Digimon - The Domains Of Darkness
4 Pedindo Ajuda! Salve o Vale da Luz! – Parte Um
Notas iniciais
Apartir deste capítulo, o Capítulo 4 será dividido em 3 partes!
Uma falando de cada digiescolhido, mas tudo acontecendo ao mesmo tempo!
Uma falando de cada digiescolhido, mas tudo acontecendo ao mesmo tempo!
Labramon acordou e se espreguiçou, e começou a se mexer mais na pequena cama. Abriu os olhos e viu Hajime. Falou seu nome e começou a contar seu sonho: — Eu estava num vale com montanhas de ossos, terra muito fofa e eu podia cavar milhares de buracos! Tinha uma cachoeira com águas cristalinas... E também um hidrante enorme para eu fazer xixi! Pena que foi só um sonho... – Disse o Digimon cão sorrindo. Hajime sorriu e disse num tom triste: — Só um sonho... Que pena. – Ele enxugou o rosto, mas não chorava. – Bem, agora vamos, temos que ir logo! — Para onde?! – Perguntou se levantando ainda com sono. – Temos que ir? Não podemos dormir mais? Hajime sorriu. — Não. – Ele continuou: – É que... Estávamos aqui numa reunião, então Togemon sugeriu fazermos uma magia, mas só Taomon podia fazê-la. Ele não quis nos ajudar. Então decidimos lutar! Mas para isso, precisamos reunir muitos digimons daqui do Vale. Temos que partir! O garoto pegou com um braço o Digimon cão e com o outro, pegou Dracomon. Colocou-os nos chão e depois foi para perto de Daichi, Yumi e os outros digimons. — Bom. – Disse Dai. – Então vamos ter que nos separar! – Olhou para Togemon e para o céu. – Que horas são? — Bem, não sei. Mas a julgar pela mancha da Lua coberta pelas nuvens, deve ser mais ou menos sete ou oito da noite. – Falou a prefeita. — Oito ou sete. – Repetiu o garoto. – O tempo está a nosso favor! Temos que nos dividir! Hajime, você vai para o Sul e eu para o Norte. Reforço aéreo... Alguém conhece digimons que voam e são fortes? Lilimon não esperou ele terminar a frase direito e disse: — Os Birdramons! – Disse sorrindo. – Eles são digimons protetores do Vale. Têm muitos ataques de fogo, podem atacar do céu e não serão vistos. Ou melhor, serão vistos, mas são rápidos! Mas há um problema. — Qual? – Perguntou Yumi. — Eles moram no alto do Monte Yee, lá! – Ela apontou para uma mancha alta e escura na noite. – É muito alto. Para alcançar o meio dela, onde os digimons vivem, precisa de mais de seis horas. Só voando. Lalamon olhou para a montanha e depois para sua domadora, ela se mexia desconfortavelmente no lugar. Parecia preocupada. — Eu posso ir! – Disse Lalamon. Yumi arregalou os olhos. – Sou o único Digimon aqui que pode voar. Dracomon, não me entenda mal, mas... Suas asinhas, acho que não são feitas para voar. — Ei! Mas espera um pouco... – disse ele mexendo as pequenas asas. – É, você está certa! Não são para voar! – Terminou o Digimon triste. — Nem pensar! – Disse Yumi. – Porque você teima? Você não pode ir! Seu braço está machucado, você está toda ferida! Você não irá! Não vou deixar. Você é meu Digimon e não vou deixar você ficar pior do que está! E talvez possa morrer! Eu... Não posso deixar! — Mas Yumi, eu sou o único Digimon que pode voar! Graças a mim, posso ajudar a todos e ajudar a salvar o Vale da Luz! — Sem chance! – Disse a domadora. – V-Você... Não pode fazer isso! Daichi estava ficando estressado com a discussão. “Não podem escolher uma das opções logo?”. Cerrou os punhos e finalmente disse: — Chega! – Falou Dai olhando para baixo. – Yumi – olhou para ela –, Lalamon é o único Digimon entre nós que pode voar até o Monte Yee! Lilimon voa, porém precisamos dela aqui para ajudar nas preparações! — Não sei... – Falou Yumi. – Só a deixo ir, se sua evolução tiver as asas boas e que possam me levar até aquela montanha! Se não estiverem, esquece! – Terminou com os braços cruzados. Pegou o Digivice e o ergueu. Uma luza brilhou. Lalamon cresceu, sua cabeça virou uma flor e apareceram as asas. Seu braço que estava enfaixado cresceu, e junto com ele a faixa. Apareceu sua cauda com espinhos na ponta. Para testar suas asas, forçou-as e todas as viram mexer como a de um mosquito. Yumi podia até deixá-la voar, mas sentia seu coração apertado. Parecia que ele ia parar a qualquer segundo. Mas Sunflowmon parecia melhor do que quando estava na forma de Lalamon. — Veja Yumi! – Disse o Digimon animado. – Minhas asas estão boas! Acho que quando caí, elas não bateram direto no chão! — Que bom... – Falou Yumi triste. Sunflowmon perdeu o sorriso que estava estampado em seu rosto. — Yumi... Eu prometo que não vou me machucar! Prometo que vamos salvar esse Vale juntas! – Colocou outro sorriso no lugar daquele.
Yumi ficou feliz, mas ainda estava preocupada. — Promete? O Digimon assentiu. A garota subiu em cima de seu Digimon e Sunflowmon alçou voo, aconteceu um forte vento – mais do que tinha –, então, foi para o Sul, onde iria tentar convencer os Birdramons a ajudá-los. Dai e Hajime ficaram, mas logo iriam partir. Ambos ficaram apreensivos por perder tempo, pois seus digimons não tinham uma evolução, e como eram pequenos, demorariam muito para ir para o norte ou sul. “A Rosa Cristal!”, lembrou Lilimon. — Garotos! – Disse a Digimon fada. – Me lembro de uma coisa que pode ajudar seus digimons a evoluírem. É uma flor. O nome dela é Rosa Cristal! A roseira só produz uma rosa por ano e dura cerca de um dia se o tempo estiver frio! Acho que Togemon tinha uma. Todos olharam para a prefeita, ela ficou um pouco assustada com o que Lilimon dissera. Nunca havia mostrado a Rosa Cristal que conservava em uma caixa refrigerada. Togemon fez uma cara de tristeza e disse: — Ela tem três grandes pétalas, sem contar as pequenas. Vocês tirarão apenas suas grandes, certo? — Claro! – Disse Hajime. – Não queríamos fazer isso com você, mas pense que é para o bem do Vale da Luz! A prefeita se animou um pouco. Foi para o fundo da prefeitura e pegou uma caixa branca mais ou menos do tamanho da caixa onde ficava o Jin Shuazi. Abriu-a e pegou a rosa. Era igual à normal, porém era transparente e tinha algumas gotinhas. O vento que fazia, ajudava a flor a não derreter. — Ela é de gelo ou cristal? – Perguntou Hajime confuso. Togemon riu e respondeu: — Bem, ela é feita de um cristal muito raro, que só pode ser encontrado nela! Esse cristal é chamado de Rosoptum. Ele derrete se o tempo estiver quente. Se estiver frio, demorará um pouco. Cada um dos jovens arrancou uma das três pétalas grande, que ficavam entre o cabo e a flor. Elas se converteram em luz e entraram nos digivices. Os dois dispositivos emitiram uma forte luz. Ao erguer os digivices, os digimons começaram seu processo evolutivo. — Dracomon! – Disse Daichi. O pequeno dragão começou a crescer e ficou um pouco maior que ele. Suas garras ficaram afiadas, seus chifres ficaram mais pontudos, suas asas cresceram, ele parecia ser mau, pois o mesmo deu um rugido feroz. Porém logo o dragão voltou ao seu temperamento normal.Labramon cresceu e ficou nas quatro patas. Seu corpo se tornou branco e dourado, sua cauda era grande e da mesma cor. Seus olhos eram grandes e na sua testa havia um único chifre de ouro. Em volta de seu pescoço apareceu uma juba também dourada, como Sol.- Shiisamon! – Disse o antigo Labramon.- Coredramon! – Disse o antigo Dracomon.Hajime ficou impressionado como Labramon há via mudado de um cachorro branco e vermelho para um cão com quase o tamanho de uma pessoa e dourado!- Uau! Labramon... Quero dizer, Shiisamon, você ficou incrível! – Disse o garoto. O seu Digimon ficou animado e começou a pular. — E você Draco... Ou melhor, Coredramon, você ficou... Maravilhoso! – Ambos estavam felizes! – Bom – disse Daichi se preparando para ir embora –, hora de irmos, até mais Hajime! — Até mais! — Adeus Lilimon e Togemon! – Disse Dai acenando. Elas acenaram de volta. O garoto subiu em Coredramon e alçou voo com dificuldade, mas foi para norte voando baixo. Hajime os olhava indo para o lado oposto que iria! Montou nas costas de Shiisamon e disse: — Pessoal cuidem daqui! – Falou virando para frente. – Vocês têm algum Digimon poderoso, como Taomon? Lilimon pensou muito até que se lembrou de um e respondeu: — Ah, sim! O Leomon! Ele mora aqui perto! — Tragam-no para cá e peçam para ele cuidar da vila, ok? A prefeita e a fada assentiram. Ele pediu para Shiisamon correr e foi em frente. Correram para o Sul sentindo o vento frio no rosto, pois, o tempo fechara desde que Iblimon aparecera. Estava tudo um caos, estava estranho, dava medo andar no vale que era chamado de Vale da Luz. O mesmo vale, parecia ser o Vale das Trevas! Correram por mais alguns minutos. As manchas das montanhas na paisagem pareciam chegar mais perto. “Como será que está Yumi?”, pensou o garoto. Shiisamon corria muito rápido. Eles tinham até o amanhecer para conseguir reunir o máximo possível de Digimons para lutarem juntos contra Iblimon, pode parecer muito tempo, mas não era. Hajime estava montado no Digimon fazia mais de meia hora. Ao longe, pode ver pequenas casas de barro, no fundo, uma floresta. Depois um bom tempo vagando por planícies e morros, os dois chegaram numa floresta. Chegando ao vilarejo, o jovem desceu de Shiisamon e andou alguns metros até chegar numa pequena cerca de madeira, que circundava o lugar, dentro as casas e não havia nenhum Digimon. — O que aconteceu aqui? – Disse Hajime. — Hum... Parece que o vilarejo foi... Dizimado?! — Não pode ser... – Disse Hajime. – Droga! – Exclamou o menino. O seu Digimon fitou-o confuso. – E se quando Iblimon apareceu lá no Vilarejo das Flores, outros Digimons apareceram em outras vilas, atacando os habitantes? Se isso for verdade... Preciso falar com Dai, mas... Não tem jeito! Shiisamon pensou um pouco e falou: — Tem um jeito sim! Pegue seu D-Mega! O Digimon o orientou como funcionava o dispositivo como um walkie-tokie, bastava apertar o botão do meio e selecionar “Chamar”, havia duas imagens, uma de Dai e outra Yumi. Demorou alguns segundos. Daichi atendeu primeiro: — Hã, alô? — Dai? É o Hajime! Encontrei algo importante! — Ah, que bom! E o que é? Logo Yumi entrou na conversa: — O que tá acontecendo? Isso e um telefone ou um Digivice? — Pára Yumi, eles devem estar falando! — Disse Sunflowmon com uma voz meio distante. — Pessoal, encontrei um vilarejo que está abandonado. Tenho uma teoria meio interessante sobre esse vilarejo... E se enquanto Sunflowmon lutava com Iblimon este e outros lugares do Vale estivessem sendo atacados? — Uau! – Exclamou Yumi. – Isso seria... Um problemão! — Realmente seria um... – Dai não pôde terminar o que dizia, pois a ligação caiu. Hajime tentou ligar para os dois novamente, mas não deu. Hajime ficou com raiva. Shiisamon olhava as casas, a floresta ao fundo, o céu, tudo, estava pensando o que estava acontecendo. Voltou para perto de seu domador e o viu gritando com o dispositivo. — O-O que aconteceu? – Disse o pequeno Digimon. — A ligação caiu, dro... – Nesse exato momento, ele avistou na mata dois olhos amarelos bem pequenos, uma chama se acendeu numa forma humanoide. O Digimon de chamas saiu da escuridão brilhando com seu fogo azul. No seu pescoço havia um colar, com uma cápsula e dentro dela, várias imagens de digimons apareciam uma de cada vez. — Olá, eu sou BlueMeramon! – Disse o monstro. – Ah, e aqui estão que vocês procuram! – Disse segurando a cápsula. — Como você... – Disse Hajime ficando com raiva. — ...Você matou todos?! BlueMeramon fitou seu colar — Ei, espera um pouco! Eu não os matei! Apenas... Capturei-os! – Falou mexendo na cápsula. – Mas logo, logo, o Mestre irá querer devorar suas almas! – Parou de mexer no objeto e fitou o Digimon depois o menino. – E ele terá mais duas almas para devorar! — O-O quê? – Gritou Shiisamon. – Eu e Hajime não vamos deixar, não é?! — C-Claro! ATAQUE! O Digimon dourado correu, deu um salto e disse: — Proteção Solar! – Ele brilhou e caiu em cima de BlueMeramon, pisoteou o inimigo por uma tempo e correu para longe. O monstro se levantou e na sua mão formou-se uma bola de fogo azul. Ele jogou e acertou o corpo do Digimon dourado. — Ah seu...! – Disse Shiisamon. Ele correu para perto do inimigo, pulou e usou o mesmo ataque novamente. Após derrubá-lo no chão, começou a pisotear o servo de Iblimon. Mas, com uma pequena explosão, Shiisamon foi jogado para o lado. Rapidamente levantou e recuou para seu domador. — SUPERNOVA! – Disse com a mão erguida para o alto. Uma forte explosão jogou o garoto e seu Digimon para longe. Algumas casas de barro ficaram com rachaduras, a cerca de madeira foi quebrada onde a explosão atingiu-a. BlueMeramon andou até onde os dois estavam caídos. — Há, há, há, há! – Ele ria e os fitava feliz. Feliz por ter conseguido o que queria. – Finalmente! Mestre Iblimon vai me dar o que tanto esperava! – Disse girando a parte de cima da cápsula para a direita. Uma abertura apareceu e sugou os dados de Shiisamon. — NÃÃÃÃOO! – Gritou Hajime. – Espere! Antes de me colocar ai dentro... Responda-me uma coisa... Por que você quer isso, hein? Por que você quer os entregar as almas desses simples Digimons para seu mestre?
O rosto de BlueMeramon pareceu confuso por um momento, mas depois mudou completamente para um rosto frio e cheio de vontade de ter o que quer. — Porque eu quero poder! – Disse ele. – Iblimon disse que iria poder ser seu general se conseguisse o maior número de almas possíveis. Hajime não acreditava Iblimon. Com certeza isso era mentira. “Iblimon deve ter dito o mesmo para outros digimons que devem ter atacado as outras vilas!”, pensou ele. Então, Hajime forçou as costas para trás e encolheu as pernas, chutou o Digimon no rosto e o mesmo caiu no chão, o jovem deu-lhe um soco no rosto e rapidamente arrancou o colar de seu pescoço enquanto corria para perto das casas, o monstro se levantou e formou em suas mãos, uma bola de fogo e jogou em Hajime, que desviou, mas infelizmente acertou a cápsula que rachou. — Idiota! – Gritou BlueMeramon. – Quando essa cápsula quebrar, tudo será perdido! — Idiota? Eu? – Falou o garoto com raiva. – Você que é um idiota! Idiota por não perceber que Iblimon quer apenas as almas, depois... Bem, depois ele irá pegar sua alma também! — N-Nunca! – Gaguejou. – O-O Mestre nunca iria fazer isso comigo! — Não é com você, é com todos! BlueMeramon começou a disparar bolas de fogo loucamente. De repente acertou a calça do jovem, ele se abaixou e começou a bater bem rápido no fogo até apagar. “Se ele girou a parte de cima disso, para soltá-los, talvez eu deva gira para a ...” — ... ESQUERDA! – Gritou. De dentro da pequena cápsula, saíram vários digimons de várias formas e jeitos. Alguns grandes, outros pequenos. Mas um se destacou por sair de lá, com um dois braços feitos de raízes, um enorme shuriken nas costas e mais dois no lugar dos pés e das mãos. — Unha de Sombras! – Gritou e jogou seu enorme shuriken que ficava nas costas. Acertou BlueMeramon em cheio no peito. Mas seu sorriso maligno não sumiu do rosto. Ele ria mesmo com uma enorme lâmina cravada em seu abdômen. — Há, há, há! – Riu ele. – Você acha que existe somente digimons servos de Iblimon nas vilas? Há, há, há! Mas não mesmo! Eles estão em todos os lugares! – Parou de rir e fez um rosto sério. – Gravem minha voz! Pois eu vou voltar! Há, há, há, há, há! – E nisso se desfez em dados que ficaram alguns segundos flutuando e sumiram. Shiisamon veio correndo do meio dos outros digimons. Ele pulou e derrubou Hajime de tanta felicidade. O Digimon verde e branco com os shurikens. Andou até o maior e pegou-o e o pôs nas costas novamente. Virou-se para o jovem, que ficou com a cara séria, acho que ele ia matá-lo. — Meu nome é Shurimon! – Disse. – E sou o prefeito daqui. Obrigado por nos salvar. Mas... O que te trouxe até aqui? — É que... É que preciso que vocês vão até o Vilarejo das Flores, lá iremos começar uma guerra contra Iblimon. Ele falou que iria vir amanhã de manhã! – Ele levantou. – Preciso seguir em frente, para falar com as outras vilas! Posso contar com vocês? — Outras vilas? Que outras vilas? Não existem outras vilas para o Sul, apenas a morada dos Birdramons e de Garudamon. Somos a única vila para este lado do Vale. Para lá – disse apontando para o leste –, fica o Portão de Sodoma. E para o Oeste fica o Portão de Gomorra! Não há vilas, apenas florestas. E para o Norte, além do Vilarejo das Flores, existe apenas a Vila Vizac. Nada mais! — Bem, então posso acompanhá-los até o Vilarejo das Flores! – Disse animado. — Como sabe que iremos? — Não sei. – Admitiu. – Olhando para vocês, penso que gostam desse Vale, e que... Não deixariam ele cair nas trevas! Não deixariam... — E você acertou! – Disse Shurimon feliz. – Pessoal vamos todos ajudar a slavar nosso lar. Ajudar a salvar o Digimundo! Nosso mundo! Todos se animaram. Os moradores da vila correram para o Sul. Hajime, Shiisamon e Shurimon estavam na frente liderando o grupo, que ajudará a salvar o Vale da Luz!
Notas finais
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