de ser reivindicado.

Dimitri assentiu com a cabeça e beijou o queixo do menor enquanto tocava a entrada do mesmo com a cabeça do seu pênis. Nathan estremeceu e Dimitri empurrou-se um pouco mais, fazendo com que a sua cabeça entrasse, e o menor estremeceu com a queimadura.

O maior sentiu o pequeno tremer e gemer em desconforto, e começou a beijá-lo, passando as suas mão por todo o seu corpo, beliscou os seus mamilos, esfregou as suas coxas e agarrou o seu pênis semi-ereto, começando a bombeá-lo, enquanto se empurrava pouco a pouco mais para dentro, até que o seu saco tocava as bochechas da bunda de Nathan e ambos gemiam em deleite. Dimitri sentindo o interior de veludo apertado em torno do seu pau, e Nathan sentindo-se completa e totalmente cheio, enquanto o pênis de Dimitri fazia pressão contra a sua próstata.

Dimitri ficou parado, falando palavras doces no ouvido de Nathan e beijando em todo o lugar a que chegava, esperando pelo pequeno para se ajustar em torno dele para se poder mover sem o machucar.

– Se mova Dimitri, por favor, se mova… — Nathan gemeu, apertando o seu ânus em torno do pênis que o enchia.

Dimitri grunhiu e começou a se puxar para fora lentamente, entrando quando só restava a sua cabeça em forma de cogumelo dentro do buraco de Nathan. O incubo repetiu o movimento, fazendo Nathan gemer e implorar para que ele o levasse mais rápido e mais forte.

Dimitri puxou-se mais uma vez para fora e então virou o pequeno para ficar deitado com a barriga na cama, pondo um travesseiro debaixo do seu quadril para que a sua bunda ficasse mais alta, Nathan gritou em surpresa, mas rapidamente ficou sem fala, quando sentiu o maior empurrar-se mais rapidamente na sua bunda, beijando as suas costas e lambendo as suas marcas com carinho. O pênis de Nathan esfregava-se contra o travesseiro, e o seu corpo sobrecarregado com as sensações começou a mexer-se sem a sua permissão, gatinhando para a cabeceira da cama.

Dimitri riu pela resposta do corpo de Nathan ao seu toque e puxou-o, sentando-o no seu colo, virado de frente para si e beijou-o apaixonadamente, mexendo-se mais de vagar.

– Acho que prefiro mais lento… — murmurou de brincadeira.

– Sim… — Nathan concordou com os olhos vidrados, perdidos na luxúria, fazendo Dimitri rir.

Os dois corpos envolveram-se e fizeram amor, unindo-se da maneira mais antiga de todos os tempos, tendo como único expectador a lua que agora brilhava no seu, presenciando o que podia ser a cura de uma alma quebrada e o poiso de uma outra alma que durante muitos anos vagou em busca daquele que lhe era destinada.

Ambos perderam o seu sentido de identidade, não poderiam dizer onde um começava e o outro acabava, moviam-se em sincronia e sentiam a sua ligação crescer a ponto de se tornar palpável. O ritmo das estocadas de Dimitri começou a aumentar e ambos sentiam que estavam a chegar ao seu limite.

– Eu… Eu preciso, Dimitri… — Nathan implorou sem saber ao certo do que precisava. — Por favor… — inclinou o seu pescoço.

– Nathan, você me aceita como seu companheiro? — Dimitri perguntou entre cada estocada, sentindo os seus dentes caninos esticarem, preparando-se para dar a mordida que fecharia o seu acasalamento.

– Sim, Dimitri, eu aceito! — Nathan gritou em resposta.

Dimitri ofegou e lambeu o pescoço de Nathan, onde este se juntava ao ombro, e afundou os seus dentes na carne, sentindo o doce sabor do sangue de Nathan na sua boca.

O menor sentiu uma dor no seu ombro quando os caninos de Dimitri se afundaram na sua pele, mas logo um prazer incalculável se abateu sobre o seu corpo, quase o lançando sobre a borda, mas… faltava qualquer coisa… Foi então que Dimitri também inclinou o seu pescoço, e seguindo o instinto e o que o seu lobo lhe dizia, Nathan afundou as suas presas no pescoço de Dimitri, completando a reivindicação. Foi então que o sangue de Dimitri encheu a sua boca e ambos chegaram ao orgasmo, Nathan ejaculando entre os seus corpos e Dimitri no seu interior.

Ambos gritaram a sua libertação e lamberam as mordidas um do outro, olhando ofegantes no fundo dos olhos de cada um. Nathan sorriu e Dimitri acompanhou-o, beijando-se com calma e carinho, deitaram-se na cama, dando carinhos um ao outro até que Dimitri saiu para ir buscar uma toalha húmida e limpar o pequeno.

Nathan suspirou feliz quando Dimitri voltou, limpando-o e jogando a toalha no meio do quarto, deitando-se atrás do menor. Ficaram os dois dando carinho um no outro, até que Nathan sentiu Dimitri adormecer, e sorriu docemente, olhando para a sua cara relaxada.

– Eu acho que me estou começando a apaixonar, companheiro… — sussurrou quase em silêncio, se aconchegando mais contra o corpo quente do seu companheiro, suspirando feliz e deixando-se afundar na terra dos sonhos.

Notas finais
Hum... Que acharam? XD Será que consegui satisfazer os vossos desejos? Admito que não sei ao certo se o capítulo ficou bom ou não... Sobre o próprio capítulo... Ainda não escrevi nada, tenho algumas ideias mas nada está decidido, por isso acho que o próximo só vai sair em 2016, mas vou TENTAR escrever o mais rápido possivel. Não posso prometer nada porque entre este mês e Junho tenho de fazer um trabalho de perquisa enooooorme para poder continuar os meus estudos... (é sobre homosexuais poderem ser pais e/ou adoptar uma criança, se quiser responder a um questionário sobre o tema, me envie uma MP) Acho que é tudo o que tenho a dizer... Obrigado por acompanhar e por aguentar os meus atrasos, e como sempre, Até ao próximo capítulo~ Kiss~ Maryh~