Die Motherfucker Die

14 Adeus, Futuro Perfeito


Um pequeno grupo de pesquisadores liderados por Blair, Cloe, e HUNK caminhavam pelo vilarejo de Pueblo como se fosse uma atração turística. Lord Saddler estava na frente liderando o caminho. Ele estava mostrando como a La Plaga evoluiu em poucos dias. Os pesquisadores viam o sucesso da La Plaga com brilhos nos olhos. Já Cloe estava cansada de estar ali. Ela se aproximou de HUNK para falar com ele.

–Isso é ridículo. – Cloe sussurrou para HUNK. – Aqui não tem perigo para os pesquisadores, não era preciso virmos aqui pra servir de babá.

–No laboratório você estava reclamando porque não tinha nada pra fazer e agora você está reclamando por estar aqui. Eu sinceramente não te entendo Cloe. – HUNK deu uma risada baixa.

–É esse lugar deprimente. – Cloe cruzou os braços.

Eles entraram na mesma igreja que Cloe deu a La Plaga para Lord Saddler. Ele parou em frente ao altar e sorriu para o grupo.

–Infelizmente o passeio acabou. – Lord Saddler disse num tom decepcionado.

–Como assim? – Perguntou Blair. – E o segundo estágio da La Plaga que o Sr. Disse que iria nos mostrar?

–Não tem mais nada para vocês........ – Cloe e HUNK deram um passo a frente e já ficaram atentos. – E também não há mais contrato.

–Mas que merda que você tá falando? – Perguntou Cloe já irritada.

–Eu não confio na Umbrella. – Ele riu. – Tragam a garota! – Ele gritou.

Eles ouviram gritos de uma garota vindo da sacada do segundo andar. Cloe e HUNK olharam para cima e um dos aldeões da vila trouxe uma garota loira amarrada.

–Me ajudem, por favor! – Ela gritou mais uma vez quase em lágrimas.

–Apresento-lhes Asheley Graham , se bem que acho que vocês já conhecem ela. Um presente muito bem-vindo de um desconhecido.

–Sequestrar a filha do presidente do EUA não estava no trato. – Disse HUNK.

–Eu já falei que nosso trato não existe mais. – A porta de igreja se abriu e aldeões entram com armas comuns de fazenda. Ficando atrás do grupo. – E vocês devem morrer aqui.....e agora. – Ele riu. – Acabem com eles!

Cloe e HUNK pegaram suas pistolas rapidamente e atiraram nos aldeões. Eles acharam estranho, eles não morriam tão fácil como zumbis, além disso, eles eram muito mais agressivos.

–Saíam da frente. – HUNK empurrou um dos pesquisadores para passar na frente para ter um melhor ângulo.

Uma das mulheres jogou a faca acertando a cabeça do pesquisador mais velho. Ele caiu no chão e os outros pesquisadores foram até ele, nada podia ser feito, ele estava morto.

Cloe estava atirando nos últimos aldeões até sobrar apenas um. Ela atirou nele e ele caiu no chão se contorcendo como se alguém esteve o chocalhando violentamente.

–Mas que porra.....- HUNK olhava para o corpo do aldeão.

A cabeça do aldeão explodiu e como uma mágica, tentáculos saíram do buraco exposto feito da explosão. Havia também dois olhos, olhos normais de ser humano só que avermelhados como se estivessem com algum tipo de irritação. O cheiro de sangue agora era muito forte.

Os pesquisadores estavam com uma reação de horror. Cloe olhou para eles e riu. Apenas Blair parecia estável, ela estava observando e estudando os infectados com a La plaga.

–Vocês não queriam ver o segundo estágio da La Plaga? – Cloe observava o corpo do aldeão se levantar. – É coisa mais feia que eu já vi.

HUNK mantinha distancia e atirava nos tentáculos. Cloe foi mais abusava e correu para a La Plaga e a chutou com força, fazendo-a cair no chão novamente. O corpo se levantou novamente e correu em direção a HUNK, mas antes que chegasse Cloe foi mais rápida e atirou nos tentáculos. O corpo ficou sem direção e caiu no chão. Os tentáculos ainda se mexiam na esperança de tentar se levantar de novo. HUNK se aproximou do corpo e pisou com força em cima dos olhos. O barulho dos olhos sendo esmagados fez Cloe sentir ânsia.

–Você dá uma de fodão mas eu praticamente salvei sua vida. – Disse Cloe.

HUNK não respondeu pegou seu radio e ligou para o QG da USS.

–Responda QG. – HUNK falou ao radio. Cloe se aproximou de HUNK.

–QG na linha. – Quase não se podia ouvir a voz do quartel general.

– Os aldeões infectados com a La Plaga nos atacou ao mando de Saddler. Ele acaba de quebrar nosso trato.

–Falando nele.....-Disse Cloe se virando. – Ele se foi e nós nem percebemos.

–QG, temos permissão para matar Lord Saddler?

–Fique na linha HUNK, iremos perguntar ao Spencer.

–Estarei na linha. – HUNK guardou o radio no bolso mas sem desligar ele.

–E o que será que vai acontecer agora? – Perguntou Cloe temendo a resposta.

–Relaxa Cloe, a Umbrella não é louca de deixar a gente aqui, talvez os pesquisadores, mas não a gente. – Ele respondeu num sussurro.

–Ei! – Cloe chamou a atenção dos pesquisadores. – Vocês não querem ver o resto do trabalho de vocês?

Os pesquisadores andaram até o corpo do aldeão e ficaram analisando ele.

– La Plaga é um sucesso. – Disse Blair com um sorriso descarado. – É mil vezes mais forte o vírus T e G.

–Percebi. – Cloe olhou para sua pistola.

–QG para HUNK. – HUNK tirou o radio do bolso rapidamente.

–Pronto.

–Não será permitido matar Lord Saddler. Mandaremos um helicóptero o mais rápido possível. Qual é o local?

–Estamos no local que tivemos que pegar a Cloe, a igreja.

–Entendido, o helicóptero estará aí em minutos. Cambio.

HUNK desligou o radio e foi para a porta da igreja. Ele a abriu as portas por completo e olhou o cemitério. Ele deu alguns passos para frente e parou ao ouvir um barulho de uma serra-elétrica se aproximando.

–Cloe. – HUNK a chamou. Cloe não respondeu mas se aproximou de HUNK. – Está ouvindo esse barulho?

–Parece uma serra-elétrica. – Cloe recarregou as balas da sua pistola. — Parece estar vindo de trás da igreja. – Eu vou lá ver.

–Sozinha? – HUNK perguntou preocupado.

–HUNK, sou eu lembra? – Cloe sorriu. – Alguém tem que cuidar dos pesquisadores.

Cloe andava com pressa para ir atrás da igreja. Antes que fosse até o da igreja, ela avistou um homem grande com um saco de pano no rosto.

–Então é você que está fazendo esse barulho todo?

O homem puxou o gatilho da serra-elétrica e andava em direção a Cloe. Sem espera nenhuma ela atirou na mão do homem o fazendo derrubar a serra-elétrica e gemer de dor. Cloe atirava na cabeça dele até acabar as balas da pistola. Ele caiu no chão mas ainda estava vivo. Cloe jogou sua pistola no chão e pegou a serra-elétrica com um sorriso diabólico no rosto. Ela ligou a serra-elétrica e cortou a cabeça de seu antigo dono. Logo o sangue manchou a roupa de Cloe. Ela olhou para o corpo decapitado com os olhos vermelhos. Ela jogou a serra no chão e pegou sua pistola de volta.

Quando ela ouviu o barulho do helicóptero, ela correu até a entrada da igreja. Os pesquisadores já estavam no avião, todos calmos por finalmente estarem a salvo. HUNK estava fora conversando com o piloto. Cloe se aproximou do helicóptero e subiu. HUNK subiu e deu as ordens para o piloto sair daquele lugar.

–Parece que você tomou um banho de sangue. – Comentou HUNK sobre o estado de Cloe.

–Tive que apelar para algo mais violento.....infelizmente, não queria chamar a atenção. – Cloe deu de ombros. — HUNK, você acha que o QG tem o numero do presidente?

–Não, mas se for de ajuda, a USS tem alguns espiões dentro das forças armadas do EUA.

–Eu tive uma ideia. Liga pra eles e passa a informação de que a filha do presidente está na vila de Pueblo na Espanha.

–E com a autorização de quem você vai dar essa informação?

–HUNK......- Cloe olhou séria para HUNK. Ele se sentou incomodado com aquele olhar, é como se Cloe pudesse ver além da mascara. – Não dificulte as coisas. – HUNK recebeu aquilo como ameaça. – Se você não fizer isso, eu mesma faço.

–Só quero ver o que o Sr.Spencer vai achar disso.

–Você tem que parar de pensar que tudo precisa da benção do Spencer. – Cloe deu seu celular para HUNK. – Toma, qualquer coisa eu pego a responsabilidade desse ato.

HUNK bufou de raiva por dentro da mascara, mas sua respiração foi tão forte que Cloe e os pesquisadores ouviram. Ele pegou o celular da mão de Cloe com força e ligou para os espiões para dar a informação.