Die Motherfucker Die

24 Escondendo Verdades


Notas iniciais
Eu geralmente não posto capítulos todo dia, mas pow, hoje eu tava inspirada.

Cloe se aproximou lentamente do corpo do chefe e olhou o buraco na cabeça dele. Ela pensou em mexer no corpo, mas se lembrou de que isso iria atrapalhar a pericia, até mesmo ela queria saber quem tinha feito isso.

-Foi um tiro de Sniper . – Disse Cloe olhando bem para o buraco da bala. – Foi certeiro.

-E há pouco tempo. – Acrescentou Chris se aproximando de Cloe. Depois ele se virou para janela quebrada.

-Alguém não queria que vocês soubessem da verdade. – Continuou Cloe.

-Faz sentido. – Disse Carlos.

Chris estava tentando imaginar de onde veio àquela bala olhando em possíveis locais. Chris tinha uma boa visão para essas coisas, ele olhou para o prédio da frente e desceu o olhar e viu uma pessoa de preto e com grandes olhos azuis brilhantes. Chris percebeu que aquilo não era seus olhos, e sim uma espécie de mascara. Chris apertou o olhar para ver melhor e viu a pessoa misteriosa apontando a Sniper na direção de Cloe.

-Abaixem! – Chris gritou.

Ele pegou o braço de Cloe com força e a derrubou no chão. Carlos abaixou e 1 segundo depois ele ouviu o barulho da Sniper e a bala batendo contra a parede.

-Fiquem longe da janela. – Disse Chris.

Eles se arrastaram até porta e se levantaram.

-Foi por pouco. – Disse Carlos.

-Aquele tiro foi pra você Cloe. – Disse Chris olhando para Cloe.

Cloe não respondeu. Ela procurou a bala e foi até ela. Ao pegar a bala, ela logo reconheceu as balas especiais para amenizar o T Progenitor.

- Velhos amigos querem minha morte hum.....- Ela sussurrou.

‘’Essa bala não pode ser dos capangas de Wesker, ele não conseguiria fazer essa pesquisa em pouco tempo. A pessoa que atirou em mim foi membro da Umbrella, só pode ser alguém da USS.’’ . Cloe estava pensou e depois virou para Chris.

-Chris, você viu quem era? – Ela perguntou.

-A pessoa estava vestida toda de preto, e usava uma mascara de olhos grandes e azuis brilhantes.

Cloe andou para a janela quebrada com passos largos. Chris foi atrás dela.

-Onde você viu? – Ela tentava procurar.

-Ei, já falei que aí não é seguro. – Ele pegou no ombro de Cloe para distancia-la da janela.

Cloe permaneceu lá. De repente um barulho de explosão fez Chris, Cloe e Carlos olharem uns aos outros.

-Ouviram isso? – Disse Cloe.

Antes que Carlos pudesse dar a resposta, a sala de dividiu ao meio separando Chris e Cloe de Carlos.

-Não!

Carlos gritou ainda tentando alcançar a parte que estava declinando. Cloe caiu para fora da janela, mas conseguir se segurar nos tijolos dos andares de baixo. Chris olhou para baixo preocupado com Cloe.

-Calma, eu vou te pegar. – Chris ia descendo por partes que ele podia segurar até chegar em Cloe.

Cloe não entendia porque ele estava fazendo isso. Aí ela se lembrou que Chris a queria viva para ele mesmo mata-la, mesmo assim ela achou lindo a determinação dele.

A cada movimento dado por Chris, o prédio decaía mais para o chão. Chris pisou num tijolo solto e com o susto, Chris se soltou dos tijolos que ele estava segurando.

-Chris! – Carlos gritou.

Cloe olhou para o corpo de Chris caindo. Foi como uma câmera lenta para ela. Ela poderia deixa-lo morrer, seria um problema a menos para se preocupar. Mas ela não queria deixar Chris morrer.

Quando Chris chegou quase ao ponto de ultrapassar Cloe, ela pegou seu braço e salvou Chris. Ele olhou para baixo com os olhos arregalado e ainda supresso por Cloe ter salvado sua vida. Ele ergueu a cabeça e olhou para Cloe, que estava sorrindo.

-Por que você fez isso? – Chris perguntou com dificuldade.

-Oras......se você morrer você não vai me matar. – Ela respondeu sorrindo.

-Cloe.........

Chris não sabia o que responder naquela hora. Ele olhou para baixo e sentiu que o prédio agora ia desabar por completo. Ele voltou a olhar para Cloe e viu seus olhos ganharem o tom avermelhado aos poucos.

-Não se esqueça da África, tá bom?

-O que você vai fazer?

Cloe jogou Chris para cima. A força foi tão grande que Chris foi para onde Carlos estava.

-Chris você está bem? — Disse Carlos enquanto ajudava Chris a se levantar.

-Estou. – Chris andou até a ponta para ver Cloe. Ela ainda estava lá. Os dois se olharam e então, Cloe se soltou dos tijolos que estava segurando. – Cloe! – Chris gritou. Segundos depois Cloe desapareceu na fumaça.

-Chris, vamos, essa parte está para cair também. – Carlos colocou sua mão no ombro de Chris.

Chris ficou olhando para fumaça com esperança de ver Cloe. Ele abaixou a cabeça e logo se lembrou dos olhos vermelhos de Cloe.

-Ela está bem, eu sei que está. – Ele sussurrou e depois olhou para Carlos. – Vai sair daqui.

-Bem, não dá pra voltar, mas quando chegar a hora certa, a gente pula as escadarias de incêndio do prédio ao lado.

-Ok, vamos lá.

Os dois foram para parte aberta e sentiram que o prédio ia começar cair. O prédio chegou perto das escadas e Chris pulou primeiro, depois Carlos em seguida. Eles viram o prédio que estavam cair no chão e a densa fumaça subir.

-Ahn....cara. – Carlos colocou as mãos na cintura. – A Cloe já era.

-Acho difícil. – Chris continuou a olhar para baixo. – Ela é igual ao Wesker, lembra?

-É mesmo!

-Tenho certeza que ainda vamos encontrar ela por aí. – Chris levantou a cabeça e olhou para o céu.

***

Cloe estava andando por entre o prédio que Chris disse ter visto alguém. Estava difícil de enxergar por causa da fumaça, até mesmo Cloe estava com dificuldade. Ela andou pelos arredores e não achou nada que a levasse para essa pessoa. Ela começou a ouvir o barulho das sirenes e viu que ela não tinha mais tempo de ficar ali.