Diabolik Lovers - União de Sangue

63 Capítulo 59: Gentis olhos azuis


Quando aquela primeira semana de agosto chegou, Momo começou a ficar nervosa. Nos últimos três meses ela e as meninas planejavam o casamento dela com Azusa. E tudo estava de acordo com o planejado. O altar com a mesa e taças para a cerimônia, as flores, a comida que Kou insistiu para escolher a quantidade e que Momo aceitou com prazer enquanto ria, as mesas e o número de convidados. Porém algo começou a pesar em sua mente enquanto ela pensava nos convidados.

No café da manhã, todos estavam reunidos na sala de jantar. Comiam e conversavam entre si. Ruki e Arizu conversavam sobre alguns livros. Kou e Mei decidiam que músicas cantariam no show daquela noite, pois agora faziam muitos shows juntos. Saki e Yuma conversavam sobre cortar mais uma vez o cabelo de Yuuzo, que já passava da orelha. Azusa comia calmamente e em silêncio, porém notou que Momo estava estranhamente calada naquela manhã.

— Pára de querer cortar o cabelo dele toda hora! – exclamou Yuma, indignado.

— Mas cresce muito, a cada dois meses precisamos cortar. – disse Saki, insistindo – E já se passaram três.

— Deixe chegar no pescoço, aí você corta.

— Claro que não!

Ele franziu levemente as sobrancelhas e Saki aproximou a mão de seu cabelo, tocando as pontas.

— Ah! Pare com isso! – sacudiu as mãos – Não vai cortar meu cabelo também!

— Mas está grande!

— Eu gosto dele assim! – ele levantou, pegando Yuuzo no colo – Não vai cortar mais o cabelo dele!

— Yuma-kun!

Saki levantou, correndo atrás dele. Yuma correu em volta da mesa com Yuuzo no colo, afastando-se de Saki sempre que ela se aproximava. Todos desviaram sua atenção para os dois, que geralmente brigavam dessa forma. Exceto Momo, que mantinha o olhar baixo enquanto apoiava o rosto na mão.

— Yuma-kun!

— Pare de correr atrás de mim! – ele ria, contagiando Yuuzo.

— Ele está rindo de mim por sua causa!

— Ele está rindo porque é divertido!

— Isso é ridículo!

— Você que...!

— Não se atreva! – ela apontou para Yuma, que riu.

Azusa sorriu, achando graça e voltou-se para Momo ao seu lado, que não prestava atenção em nada. Geralmente ela iria rir e se divertir, porém estava com o olhar entristecido.

— Momo... Está bem...?

— Eh? – olhou-o – Hum. – assentiu, sorrindo.

Azusa sabia que ela não estava bem e logo a briga de Yuma e Saki cessou quando notaram o que acontecia. Saki segurou no casaco de Yuma e os dois os olharam, assim como os outros.

— O que... Você tem...? – Azusa perguntou.

Ela hesitou, olhando-o. Ao abaixar o olhar, suspirou de forma triste.

— A gente vai se casar no final da semana.

— Hum... – ele sorriu.

— Os Sakamaki e as meninas vão vir. – olhou-o – Mas minha família não.

Eles compreenderam, abaixando o olhar. Sabiam bem que o pai de Momo a havia deserdado por não querer se casar com Hirokazu, mas desejar ficar com Azusa. E desde aquela época ele não falava com Momo.

— Por que não os convida, Momo-san? – perguntou Saki.

— Eu já fiz. – sorriu sem jeito – Eles devolveram os convites.

Yuma abaixou o olhar.

— Pensei que ele me levaria até o altar. – disse ela – Mas ele nem quer me ver.

— Sinto muito. – disse Mei, assim os outros.

Ela assentiu, sorrindo e levantou.

— Acho que vou para o quarto.

Azusa viu-a se retirar e abaixou o olhar, levantando e seguindo-a. Os outros permaneceram no cômodo, tentando voltar ao humor de antes, porém sabendo que seria um pouco difícil. Todos eles passaram por alguns percalços, porém Momo ainda estava passando pelos seus.

Azusa foi para seu quarto, que também era o quarto de Momo agora, e ao entrar, viu-a deitada na cama. Ela o olhou e sorriu levemente, sentando-se e encostando as costas na grade de ferro da cama. Ele se sentou ao seu lado, olhando-a.

— Não quer... Tentar... De novo? – perguntou.

— Não sei.

— Por quê...?

— Tenho medo de ele me olhar com desprezo. – ela abaixou seu olhar – Papai sempre me tratou como sua favorita. Eu sou a única menina. E agora... Ele nem aceitou os convites. Mas... Eu sabia que isso ia acontecer.

Momo deitou a cabeça na perna de Azusa, fechando os olhos.

— Obrigada, Azusa. – sorriu.

Ele semicerrou os olhos, pondo a mão sobre sua cabeça e afagando-a. Para Azusa, ele não havia feito nada demais, o que o fazia querer ajudar mais. E havia apenas uma forma de ver Momo feliz.

Quando notou que ela havia adormecido, deitou sua cabeça no travesseiro e a viu aconchegar-se na cama, encolhendo-se. Ele saiu do quarto e procurou por Yuma, que estava na sala de estar com Yuuzo. Ele estava sentado no chão com um dos joelhos dobrados e assistindo ao filho brincar com os brinquedos.

— Bá! – disse Yuuzo, mostrando um brinquedo.

— É um cavalo. – ele sorriu.

Ele abriu a boca, olhando-o com seus grandes olhos castanho-claros.

— Cavalo.

— Gá...

— Quase isso. – cantarolou, sorrindo.

Azusa adentrou a sala e viu Yuma, aproximando-se e sentado no sofá.

— Yuma... Pode ir... Comigo... A um lugar...?

— Tudo bem. Onde?

— Na casa da... Família da Momo...

Yuma o olhou em dúvida.

— Tem certeza disso?

— Sim... Eu quero... Vê-la feliz...

Yuma compreendeu, sorrindo levemente e pegando Yuuzo no colo. Ele procurou por Saki, deixando o filho com ela e dizendo que precisaria sair com Azusa. Após saírem, direcionaram-se para a casa da Família de Momo. Uma vez ela lhe dissera onde ficava, porém Azusa nunca pensou que algum dia fosse até lá.

Ao chegarem, ele tocou a companhia e a porta logo se abriu, fazendo com que os dois se deparassem com uma empregada da casa.

— Bom dia, senhores. O que desejam?

— Podemos... Falar com... Yasuko-sama...? – perguntou Azusa.

A empregada elevou suavemente as sobrancelhas, vendo a maneira peculiar e lenta a qual Azusa falava.

— Sim, podem entrar. – disse ela, abrindo mais a grande porta.

Os dois adentraram a casa e a mulher lhes pediu para esperarem no hall de entrada, pois perguntaria à Yasuko-sama se poderia atendê-los. Eles esperaram por poucos segundos até que a mesma empregada retornou.

— Sigam-me, senhores. Yasuko-sama irá vê-los.

Eles o fizeram e a mulher os deixou em seu escritório, fechando a porta. Azusa e Yuma olharam para o pai de Momo, que estava sentado à sua mesa, e viram de quem ela havia herdado seus cabelos brancos. Ao ver os dois em seu escritório, abaixou os papéis que lia e os fitou, franzindo levemente a testa ao ver o rapaz com ataduras nos braços e pescoço.

— Bem... O que os senhores desejam? – perguntou.

Azusa abaixou o olhar por um momento, fitando-o em seguida e aproximando-se.

— Eu... Me chamo... Mu...

— Sei bem quem você é. – disse ele severamente – Mukami Azusa. O motivo para minha filha desistir do próprio nome de família.

Ele surpreendeu-se levemente.

— Eu vim aqui... Para perguntar...

— Você fala de forma irritantemente lenta.

— Ei! – disse Yuma – Deixe-o falar, ele veio até aqui apenas por causa de Momo.

— Não ouse falar desta forma comigo, impuro.

Yuma franziu as sobrancelhas.

— Mas o deixarei falar, apesar de minha impaciência no momento. – concluiu ele.

Azusa o olhava, mantendo seu olhar fixo em Yasuko-sama. Ele precisava ser firme naquele momento, o que nunca fizera antes até o dia em que Hirokazu foi atrás de Momo em sua casa. Precisava ser firme mais uma vez para vê-la feliz.

— Momo... Está triste... Porque vocês... Não vão... Ao casamento.

Yasuko franziu as sobrancelhas.

— Então veio até aqui para pedir que nós fôssemos ao casamento.

— Sim... Quero ver... Momo feliz... E ela apenas... Vai ser se... Vocês forem... Por favor...

Ele permaneceu olhando-o, analisando o que dissera.

— Mukami Azusa. – disse seriamente – Você é um vampiro impuro que já foi humano um dia. Não possui um nome honrado de família que faça a sociedade vampira lhe respeitar. Não imagino o que em você atraiu Momo para ela desistir de tudo. Mas, diga-me, por qual motivo devo aceitar sua proposta em ir ao casamento de uma jovem que não considero mais minha filha?

Azusa o olhava.

— Porque eu... a amo...

Yasuko semicerrou o olhar. No fundo ainda amava Momo, porém seu orgulho não permitia aceitar que sua filha se unisse à um impuro.

— Eu agradeceria se fossem embora da minha casa sem insistir.

Azusa abaixou o olhar, assentindo. Yuma franziu levemente as sobrancelhas e o acompanhou, indo embora com ele. Ao fecharem a porta, o pai de Momo fitou-a, pensando, porém tirando a ideia de sua mente e voltando a ler os papéis.

Yuma e Azusa voltaram para casa. Yuma foi para o quarto, dizendo à Azusa que sentia muito por não ter dado certo e ele fora para seu quarto, entristecido. Ao entrar, Momo estava sentada na poltrona, lendo.

— Azusa. – sorriu – Onde você foi? Saki disse que saiu com Yuma.

— Hum... – assentiu, sentando na cama – Fui até... A casa... Do seu pai.

Momo arregalou os olhos, surpresa.

— O que?

— O chamei para... Vir ao... Casamento... Mas ele... Não aceitou...

Ela levantou, indo para a cama e sentando ao lado dele.

— Por que fez isso?

— Queria vê-la... Feliz...

Momo corou, sorrindo.

— Azusa... Eu estou feliz. Minha família não virá ao nosso casamento, mas estou muito feliz por me casar com você.

— Está...?

— Hum. – ela sorriu – Eu amo você.

Azusa sorriu, beijando-a e abraçando-a. Tudo que queria era fazê-la feliz, porém não importava os momentos tristes, Momo era feliz apenas por tê-lo ao seu lado.

Ao final da semana, tudo estava arrumado para o casamento no jardim. Arizu, Saki e Mei ajudaram Momo a se arrumar. Mei fez sua maquiagem e Arizu o penteado. Ajudaram-na a vestir o vestido e maravilharam-se em ver como Momo estava ainda mais linda. Ela sorria, um pouco nervosa, mas feliz por enfim se unir à Azusa.

As meninas direcionaram-se para o lado de fora, vendo que os Sakamaki e suas parceiras já estavam presentes e antes que Arizu saísse, Ruki chamou-a.

— Arizu.

— Eh? – sorriu – Ruki.

— Preciso que venha comigo.

— Pra que?

— Você verá.

— Hum. – ela assentiu, seguindo-o para dentro de casa.

Momo fora para entrada do jardim e Kou a esperava para levá-la ao altar. Ele usava um terno preto e sorriu ao vê-la.

— Momo-chan, você está linda.

— Obrigada. – sorriu, porém o olhou de forma desconfiada – Kou, você não aconselhou Azusa à nada, né?

Kou riu, pondo as mãos nos bolsos. Momo já havia experimentado várias posições com Azusa por causa de Kou, que o aconselhava a fazer diversas coisas. Sempre que Azusa dizia que queria fazer algo novo com ela, com certeza Kou havia conversado com ele.

— Dessa vez não. – disse ele, achando graça – Foi mal.

— Hum.

— Hoje é com ele, mas tenho certeza que vai saber o que fazer.

— Ele já sabia antes dos seus conselhos.

Kou riu e cruzou o braço com o dela.

— Né, vamos?

— Hum. – sorriu.

— Mas... Momo-chan, posso fazer uma pergunta?

— Claro.

— Eu... Gosto muito da Mei. – ele abaixou o olhar timidamente – E nos damos muito bem.

— Eu vejo. – ela sorriu – Até mesmo nos shows.

— Sim. – ele sorriu, fitando-a – Né, quero casar com ela. O que eu faço? Sabe, pra pedir.

— Eh...

Momo se surpreendeu, porém esta questão cabia apenas a ele. Azusa, por exemplo, pediu-a em casamento enquanto ela pintava, indo até ela, dizendo que a amava e pedindo-a para se casar com ele. Mas como Kou pediu sua opinião, o que era raro, ela sorriu e disse:

— O que ela gosta de fazer?

— Eh... – ele pensou – Ela disse uma vez que gosta de quando ficamos abraçados depois que... – riu – Sabe.

— Acho que todo mundo sabe. – ela achou graça – Azusa me pediu em casamento quando eu estava pintando.

— Hum, entendi. Então tá. – ele sorriu – Já tenho um plano.

Momo sorriu e prepararam-se para ir, porém antes de começarem a andar, Ruki e Arizu voltaram para a entrada do jardim e chamaram-na.

— Momo.

Ela voltou-se para Ruki em dúvida, achou que os dois já estavam do lado de fora.

— Ruki?

— Acho que você não vai com Kou para o altar. – ele sorriu.

— Eh?

Kou também não compreendeu, porém os dois sorriam e saíram da frente de Momo, fazendo com que ela olhava para o arco que dava para o corredor. Ela arregalou lentamente os olhos, vendo sua família parada e olhando-a.

— O... Que...?

Seu pai sorriu, aproximando-se e segurando sua mão.

— Está linda, minha filha.

— Pai? – seus olhos marejaram.

— Desculpe chegar em cima da hora.

— Ahm, não entendo... Azusa disse...

Sua mãe aproximou-se, sorrindo e tomando a palavra. Uma linda mulher com cabelos loiros e olhos azuis, usando um vestido vinho.

— Seu pai disse que Azusa-san fora até nossa casa para pedir para irmos ao casamento. Ele ainda se mostrava orgulho, mas eu o convenci. – ela sorriu.

Momo sorriu, emocionada e abraçou-a.

— Senti tanto a falta de vocês.

Ela sorriu, abraçando a filha. Ao cessarem, seus irmãos aproximaram-se com suas esposas e filhos, sorrindo de forma animada.

— Até parece que a gente ia perder seu casamento.

— Hajime. – Momo sorriu – Kakeru. Aiji.

Os três sorriam, vendo como ela estava bonita. Hajime era o irmão mais velho, um rapaz loiro com olhos azuis. Sua esposa era Ame, uma jovem de cabelos ruivos segurando o filho mais novo de poucos meses de idade e dando a mão ao filho mais velho, de seis anos. Kakeru, o segundo filho, era um rapaz com cabelos brancos e olhos marrons como o pai. Sua esposa era Mariko, uma jovem de cabelos cor de rosa que segurava a filha de quatro anos e estava grávida de cinco meses. Aiji, o terceiro mais velho, possuía os cabelos brancos do pai e os olhos azuis da mãe, sendo parecido com Momo. Sua esposa era Karin, uma jovem de cabelos marrons que segurava o filho de dois anos.

— Eles estão tão grandes. – Momo sorriu – Mariko, você está grávida. – surpreendeu-se.

Mariko sorriu, assentindo de maneira feliz.

— Karin também está gravida. – disse Aiji.

— Algumas semanas. – ela sorriu.

Momo se emocionou.

— Não acredito que estão aqui.

— Ei, não chore, bobona. – disse Kakeru – Vamos logo para o lado de fora, você está atrasada.

Ela assentiu, contente. Todos foram para o jardim, surpreendendo quem estava presente e Kou sorriu em direção à Momo, deixando-a com o pai. Ele a olhava, vendo mais uma vez como estava bonita e cruzando seu braço ao dela. Momo respirou fundo, emocionada e olhando mais uma vez para ele.

— Obrigada, papai.

Ele sorriu. Fora difícil para a esposa convencê-lo, porém ele percebeu algo.

— Momo, não importa com quem se case. Você sempre vai ser minha filhinha.

Momo sorriu, uma lágrima escorreu e ele a limpou com o dedo.

— Vamos. – sorriu.

Momo e seu pai caminharam pelo tapete vermelho até o altar. Azusa sorriu de forma feliz ao vê-la acompanhada do pai, porém ela apenas olhava para ele, que usava um terno completamente branco e uma flor esverdeada no bolso do paletó. Além da gravata, que era um lenço amarrado em laço em seu pescoço. Momo enrubesceu, vendo como ele estava bonito e Azusa não conseguia desviar o olhar dela. O vestido de Momo possuía três camadas na saia e o corpete era justo, sem mangas e com o reto. Em seus braços havia um tipo de mangas que iniciava no começo de seu braço, sendo justa e ao chegar aos cotovelos, alargava-se até seus pulsos. Momo não usava uma tiara, mas uma coroa de flores cor de rosa, assim como seu buquê. Seu véu era longo e preso na coroa. Seu cabelo estava metade preso e as pontas cacheadas.

Ao chegarem ao altar, Azusa ofereceu sua mão e ela a segurou gentilmente. Quem fizera a cerimônia fora o pai de Momo, fazendo-a surpreender-se mais uma vez. Após recitarem os votos, Yuma deu as alianças à Azusa, que a pôs no anelar esquerdo de Momo, assim como ela fez o mesmo. Após beberem o sangue um do outro nas taças, Azusa tocou gentilmente seu rosto e a beijou. O pai de Momo sorriu, vendo como ela realmente estava feliz.

Durante a festa, os Mukami conheceram a família de Momo, assim como os Sakamaki e suas esposas e noivas. Todos perceberam como a família dela era unida e um pouco diferente da família de outros puros. Seu pai podia até ter tentado ofender Yuma e Azusa, dizendo que eram impuros. Porém ele era como Momo, e isso foi passado para seus filhos, que trataram todos bem ao lado de suas esposas e filhos.

Enquanto Sora prestava atenção em Mana e Masami conversando com Mariko, a esposa grávida de Kakeru, ela observava sua barriga e a de Masami, que estava com dois meses. Sorriu de forma admirada, pensando como seria ter um filho. Ayato comia ao seu lado, porém ao fitá-la, olhou para onde ela olhava e voltou-se para ela, surpreso.

— Sora.

— Eh? – ela o fitou, sorrindo – A comida está gostosa? – segurou o garfo.

— Muito. – ele sorriu – Né, o que estava olhando?

— A-Ah, nada demais. – ela sorriu sem jeito – Estava vendo como Masami está bonita e feliz com a nova gravidez. A primeira não foi tão calma, lembra?

— Hum. Mas também estava olhando para a esposa do irmão de Momo.

— É... – ela enrubesceu – Ela está grávida também.

Ayato franziu a testa em dúvida, pensando.

— Quer engravidar?

— Uh... – ela corou, desviando o olhar – Fico pensando em como deve ser. – sorriu timidamente – Eu ficaria feliz em ter seu filho.

Ayato ruborizou levemente, desviando o olhar por um momento. Nunca havia pensando nisso antes, porém sorriu ao imaginar-se tenho filhos com Sora. Ele, ao pensar, percebeu que queria ter muitos com ela.

— Sora.

Ela o olhou.

— Sim.

— Quer começar a tentar? – perguntou – Tenho um pouco de medo, mas...

— Medo?

— Hum. – assentiu – Não sei se consigo ser um bom pai. Sabe, um pai de verdade.

Ela sorriu.

— Você vai ser um ótimo pai.

Ayato sorriu, dizendo:

— Então vamos ter vários.

Ela encolheu os ombros, sorrindo de forma animada e abraçando seu braço.

— Vamos.

Ayato beijou sua cabeça.

Na outra mesa, Yuka e Subaru conversavam. Ela olhou Momo de forma admirada e maravilhada por ela estar tão bonita. Começou a pensar em seu próprio casamento, que estava mais próximo que antes. Algumas semanas após o casamento de Laito e Rin, os convites para seu casamento chegaram e ela começou a planejar tudo, pedindo sempre a opinião de Subaru, que gostou de se envolver nos preparativos. O casamento seria em duas semanas e ela começou a ficar um pouco nervosa, porém feliz por enfim se unir à ele.

— Subaru-kun, você também está nervoso? – perguntou de repente.

— Também?

— Hum. – ela assentiu.

Ele sorriu e segurou sua mão.

— Não.

— Por quê? Eu estou muito nervosa, não sei por que. – abaixou o olhar.

— Eu estou feliz.

— Feliz? – olhou-o.

— Sim. Porque finalmente vou me casar com você.

Yuka enrubesceu, sorrindo e beijando sua bochecha de repente, fazendo-o corar levemente e sorrir. Faltava pouco, menos que antes.

Notas finais
Vestido de Momo: https://www.google.com.br/imgres?imgurl=https://i.pinimg.com/originals/89/94/4f/89944f5de85d1e465e09c3bfb98ad3bc.jpg&imgrefurl=https://www.pinterest.com/pin/340866265526965310/&h=800&w=571&tbnid=ElIa5SZlunaVpM:&q=%5B%5B%5B"xjs.sav.pt_BR.fOfj9HrQJPU.O",5%5D%5D,%5B%5B"id","type","created_timestamp","last_modified_timestamp","signed_redirect_url","dominant_color_rgb","tag_info","url","title","comment","snippet","image","thumbnail","num_ratings","avg_rating","page","job"%5D%5D,%5B%5B"dt_fav_images"%5D%5D,10000%5D&tbnh=266&tbnw=190&usg=__cZKDEhharE_C7d_4UjGc59iWTwM%3D&vet=1&docid=sdS5gY4v2eVenM Terno Azusa lindo! https://www.google.com.br/imgres?imgurl=https://vignette.wikia.nocookie.net/diabolik-lovers/images/9/95/Azusa1.jpg/revision/latest?cb%3D20151224212737&imgrefurl=http://diabolik-lovers.wikia.com/wiki/File:Azusa1.jpg&h=625&w=500&tbnid=5dI-kbQA2FO2EM:&q=%5B%5B%5B"xjs.sav.pt_BR.fOfj9HrQJPU.O",5%5D%5D,%5B%5B"id","type","created_timestamp","last_modified_timestamp","signed_redirect_url","dominant_color_rgb","tag_info","url","title","comment","snippet","image","thumbnail","num_ratings","avg_rating","page","job"%5D%5D,%5B%5B"dt_fav_images"%5D%5D,10000%5D&tbnh=251&tbnw=201&usg=__Cq3xHudRH_vM25Gm8aGUJSxdadg%3D&vet=1&docid=Mrz0ioGpbzEprM