Die Motherfucker Die
25 Desejo Estragado
Notas iniciais
10 anos depois
‘’Eu tinha que esfriar a cabeça e me preparar para o pior que estava para vir. A República da Edonia foi o único país que senti que seria bom para descansar. O único problema é que depois de um tempo, um grupo de mercenários do exercito da libertação escolheram logo a Edonia para infernizar. Nunca parei pra saber o motivo, mas eles conseguiram assusta as pessoas e faze-las se isolar dentro de suas casas. Só os que não tinham medo do exercito da salvação saiam nas ruas. E cá estou andando pelas ruas vazias com apenas o som da minha respiração. Ou não.....parece que tem um idiota me segundo.’’
Cloe andava com tranquilidade, como se não se importasse com a pessoa a seguindo. Mesmo assim Cloe olhava de canto para ver que era, mas ao tempo de nevasca dificultou isso, Cloe apenas viu que era um homem que vestia uma jaqueta preta com um capuz. Ela sorriu de lado e continuou andando para algum lugar de vantagem. O lugar perfeito apareceu, eram aqueles típicos lugares sem saída. Cloe foi até o fundo do lugar para parecer perdida e esperou o seguir se aproximar. Segundo depois ele apareceu e parou metros de Cloe. Ele era um homem, não era possível ver seu rosto não só por causa do capuz, mas sim também do lenço que ele usava para tampar quase seu rosto interiro, apenas seus olhos azuis podiam ser vistos.
Cloe o observava com um sorriso. Olhou para sua jaqueta e viu o emblema do exercito da salvação.
–Mercenário hum......- Cloe cruzou os braços. – Será que o mercenário não tem algo mais importante para fazer do que seguir mulheres indefesas? – Cloe disse fingindo estar com medo.
–Você? Indefesa? — Cloe apertou os olhos, ela conhecia aquela voz de algum lugar. – Você é muito abusadinha, querida.....- Depois ele deu uma risada maliciosa.
–Querida? – Cloe buscou nas suas lembranças mais profundas. Foi quando ela se lembrou de Jake Muller, o garoto que jurou acha-la um dia. E como dito, ele fez. Cloe riu por achar isso irônico. – Quanto tempo, hein Jake.
–Muito. – Ele tirou o lenço do rosto a abaixou o capuz. – Você vai me pagar por isso. – Ele apontou para a cicatriz na bochecha.
–Ah, aquilo! – Cloe também se lembrou do que fez a ele. – Mas a cicatriz que deu até um charme.
–Ah é mesmo? – Cloe fez um sim com a cabeça. – Que tal ter uma dessas no rosto, eu faço por você. – Ele tirou uma faca de dentro do bolso da jaqueta e andava lentamente até Cloe. – Vai ser uma pena rasgar seu rosto. Caramba, o tempo passou e você ainda continua gostosa.
–Então não rasgue meu rosto. – Ela alterou a resposta que ela deu para Wesker quando ele falou que ia deixar ela no laboratório da Umbrella anos atrás. – Você cresceu Jake, já sentiu o calor de uma mulher? – Ela poderia sair dali, mas Cloe era assim mesmo, adora tentar os homens e usa-los a seu favor, Jake alguma hora poderia ser prestativo.
–Poucas vezes, cicatrizes botam as mulheres para correr. – Ele respondeu sorrindo.
Jake estava quase chegando quando de repente um barulho de tiro o assustou. Cloe pode viu a bala rápida chegar perto dela. Ela não desviou, achou desnecessário por ser saber que seu corpo era mais forte. Foi então que a bala passou pelo seu ombro. De começo, Cloe não sentiu nada. Jake olhou para Cloe supresso e chocado.
–Contratou um amiguinho para atir......
Antes que Cloe terminasse, ela começou sentir um formigamento começar no seu ombro e depois no seu corpo. Sua respiração ficou mais forte e Cloe começou a suar frio. Ela olhou para o chão e viu as gotas de sangue, seu sangue. Cloe caiu no chão e viu Jake correr até ela e se agachar. Sua visão estava ficando turva, ela sentia que ela poderia desmaiar a qualquer segundo.
–Ei! – Jake levantou o rosto de Cloe. Ela o viu falar, mas de sua boca não saiu nenhum som.
Cloe mudou a direção do olhar e a silhueta de um homem todo de preto com grandes olhos azuis brilhantes, segundos depois ele desapareceu. Ela viu Jake se levantar e sentiu ele a pegar no colo. Depois Cloe desmaiou nos braços de Jake.
***
Cloe abriu os olhos assustada, ela ainda estava em choque por causa da situação que ela vivenciou. Ela estava sobre uma cama de solteiro de que estava com um lençol azul escuro. As paredes ainda eram de tijolo e não havia janelas. Por incrível que pareça o lugar ainda era quente.
Só depois Cloe percebeu que estava sem blusa e seu ombro enfaixado. Ao se mexer, Cloe sentiu que suas mãos e pés estavam amarrados. Ela queria sair dali, mas não tinha força o suficiente já que o vírus foi estabilizado, mas ela sentia ao poucos o T Progenitor voltar o normal.
–Droga. – Ela disse tentando se levantar, mas viu que isso agora ia ser impossível. – Foi o mesmo filho da puta que tentou me matar naquele prédio, não tenho mais duvidas que ele seja da USS.
–Falando sozinha? – Jake entrou no quarto com uma xicara vermelha cheia de café.
–Jake.......- Cloe se sentiu estranhamente feliz por ver Jake. – Foi você que....
–Sim. Enfaixei você e relaxa, não olhei para seus seios, poderia, mas não vi. – Ele respondeu e tomou um gole de café. Depois deixou a xicara debaixo da cama.
–Não era mais fácil me deixar para morrer?E porque eu estou amarrada?
–Era. – Jake suspirou e se sentou na cama, ficando de frente ao corpo de Cloe. – Mas eu não quis, fiquei com pena, tinha que ver seu rosto de desesperada. E você está presa porque eu quero. – Cloe bufou.
–Você viu quem atirou em mim?
–Não.......- Ele disse calmo. – Está tudo bem agora. – Ele colocou a franja de Cloe atrás da orelha dela.
–Ei, ei, ei, o que está fazendo? – Cloe tentou se distanciar. Com a força do seu corpo, Cloe conseguir se levantar um pouco, ficando sentada e com suas costas contra a parede.
–Shi......
Ele se aproximou do rosto e do corpo de Cloe. Jake segurou a cintura de Cloe, a mesma tentava sair dali, mas Jake a encurralou com seu próprio corpo em cima dela.
–Jake, não! – Cloe disse quase sem voz. Era uma situação desagradável para ela.
–Relaxa.
Ele segurou a nuca dela e beijou o pescoço de Cloe. Por mais que ela não queria isso, Cloe sabia que alguma hora iria ceder para Jake, o seu pescoço era um dos pontos que Cloe sentia mais prazer.
–Jake.......- Cloe quase soltou um gemido. – Jake, você me odeia, lembra? – Cloe apelou para o psicológico de Jake. – Você me odeia.
Jake parou e fitou os olhos de Cloe.
–As coisas mudaram. Meu objetivo foi te matar, mas droga, eu simplesmente não resisti. – Ele se aproximou para beija-la.
–Jake não, por favor!
Mesmo assim ele continuou e a beijou. Cloe odiou aquilo, ela achou tão errado, principalmente por ser filho do Wesker, um amante antigo.
Foi no meio de tantos pensamentos perdidos que Cloe sentiu que o T progenitor voltou por completo. Cloe abriu os olhos já vermelhos e mordeu o lábio de Jake. Ele saiu de cima de Cloe e da cama. Ele levou a mão para seu lábio e viu o sangue, depois ele voltou seu olhar para Cloe já furioso.
–Desgraçada. Agora eu te mato.
Ele tirou uma pistola do bolso e tirou três vezes na barriga de Cloe. Segundos depois Jake largou a pistola inconformado com que havia feito. O arrependimento logo o invadiu. Ele colocou as mãos sobre sua cabeça e pensou que isso foi errado demais.
A risada baixa maliciosa de Cloe quebrou o silencio e fez Jake suar frio, ele não estava acreditando no que ouviu. Ele olhou para Cloe e viu seus olhos abrirem já vermelhos como sangue.
–Com medo? – Disse com um sorriso diabólico.
Ela separou suas mãos e pés sem esforço deixando Jake boquiaberto. Cloe se levantou da cama sem tirar os olhos de Jake. Ela levou sua mão para a boca a tossiu forçadamente.
–Acho que isso é seu. – Cloe levou a mão sangrenta com as três balas que a atingiu.
–Mas que porra? – Jake fez cara de nojo. – O que é você?
–Humana, só que bem mais avançada.
Ela jogou as balas sangrentas em Jake, fazendo-o proteger seu rosto com os braços. Cloe rapidamente foi para Jake e o golpeou na barriga. A força foi tão grande que fez Jake ir contra a parede e cuspir sangue.
–Então era pra isso que você me amarrou? – Disse Cloe enquanto via Jake se recuperando. – Para abusar de mim? Seu porco! – Cloe colocou seu pé sobre as costas de Jake, assim ele ficou no chão. – Seu nojento, se eu não estivesse presa quem sabe rolava alguma coisa. – Ela disse com ironia. – Nunca obrigue uma mulher a fazer sexo com você.
Cloe tirou o pé de cima dele e olhou com um sorriso a dor que Jake estava passando. Ela saiu do quarto e viu sua blusa em cima da cadeira, logo ela a vestiu. Depois Cloe saiu da casa de Jake.
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