Dipping in love

24 Capítulo 17- Eu te Amo


Notas iniciais
Vou conseguir atualizar as duas historias de novo, inclusive a Crazy in love novamente, o capitulo está quase pronto. Bom, não tenho muito a dizer, está já na metade da historia e espero que vocês estejam gostando, por mais que eu tenha demorado pra responder, e alguns comentarios ainda não consegui responder.

Anoitecera tão rápido em Las Vegas – Que eu acabara não notando. E com o fuso horário acabava sendo que Los Angeles também estava assim. Damon resolveu que o melhor seria voar de jatinho, se formos de avião provavelmente só conseguíramos chegar por volta da manha. A Viajem inteira nós ficamos com as mãos entrelaçadas, olhando um para a cara do outro com desejo, mais não dissemos nada um para o outro, já que estávamos voando faz um tempo e não era permitido falar. Finalmente chegamos – A Los Angeles, a cidade parecia ter ganhado um brilho diferente, de onde nós estávamos dava para ver a cidade inteira. O piloto pediu para se segurarmos firme ao banco, e numa bela aterrissagem, pousamos. Foi a experiência mais intensa que eu vivi na minha vida, apesar de tantas outras que estavam por vim. Sorri de canto, e desci da aeronave, cambaleando o tempo todo, e num ato me seguro no corrimãozinho da escada, segurando-o com força. Estava com medo, mais essa foi a melhor – E mais rápida viagem que eu já fui. Damon me pegou pelo braço, me conduzindo até um carro vermelho escuro, que estava a nossa espera no estacionamento do aeroporto.

O tempo todo eu fiquei olhando pela janela, não conseguia desgrudar meus olhos dali. Damon me tocou, passando suas mãos pelas minhas costas cobertas pelo meu vestido azul marinho – Que ele mesmo tinha escolhido. Dei de ombros, olhando docemente para ele, e devolvi com um sorriso no rosto, mostrando que eu de fato – Ficaria bem. Como sempre, meu coração começou a martelar quando entramos por um portão enorme, tinha uma textura escura, mais não pude reparar os detalhes, o carro parou e eu olhei sobressaltada para Damon, eu estava nervosa.

-Vamos? –Ele me deu um sorrisinho, saindo do carro e com uma velocidade incrível, abriu a minha porta com o mesmo sorriso. Estendendo a mão nervosamente para mim, a segurei colocando minhas pernas exposta para fora do carro, e me levantei saindo do carro. Damon me conduziu até o jardim imenso, meu salto cravava na terra, me fazendo tropeçar algumas vezes, mais ele me segurava firme, e finalmente chegamos a grande casa, rapidamente duas figuras abrem a porta – Eram os pais de Damon, estavam de fato bem alegres, Damon cumprimentou gentilmente seu pai, com um aperto de mão rápido, fiz a mesma coisa, mais o pai de Damon me pegou de surpresa, me dando um abraço apertado.

-Fico feliz que o Damon arrumou alguém tão linda como você. –Ele deu um tapinha delicadamente nas minhas costas, falando baixo só para mim ouvir. –Ele nunca se prendeu a ninguém.

-Obrigada, Sr. Salvatore. –Dou um sorrisinho para ele e me solto do abraço, e fico do lado de Damon, segurando uma de suas mãos.

Com um gesto eles pediram para nós entramos – E disse com todas as letras para ficarmos a vontade, mais isso era exatamente o que eu não conseguia, não conseguia relaxar. A Casa deles era de fato muito grande, as cores permaneciam em um tom bege, era incrivelmente linda. Havia duas salas, e mais para direita tinha a sala de jantar, fui até lá, deslumbrada pela casa. E avisto meu pai – Sentado numa das cadeiras com as mãos na mesa, e um prato na sua frente, ele havia chegado antes de mim, ele me olhou, levantando-se dali e indo a minha direção.

-Leninha! –Ele me puxou agressivo, me abraçando apertado. –Então, Las Vegas em? Por que eu não fui comunicado?

Puta merda, Puta merda. Eu tinha esquecido completamente de avisar ele, por que eu sabia que a primeira coisa que ele iria dizer era um não bem não na minha cara.

-Senti saudades de você. –Ele me apertou mais ainda, falando baixo só para mim ouvir. –Você, está muito encrencada.

-Eu também... Pai... Você está me sufocando. –Falei ofegante, ele logo me soltou, pigarrejando quando os pais de Damon, e ele entraram na cozinha, e se sentaram a uma mesa.

-Vocês chegaram bem na hora! Acho que os convidados ficaram surpresos por vocês chegarem tão cedo de Las Vegas. –A mãe de Damon deu um olhar ameaçador para Damon, se ajeitando na mesa. –Podem entrar.

Agora eu estava com mais medo assim, me ajeitei na cadeira que me indicaram para sentar, colando as duas mãos em meu colo, e apertando fortemente. Havia uma bela garota, devo admitir, era de um tanto simpática, e havia um rapaz ao seu lado, sentaram rapidamente á mesa nós encarando com desprezo, olhei para o Damon,espantada. Talvez fossem os irmãos dele? Mais não, Damon estava mais surpreso ainda com aquilo.

-Agora que todos estão na mesa, quero comunicar a todos que, esse jantar foi especialmente para receber minha futura nora. –O Sr.Salvatore disse, com um sorriso enorme estampado em seu rosto, batendo palmas no ar, e logo apareceu cinco garçons, colocando nossos pratos na nossa frente.

-Eu quero agradecer pelo jantar, pai. –Damon me olhou, colocando sua mão na minha. –E com certeza a Elena também está muito agradecida.

Ele me lançou um olhar malicioso, eu abaixei minha cabeça, encarando o prato com lagosta na minha frente.

-Fico feliz que você finalmente se arranjou com alguém Damon. –A bela moça disse, segurando a taça de vinho. –Você pareceu que estava livre quando... Ah, ficamos em Las Vegas.

O que? Aquele mesmo dia ele ficou com duas mulheres? Mais quando ele havia conhecido ela? Por que eu não me lembro dela naquela noite.

Arregalei os olhos para a moça, não acredito que isso estava acontecendo, não hoje. Olhei para Ric, mostrando o quanto eu estava com raiva daquilo.

-Mais me diga querida, o que você viu no meu filho? –Ela deu uma risadinha e me fuzilou com o olhar. –É só uma pegação?

-Querida... Não vê que esses dois têm uma química? –A mãe do Damon o olhou, e depois voltou a atenção em sua lagosta.

-Então Ric, desde pequena a Elena era assim? –Ela olhou pro Ric animada, abocanhando a lagosta e empurrando goela abaixo. –Meio puta?

Estremeci. Essa mulher realmente me queria morta e enterrada. Eu pigarreei, encolhendo-me na cadeira.

-Mãe, não fala assim da Elena. –A voz do Damon era alterada, estava irritado. –Você não tem nenhum direito de falar desse jeito com ela.

Estava aborrecida apesar de tudo. A mãe do Damon nem me conhecia para dizer isso. Foi ela que quis marcar essa droga de jantar, senão eu nem viria para cá hoje. Mais eu estava aliviada por ter Ric ali – Era alguém que eu conhecia desde que perdera meus pais, e ele começou a ser meu pai, agir como tal. Mesmo não tendo nenhuma obrigação para isso, ele fez isso para me ajudar. E agora eu o considero meu pai – Ele era o pai que eu não tive, eu sabia que no fundo ele queria o melhor para mim.

Mais o fato de me aborrecer mais ainda é que o Damon ficou com uma mulher em Las Vegas – Mesmo sabendo que não tínhamos nada, minha vontade era de acabar com ele, por que de fato nunca mais queria olhar para ele. Não depois de ter a confirmação – Que a mãe dele iria fazer de tudo para destruir nosso relacionamento, ela já estava fazendo isso agora.

-A Elena não é minha filha. –Ric falou de repente, se levantando e encarando a mulher de cima embaixo. –Mais eu tenho muito orgulho de dizer que a considero como minha filha, e se a senhora pensa que vai rebaixar ela na minha frente não vai conseguir!

Olhei para baixo, dando um sorrisinho. Esse com certeza é o meu pai.

-Damon, o que você achou da nossa rápida foda na piscina? –A garota falou, mordendo o lábio e olhou descaradamente para Damon. –E depois você disse para eu ir embora, não entendi.

Peguei o vinho, bebendo em um gole só. E depois bati a taça fortemente na mesa, levantando-me devagarzinho da cadeira, e ajeitei meu vestido.

-Elena, só me deixa... –Ele tentou falar mais eu silenciei-o, olhando para baixo.

Eu definitivamente nunca mais queria vê-lo, ele não estava apenas se apaixonando por mim, ele estava me enganando, e como sempre a trouxa aqui cai na conversa fajuta que ele impõe, eu aceito ele sem mais nem menos, sem pensar antes na burrada que estou fazendo.

Tudo na vida enjoa, e eu me enjoei de ter que passar todos meus dias ouvindo mentira do que sai da boca dele, ele diz uma coisa na hora mais depois não é bem verdade. Eu só fico com raiva por que toda vez eu amoleço e deixo ele me contar a mentira dele, parece que a mentira é como um remédio para me sentir um pouco melhor, por que se eu ouvisse a verdade iria embora para sempre da vida dele. Mais, eu não queria mais viver desse jeito, não quero nunca mais viver na mentira.

-Obrigado pelo jantar. –Disse calmamente, enfatizando cada palavra. E depois olhei novamente para o Damon, não precisava ser um gênio para descobrir que eu estava magoada. –Com licença.

Saio de lá às pressas, passando pelas coisas com rapidez mais me certificando que não iria derrubar nada – Afinal as coisas devem custar uma nota, e se eu derrubasse teria que no mínimo pagar. Caminhei até o jardim, dava para ver melhor agora – Já que as luzes estavam ligadas do lado de fora. Senti as lagrimas trasbordarem pelo meu rosto – Apenas fiquei ali, soluçando baixinho, deixei as lagrimas caírem sobe meu rosto. Damon continuava o mesmo, com todas aquelas mulheres era impossível ele mudar, mais o que não me conformo é que eu sou muito idiota, sentia raiva de mim mesma por ceder tão fácil para ele, mais quando estava com ele parecia que perdia as forças, mesmo não querendo, e no final eu sempre acabava querendo ele.

-Elena! –Avistei o Damon morro acima, ele batera forte a porta e correu em minha direção, ficando frente a frente á mim. –Apenas ouve o que eu tenho para dizer?

-Você não tem mais nada para dizer, Damon. –Dei de ombros, ficando de costas para ele. –Vai embora daqui!

-Eu não vou embora enquanto você não me ouvir. –Sua voz parecia estar bem doce. Sinto suas mãos em meu ombro, e depois delicadamente ele me vira para sua frente, e me soltou. –Elena, o que você ouviu era mentira, não fiquei com nenhuma mulher em Las Vegas.

-Era mentira Damon? –Limpei as lagrimas, mais elas insistiam em cair. E depois o encarei, cruzando meus braços sobe os meus seios. –Tudo o que você diz para mim é mentira, essa com certeza é mais uma das suas mentiras também.

- Eu não fiquei com ninguém Elena, pelo amor de deus! –Ele segurou meu rosto, seu olhar estava triste.

Afasto-me dele, encarado sua boca enquanto ele me dizia mais uma das suas mentiras. De repente – Sinto pingos d’gua em meu rosto, e não era minhas lagrimas. Os pingos começaram a aumentar — Me molhando inteira, e parecia que Damon estava se molhando também, a chuva estava ficando cada vez mais forte.

-Vamos sair dessa chuva Elena! –Damon me olhou, tentando me puxar pelo braço para me tirar do jardim, mais eu hesitei. Não me mexi quando ele tentou me puxar novamente.

Meu cabelo estava todo encharcado – Meu corpo inteiro estava encharcado. Mais não me importara com isso, só me importava que queria sair daquela casa antes que eu fizesse alguma loucura, não iria suportar me dar bem com ele depois de tudo que aconteceu nesse jantar.

-Damon, eu já disse para você ir embora! –Eu tentei tirar meu braço de suas mãos mais ele era mais forte, e gritei. –Deixa-me aqui agora! Eu quero ficar sozinha.

-Você vai ficar doente! Droga! –Ele se abaixou e me jogou em seu ombro, correndo rapidamente até a casa novamente, entrou na sala comigo no seu braço, e me colocou de pé no chão.

Não me importava se realmente ficasse doente, eu queria ficar doente para me ver longe dele. Queria ficar longe dele mesmo querendo ficar perto, por que no final iria acontecer isso varias vezes, ele ficaria com todas as mulheres que aparecesse na vida dele, e eu sou só mais umas delas.

-Oi Elena. –A garota com o nome Rose me olhou em cima embaixo, e deu um sorrisinho falso para mim.

Enbureço.

-Fica com ela ai Damon. –Sai novamente para fora, enfrentando aquela chuva forte novamente, parecia que havia aumentado mais.

Damon correu novamente atrás de mim, me chamando desesperado pelo meu nome, mais fingi não ouvir, caminhando rumo a saída daquele lugar.

-Elena espera! –Disse com a voz rouca. Ele puxou para me virar, e eu me aterei com a bunda no chão, e Damon caiu depois em cima de mim.

Tentei levantar mais ele colocou todo peso dele em cima de mim, me prendendo. Não tinha nem como eu tentar escapar dali – Damon era muito mais forte que eu e poderia me prender quanta vez quisesse que eu não conseguiria encontrar forças para levantar.

-Espera! –Ele gritou novamente, eu comecei a empurrá-lo com a mão, mais ele as prendeu com seu corpo. –Você vai me ouvir.

-Eu tenho alguma escolha? –Disse irônica, já sabendo que a resposta dele. Eu realmente não queria ouvir a explicação que ele tinha para me dar.

-Elena, eu só fiquei com uma pessoa na viagem inteira. –Ele falou calmamente, passando a mão pelo cabelo encharcado. –E essa pessoa era de fato muito linda.

-Ah, então você confessa que ficou com uma pessoa lá? –Ele colocou suas pernas entrelaçadas a mim, já sabendo minha intenção de sair dali. –Agora pode me soltar? Já ouvi o bastante.

-Eu realmente fiquei com uma pessoa, Elena. –Ele deu uma risadinha, não via qual era a graça para ele começar a rir. –A única pessoa que eu fiquei foi você.

Todos saíram para a varada, olhando nós em uma distancia segura caídos um encima do outro. Levantei um pouco a cabeça para encarar o Damon.

-Quem me garante que isso não seja apenas uma de suas mentiras? –Comecei a chorar de novo, mordi os lábios.

-Se você acreditar mesmo em mim, você ira acreditar que não é uma mentira. –Ele me olhou, ficamos nos encarando por um tempo.

Olhei para a varanda, e voltei a olhar para o Damon. Ele estava sem nenhuma expressão, me olhando desesperadamente, vi uma lagrima teimosa sair pelo canto de seu olho.

-Damon... –Comecei, e passei a ponta do meu dedo no rosto dele, fazendo um carinho no rosto nele. –Eu não sei o que falar...

-Apenas não vai embora. –Ele me abraçou, afundando seu rosto em meus cabelos. –Eu não quero te perder de novo.

Meu coração começara a martelar mais rápido, eu estava ouvindo apenas nossas respirações – Que estavam aceleradas. Ele se soltou, me olhando atentamente. Não agüentei e puxei seu rosto, partindo para um beijo apaixonado. Ele me segurou no rosto, correspondendo o beijo. Levo minha mão para seu cabelo, puxando-os para mim. Ele se afasta de mim – Esta ofegante, e beija meu pescoço exposto, estava molhado. E passou suas mãos no meu cabelo delicadamente, e me olhou com aquele olhar malicioso dele. Conduziu-me até o estacionamento – Quando a gente chegou lá percebemos que estávamos sozinhos, o motorista deveria ter saído por algum motivo. Damon me colocou no capô do carro, percorrendo com beijinhos pelo meu tórax, e desceu até os meus seios, arfei quando vi sua real intenção, ele me virou de um modo que eu ficasse de costas para ele, me encochando por trás. E abriu meu vestido, fazendo-me sentir sua mão passando pela minha costa, meu vestido mal cobre meu traseiro, retira meu vestido pelas minhas pernas, dando uma palmada em minha bunda já exposta. Eu viro, colando novamente nossos lábios.

-Eu te amo Elena. –Sua voz estava rouca. –Sua pele é tão macia...

Ele continuou apertando-me inteira, percorreu suas mãos pelo meu corpo inteiro. Senti meus quadris indo ao encontro dele – Queria que fosse rápido dessa vez, mais com ele sempre era tudo mais lento, fechei os olhos sentindo toda aquela excitação me dominar. Damon tirou seu terno e sua calça e a cueca box branca – Sua ereção estava pulsando na minha barriga, me fazendo olhá-lo com malicia. Ele me virou novamente para trás, percorrendo sua língua pela extensão da minha bunda. Aquilo era gostoso, gemi em seu ouvido. E depois ele subiu de novo, pude ver que ele passou a mão por trás da calcinha, colocando ela de lado e apertando-a fortemente. Gemi novamente, eu necessitava te-lo dentro de mim. Damon colocou sua mão por trás dos meus seios, apertando os dois de uma vez só, e me virou para ele, lambendo-os ferozmente, e depois chupou com vontade. Era varias sensações que eu estava sentindo de prazer, a todo o momento ele não tirava os olhos de mim, meus olhos estavam iguais o dele, maliciosos. Ele colocou a mão na minha bunda, me puxando contra ele, e pude sentir mais que nunca sua excitação por mim. Minha nossa...Ele me pegou pelas coxas, me fazendo deitar-se no capô do carro, e afastou minha calcinha com as duas mãos – E lambeu ela, pegou uma dos dedos e puxou para ele, me fazendo gritar de prazer. Novamente ele fez isso, enfiou o dedo na minha intimidade com força, e depois começou a tirar e colocar de novo varias vezes, me fazendo enlouquecer com seu toque na minha intimidade.

Logo ele fez a mesma coisa, colocando seu dedo em sua boca e chupou seus dedos, me provocando com aquilo. Não encontrava forças para levantar e fazer o mesmo, estava exausta. Quando ameacei de levantar ele colocou novamente sua mão ali, puxando minha intimidade com agressividade, e puxou para si novamente. Levantei e comecei a beijar seu peitoral, percorrendo com beijos até seu pescoço, e depois dei leves chupões, deixando o pescoço dele avermelhado. Seus dois dedos ainda estavam na minha intimidade, entrando e saindo rapidamente. Deitei de novo, arquejando ali no capô do carro, sentindo varias coisas ao mesmo tempo, era muito gostoso o que ele estava fazendo, senti que estava encharcada ali embaixo, lambuzando o dedo dele. Ele gemeu, e passou seus dedos de leve na minha coxa até chegar à minha intimidade, e sem nenhum aviso ele coloca a boca ali – Como era gostoso, gemi alto. Ele começou a me penetrar com a língua, massagear o meu clitóris, e depois passou novamente a fazer isso, descendo e subindo com a língua – Era uma sensação prazerosa, principalmente quando sentia que iria explodir a qualquer momento. Ele me virou de bruscos, consegui ouvir o rasgo de um plastiquinho e depois de alguns minutos – Nossas respirações estavam ofegantes,Damon no mesmo estante retirou a minha calcinha, posicionando seu membro , e me penetrou sem nenhum aviso – Gritando alto meu nome quando começou a fazer um vai e vem devagarzinho, e começou a aumentar mais suas estocadas – Quase cheguei ao orgasmo quando ele tirou seu membro dali, e me virou novamente para frente, abrindo minhas pernas e penetrando minha intimidade, senti todos meus músculos se contraírem contra o membro dele, ele repetiu o movimento, e arquejou intenso, apertando meus seios na mesma velocidade de suas estocadas, coloco minhas duas mãos em sua costa em forma de apoio, e arranho devagar até o final dela, rebolo mais contra o seu membro, para ir cada vez mais rápido, e no mesmo instante explodo em orgasmos, colocando minha cabeça para trás, logo o Damon tem o clímax dele, ele cola nossas testas, está mais do que nunca ofegante. E se retira de mim no mesmo estante, caindo exausto ao meu lado.

-Eu te amo Damon. –Dou um beijo molhado nele, e me levanto dali — Seu cheiro é embriagador Damon, poderia passar horas fazendo isso que não me cansaria.

-Tenho certeza que não. –Ele me puxa para sua frente, dando uma palmada em minha bunda. Arregalo os olhos mais continuo sem dizer nada a ele.

Colocando apenas meu vestido. Logo o Damon também está vestido, coloco minha calcinha dentro da bolsa, já que estava encharcada. Ele me deu um sorrisinho sexy – Pegou a minha mão e caminhou até a casa, todos estavam sentados na sala conversando abertamente – E logo houve um silencio quando ambos entraram pela sala molhados.

-Vocês deveriam tomar um banho. –A mãe de Damon sugeriu, dando uma risadinha contagiante, e logo todos os convidados riram. –Se sintam em casa.

-Obrigada Sra. –Falo, fazendo um gesto de agradecimento com a cabeça.

-Pode me chamar de Emily querida. –Deu um sorriso de canto para mim. Realmente nunca imaginei que ela gostaria tanto assim de mim. –Vejo que vocês dois se acertaram.

Ela me olha, e percebo que estou de mãos dadas com o Damon, sorriu com isso. Ric está me olhando com aquela cara assustadora, provavelmente assinei minha pena de ficar um ano de castigo. Damon me conduziu escada a cima, entramos num quarto totalmente estranho – Mais não disse nada. Tinha uma decoração azul marinho e parecia bem aconchegante. Tinha uma cama de casal e uma bela varanda lá fora que dava uma vista da rua inteira. Sentei a cama, abrindo as pernas – Mais rapidamente lembro que estou sem calcinha e cruzo as pernas. Damon fora para outro canto do quarto. E depois ele voltou, tirando seu terno encharcado e jogando em algum canto do quarto.

-Vem cá. –Ele veio até minha direção, beijando-me ardentemente, contrai meus lábios contra os dele, e segurei sua nuca.

Ele se abaixou e me pegou no colo, me levando até o canto do onde ele tivera antes, vi que havia velas por volta da banheira – E tinha rosas vermelhas dentro da banheira, ele me colocou dentro da banheira cheia de água, a temperatura da água estava morninha. Ele veio junto a mim, parando na minha frente.

-Que delicia. –Ele retirou novamente meu vestido, e logo eu estou nua na sua frente. E tirou sua calça também, me dando uma visão deslumbrante do seu corpo. –Hum.

Novamente aquela sensação volta, e meu corpo se ascende inteiro por ele.

-Eu sei que você não ia resistir á mim. –O olho indignada para ele, como pode ser tão convencido? Jogo água nele. –Você acabou de jogar água em mim?

-Sim. –Dou uma risadinha mais paro quando ele franze a testa, e logo ele começa a jogar água em mim também.

Levanto-me da banheira e saiu correndo dali. Surpreendo-me comigo mesmo com isso por agir com uma criança de cinco anos. Estava me divertindo com aquilo. Damon aparece no quarto nu, o que me faz tampar rapidamente meus olhos.

-Você sabe que eu vou te pegar não é? –Ele chegou devagarzinho em minha direção, começo a gritar e fico do lado da cama.

-Não vai não. –O provoco, ele franze o cenho presunçoso. –Eu não vou deixar que isso aconteça.

-Você quer que eu te pegue. –Ele da uma risadinha, mais seu olhar é assustador. –Se eu te pegar vai ser pior pra você.

-Bebeu de novo? –Dei uma risadinha sedutora, ele apareceu na minha frente, me encurralando e se abaixou e me pegou, jogando-me em seus braços.

-Não me provoque Elena. –Ele me jogou pra cima, fazendo-me segurar fortemente sua cintura, já que eu estava de cabeça para baixo. –O que você vai fazer agora?

Dei um grito quando ele me colocou na banheira novamente – E se sentou por trás de mim, colocando sua mão por trás da minha coxa.

-Ninguém vai te ouvir daqui — Ele começou a rir de mim. Eu virei de frente para ele, encostando meu corpo ao dele.

-Ninguém? –Dou mais um grito e ele colocou a mão na minha boca, e depois me olha com malicia, passando a língua no lábio inferior.

Damon pegou a esponja e começou a passar por todo meu corpo, me ensaboando. Sua mão ainda estava em minha boca. Remexo-me inquieta enquanto ele passa a espoja na minha intimidade – Ele faz de propósito e enfia um dedo ali dentro, me fazendo gemer. Depois subiu a esponja até meus seios, esfregando-as fortemente ali. Ele me olhou docemente, mais seu olhar era um tanto malicioso. Deixei o continuar, Damon me fez ficar de quatro na banheira, e passou a esponja por toda a minha bunda, ele passa a mão na minha bunda – Coloca sua língua ali, explorando cada detalhe dela, ele passou o sabonete nas mãos, esfregando-os bem nas mãos, e passou a mão entre a minha intimidade, me penetrando com dois dedos. Gemo baixinho. Viro-me de frente para ele, colando sua boca á minha, nossas línguas se enroscam, ele tenta me virar novamente mais eu hesito, pegando a esponja e ensaboando toda a parte da frente – Paro quando chego ao seu membro ereto, pego um pouco de sabão nas mãos e faço movimento com as mãos de vai e vem, tirando um gemido alto de Damon. Ele se contorce de prazer, esticando suas pernas entre mim, saímos da banheira, coloco rapidamente uma toalha cobrindo metade do meu corpo – Dou passos lentos até o quarto, Damon está atrás de mim, com uma toalha enrolada na cintura. Viro-me de frente para sua direção, olhando sedutoramente para ele, e coloco minha mão entre minha intimidade. Sinto o seu olhar seguindo meus movimentos –Então continuo fazendo a mesma coisa que estava fazendo, subindo as mãos para cima do seios e aperto-os, mordendo os lábios. Isso o deixa louco, seus olhos estão ardentes empregados em olhar meus movimentos. Ele vem em minha direção, me colocando delicadamente sobe a cama, retira mais que depressa a minha toalha jogando-a para perto da cômoda, estreito, desconfiada no que poderia acontecer. Ele pega minha mão, passando sua mão até onde minha mão pudesse alcançar – Fazendo-me percorrer por todo meu corpo, ele apertou meus seios – Fazendo movimentos para o lado e para o outro e depois os puxa para si – Ele caminha me observando atentamente até ficar parado na minha frente, e me agarra, me beijando com desejo, seu beijo era urgente, como se não beijássemos há anos. Passou para meu pescoço dando leves chupões, foi percorrendo com beijos na minha barriga, ele desceu sua mão até minha coxa, apertando-as. Desceu mais um pouco até a coxa, mordiscando-a. Ele foi mais um pouco para baixo, beijando minha perna e subiu novamente, beijando meus lábios. Desceu mais um pouco, gemi quando sua boca começou a explorar minha intimidade, segurei firme sua cabeça ali – Afagando seus cabelos despenteados e molhados, ele beijou minha intimidade –Cuspiu, estremeci quando ele puxou-a para si. Damon levantou a cabeça me olhando, e agarrou meus lábios – Fazendo-me sentir meu próprio gosto azedo, ele me penetrou com três dedos de uma vez – Não dando tempo de eu ter uma reação, gritei o nome dele desesperada – Sinto que já estou prestes a explodir apenas com seus míseros toques.

-Diga. –Ele disse com a voz rouca. Eu já não estava mais em mim, varias sensações estavam me invadido nesse momento, ele tirou os dedos da minha intimidade – Estava com desejo de mais, muito mais.

Falar o que?

-O que? –Minha respiração estava acelera, meu coração batia a mil por hora. –Falar o que Damon?

-Diga, eu não vou repetir. –Ele estava irritado. Mais não pude perceber o que realmente ele queria dizer com aquilo, só fechei os olhos sentindo o prazer me invadir novamente. –Você é minha.

Entendi realmente o que ele queria dizer, não conseguia raciocinar com todas essas sensações presentes em mim.

-Isso é meu. –Ele apertou minha intimidade, colocando novamente os três dedos ali, me fazendo gemer com a rapidez que estava sendo. Ele retirou os dedos dali, me virou de bruscos e passou a mão delicadamente pela minha bunda, apertando-a. –Isso também é meu.

-Isso é tudo seu. –Repeti, estava fora de mim. Queria que te-lo dentro de mim, sentir seu membro dentro de mim. –Damon, eu quero agora.

Ele me olhou malicioso, mordendo os lábios. Deslizou sua mão para meu seio, levou a boca até ele –E chupou, passou a língua pelo biquinho, e fez a mesma coisa com o outro seio, lambuzando com sua saliva – Dava para sentir seu hálito em minha boca, estava com gosto de menta. Damon saiu de cima de mim – Ouvi a gaveta abrir, e rasgar alguma coisa, provavelmente era a camisinha, levantei para vê-lo –Observei ele colocar a camisinha em seu membro em um tempo recorde e caminhou em passos largos até mim, se deitando em cima do meu corpo – Colocou seu membro na entrada da minha intimidade e começou a estocadas rápidas, ele fez vai e vem me segurando pela cintura, e eu o agarrei por trás arranhando mais suas costas, logo ele chegou ao orgasmo – Explodiu-se, gemendo meu nome em meu ouvido – Seus músculos contraíram minha intimidade, me fazendo explodir-se em orgasmos logo em seguida, ele retirou seu membro dali – Enrolou a camisinha num nó e jogou-a no lixo do banheiro. Deitei-me novamente a cama, estava sem forças alguma de fazer algum esforço – E por mais incrível que pareça eu estava com sono. Ele deitou ao meu lado, puxando-me para perto de si, ficando de conchinha.

-Não foi tão ruim assim o jantar com meus pais, ou foi? –Nossas respirações ainda estavam alteradas.

-Foi o pior jantar da minha vida. –Admiti, dando de ombros. –Nunca imaginei que sua mãe podia me odiar tanto.

-Ela não te odeia. –Ele falou calmamente, fazendo um carinho na minha costas. –Foi ela que te contratou para a empresa.

-Como é que é? –Eu levantei, sentando na cama. –Ela me escolheu para trabalhar na sua empresa? Por quê?

-Na verdade ela estava atrás de você faz tempo. –Ele me olhou docemente, fazendo-me deitar de frente para ele. –Segundo ela você era a mulher da minha vida, ela acertou dessa vez.

-Quer dizer que foi ela que me aceitou no emprego? –Pensei alto, raciocinando cada palavra. –Por que achava que eu era a mulher da sua vida? Como isso?

-Ela via que você tinha uma boa ficha escolar. –Ele deu uma risadinha irônica. –E você aparecia algumas vezes no noticiário da televisão, isso chamou a atenção dela e a mim.

-E o lance da primeira namorada? –Dei um sorriso para ele, mais logo fiquei emburada. –Vocês eram assim?

-Como eu disse não era nada serio. –Ele me olhou pensativo, e depois disse. –Ela se chamava Rebekah, era uma linda moça cobiçada por todos os garotos da escola, pedi ela em namoro, e ela aceitou na hora, depois de três meses terminamos.

-Por que vocês terminaram? –Franzi a sobrancelha para ele. Damon ficou sem piscar um tempo, contraindo o lábio. –Você a vê ainda?

-Nós terminamos por que não estávamos dando certo, já não havia mais confiança no nosso namoro. E nenhum dos dois queria realmente continuar com isso. Ela morreu faz quatro anos.

-Eu sinto muito por isso Damon. –Arregalei meus olhos, nunca que eu iria adivinhar que ele passara por tudo isso. –Do que ela morreu?

-Ela morreu em um acidente de moto. –Ele fechou os olhos, e quando abriu estava mais calmo. –Durma.

Ah não

-Damon, eu te amo.

-Eu também te amo Elena.

Fechei meus olhos – E por incrível que pareça logo cai no sono.

Notas finais
É isso. Até sábado