Die Motherfucker Die
15 Interesses Pessoais
Os pesquisadores andaram apressados para o laboratório para contar para os colegas de trabalho o sucesso de La Plaga, nem parecia que alguém do grupo havia morrido ou que foram atacados. Já para Cloe e HUNK as coisas não foram tão simples. Eles foram solicitados na sala de reunião. Eles nem tiveram um tempo para respirar ou se acalmarem um pouco, mas ser importante é assim mesmo, é não ter tempo nem para si mesmo.
HUNK abriu a porta e deu caminho para Cloe passar, HUNK fechou a porta e se sentou. A primeira coisa que ela viu foi Lupo, dessa vez sem sua mascara de guerra. Cloe a encarou friamente e se sentou na cadeira que ficava de frente a Lupo. Spencer olhou para as duas como se pedisse para elas não começarem uma discussão desnecessária.
–Agora podemos começar a reunião. – Disse Spencer. – Cloe, HUNK, primeiramente eu queria saber a opinião de vocês sobre a La Plaga.
–La Plaga é um sucesso assustador Sr.Spencer. – HUNK respondeu.
–La Plaga entra num hospedeiro e nem dá sinais de infecção. – Disse Cloe. – Nem parece que estão infectados. Quando chegamos lá, tudo estava ocorrendo normalmente, os aldeões estavam trabalhando como pessoas normais.
–Eles só agiram quando Lord Saddler chamou eles. – Continuou HUNK. – Parece que ele pode controlar o vírus, mas ainda não sabemos como.
–Bom saber disso. Não tivemos muitas perdas.
–Apenas o pesquisador mais velho do grupo. – Respondeu HUNK.
–Se o Wolfpack estivesse lá....- Lupo interferiu no assunto.
–Todos iriam morrer. – Cloe interrompeu Lupo com a voz firme.
–Vocês duas.....chega. – Disse Spencer. – O QG disse que Lord Saddler sequestrou a filha do presidente.
–Sim. Quer dizer....diz ele que foi um presente. – Respondeu Cloe. – Pegar Asheley não estava nos nossos planos. Sabe de uma ironia? – Cloe sorriu. – Nós é que teríamos que trair Lord Saddler, e que acabou sendo traído foi nós.
–Cloe, maneire suas palavras. – Avisou HUNK.
–Spencer. – Cloe disse calma. – Eu fiz algo sem a sua autorização. – Cloe se apressou no assunto antes que HUNK. – Eu mandei informações para um dos soldados das forças armadas do EUA sobre Asheley. Eu fiz isso para termos melhores resultados da La Plaga.
–Ah...entendo Cloe. – Spencer balançou a cabeça. – Você fez certo. – Cloe sorriu para HUNK demostrando sua vitória.
–Provavelmente o governo mandara alguém para investigar isso. E você sabe muito bem que é esse agente especial – Disse Lupo.
–Eu sei disso. – Respondeu Cloe olhando fixamente para Lupo. – Leon S. Kennedy é ótimo para isso. Ele combateu os cidadãos contaminados com o vírus G, mas La Plaga é totalmente diferente. – Cloe abriu um sorriso diabólico. – E se tudo ocorrer como Spencer planeja, Wesker já deve ter mandado alguém para coletar a La Plaga.
–Pelo que sabemos, ele já mandou. – Respondeu HUNK com os braços cruzados.
–E por que eu estou sabendo disso só agora? – Cloe controlou sua raiva.
–Pra que você quer saber de algo que já sabia que ia acontecer? – HUNK calou Cloe.
–Na verdade Cloe.....-Disse Spencer. – Não queria te falar mas eu irei, Ada está lá.
–Ada. – Cloe disse calma. Ela abaixou seu olhar.
–Se você soubesse que Ada está lá, a primeira coisa que você ia fazer é se oferecer para começar uma missão. Cloe. – Disse Spencer querendo a atenção de Cloe. Ela olhou para Spencer decepcionada. – Eu sei que você tem aquela pergunta para Ada que não quer calar. Mas essa não é a hora.
–E quando é que vai chegar a hora? – Disse Cloe quase que desafiando Spencer.
–Cloe! – HUNK disse com autoridade.
–Spencer, uma pergunta não vai afetar a missão.
–Mais vai afetar você, vai fazer você perder o foco.
–Spencer por favor! – Cloe insistiu. – Eu mereço saber disso. Sem contar que isso é um problema meu e não da Umbrella.
–Cloe....- Spencer olhou para ela com tristeza. De algum jeito ele tinha medo de perder Cloe. – Faça o que você quiser, mas tome cuidado.
–Obrigada Spencer. – Cloe sorriu. – Obrigada.
–Bem, parece que é só isso, vocês estão dispensados. – Disse Spencer.
Todos se levantaram e foram em direção a porta. Cloe foi rápida e a abriu a porta. HUNK passou e logo atrás veio Lupo. A morena fechou a porta e olhou para Lupo.
–Parabéns pela sua conquista. – Disse Lupo com ironia.
Cloe não respondeu mas estava para pegar sua pistola. Mas HUNK segurou o braço de Cloe, controlando a situação.
–Você está louca? – Ele disse baixo.
Cloe o encarou com os olhos vermelhos e se soltou dele. Ela andava com passos largos em direção ao seu quarto. HUNK ia atrás de Cloe.
–Você foi egoísta ao colocar seu interesse em primeiro lugar.
–Cala a boca HUNK. – Disse Cloe sem olhar para trás.
–É arriscado, e se Ada falar para Wesker que você está viva!
–....- Cloe fecho na porta no seu quarto e abriu ela rapidamente ela entrou no quarto e se virou. – Já falei que isso é assunto meu, e não da Umbrella. De manhã eu estarei indo para Pueblo.
–Cloe não.....
Antes que HUNK terminasse ela fechou a porta com força.
A respiração de Cloe estava alterada. Estava forte e ofegante. Ela se acalmou ao poucos com dificuldade. Cloe foi até ao espelho e encarou seu próprio reflexo.
–Você vai me dizer por que me condenou a isso Ada!
Num momento de raiva. Cloe bateu a mão no espelho com força fazendo ele se quebrar e abrir uma pequena ferida em sua mão. Ela não se preocupou com a ferida, ela tirou o pedaço de vidro entre os dedos e o jogou onde os pedaços quebrados do espelho de encontravam. Ela olhou para o pedaço maior manchado de sangue.
–Você me fez ser assim.
Pela primeira vez em tanto tempo, lágrimas de tristeza cairam dos olhos vermelhos de Cloe.
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