Die Motherfucker Die
36 Tudo Tem Sua Hora
Notas iniciais
Cloe apertava seus cabelos para sair o excesso da agua salgada.
-Que dificuldade. – Ela murmurou. – De volta para o zero.
Cloe olhou para o navio e viu um helicóptero sair dele vindo em direção à cidade. Cloe olhou bem para a cabine do helicóptero e viu a Ada, só que ela não tinha certeza se era a Carla ou a própria Ada. Na duvida, Cloe começou a correr atrás do avião na esperança dele leve-la para algum lugar.
Ela seguiu o helicóptero até o centro da cidade que estava cheio de pessoas, Cloe deduziu que eles ainda não estavam sabendo da infecção. As pessoas olhavam surpresas e chocadas com a velocidade que Cloe estava correndo. Cloe poderia disfarçar, mas ela não tinha tempo para isso, e o que estava fazendo era para um bem maior.
Um barulho de explosão que vinha do mar chamou a atenção de todos, inclusive a de Cloe. Segundos depois ela viu uma linha de luz no céu vindo para o centro da cidade.
-Nada bom.
Ela rangeu os dentes ao ver todas aquelas pessoas. Eram muitas para salvar, Cloe se sentiu impotente. Cloe abaixou a cabeça controlando sua decepção, esperando pelo ataque e sabendo que ela não seria ferida. Ela fechou os olhos, pois não queria ver o terror acontecer. Ela nem ao menos ouviu o barulho do míssil explodir sobre o chão, mas sentiu a terra tremer debaixo de seus pés. Cloe abriu os olhos temendo o que iria ver, pensou que já iria ver os zumbis em sua volta, mas apenas viu a densa fumaça azul em sua volta. Quando ela respirou aquela fumaça, suas narinas e garganta queimaram. Ela começou a tossir e saiu correndo para longe da fumaça. Ela passou por alguns zumbis até sair da extensão da fumaça.
-Esse cheiro.....-Cloe tossiu novamente. – É o mesmo do avião. – Ela viu alguns zumbis saírem da fumaça, ela não os atacou, apenas dava passos para trás. – Todas essas pessoas. – Coe fechou as mãos como se fosse dar um soco em alguém. – Eu tenho que parar isso.
Controlando a tristeza e a raiva, Cloe saiu de perto da fumaça e correu sem direção para longe. Ela não sabia aonde ir, mas estava sendo liderada pelos seus instintos.
-Ada! – Cloe ouviu a voz de Simmons. – Você me desobedeceu!
Cloe começou a correr seguindo o som de voz de Simmons. Ela se surpreendeu de como o vírus C reagiu rápido na cidade, agora o seu caminho a frente estava cheio de zumbis. Ela não tinha tempo para ataca-los, então Cloe passou por eles e os empurrava para longe até chegar ao lugar que gostaria. Cloe chegou num prédio e foi abrindo as portas. Aquele lugar lhe parecia familiar. Corredores longos e brancos e luzes fluorescentes iluminando o local. Enquanto andava apressada, ela ouvia som de tiros, gritos de um dinossauro e hélices de helicóptero.
Cloe estava tão apressada que sentiu que o lugar não tinha fim. Um dos corredores que ela passou tinha uma sala com desenho de armas. Ela parou de correr, abriu a porta violentamente. A sala estava cheia de armas de todos os tipos, mas como sempre, Cloe pegou sua favorita: a espingarda. Depois que pegou algumas balas ela saiu da sala e continuou seu caminho.
Enquanto corria, percebeu que os tiros e os gritos haviam acabado. No final do corredor ela podia ver uma porta vermelha, e mentalmente torceu para que aquela seja a ultima. Ela chegou perto da porta, e em cima da porta estava escrito ‘’Neo- Umbrella’’. Cloe suspirou e abriu a porta. A primeira coisa que Cloe viu, foi o corpo de Simmons no chão.
-Simmons. – Cloe disse enfurecida. Ela se aproximou dele e apontou a espingarda. Cloe sabia que ele ainda estava vivo. – Chega de jogos.
-Jogos? – Ele inclinou a cabeça e riu de maneira insana– Você conhece muito bem as regras do jogo. – Ele se levantou. – Você esteve tempo suficiente na Umbrella, você não tem direito de defender a humanidade. –Ele riu de novo– Neo – Umbrella é um sucesso. – Ele dava passos para frente, enquanto Cloe andava para trás. – Umbrella só infectou Raccoon City, mas o meu vírus irá possuir o mundo inteiro. – Ele levantou as mãos para cima. – Acha que é apenas a China que está recendo o vírus C? A China é apenas uma cobaia! Haos vai levar o vírus para milhões de cidade. E o mundo......- A voz dele mudou, estava alterada. – Vai ser apenas meu!
-Não duvide das pessoas que estão contra você Simmons. – Cloe disse com um sorriso. – Eu sei já de muita coisa. Sei que você é um apaixonado maníaco pela Ada. – Simmons rangeu os dentes. – Tão doente e obcecado por ela, que fez Carla Radames ser a Ada. E tem mais. – Simmons bufou. – Eu percebi que Neo- Umbrella tem um ajudante muito especial, o ‘’amigo’’. Ele te deu informações o suficiente para você criar o vírus C em pouco tempo.
Hum....-Simmons sorriu de lado. – Você não perde por esperar Cloe Scarlet. Tudo tem sua hora.
Ele riu e deu um salto com força que conseguiu subir até a metade do prédio da Neo- Umbrella.
Cloe pensou em ir atrás, mas ao ver Leon e Helena numa das janelas ela mudou de ideia.
-Acabem com esse filho da puta por mim. – Ela sussurrou.
Depois que falou isso, Cloe começou a ouvir um barulho de sirene, igual ao que ouviu no laboratório da Umbrella anos atrás. Ela correu na direção do som, e dessa vez ela não demorou muito para achar. Ela abriu a porta e viu a grande tela de computador com a as letras em vermelho ‘’Haos enfraquecido’’. Cloe se aproximou do gigante teclado e apertou enter. A tela que estava com as palavras, agora estava com a câmera do laboratório submerso da Neo- Umbrella. Mostrava Chris e Piers passando por vários monstros. Cloe olhou bem para o braço de Piers e viu que ele estava infectado.
-Não.....-Ela disse com tristeza.
Acessando os dados de Haos, Cloe descobriu onde ficava o laboratório submerso. Depois procurou alguma forma de chegar lá. Ela apertou um dos botões e uma das paredes de ferro metros ao seu lado se abriu, revelando um jatinho vermelho e branco. Ela correu para o jatinho e entrou nele. Foi na cabine e não tinha como controlar o jatinho, apenas uma tela de Touch. Cloe a tocou e ela apresentou barra de endereços. E lendo eles rapidamente, Cloe achou o endereço de Tall Oaks e do laboratório submerso. Cloe clicou no laboratório e logo o jatinho partiu.
***
Quando Cloe viu Chris dentro de uma capsula branca pela janela, Cloe correu para a cabine e apertou o botão de parar no ar. Ela foi até a porta do jatinho e a abriu.
-Chris! – Cloe sorriu ao ver que ele estava bem.
-Cloe, como você me achou?
Cloe não respondeu, apenas viu que iria precisar de algo para trazer Chris para cima.
-Espera um pouco. – Ela disse voltando para a cabine. – Sempre tem aquelas escadinhas dentro desses jatinhos.
Cloe olhou debaixo de uma das poltronas e achou a escadas. Ela a pegou e levou rapidamente para a porta.
-Agora você pode subir.
Cloe jogou a escada e Chris começou a subir. Quando ele estava perto o suficiente da porta, Cloe pegou na mão de Chris e ajudou ele a subir. Chris se jogou no chão recuperando seu folego. Cloe o observou preocupada e se agachou do lado do moreno.
-Ei. – Ela colocou sua mão sobre o ombro de Chris, fazendo ele se inclinar para ficar sentado. – Está tudo bem?
-......Eu não sei. – Ele respondeu com a cabeça baixa.
Cloe se lembrou de que Piers foi infectado. Ela abaixou o olhar e se levantou.
-O Jatinho vai nos levar para Tall Oaks. Quando chegarmos lá, acha que você consegue se comunicar com a BSAA?
Chris não respondeu, mas fez um sim com a cabeça. Depois Cloe entrou na cabine e mudou o destino para Tall Oaks.
Notas finais
Acabou-se Resident Evil 6
*Joy, vai ter o sete?
Claro que sim Shishas, ou a fic ia ficar cheio de buracos na história, mas reflitam: Quem será nosso novo vilão?
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Prometo que é ultima vez que eu faço a divulgação da minha própria fic (LOL). Se você gosta de Assassin's Creed e história sobre piratas, pke não dar uma lida na minha nova fic?
http://fanfiction.com.br/historia/345835/Red_Mortis
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