Did you Say Bitch?

7 Capítulo 7 - I'm a Sexy Bitch


Notas iniciais
Yoo eu disse sábado? eu quis dizer segunda (sorry Pony) então neh para compensar LEMON!

– Eu vou querer esse.

Diz apontando para mim, ele sorri de maneira depravada e lambe os lábios, antes de seguir William para fora da sala para que eles arrumem a papelada que deve ser feita toda vez que é contratado um rapaz na Pleasure – Alois me explicou isso -, enquanto ele caminha o sorriso não sai me fazendo ficar explicitamente corado.

F-U-D-E-U.

Fudeu completamente. Meus olhos estão provavelmente arregalados, enquanto Grell e Alois falam como ele era lindo, ou qual deveria ser o tamanho do pau dele.

Não há como fugir, tenho certeza que aquele cara não vai querer outro dos meninos e William não vai me deixar fugir desse trabalho... Talvez se eu pintasse o cabelo do Alois de preto... Não nos somos muitos diferentes...

Eu estou com um medo de congelar os ossos. Tenho medo do que aquele cara pode querer fazer comigo. Tenho medo de REALMENTE acabar gostando do que possa vir a seguir. Tenho medo por ser minha primeira vez, tenho raiva por ser minha primeira vez, tenho raiva desse vestido por não fazer que eu pareça outra pessoa, tenho raiva de mim agora mesmo, pois me pego fantasiando sobre o que ele possa vir a fazer comigo. Se ao menos ele não fosse tão lindo, eu poderia fingir que não estou ansiando por isso, ou que senti meu coração disparar quando ele chegou perto de mim.

A cada segundo que passa... Eu me pareço... Cada vez mais... Com uma puta.

Não percebo quando Alois me arrasta para vestiário da Pleasure a começa a me empurrar toneladas de roupas, querendo que eu fique apresentável para minha primeira vez.

Eu acabo com um dos ternos que geralmente uso, mas esse tem um tecido mais leve e sem tantos botões e adereços, a única razão para Alois tê-lo escolhido: Fácil de tirar.

Eu tenho que tirar minhas botas de coturno tendo que usar algo como galochas, pelo mesmo motivo “fácil de tirar”.

Alguns minutos depois do meu embelezamento, William volta à sala principal, com uma tonelada de papeis nas mãos, mas dessa vez aquele homem não está ali, o que me deixa mais aliviado.

– Certo Phantomhive, esse seu segundo trabalho vai ser em domicílio, o nome do seu mestre é... – William pega um dos papéis – Sebastian Michaelis, ele contratou seus serviços por... – pega outro papel – um ano – som de queixo caindo em 1,2,3... – bem todos os dias nós iremos mandar alguém do nosso pessoal para ver se você ainda está vivo, caso não, pelo menos o estabelecimento ganha uma indenização – diz me dirigindo um sorriso cínico parecendo realmente desejar que aquilo ocorra, me fazendo arrepiar – você já pode ir à casa do cliente logo após seu turno acabar, mas como hoje estou me sentindo generoso você já pode ir para lá daqui meia hora.

William se afasta e volta ao caixa como se nada estivesse acontecendo.

– Que sorte, conseguiu um G-A-T-O desses logo de primeira! – diz Grell babando.

– Você está maluco?Sabe o quanto esse cara pode me foder em um ano?São 365 dias, meu amor!365 DIAS! Todos eles sendo fodido!

Grell inclina a cabeça de lado como se perguntasse como isso poderia ser uma coisa ruim. Acho que me esqueci por um momento com quem estava falando.

O tempo passa rápido, antes que eu veja já estou na entrada do meu edifício,com Alois do meu lado dando dicas de como não fazer doer tanto apesar de eu não estar prestando atenção.

– Eu já vou indo, depois você me liga para dizer como foi – diz Alois dando um tapa de leve no meu ombro.

– Não tenho celular,muito menos o seu número.

– Sem problemas – ele tira um Iphone do bolso, isso era para parecer normal? – esse é o meu terceiro, nem uso mais, se quiser pode ficar, já tem meu número gravado nele.

– Obrigado – digo pegando o aparelho e o colocando no bolso.

– Não há de quê – responde sorrindo – eu já vou indo,depois eu quero saber tudo ok?

Vejo ele se afastar até virar a esquina.

Entro no edifício e me dirijo para o elevador, aperto ao botão que corresponde ao meu andar.

Lá estou eu. Parado em frente à porta que evitei por anos. Minhas pernas tremem e o meu suor se torna frio. Meu coração acelera. Minha mão que também treme se dirigi lentamente até a campainha que fica do lado da porta do apartamento. Hesito em tocá-la, por fim aperto aquele simples botão que pode me levar tanto ao céu quanto ao inferno, e sempre tive certeza que não pertencia a nenhum dos dois.

A porta se abre lentamente me causando agonia, a única imagem que tenho é de uma mão grande com unhas pintadas de preto, a mesma faz sinal para que eu entre. E eu o faço, me dirigindo em passos lentos para o que mais parece a toca de um demônio. Já estou lá dentro, ele também está o lugar não é como eu imaginei, não é cheio de fotos minhas até o teto, ou com vários instrumentos de sadomasoquismo, é só um apartamento normal.

Ele está sentado na sua cama de casal, me observando. Seu sorriso fraco tem um leve tom de flerte, ele aponta para próprio colo me mostrando que eu deveria ir até lá. Meus passos se tornam lentos, a cada segundo a distância que eles percorrerem se encurta uma hora eu vou chegar a ele, mas meu cérebro não entende isso, e faz o seu máximo para tentar evitar o inevitável.

Fico a frente dele, e seu sorriso aumenta. Minhas pernas bambeiam, mas eu consigo evitar cair. Eu me sento no colo dele cruzando minhas pernas por sua cintura e enroscando minhas mãos pelo seu pescoço.

– Sou Ciel Phantomhive, e irei servi-lo daqui em diante, Mestre.

– Apenas Sebastian.

– Como o senhor desejar.

– Você realmente não quer “aquilo” não é?

– Não cabe a mim, não é uma questão do que eu quero fazer.

– Tem certeza? – diz juntando sua boca a minha orelha e dando um beijo molhado na mesma – seria um problema se o sindico viesse aqui para reclamar de “barulho”.

– Como eu já disse isso não cabe a mim, o senhor pagou por um serviço, quem decide se vai ou não fazê-lo é da sua mentalidade.

– Ciel – diz passando sua boca agora pelo meu pescoço, sua voz ressoa até os meus ouvidos, me fazendo estremecer – não devia ter dito isso... Eu estava pensando em me segurar por uns tempos, mas você torna isso impossível – começa a desabotoar a parte de cima do terno – vou perguntar mais uma vez... Você quer fazer isso?

– Porque está sendo gentil?

– Não é normal agir desse jeito com alguém que você ama? – diz inclinando a cabeça de lado e me dirigindo outro sorriso com aquele ar de flerte.

– Não sabia que tarados se apaixonavam – digo com sarcasmo.

– Bem... Eu não sou um tarado.

– Tem certeza?

– Não sou um tarado, a não ser que você queria – responde arqueando o cenho, formando em seus lábios um sorriso depravado – está ciente de que agora é a minha puta?

– S-sim.

– Então posso tratá-lo como a puta que você é?Não tem nada para dizer?

– Olha se você quer me foder,apenas faça isso!É para isso que você me comprou não é?Para me foder até eu dizer “chega” se é que você iria parar...Então pare de agir como se estivesse preocupado comigo, não precisa desse joguinho ok?Não precisa ficar dizendo que me ama ou algo assim, não preciso de mentiras, obrigado. Apenas... Faça logo isso!

– Mentiras... – ele repete.

Agora o olhar dele é provavelmente o mesmo de um assassino. Os olhos se cerram, seu olhar expele o mais puro desprezo, as orbes vermelhas parecem que estão em chamas,nos lábios está explícito seu desgosto. Seu rosto para mim demonstra que naquele momento eu não sou mais que escória,que sou apenas uma puta. Sem a menor tranquilidade ele me joga contra a cama, meus olhos se arregalam e eu retorno a tremer,o pânico é nítido em meu rosto,ele percebe isso e parece até hesitar por alguns segundos,mas por fim arranca todo o terno e as coisas que parecem galochas – merda de roupas fáceis de tirar – as mãos dele que são geladas como a de alguém morto,apertam com força minhas coxas, ele morde minha clavícula fazendo da mesma sair sangue, suas unhas aranham todo o meu tórax sem piedade,enquanto eu contenho gritos levando minhas mãos à boca.Ele roça seus caninos afiados contra a carne do meu pescoço,sua boca sobe até meus lábios e os morde fazendo eles ficarem mais vermelhos do que já são,sua língua entra na minha boca sem aviso prévio,fazendo que eu perca meu fôlego por alguns segundo, a língua dele explora toda a extremidade da minha boca,seguindo por lamber meus lábios, ele começa um beijo feroz, que parece a mesma coisa que um urso pardo tentando comer a sua cara.

O beijo dele é bom, alias delicioso, sem falar que é o meu primeiro. Por estimulo corresponde me perdendo no prazer que ele me proporciona. Enquanto ele ainda me beija, as mãos grandes e frias descem até meu membro que já expele sêmen por cima da boxer rosa que ainda uso,pressionado minha ereção contra os dedos grandes,a mão direita sobe até meu peitoral,chegando aos meus mamilos os quais aperta com força,me fazendo estremecer quando coloca seus lábios úmidos neles,os chupando e passando a língua quente,esse cara ainda vai me deixar louco.

Ele retira minha Box por completo,me fazendo corar.Uma de suas mãos passa pela minha glande me fazendo gemer como um louco,ele dirige um de seus dedos a minha entrada,eu contorço todo o meu corpo,alias essa porra dói para caralho.Ele passa a colocar o segundo e não a o mesmo desconforto,aquilo é até bom,mas bom do que eu deveria achar,quando me dou por eu mesmo já estou gemendo feito uma vadia,pedindo desesperadamente por mais,ele apenas coloca mais dedos me penetrando com eles,meus gemidos vão ficando mais altos enquanto eu chamo o nome dele,em meio a outras palavras sem sentido, meu rosto queima de tão vermelho e mesmo assim eu ainda grito explicitamente a ele o quanto aquilo é bom.Ele prossegue a masturbar meu membro num vai e vem enquanto sua mão ficam cada vez mais sujas com o meu gozo. Eu chego ao meu orgasmo mais de cinco vezes.

Num momento que eu não sei qual foi ele tirou tanto suas calças sociais quanto sua Box,deixando o seu membro já ereto completamente exposto,que alias não era nada mais que gigantesco.

Eu ficava excitado só de olhá-lo, eu queria aquilo dentro de mim — e como queria — mas Sebastian apenas me torturava com dedos, apesar de eu deixar explícito em gemidos o que eu realmente queria naquele momento.

Ele roça levemente seu membro contra minha entrada, me causando gemidos enlouquecidos.

– Depois eu sou o tarado – diz Sebastian num tom cínico.

– Só coloque isso logo!

Por fim ele coloca seu membro inteiro dentro de mim.

Nunca provavelmente em toda minha vida eu devo estar parecendo tanto uma puta como agora.

Assim que ele colocou “aquilo” tudo dentro de mim,minha única reação foi gemer o mais alto que conseguia e mexia meus quadris querendo mais.A sensação do calor de outra pessoa me consumindo aos poucos...Eu estava amando aquele novo contato,estava amando por que era com ele.Meu interior foi ficando mais quente,enquanto eu sentia aquela invasão repentina. Algumas lágrimas escorriam pelo meu rosto,aquilo doía, mas não se comparava ao prazer que eu estava sentindo.A cada estocada eu gemia mais o nome dele e rebolava sobre o seu membro querendo cada vez mais,eu já havia chegado ao meu orgasmo algumas vezes,o que explicava o sêmen no peitoral dele.As estocadas de Sebastian eram rápidas e com força,a cada uma delas eu acabava gemendo coisas como “Aaah,vai... assim, aaah” ou “ Mais rápido Sebastian,eu... quero mais...”,só me lembrar de que estava dizendo aquilo ficava completamente corado.

Sebastian tirava e colocava seu membro,eu salivava e gritava a cada vez mais, até chegar novamente em um orgasmo junto a Sebastian.O sêmen quente dele preencheu meu interior fazendo que eu gemesse mais ainda enquanto contorcia meu próprio corpo extasiado com o prazer.

Não sei quando nem o porquê mais eu dormi depois daquilo.Pude sentir as mãos grandes acariciando o meu rosto e meus cabelos.Definitivamente eu não desgosto desse tipo de contato.

Quando acordei já estava provavelmente de manhã. Minha bunda está doendo muito. Como Sebastian ainda está dormindo,tentei me levantar para achar algo para comer.Tentativa falha,minha bunda arde tanto que de tanto eu andar cambaleando acabo sempre caindo.Decido por fim ficar na cama.

Coloco minha cabeça no colo de Sebastian, depois de um tempo ele acorda.Eu pude notar que ele falava com alguém no celular então apenas fingi que ainda dormia e tentei escutar a conversa.

– Eu sei ok?Não precisa gritar comigo... Não claro que não era assim que eu queria que as coisas tivessem acontecido... Eu queria que ele confiasse em mim e se não fosse muito difícil de pedir que até se apaixonasse... Eu sei que é impossível, não precisa ficar falando... Olha Mey você não está me ajudando em nada... Tá bom tchau, vá para puta que pariu você também! – ele desliga.

Sebastian acaricia meus cabelos enquanto murmura algum tipo de música.

– Mentiras – diz parecendo estar falando com ele mesmo – não imaginei que você fosse acreditar em mim – ele beija minha nuca e eu tento em vão conter um arrepio – você é tão lindo... Sinto muito por alguém como eu ter posto as minhas garras em você...

– Não é como se eu fosse melhor que você... — acabo respondendo involuntariamente.

– V-você já estava acordado? – pergunta corando.

– Hm... Acabei de acordar...

– Bem...Você não quer sair para comer alguma coisa? – diz ainda constrangido.

– Eu não posso.

– Claro que pode,eu estou deixando.

– Não sério!Eu.Não.Posso.

– Por quê?

– Eu – meu rosto agora deve estar parecendo um tomate – não consigo... Andar...

Notas finais
E ai eu mereço uma morte lenta e dolorosa?Nunca sei quando um lemon ficou bom ou não,pra isso eu tenho vcs,então se puderem please comentem ok? O que acharam do tio Sebby?Ele atendeu as expectativas de vcs ? Alias o Bocchan vai se mostrar BEM tarado,vcs já sabem quem é "Mey" ne?PQP,enfim...GENTE! A fic esta com mais de 30 pessoas acompanhando essa fuck BANZAI! então PORQUE só 3 favoritamentos?Não sejam más comigo ok? Eu que proporciono o seu yaoi!Enfim...não vou deixar isso grande já que quase ninguém lê mesmo...indo direto ao ponto!teremos comentários?