Did you Say Bitch?

22 Capítulo 22 - Funny


Notas iniciais
OI LINDEZAS (LEIAM ISSO PELAMOR DE DEOS) Ok, antes dos xingamentos, sim eu sei, sou uma baita filha da puta (desculpa mãe) que não posta desde...04/03/2015 às 11:04, JESUS, 4 FCKING MESES, Ok já podem me matar agora. O ruim é que eu nem tenho uma desculpa boa, sério, tipo foi um bloqueio criativo da porra, tá eu fiquei uns dias sem meu note, de castigo, com problemas emocionais que abalaram meu psicológico, e mesmo depois disso EU REALMENTE QUERIA fazer um capítulo descente, mas censuraram meu trabalho novamente ¬¬ então desculpe, sem lemon amores, desculpa, e mais uma coisa, tem um pouco de yuri nesse capítulo e eu estava pensando em por YURI MERMO NESSA POARR mas preciso da opinião de vocês (mas eu vou por de qualquer jeito) e estou pensando se ainda vai ser só shoujo-ai ou vai ter orange e tals. BOA NOTICIA Pra quem gosta de AloisxCiel (N/A: Entre aspas Nekori e (não sei o nome do ship), vai ter um pouco nesse capítulo, porque... Porque eu quero. DESCULPAS Quero pedir desculpas também pela minha imensa demora em responder os comentários, quem lê a fic desde sempre sabe que eu não faço isso freqüentemente nem pretendo, é que esses últimos meses não estão sendo os meus melhores ;_; ENFIM, VÃO MEUS USAGIS, LEIAM

É, parece que eu fiz chuca pra nada. Legal. Legal.

Olhava às vezes de relance para Sebastian procurando indícios de que ele estava brincando e que a qualquer momento me puxaria pela cintura, e trepariamos loucamente.

Esse momento não aconteceu.

Ao invés disso continuamos a andar de mãos dadas e eu já me perguntava se a porra do restaurante ficava na China.

Sebastian me olhava pela visão periférica e segurava o riso ou dava um sorriso torto achando que eu não estava vendo. Filho da puta.

Isso. Ri mesmo, babaca, quando me pedir boquete de novo vou arrancar seu pau com os dentes, e guardar num potinho pra quando eu precisar usar, pensei.

Enquanto me ocupava com ideias de como castrar Sebastian, não reparei que ele tinha parado olhando com raiva pra sua frente.

Olhei também, apenas vi Mey-rin com de mãos dadas com outra garota que aparentava ser bem jovem, de pele clara, olhos cor de café, e com um longo cabelo marrom. Usava roupas apertadas e extravagantes sendo elas: uma calça de couro preta, uma regata de um decote desnecessariamente grande, botas de cano alto e pulseiras que tinham pequenos sinos.

Já Mey estava bonita, de rabo de cavalo sem os óculos, usava um vestido rodado com vinho,(ele parava na altura de suas coxas) com babados pretos nas mangas bufantes e na aba do vestido, usava também uma meia-calça preta e sapatos de salto-alto vermelhos.

Olhei de volta da Sebastian que ainda tinha o olhar de raiva. Lesbofobia?

– Mey-rin – O ouvi dar um sussurro gritado, Mey o olhou como se ele fosse sua mãe que acabara de vê-la com a mão no pote de biscoitos.

–O-oi? – disse forçando um sorriso, a moça ao seu lado revirou os olhos, e sussurrou algo no ouvido de Mey antes de acender um cigarro e se afastar.

Sebastian olhou sério para a ruiva até ela caminhar até nós de cabeça abaixada.

–Tem algo pra me dizer? – disse o moreno fazendo sua melhor voz de mãe decepcionada.

–Hm...Foi mal? – disse rindo sem humor.

–Mey nós já conversamos sobre isso. – Sebastian cruzava os braços.

–Ela mudou. – disse confiante.

–Não é o que parece – Apontou pra moça que já fumava seu terceiro cigarro.

–Mas agora é só tabaco, juro.

–E eu juro que se você aparecer na minha casa chorando de novo... Dou-te um gancho de direita. – disse sorrindo como se esperasse por isso.

–Feito. Não vai acontecer, nosso amor nunca esteve tão forte – sorriu. Mey lésbica, ah, agora as coisas fazem sentido.

–Eu já ouvi isso antes – a ruiva revirou os olhos, e finalmente seus olhos caíram em mim e ela sorriu, sorri de volta.

Ela me deu um beijo na bochecha e pronta pra sair, mas a prendi num abraço quando vi que o que a outra garota fumava não eram mais os mesmos cigarros.

Sebastian bufou ao meu lado. Ele também viu.

–Sebastian está tratando você bem? – perguntou Mey com um sorriso olhando com o canto do olho Sebastian.

Ele está me negando sexo, isso é tratar bem? –Está. – disse dando um sorriso meio torto.

–Então vou indo – sorriu e deu um breve aceno indo ao encontro da garota que não fumava mais nada.

–x-

–É aqui? – perguntei meio confuso.

–É, legal não acha?

– ... Aham?

Ele apenas riu da minha expressão, e um homem se aproximou de nós, era um indiano alto, de pele oliva escuro, olhos azul ardósia e cabelos brancos; há um bindi na sua testa, sua cabeça é envolta num turbante e duas mechas longas e delgadas que lhe crescem por trás de sua cabeça são presas e adornadas com miçangas. Suas vestes quebrando completamente o visual indiano, já que são um smoking e sapatos sociais.

Ele sorri e nos convida para entrar, logo perguntando a Sebastian se ficaria na mesa de sempre, ele assente e somos levados pra uma mesa afastada das outras, bem no fundo do restaurante.

Imagine esse lugar como um grande palácio indiano, cheio de estatuetas, seda, ouro e etc. Imaginou? Então, é tudo isso e mais. (N/A: Preguiça de escrever os detalhes do caralho)

Nossa mesa de um tamanho mediado cobertas por toalhas de sedas e peças bordadas, envolta com vários travesseiros que devem estar cheios de algum pássaro não muito sortudo, mas macio.

O homem sorri novamente deixando que eu e Sebastian nos acomodemos, ele diz que voltara quando escolhermos nosso pedido.

O moreno sorriu fraco, estava de frente pra mim, lindo como sempre.

–Quer conversar sobre antes? – perguntei, ele apenas negou com a cabeça – quer conversar sobre alguma coisa? – ele novamente fez que não com a cabeça – Vai se fuder então – revirei os olhos me deitando contra as almofadas

Ouvi o som de seu riso e logo as orbes vermelhas estavam próximas de mim, assim como os lábios, neguei com a cabeça a virando para o lado aposto de seu rosto.

Ele me pegou pela cintura me pondo entre suas pernas.

–Senti saudades– disse em meu ouvido, meu corpo se arrepiou e ele riu. –Quem sente saudade trepa – disse o olhando sério o vendo rir – estou falando sério, Sebastian, a quanto tempo você não me toca?

–Estou te tocando agora – deu um sorriso torto.

–Você sabe do que eu estou falando. Não pensei que iria cansar de mim tão rápido, se não está satisfeito diga pra William me trocar por outro garot–

Ele tampou minha boca com a mão, me olhando um tanto surpreso.

–Ei, ei, vai com calma, não é assim, eu só... Não é nada, nunca vou me cansar de você Ciel, pode ter certeza.

–O que pretende fazer quando acabar?

–Acabar o que?

–O contrato.

–Oh. Ainda não pensei nisso.

–Já são quase 5 meses Sebastian.

–Eu não quero pensar nisso. Por favor, não agora.

–Tudo bem, desculpa.

–Tudo bem. – sorriu e beijou minha bochecha. – Vamos pedir? – perguntou e eu fiz que sim com a cabeça. Sebastiana escolheu pratos os quais eu não sabia pronunciar o nome e então chamamos o garçom novamente – Agni, vamos querer um *Brinjal Dahi e de sobremesa *Chutney de Maracujá. (N/A : ¹*Berinjela ao Molho de Iogurt Picante e ²*é tipo um muse só que pega casca branca do maracujá, as sementes do maracujá, vinagre, pimenta, açúcar, gengibre, alho, cebola e a água (meio loko, mas é isso).

Ele concordou com a cabeça sorrindo. Após anotar disse que voltaria logo com nossos pedidos.

Depois disso ficamos um olhando pra cara do outro. Divertido.

Em casa...

–Voltamos Louis – disse entrando em casa um tanto estressado. Nós realmente não fazemos nada, só comemos, ele pagou a conta e voltamos pra casa. Divertido.

–Já? – perguntou olhando nos meus olhos como quem diz “vocês não transaram?” , estava jogado no sofá, usando uma regata cor-de-rosa e shorts jeans, não sei como conseguia, estava um frio da porra.

–Já – disse bufando e me jogando no sofá com Alois.

–Se me procurarem estou no quarto de hospedes vendo Lau – disse Sebastian depois de me dar um selinho e bagunçar os cabelos de Alois.

Apenas assentimos com a cabeça e o deixamos ir.

Alois sentou mais perto de mim no sofá entrelaçando minhas pernas sobre as suas.

–E aí? Como foi? Deve ter sido uma rapidinha no banheiro da Universidade para terem voltado tão rápido.

–Nós não fizemos – disse bufando, vi Alois segurar a risada e lhe dei um tapa na coxa, o fazendo dar um gritinho agudo de dor.

–Ei, não fique irritado comigo só por que Sebastian está te deixando na mão – diz fazendo o movimento de punheta com a mão que não acaricia a coxa machucada, logo rindo da própria piada enquanto eu revirava os olhos.

–Não é engraçado Louis. –Ownt, É tão fofo quando me chama de Louis ­– disse o loiro apertando minhas bochechas.

Soltei um grunhido em resposta, de vez em quando o chamava assim, fazia até sem perceber.

Alois continuou me provocando até ouvirmos a campainha tocar, esperamos Sebastian atende, mas ele não o fez.

Fui até a porta com Alois e hesitamos a abri-la.

–Vai abre. – disse

–Eu não, vai que é um estuprador.

–Estupradores não chegam apertando a campainha, Louis.

–Sei lá, ele pode ser educado – revirei os olhos pra ele. –Olha no olho mágico então.

–Eu não alcanço, olha você.

–Você sabe que nós temos praticamente a mesma altura né?

–Tá, abaixa.

–Que?

–Abaixa logo.

Eu o fiz e ele subiu em meus ombros.

Ótimo. Vou morrer sufocado por coxas agora.

Notas finais
FAZER CAMPANHA: ACHEM UMA NAMORADINHA PRA TIA KURO, PORQUE O NEGOCIO TÁ DIFÍCIL! (E comentem, por favor)