Dipping in love
23 Capítulo 16- Fazendo as pazes
Notas iniciais
Vamos ao capitulo então.
Damon Salvatore narrando.
Acordei logo de manha, eu não conseguia dormir direito então resolvi levantar esse horário mesmo sendo cedo e a Elena não ter acordado. Elena estava dormindo profundamente ao meu lado, quando eu vejo a ela dormindo assim não parece ser aquela mulher que sempre briga comigo por alguma besteira, sempre estava com duas facas na mão pronta pra brigar comigo. Sai da cama sem fazer nenhum barulho brusco para acordá-la, caminhei até a cômoda dela onde estava uma jarra com água e um copo da água que ela pegará de noite e trouxe para o quarto colocando ali em cima, eu iria me vingar por ontem, caminhei até a cama novamente e despejei toda jarra em cima dela, que levantou na cama sem nenhuma reação gritando, cai na gargalhada ouvindo ela ainda gritar.
-Você ficou louco Damon?! –Ela ajeitou a roupa, já molhada depois se virou para mim, me fuzilando com o olhar. –Tem noção do que você fez?
Eu não tinha fala, era tão engraçado ver ela acordada logo de manha bravinha como sempre.
-Damon Salvatore você não presta! –Ela foi até o armário pegando uma toalha e colocou no cabelo. –Você me molhou inteira!
-Ah Elena, eu sempre causo isso em você, mais na parte de baixo. –Ela corou, com vergonha de eu ter dito aquilo pra ela.
-Damon! Você só pode ter problemas mentais não é? –Ela ainda estava me encarando, ainda furiosa. –São seis horas da manha ainda! Você pirou?
-Por isso mesmo que eu te acordei. –Ri ainda mais da reação dela, que não estava das melhores. –Considere um brinde por ontem.
-Pode sair do quarto? –Era engraçado como ela se irritava facilmente. –Eu quero me trocar e com você aqui no quarto não vai dar.
-Elena,eu já te vi pelada varias vezes. –Disse rindo, ela jogou a almofada na minha cara, me fazendo ir para trás.
Joguei-me na cama de braços cruzados, não iria sair do quarto nem que ela implorasse isso. Era engraçado como a Elena conseguia me distrair tanto assim, ela me fazia ser um homem feliz, eu não deixava de rir quando estava perto dela, ela realmente era um remédio para mim. E mesmo ter acontecido o que aconteceu ontem, ela ainda continuara brava comigo até então. Eu só conseguia lembrar-se de ontem, de como as coisas foram sem ela aqui.
‘’ Já estava com muito tédio, Elena já estava saído a quase uma hora. Tinha pagado a loira para fazer ciúmes a ela por que eu realmente achei que ela ficaria em casa. Mais no fim pensei errado, ela saiu para se divertir em algum lugar, não consigo imaginar algum cara encostando-se a ela.
-Então, podemos fazer alguma coisa... Está ficando muito chato. –A garota era linda, mais não se comparava a beleza da Elena. A Soraya ficou em cima de mim, percorrendo beijinhos pelo meu pescoço, e foi com a língua até minha boca, chupando-a com força.
-Desculpa, não estou no clima. –A coloco no sofá, me levantando dali e ficando encostado na parede. –Você pode ir?
-Ninguém me dispensa assim não, mais tudo bem, abro uma exceção. –Ela levanta, pegando suas coisas e me encara. –Você gosta daquela mulher que estava aqui mais cedo não é?
-Tento não gostar. –Ironizo, estava tão na cara assim que eu gostava da Elena? Não só gostava como amava.
-Eu preciso dizer que realmente ela é uma bela moça. –Ela sorri para mim, encantada. –Mais ela se lembrar da camisinha foi um tanto que surpreendente não acha? Como ela sabia que, iríamos fazer? Quer dizer, imaginava que iríamos fazer.
-Instinto feminino, eu acho. –Falei em tom de deboche. Eu queria realmente que ela estivesse aqui e agora.
-Nós não acabamos fazer o que ela imaginava. –Ela me deu um beijo na boca, e logo depois saiu pela porta.
Estava sozinho ali, eu bem que poderia fazer algo para me divertir, mais não estava com absolutamente nenhuma vontade de ficar com alguém hoje. Eu queria de fato que a Elena estivesse, desejava que ela me perdoasse por tudo aquilo. ’’
-Você vai sair daqui ou não? –Ela cruzou os braços, ainda me fuzilando com o olhar. –Damon, sinceramente eu te odeio tanto.
-Eu que deveria fazer isso, afinal você sempre está tentando chamar minha atenção. –Numa prevê pausa eu deito, encostando minha cabeça no travesseiro.
-Parece que está resolvendo, já que você sempre se preocupa comigo. –Ela sentou na beirada da cama, me fitando. –Damon olha desculpa está bem? Ontem eu perdi o senso, nem sabia o que estava fazendo direito, eu estava apenas me divertindo.
-Divertindo-se com o Logan? Beijando o Logan? Realmente, muita diversão. –Disse secamente. Elena não podia fazer essas coisas só por atenção, já estava ficando chato ela querer todas as vezes chamar minha atenção para tudo, querer que eu fique enciumado com ela por qualquer motivo.
-Damon, a gente nunca teve uma relação. –Ela parou um pouco pensando no que quiser, escolhendo exatamente as palavras certas. –Você ficou com um monte e eu fiquei com um carinha legal, somos livres. Você não é nem de longe meu namorado, nunca foi e está muito longe de ser.
-Estou muito longe de ser? Elena, pelo que eu sabia foi você que disse que nunca mais me veria. –Sentei-me de pernas cruzadas na cama, a fitando-a. — Foi você que disse que ia embora e nunca mais iria me ver!
-Pelo que eu saiba foi você que queria me ver bêbada. –Retrucou, decidida.
-Eu não sabia que você era tão fraca com bebidas a ponto de nem ver um penis na sua frente! –Percebi a burrice que eu havia feito, fechei a cara.
-Você está com ciúmes de mim? Sério? –Ela tentou ficar seria mais riu. –Achei que você não se envolvesse com ninguém.
-Eu não estou com ciúmes, estou apenas discutindo. –Ela arqueou as sobrancelhas, estava tensa com algo.
-Sabe que eu... –Ela chegou mais perto de mim, ficando com o rosto a centímetros do meu. –Adoro seu cheiro.
A Puxei para debaixo de mim, ficando por cima dela. Eu estava sentindo tanto a falta dela, por mais que não quisesse admitir, estava com falta da boca dela, do cheiro embriagador dela. Peguei o rosto dela, puxando seu rosto até minha boca, e colando nossos lábios. Ninguém imagina o tanto que eu sentia a falta dela, por tão pouco tempo ela se tornou alguém tão especial para mim, eu a amava. Nossos beijos estavam devagar, ambos estávamos desejando um ao outro. Percorri seu corpo inteiro com as mãos, pausando na coxa dela, e apertando-a fortemente, Elena soltou um gemido abafado, fazendo-me apertar mais ainda a coxa dela, deixando-a com desejo de mais. Ela me puxou para um beijo, nossas línguas roçaram para cima, pedindo passagem. Passei para o seu pescoço, deixando chupões em seu pescoço. Com minha mão comecei a tirar sua blusa, tirando devagarzinho por sua cabeça, seus seios pularam imediatamente para fora, já que ela dormiu sem sutiã. Percorri com minhas mãos até eles, apertando-os levemente, e numa fração de segundos já estavam durinhos. Soltei todo o meu peso em cima dela, a imobilizando. Comecei a chupar um dos seios dela, lambendo cada extensão do biquinho do seio dela, chupando-os com vontade, ela gemia meu nome em meu ouvido, me fazendo gemer também. E com a outra mão apertava o outro seio, fazendo movimentos bem rápidos ali, larguei o outro seio e passei para o esquerdo, mordiscando-o e lambendo, sugando com toda vontade, puxei seu seio para mim, a deixando mais inconsciente do que já estava. Elena segurou meus braços, tirando minha camiseta, e logo depois depositou beijinhos sobre meu peitoral nu, me fazendo estremecer com o contato de sua boca deliciosa em meu peitoral. Deitei-a novamente na cama, tirando seu shorts, que ainda nós impedia de sentirmos um ao outro. Tirei sua calcinha, deslizando-a pela perna da Elena, torturando-a cada vez mais com aquela minha demora, ela já estava pronta para mim, molhadinha. Joguei a calcinha dela para algum lugar do quarto, não reparando onde tinha caído. Sem algum aviso aperto sua coxa, subindo lentamente meus dedos até a sua intimidade, colocando um dedo nela, depois dois, meus dedos ficaram molhados, já estava muito pronta para mim, Elena nunca me decepcionava. Levei meus dedos até a boca dela, fazendo-a chupar, ela me olhava com os olhos ardendo de desejo, segurando minha mão para chupar mais ainda. Voltei a enfiar mais um dedo nela, ela enlouqueceu, gemendo bruscamente de prazer.
-Isso é todo meu. –Coloco meu dedo varias vezes em sua intimidade, fazendo movimentos circulares por dentro, levo minha boca até ela, mais paro ali. Torturando-a mais ainda, ela tentou pegar minha cabeça para posicionar mais eu hesitei, olhando-a maliciosamente. –Entendeu?
-Minha nossa! –Ela gritou, concordando rapidamente com a cabeça. Agarrei sua intimidade, colocando meus dois braços em seu quadril. Apertei mais minha língua dentro da sua intimidade, penetrando-a, cuspi em sua intimidade, passando levemente meu dedo ali, e a penetrando novamente com o dedo sem nenhum aviso. Voltei a passar minha língua em sua intimidade, mordendo-a, dando uma palmada de leve em sua intimidade. Ela continua olhar para mim, segurando suas mãos em meu cabelo, puxando-os. Meu corpo arquejava todo por ela, eu estava muito excitado. Rapidamente tiro minha calça jeans e minha cueca, abaixando-os com rapidez, colocando-os do lado da cama, pego uma camisinha que esta dentro do meu jeans, rasgando rapidamente rasgo o plástico da camisinha e coloco em meu membro, viro a Elena delicadamente para o lado e posiciono meu membro em sua intimidade, ela geme alto, já não esta mais em si. Pude escutar nossas respirações altas, ela estava se contraindo toda até mim, passando as mãos delicadamente em membro. Penetro-a de uma vez, fazendo vai e vem devagarzinho, logo depois começo a aumentar as estocadas, ela começa a arranhar minhas costas, e depois sobe para minha nuca, deixando um rastro de suas unhas ali. Aumento mais minhas investidas nela, descendo e subindo dentro de sua intimidade. Chego ao clímax, explodindo-me em orgasmo, seguro firme minha mão em seu ventre, saindo de cima dela, e logo ela tem o clímax dela, gritando-me meu nome entre gemidos. Estava exausto, ela fechou os olhos, com a respiração ainda acelerada- e me olhou, levantou o braço e puxou-me para cima dela, mordiscando meu lábio. Eu podia perceber que estava louco de amor por ela, quando eu estava com ela perdia a noção do tempo. – Dentei ao lado de Elena, puxando-a para mim, ela pousou o rosto em meu peitoral, passando delicadamente suas mãos pelo meu peito, puxando alguns pelos dali.
Elena Gilbert Narrando
Damon me completava, todas as vezes que eu estava com ele, conseguia me divertir. Ele me fazia a mulher mais feliz do mundo. Eu o queria, o desejava para mim. Ele era só meu, e de mais ninguém, Ele era meu. Meu corpo inteiro se embriagava só de sentir ele em mim, ele encostando-se a mim, me beijando... Esse homem me fazia-me sentir perdida em mim mesma, desejando cada vez mais ele. Por um segundo – Esqueci por que realmente estava brava com ele, não queria ficar brava mais com ele. Mais de um modo seguro, eu me sentia totalmente protegida ao lado dele, eu confio nele.
-Está cansada? –Ele apoiou no cotovelo para me observar, estava me olhando maliciosamente. –Você devia dormir.
-Damon, eu não sei se você sabe mais ainda são sete horas da manha. –Dou uma risadinha, mesmo não estando tão animada assim. –Está perdido no fuso horário?
-Não, estou aborrecido com você. –Seu olhar queimou o meu. Não entendia por que ele estava bravo comigo, o que eu fiz?
-Está aborrecido por quê? –Eu estava espantada, meu subconsciente estava tremendo de medo só de imaginar o que aconteceria em seguida, suspirei tentando me acalmar. –Não consigo te entender.
-Aborrecido pelo fato de eu estar louco por você, Elena. –diz, com sua voz rouca. –Estou aborrecido por ficar obcecado por você.
-No bom ou no mau sentindo? –Falo alegremente, sem ter medo de me preocupar verdadeiramente com sua resposta.
-No bom. –Ele fechou os olhos de repente. E quando os abriu estava mais calmo, me olhando de um jeito diferente, seus olhos estavam brilhando. –Eu estou me apaixonando por você.
Olhei-o espantada. Como? Eu tinha ouvido direito que ele estava realmente se apaixonando por mim? Eu estava sonhando? Como assim o Damon se apaixona por alguém – E esse alguém seria eu. Ele estaria realmente apaixonado por mim ou era apenas algo que ele disse repetidamente, para poder me fazer esquecer o que ele tinha feito. As vezes eu pensava de mais nas coisas. Meu corpo todo imediatamente se ascendeu, e um sentimento que estava escondido em mim por esses dias que fiquei brava com ele se ascendeu, meu corpo ardia, implorando pelo Damon.
-Você está falando serio? –Tentei olhar sua expressão, que estava calma. –Você está brincando comigo?
-Eu não brincaria com uma coisa dessas, Elena. –Ele pegou meu rosto, me beijando com ardência. Puxando meu lábio para si. Levei minha mão timidamente até seu cabelo, fazendo um carinho nele. Ele abriu seu lindo sorriso de canto para mim, tirando seus lábios dos meus, e percorrendo com beijos no meu pescoço. –Você. É. Minha.
Ele falou no meu pescoço, mordendo-o. Gemi baixinho em sua orelha, passando minhas mãos novamente para sua nuca e puxei sua cabeça, o beijando com mais vontade, passando minha língua em seu lábio inferior.
-Eu sou sua. –Falei entre o beijo, passando delicadamente em seu pescoço exposto.
**
Damon conseguiu reservar a piscina particular o dia inteiro, como estava muito quente decidimos que isso seria nossa diversão por hoje, fiquei muito feliz por passarmos o dia inteiro juntos, ele já estava lá embaixo me esperando. Peguei dois conjuntos de biquínis que eu havia posto na mala para ir a alguma praia daqui, estava em duvida entre os dois, mais logo decidi que iria com o vermelho, já que valorizava muito meu corpo. Coloquei-o rapidamente, e levei alguma coisa para comermos também.
Entrei na área da piscina, era muito grande o espaço ali. Tinha algumas cadeiras também, e era totalmente reservado. As paredes impediam as pessoas de ver qualquer coisa do que acontecia ali dentro, olhei pra cima e vi que tinha até teto solar, e o sol estava empregado no alto do céu. Damon estava com ambos os braços na piscina, com um óculos de sol e estava com os olhos fechados, não consegui conter um sorriso que formara em meus lábios. Coloquei as coisas numa cadeira que estava mais próxima a mim, e retirei o vestido que eu tinha colocado só até aqui, para ninguém do hotel me ver de biquíni. Coloquei o vestido em cima da cadeira junto com as coisas, ficando só com o biquíni. Caminhei lentamente até onde o Damon estava, parei pertinho dele e me agachei.
-Minha nossa Elena... –Damon deu um sorrisinho, perdendo o fôlego. –Você está muito linda.
-Obrigada Damon, você também esta. –Abri um sorriso para ele. Eu sempre acabara perdida em seus olhos azuis, me hipnotizavam.
-Você não vai entrar? –disse, com a voz rouca que eu tanto amava.
-Eu não estou a fim de nadar agora Damon, quem sabe depois? –hesitei, levantando-me e fiquei de pé, de braços cruzados.
Damon conseguia me fazer tão bem, de uma maneira tão fácil. Eu sabia que no final estava tão aliviada quanto ele de estarmos bem de novo. Não estávamos mais brigando como sempre fazia, e fazia algum tempo que já estávamos na viagem e ainda nem se matamos. Acho que isso era um bom sinal, afinal. Talvez tenha sido a melhor idéia que eu tive de vim para essa viagem, com ele tudo era melhor, tudo era as mil maravilhas.
-Vem cá. –Ele saiu da piscina, ficando parado na minha frente. Damon se abaixou e me pegou nos braços, me girando e fingindo que iria me jogar no chão. Esperneei-me em seus braços, já estava ficando tonta. Ele me jogou na água, me fazendo cair com tudo até a o fundo da piscina, e logo se jogou também, fazendo jorrar água pra fora da piscina. Debati-me contra a água, tentando ao menos poder sair dali.
-Eu estou me afogando! –Gritei apavorada, tentando levantar meu rosto pra não entra água na minha boca.
Damon rapidamente veio até mim, me colocando em cima de seus ombros e me segurou forte na cintura. Eu estava sem fôlego, estava com medo, eu parecia um gato acuado em algum lugar.
-Não acredito que você fez isso! –Passei a mão no meu rosto. –Eu quase me afoguei Damon.
-Lena, não fica brava comigo. – Damon me puxou dos ombros dele com as mãos, me colando contra seu corpo incrivelmente lindo, rapidamente abracei sua cintura com minhas pernas. –Eu não tinha idéia que você não sabia nadar...
-Está tudo bem, não tinha mesmo como você adivinhar que eu não sabia nadar. –Puxei seu rosto para mim, depositando um beijo molhado, ele correspondeu. Sua língua pedia passagem pela minha boca, logo cedi. Nossas línguas roçaram uma na outra, passei para seu pescoço, roçando minha boca ali, dando vários chupões.
O corpo do Damon ficava incrivelmente com a sunga preta. Segurei seus ombros, passando minha língua ali, ele gemeu baixinho. Puxou meu lóbulo da orelha para si, fazendo a mesma coisa que eu fiz com o seu pescoço, deixando vários rastros da sua língua em meu pescoço, nos meus seios. Por fim, ele me deu um beijo demorado, terminando o beijo. Encostei minha testa na dele, dando um largo sorriso.
-Você fica muito tentador com esse biquíni, não vai ter como eu resistir. –Ele me provocou, apertando-se mais contra mim.
-Digo o mesmo de você com essa sunga. –Tirei minha testa da dele, o observando atentamente. –Isso poderia durar para sempre não é?
-Isso o que? –Ele falou docemente, sua voz estava calma e doce.
-Isso de ficarmos aqui, de estarmos bem. –Parei um pouco, iria tentar. –Mais não sei se realmente... Acho que nossa relação não vai passar disso.
Era verdade, murchei quando disse aquilo. Não poderíamos negar que estávamos totalmente perdidos nessa coisa de relação, não éramos namorados, talvez nosso relacionamento não passe de uma amizade colorida, e isso doía muito, por que eu queria que fossemos mais que isso, queria poder ficar com o Damon para sempre. Mais infelizmente não podia e nem queria cegar a verdade, eu queria saber qual era nossa situação.
-Como assim Elena? –Ele me encarou, seus olhos mudaram de expressão, parecia irritado. –Eu realmente quero construir algo com você.
-Eu estou tentando dizer que nossa relação não vai passar de uma amizade colorida... –Fechei os olhos, estava com muita vergonha.
-Por que você está dizendo isso Elena? –Ele disse calmamente, mais ainda não tinha coragem de abrir os olhos. –Depois a nós conversamos sobre isso.
-Vamos conversar quando Damon? –Suspirei, finalmente abri os olhos, encarando aqueles lindos olhos azuis. –Nós sempre deixamos as coisas para depois.
-Meus pais marcaram um jantar, e quer que a gente vá. –Ele observou minha expressão e depois continuou. –E convidou o seu pai também...
O que? Puta merda, Puta merda!
-Para quando? –Respirei fundo, tomara que não seja tão obvio assim que eu esteja preocupada.
-Para hoje à noite. –Ele deu uma risadinha mais logo ficou serio novamente. –Voltaremos a tempo para cá.
Eu abri a boca para falar varias vezes, mais não saia nenhum som. Eu estava realmente preocupada com esse jantar, principalmente quanto a Alaric, seria um tremendo desastre se ele tivesse lá também. Fora que eu iria realmente conhecer os pais do Damon, e eu estava assustada de mais com essa idéia. O que eles vão achar de mim? Era isso que mais martelava em minha cabeça. A Mãe do Damon nunca foi realmente minha fã, ela que me aconselhou para se afastar dele o quanto antes, isso me faz pensar muito. Por que realmente ela tinha dito para eu não me envolver com ele? Deve ser besteira minha.
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