Digimon Adventure Zero Three

5 Capítulo 4 - O Castelo das Sombras


Notas iniciais
Nossa, faz tanto tempo que eu não atualizo essa fic, que estou com frio na barriga agora. É aquela mesma sensação de postar o primeiro capítulo da sua primeira história. ESTOU NERVOSA.Olhem, falando sério, eu peço que NÃO criem grandes expectativas. O capítulo está longe de ser o meu melhor, e está bem chatinho, digo, está "parado", pois é mais uma introdução para os futuros acontecimentos. Peço que sejam compreensivos comigo, ok?! Obrigada! :-DHá mais coisas para serem faladas, mas vou deixar isso para as notas finais, mas, lembrem-se: tenham compreensão ao ler esse capítulo, ok? Muito obrigada! ^-^Aproveitem! ♥

Capítulo 4 — O Castelo das Sombras

Naquele momento, o destino era totalmente incerto para as crianças escolhidas e seus Digimons. (...)

***

Não era exagerado dizer que, naquele instante, na mente de cada um dos Digiescolhidos, passavam-se relances de tudo o que haviam vivido até aquele dia. Nada podia ser visto em meio àquela forte luz, e a fumaça — causada pela explosão -, deixava a visão dos treze jovens, ainda mais turva.

A besta, ainda imóvel por gastar muita energia em seu último ataque, não continha um pequeno sorriso glorioso. A vitória era certa. A satisfação em derrotar aqueles que, alguns anos atrás, haviam salvado o Mundo Digital era muito grande. Ainda mais para um ser tão orgulhoso como Crossmon.

Os gritos vindos de cada uma das 'crianças escolhidas', era música para os ouvidos do monstro. Os efeitos vindos de seu ataque devastador e doloroso, cessaram em poucos segundos, que pareciam milênios para aqueles que sofriam com os mesmos.

Era de longe uma visão perturbadora para os Digiescolhidos. Todas as árvores, em um raio de pelo menos cem metros, estavam destruídas. Os pequenos Digimons que viviam em meio àquela vasta floresta, provavelmente estavam mortos, e seus fiéis parceiros — agora novamente em suas formas iniciais -, estavam caídos no chão, exaustos e gemendo de dor.

E o causador de tudo aquilo, estava... Estava simplesmente os observando. Observando todo aquele sofrimento, de uma forma fria e perversa.

Um lugar que antes era feliz e cheio de vida, agora estava totalmente devastado e arruinado. Tanto a raiva como a tristeza se manifestavam dentro dos corações dos heróis que um dia pensaram ter acabado com todo o mal daquele mundo, e agora, estavam prestes a morrer, nas mãos de uma besta que, possivelmente, não possuía um coração.

Não era mais possível conter a fúria que sentiam, mas não havia o que fazer; nenhum de seus parceiros tinha forças para lutar, e um humano não era capaz de vencer sozinho um Digimon. Principalmente um Digimon tão forte assim.

Depois de muito tempo parado, o Digimau finalmente se moveu. Lentamente, estendeu suas mãos, formando uma esfera luminosa, e profanou seu ataque, que poderia decidir o destino dos Digiescolhidos.

– Mystic Break!

***

– Irmãos, temos boas notícias: os Digiescolhidos agora são nossos prisioneiros! – Exclamou o líder, e mais novo dos Grandes Lordes Demônios. Lucemon jamais emitia um sorriso sequer, era um ser nutrido de ódio e maldade, e, apesar de possuir uma aparência angelical, era constituído puramente de trevas. Entretanto, era possível ver em seus olhos, a felicidade provinda da conquista que haviam realizado. Com os únicos seres que podiam impedi-los, capturados, a vitória era quase garantida.

– Hahaha, era de se esperar que humanos estúpidos não fossem suportar uma batalha contra um Digimon tão poderoso. – Leviamon, sorrindo com desdenho, zombava dos jovens Escolhidos.

– Me impressiona que um Digimon, digamos... Temperamental, como Crossmon, não os destruiu quando pôde. – Disse o Demônio. Beelzebumon era, normalmente, o mais centrado e calmo dos sete Lordes. Na verdade, era muito diferente dos outros seis, e isso sempre intrigou o líder, Lucemon.

– Essa ave estúpida! Devieria tê-los destruído assim que possível, eu sei muito bem que não podemos subestimar essas crianças, por mais insignificantes que sejam! – Barbamon piscou curioso. O mais velho dos sete Digimaus, não acreditava naquilo que Daemon acabara de dizer.

– Não diga bobagens, eles são necessários para cumprirmos nosso objetivo! – Pôde ver a expressão furiosa do outro. Apesar de serem de um mesmo grupo, batalhas brutais e ferozes, eram comuns entre eles. – Pelo menos os brasões são. E somente o dono do brasão pode liberar todo o poder contido em seu interior.

– Barbamon está certo, não podemos destrui-los até que estejamos em posse de seus brasões. – Disse o mais poderoso dos Lordes, coçando seu queixo infantil. – Entretanto, Daemon não está totalmente errado. Essas crianças já derrotam seres muito poderosos, seres que poderiam ser úteis a nós, e não podemos subestimá-los. Lilithmon, volte à seu castelo, e não permita que eles escapem. A permanência deles sob nosso território, é de extrema importância.

(...)

***

– Você acha que já estamos chegando?

Já passavada quarta vez que essa pergunta se repetia. Um jovem garoto andava com seus dois parceiros pelo Continente Server. Wallace, de treze anos havia sido chamado por Gennai, alguns dias atrás, enquanto navegava em seu computador, e, depois de pensar bastante sobre a proposta do estranho senhor, optou por ir, pela primeira vez, ao Mundo Digital. O loiro possuía olhos azuis cintilantes, e uma personalidade espirituosa. Era de fato, uma boa pessoa, e muito ligado à seus Digimons.

– Eu já te disse que não sei, Lop. Nós vamos chegar, fique tranquilo. – Respondeu suavemente. Era intrigante o fato de que o senhor que o chamou, não lhe dera nenhum mapa ou referência de como chegar à sua casa. Somente o pediu que fosse para lá. Só isso.

– Vocês não acham melhor voltar para casa? Logo vai escurecer e nós não temos nenhuma pista de onde devemos ir. – Disse Terriermon, sonolento. O pequeno Digimon costuma dormir assim que o sol se põe, diferentemente de seu irmão, Lopmon, que gosta de observar as cintilantes estrelas quando a noite chega.

Apesar de serem muito parecidos fisicamente — exceto pelas cores de seus pelos -, os dois são muito diferentes. Enquanto um é energético e brincalhão, o outro segue mais reservado e quieto.

– Talvez... Talvez você esteja certo. – Disse com incerteza. Um pouco decepcionado, acabou se conformando. Podia não admitir, mas queria do fundo de sua alma, poder viver uma aventura naquele mundo.

Pouco mais de dois anos atrás, conhecera um grupo de Digiescolhidos assim como ele, e ao ouvir todas as histórias sobre as aventuras que haviam passado, sentiu inveja. O garoto desejava poder ajudar o mundo também, e estava decepcionado por saber que, possivelmente, não seria dessa vez que isso aconteceria.

– É, vamos voltar. – Sorriu brevemente para seu pequeno amigo, enquanto começava a caminhar.

(...)

***

– Onde estamos? Por que nos trouxeram para cá?

Essas eram as únicas coisas que aqueles treze jovens conseguiam dizer. Assim que recuperaram a consciência, alguns instantes atrás, os Digiescolhidos se viram dentro de uma espécie de masmorra, com grossas paredes de pedra, contendo enormes rachaduras, e uma única grade, os mantendo presos ali dentro.

– Eu não entendo. Por que iriam nos trazer para cá? Isso não faz sentido, se eles queriam nos destruir deviam nos matar de uma vez! – Uma aflita Mimi, resmungava repetidamente essas palavras.

– Acalme-se, Mimi, não adianta nada ficarmos nos perguntando por que estamos aqui, temos que pensar em um modo de sairmos, e, depois, podemos pensar nas possibilidades. – Jou sempre fora de longe o mais sensato do grupo. Sendo o mais velho, sempre assumiu uma enorme responsabilidade sobre os outros, e precisou amadurecer muito cedo, se tornando um jovem muito sábio.

– Como... – Perplexo, Taichi se levantou do chão, onde, até então, permanecia pensativo. – COMO VOCÊ ESPERA QUE FIQUEMOS CALMOS EM UMA SITUAÇÃO COMO ESSA?

– Acalme-se Taichi! – Disse um pequeno dinossauro amarelo, ainda se recuperando do baque que sofrera na última batalha.

– Taichi, o Jou está certo, temos que pensar em um modo de escapar. Nenhum de nós vai conseguir pensar em um jeito se estivermos de cabeça quente! – Sora sabia como acalmar o moreno. O conhecia desde que eram duas crianças, e , desde então, se tornaram amigos muito próximos.

– Mas, Sora... Nós não podemos ficar nem mais um segundo aqui, eu não sei o que eles podem fazer com a gente, nossos parceiros estão completamente sem forças, e não podem Digivolver para lutar. Eu... Eu deveria dar um jeito de nos tirar desse lugar, eu sou o líder, eu devo proteger vocês. Eu falhei, Sora.

– Taichi... – Yamato podia não demonstrar, mas se importava muito com seu melhor amigo. O loiro não era bom com sentimentos, e sempre preferiu guarda-los para si. Os olhos azuis frios escondiam um garotinho, tímido e retraído, com medo de mostrar a todos o que sente. – Você não devia jogar toda a responsabilidade nas suas costas. Ninguém aqui tem culpa, nós só precisamos pensar em algo, e ficaremos bem.

– Yamato está certo, Taichi. Ser o líder não é fazer tudo e tomar todas as responsabilidades pelo grupo. Ser o líder é influenciar os outros a tomarem decisões corretas e fazerem o bem! – Iori, o mais novo do grupo, aparentava ser muito mais maduro que o normal, para sua idade. O garotinho de dois anos atrás crescera de forma considerável, e se tornou ainda mais disciplinado e sábio, mas também desenvolvera sua personalidade: em seus sábios olhos verdes, era possível enxergar sua alma gentil e confiante.

– Onii-chan... – A morena, gentilmente, dirigiu-se à seu irmão mais velho, apoiando uma de suas pequenas e finas mãos em seu ombro esquerdo. – O que aconteceu?

– Hikari... N-não é nada, é só que... Eu estou... Estou com medo. – Era difícil para o Digiescolhido da coragem — dono de enorme bravura -, admitir que tinha medo, que estava com medo. – Depois de tudo o que passamos aqui... Depois de todas as vitórias que tivemos, e de todos os inimigos poderosos que derrotamos... Eu achei que pudéssemos vencer qualquer coisa. E nessa luta contra Crossmon, eu percebi que não é bem assim.

– É normal ter medo, Taichi. – Ken, estava em silêncio até então. O garoto se pronunciou com cautela; era tímido e reservado na maior parte do tempo. – Depois de me transformar no Imperador Digimon, eu também tive muito medo. Medo de não ser aceito, medo de ter perdido o amor dos meus pais, medo do poder... Medo das trevas. – O “menino gênio”, continuou após um suspiro. – E mesmo o Digiescolhido da Coragem, pode sim ter medos. Todas as pessoas têm medo.

Taichi observou com cuidado o dono do Brasão da Bondade, e, depois de alguns instantes, sorriu, pensando no quão intrigante era a personalidade de Ken Ichijouji.

– Eu não tenho medo nenhum! – Daisuke exclamou orgulhoso. O líder da segunda geração era dono de uma personalidade forte, sempre muito brincalhão e, algumas vezes, infantil. Mas era notável seu amadurecimento com o passar dos anos.

– Daisuke! Isso não é hora para brincadeiras, estamos presos em um lugar no meio do nada, e sete demônios estão querendo nos matar, você não percebe a gravidade disso? – Disse a garota de cabelos roxos, de forma nada sutil, provocando um leve conforto nos Digiescolhidos, devido à situação ligeiramente cômica. (...)

***

– Ei, Wallace, o que é aquilo? – Intrigado com um estranho ruído provindo da floresta, Lopmon perguntou, curioso.

– Eu não sei, Lop. – O loiro também ouvira o barulho, e, prontamente, pôs-se à frente de seus dois parceiros, já com o Digivice em mãos.

– Você acha que é algum Digimon malvado? – Terriermon sussurrou um pouco amedrontado. Apesar de forte, não era muito acostumado com batalhas.

– Eu não tenho certeza, mas vamos ter cuidado, tudo bem? – O garoto aproximava-se cada vez mais do local de onde o barulho saiu. Estava com um pouco de medo, mas também, ansioso.

Antes que Wallace pudesse chegar à seu destino, sofreu um brusco impacto, com algo ou alguém que estava, provavelmente, se movendo em alta velocidade, o fazendo cair no chão.

– Ah! – O loiro se assustou. Ao cair, pôde ver que os rostos de seus parceiros estavam fechados e nada amigáveis. Virou-se para ver quem tinha colidido com ele, e foi pego de surpresa.

Era um homem, que aparentava ter uns trinta anos, branco, com olhos azuis acinzentados, dentro de um Digimon parecido com um robô. O homem soltou um pequeno sorriso de forma culpada e começou a falar:

– Desculpe-me! Eu estava distraído e acabei não vendo você!

– Eu estou bem. – “Têm outros humanos aqui?” Pensou, enquanto se levantava com a ajuda do desconhecido – Mas... Quem é o senhor?

– Você não está me reconhecendo, Wallace?! Sou eu, Gennai! – Sorriu para o garoto, que parecia bem surpreso com a notícia.

– Puxa! Gennai? – Perplexo, o garoto piscou, admirado. – O senhor está bem mais novo! Como isso aconteceu?

– Isso é uma longa história, mas logo todas as suas perguntas serão respondidas. – Disse Gennai, seriamente. – Porém... antes disso, eu preciso de sua ajuda para fazer algo. Algo de grande importância: resgatar os outros Digiescolhidos.

– R-resgatar? De onde? E tem outros aqui? Quem são eles? – Perguntou inquieto. Os dois pequenos Digimons que o acompanhavam, apenas observavam tudo atentamente, esperando para saber o que fariam em seguida.

– Como eu disse; todas as suas perguntas serão respondidas. Com o tempo, você saberá tudo o que precisa saber. – O homem se virou e começou a caminhar. Depois de completar o terceiro de seus longos passos, girou a cabeça para trás, mirando o jovem, que permanecia estático. – Eu irei guiá-lo pelo caminho. Venha, Escolhido.

Mesmo que parecesse um pouco suspeito, o loiro preferiu acreditar em seus instintos, e o seguiu, rumo à sua primeira — e tão esperada aventura.

***

– Koushiro, já conseguiu pensar em alguma coisa? – Ansioso, Takeru pressionava o ruivo, que há horas, pensava em uma maneira de sair daquela prisão. De todos os parceiros dos treze Digiescolhidos, o único que ainda não havia despertado, era Patamon. O golpe desferido em Angemon durante a batalha, o deixou muito ferido.

– Na verdade, pessoal... Acredito que não haja uma maneira de sair, sem que alguém abra uma passagem para nós. – Os jovens ficaram perplexos. Tinha que existir uma maneira. Tinha que existir.

– Tem certeza, Koushiro? – Catherine falou pela primeira vez com alguém — que não fosse o Takeru -, desde que se viram dentro daquela cela. A garota era reservada, e não falava muito.

– E se Armadillomon se transformasse em Digmon e abrisse uma passagem nessas pedras? – Perguntou Iori.

– Bom, nós teríamos uma chance de escapar, mas nenhum dos nossos parceiros tem forças para Digitransformar agora. – Respondeu sem tirar os olhos de seu laptop. O antigo computador amarelo que ele costumava levar consigo, parara de funcionar algum tempo atrás, e fora substituído por um mais moderno. – Além do que, seria muito perigoso quebrar alguma dessas paredes. Tudo poderia desmoronar sobre nossas cabeças.

– Então você espera que fiquemos aqui parados, esperando por uma ajuda que pode jamais chegar? – Incrédula, Mimi interrogava o garoto.

– Não é isso Mimi, mas nós não temos outra escolha, eu também queria sair daqui, mas nós não sabemos como fazer isso, então pare de me pressionar! – Koushiro não era de se irritar facilmente, mas a filha única dos Tachikawa, conseguia deixar qualquer um enraivecido com seus ataques de histeria. – Me desculpe. – Estava envergonhado e sentido; não desejava ter sido grosso com ela.

– Está tudo bem, eu entendo. – Sorriu. Aquilo pegou não só o ruivo, mas todos os Digiescolhidos de surpresa. Essa não era uma atitude comum para a portadora do Brasão da Sinceridade.

O ruivo piscou, sorrindo logo depois. Pensava no quanto todos ali haviam mudado desde que foram pela primeira vez ao Digimundo, cinco anos atrás. (...)

***

– Lady Lilithmon, temos invasores no castelo. – BlackTailmon, fiel aliada da Digimá, percebeu a presença de Gennai e Wallace no momento em que eles entraram no Castelo, e foi, no mesmo instante, avisar sua mestra.

– Hahaha! Perfeito. – A única mulher dos Sete Demônios, era conhecida por sua enorme crueldade. Ela gostava de brincar com suas vítimas antes de matá-las. – BlackTailmon, dê aos nossos convidados uma recepção adequada!

– Sim, mestra Lilithmon. Algo mais? – A Digimon era muito prestativa com sua mestra. Apesar de pequena, nutria um grande ódio por todo ser de Luz, e estaria sempre disposta a acabar com um, assim que lhe fosse permitido.

– Certifique-se de deixar bem claro que somente o adulto pode morrer.

– Mas e quanto ao garoto?

– Deixe-o preso junto dos outros. Vai ser bom ter mais um brinquedinho para me divertir! – A Digimon não conteve uma risada cheia de maldade. – Em pouco tempo, todos esses vermes aprenderão que não se deve mexer com a rainha das Trevas.

***

– Gennai!

A menção de seu nome o alarmou. A voz ouvida parecia ter vindo do nada. Wallace piscou, tentando enxergar além do que a densa escuridão do castelo os permitia, mas não teve sucesso. O corredor em que estavam não tinha iluminação alguma, e a visão lá, era praticamente nenhuma. O ser falou novamente, após alguns segundos de silêncio:

– Estou aqui para matá-lo.

Um calafrio percorreu todo o corpo do garoto. Pelo canto do olho, percebeu uma pequena movimentação. O medo o tomava por completo, mesmo que a presença de seus Digimons ali, o dessem um pouco de conforto.

– Quem está aí? – Gennai estava com uma de suas mãos no cabo da espada que carregava consigo, se preparando para uma batalha.

O mais novo fechou seus olhos quando uma grande ave com asas metálicas entrou em seu campo de visão.

– Eu já estava lhe esperando, Crossmon. – Sorriu debochado. A grande Besta não o assustava tanto assim. Já havia enfrentado inimigos piores tempos atrás. Mas era inegável o seu nervosismo. O Digimon não desistiria tão facilmente.

– Espero que faça uma boa viagem para o inferno!

O monstro começou a se iluminar, deixando todo o ambiente antes coberto por escuridão, claro como um dia ensolarado, e sua armadura dourada parecia ter dobrado de tamanho. Wallace pensou em correr, assim como seus parceiros, encolhidos nos braços do loiro, mas não podia deixar Gennai ali para morrer.

A luz estampada no corpo de Crossmon desapareceu, deixando somente a enorme ave, parada em frente aos quatro. Em um brusco movimento, o Digimon se inclinou para frente, e o som de sua voz ecoou dentro do castelo.

– Kaiser Phoenix!

...

Notas finais
Tá, eu SEEEEI que esse não foi meu melhor capítulo. Eu estou meio enferrujada depois desses longos meses sem escrever nada. Por favor, me avisem se algo ficou confuso ou "solto" durante o capítulo.De verdade, estou aberta a qualquer críticas sobre esse capítulo. Eu acho que as ideias sumiram da minha mente depois desses quatro meses em hiatus. Eu não acho que consegui caracterizar bem os personagens aqui, e estou me sentindo estranha sobre esse capítulo. Tive que inserir os personagens novamente, e isso não é fácil depois de tanto tempo, e eu ainda tive que dar as características principais dos personagens aqui nesse capítulo (pois é, eu não tinha feito isso ainda, não sei onde estava com a cabeça.)! Ahhh, não sei se notaram, mas eu mudei algumas coisas na fic. Meu estilo de escrita mudou com o tempo, e a fic vai mudar também, por exemplo: agora farei uso dos nomes originais!Os capítulos anteriores serão atualizados em breve! Yay!E ah, eu gostaria me desculpar, porque SEEEI que o capítulo ficou bem chatinho, não teve lutas, nem nada de tão importante, mas foi necessário, prometo que compenso no próximo.E ah, houveram muitas cenas. Muitas mesmo. O motivo disso é que haviam muitas coisas para serem encaixadas, então foi necessário, e eu finalmente introduzi o Wallace na fic! Além disso, acho que muitas cenas assim é até bom. O capítulo fica mais dinâmico e menos cansativo.Enfim, espero que sejam compreensivos com esse capítulo, ele foi só algo para dar um empurrão na volta da fic, nada de realmente importante acontece, então fiquem a vontade para criticar!E se houver algum erro, por favor, me avisem, ok? Ok. Enfim, espero que não tenham odiado. ^-^ Beijos! ;D