Diabolik Lovers - União de Sangue
64 Capítulo 60: Últimos casamentos
Notas iniciais
Yuka olhava o lado de fora pela janela do corredor. Suas bochechas estavam coradas, ela via como Subaru estava bonito e arrumado no altar. Ele parecia nervoso, porém Shuu se aproximou e conversou com ele sobre algo. Yuka respirou fundo, as meninas já haviam ido para o lado de fora.
Como ela pediu, Rin fizera uma bela maquiagem em seu rosto e Mana um bonito penteado. Ela estava arrumada, sentia-se bonita e se casaria em alguns minutos. Porém o que mais desejava era aquele olhar de Subaru. E estava nervosa com essa nova fase. Ao final da noite eles estariam casados e dormiriam no mesmo quarto a partir daquele dia. Ela não estava nervosa com o casamento em si, porém com o que vinha em seguida. Uma vida com Subaru.
Enquanto observava o lado de fora pela janela, seu pai se aproximou e a viu.
— Yuka.
— S-Sim! – despertou, fitando-o.
Ele sorriu. Ela era sua pequena atrapalhada, desde criança sendo assim.
— Gostaria de perguntar algo antes de irmos.
— Claro. – ela sorriu.
— Sora me disse que aceitou vir para cá para nos honrar. Você pensou da mesma forma ao aceitar?
Ela surpreendeu-se e negou.
— Não. Eu gostei de Subaru-kun no baile e quando recebemos a carta... Desejei muito que ele fosse meu noivo. E ele foi. – sorriu, feliz.
— Isso é ótimo. – ele sorriu, contente – Vocês nos orgulham muito, saiba disso.
— Obrigada, papai.
Ele a abraçou de repente. Yuka era sua caçula e agora, depois de dois anos, se casaria com seu noivo. Enquanto se abraçaram, ela lembrou-se de todos os momentos desde sua chegada. A indiferença de Subaru, sua raiva e quando ele a expulsou de seu quarto ao tentar falar com ele. Mas lembrou das coisas boas também. Como quando pediu à Reiko que a ensinasse a fazer um bolo para ele, quando ele provou o bolo sem ela saber, quando na escola ele entrou na cozinha com a boca suja de bolo, quando Kou tentou fazer com que ela se apaixonasse por ele e Subaru demonstrou que gostava dela.
Mas o que mais se lembrava era seu primeiro beijo e sua primeira vez. Momentos marcantes – sendo um deles marcante para todos da mansão – que a fazia parar de ficar nervosa, pois sabia que tudo daria certo enquanto estivesse ao seu lado.
Ao cessarem o abraço, o pai de Yuka a conduziu até a porta para o jardim e ela respirou fundo, sorrindo. Ao começarem a caminhar, os violinos puseram-se a tocar a melodia. Em poucos segundos, Yuka avistou Subaru no altar e enrubesceu, admirada. Ele usava um smoking branco com colete cinzento e a olhava com as bochechas suavemente rosadas. Yuka ruborizou mais uma vez, sorrindo timidamente e fazendo-o sorrir.
O vestido de Yuka não possuía mangas e seu decote era reto, tendo desenhos de flores costuradas como detalhes. Sua saia de abria logo no quadril e possuía duas camadas transparentes de mesma cor que o tecido, tendo um laço do lado direito de seu quadril. Seu cabelo estava grande e chegava até a cintura, o que proporcionou à Mana fazer um belo penteado onde prendeu metade de seu cabelo, cacheou as pontas e penteou a franja para o lado direito. A tiara possuía uma joia cor de rosa e o véu pendia sobre seu cabelo.
Ao se aproximarem, seu pai beijou sua cabeça e sentou-se ao lado de sua mãe, que segurou sua mão. Subaru ofereceu sua mão e a conduziu até a frente da mesa onde estavam as taças. Quem fizera a cerimônia fora o avô de Yuka, que recitou os votos e permitiu que eles os repetissem, virando-se um para o outro e recitando. Subaru falava calmamente, sorrindo suavemente ao final e Yuka ruborizava, sorrindo enquanto falava. Como o último irmão a se casar, quem lhe dera as alianças fora Shuu, que sorriu ao ver que ele estava menos nervoso.
A faca fora oferecida à Subaru, que cortou a palma da mão e deixou seu sangue escorrer, sentindo pela primeira vez na vida que não era hediondo. Após fazê-lo, Yuka fez o mesmo e os dois pegaram as taças um do outro, bebendo e saboreando o sangue. Subaru bebia com os olhos semicerrados e Yuka ruborizava ao sentir o sabor atraente do sangue dele. Ao cessarem e porem as taças na mesa, ele voltou-se para Yuka, vendo seus grandes olhos verdes brilhantes, e sorriu, inclinando-se e beijando-a. Ela ruborizou, feliz.
Subaru e Yuka tiveram sua primeira dança e Masami desviou o olhar por um momento para dizer à Shuu como Yuka estava bonita e feliz. Shuu estava com Shirou nos braços, agora com nove meses e o cabelo loiro passava das orelhas. Seus grandes olhos azuis olharam em direção à Subaru e Yuka, apontando para eles. Ao olhar para Shuu, Masami avistou do outro lado da lona, atrás de algumas pessoas, Karlheinz. Ele sorria em direção à dança e a notou olhando-o, olhando especificamente para sua barriga. Ela usava um vestido justo e sua barriga de dois meses era bastante visível. Masami desviou o olhar, porém contente por este ser o último casamento e tendo esperança de que nunca mais fosse ver aquele homem.
Após a dança, os convidados foram para o centro da lona e começaram a dançar. Reiko sorria em direção à eles, vendo Ruka e Rikae dançando com Naruki e Satoya, os irmãos de Rin. Ela sorriu sem jeito, as duas pareciam mesmo gostar deles. Suas irmãs tinham agora 17 e 15 anos e estavam ainda mais bonitas. Ruka deixou seu cabelo marrom crescer e Rikae prendera seu cabelo caramelado em um belo penteado. Naruki sorria de forma gentil para Ruka, conversando com ela e a fazendo sorrir. Satoya e Rikae conversavam, parecendo estarem se conhecendo.
Rin aproximou-se de Reiko, sorrindo de forma maliciosa e observando os dois casais.
— Acho meus irmãos gostam das suas irmãs.
Reiko deixou escapar um sorriso.
— Irônico. – disse ela – Mande-os tratá-las bem.
— Já mandei. – ela riu – Disse que era melhor os dois tomarem cuidado, pois se não você iria matá-los.
— Não precisava ser tão ameaçadora.
Rin riu.
— Brincadeira. – olhou-a – Mas... Eles gostam mesmo delas. – sorriu de forma gentil – Foi difícil tirar a confissão de Satoya, mas Naruki disse que pedirá Ruka em namoro. Eles mantiveram contato desde o meu casamento.
Reiko se surpreendeu, mas sorriu de forma contente.
— Ruka estava ansiosa com o próximo casamento para poder vê-lo de novo.
— Sério? Que sorte a dele. – sorriu – Bem, infelizmente não tenho mais irmãos.
Reiko achou graça.
— Não exagere.
Rin sorriu.
Enquanto a festa se passava, Kou e Mei contaram à todos que se casariam no próximo mês e que os Sakamaki estavam convidados. Eles se surpreenderam, pois parecia estar havendo uma onda de casamentos, mas aceitaram com prazer.
Após a festa, Subaru e Yuka adentraram a mansão. Seguravam a mão um do outro e ruborizavam enquanto direcionavam-se para o quarto. Ao entrarem, Yuka viu como o quarto estava diferente. Subaru havia dito que seu quarto estava em obra e estava dormindo com ela. As paredes continuavam claras e o lustre era o mesmo, porém a cama agora era grande e possuía uma cabeceira de madeira maciça. Havia duas cômodas, criados-mudos, uma penteadeira e o caixão de Subaru estava no chão sob o tapete e ao lado da poltrona.
— Deixaram seu caixão. – ela comentou, sorrindo.
— Hum. – assentiu – Mas acho que não vou dormir mais nele.
— Por quê? Você gosta tanto dele.
Subaru semicerrou os olhos e a olhou, inclinando-se e beijando-a. Yuka enrubesceu, semicerrando os olhos ao cessarem e olhando os olhos de Subaru. Ele a pegou no colo de repente, fazendo-a exclamar e sorrir, e levou-a para a cama, sentando-a. Yuka o olhava, sorrindo de forma feliz e assistindo-o tirar o paletó e em seguida sua tiara com o véu. Ela o olhava de forma admirada e inclinou-se, desabotoando o colete dele. Subaru tocou seu rosto gentilmente e beijou-a, correndo as mãos para suas costas e desabotoando seu vestido. Yuka encolheu-se timidamente, assistindo-o abaixar seu vestido e tirá-lo pelos pés, deixando-a apenas de calcinha e o corpete que usava por baixo do vestido. Subaru observou-a e inclinou-se sobre ela, apoiando as mãos no colchão.
— Acho que Reiji não vai gostar se quebrarmos outro quarto.
Yuka semicerrou os olhos, extasiada e negando com a cabeça.
— Não vai.
Ele sorriu de forma maliciosa.
— Que bom que eu não estou nem aí.
Ela ruborizou mais, sendo beijava e deitada na cama. Subaru acariciou sua cintura, beijando seu pescoço e fazendo-a ofegar. Yuka contraiu as pernas, encolhendo-se e vendo-o tirar a camisa ao cessar. Ele tirou os sapatos e a calça, subindo na cama. Acariciou sua coxa, correndo a mão para baixo e tirando seus sapatos, fazendo com que ela deitasse a cabeça no travesseiro em seguida.
Subaru a beijava enquanto acariciava seu seio por cima da roupa. Abaixou seu corpete e passou a chupar um de seus seios enquanto apertava levemente o outro mamilo. Yuka gemia, contorcendo-se por seu toque e ruborizando sem parar. Eles já haviam dormido juntos dezenas de vezes, mas essa parecia ser a primeira para ela. Ele aproximou a mão de seu âmago e o acariciou, adentrando suavemente seu dedo e fazendo-a arquejar. Yuka fechou as pernas ao encolher-se, porém ele as abriu e aproximou o rosto ao tirar seu dedo, acariciando a intimidade dela com sua língua. Yuka arquejou alto, envergonhada.
— N-Não...!
Subaru cessou e a olhou.
— O que?
— Eh... – desviou o olhar – Aí não...
— Não é bom? Fiz isso no meu aniversário.
— É bom, mas...
— Hum. – ele assentiu, voltando a fazê-lo.
Yuka contorcia-se enquanto Subaru lhe dava prazer. Ele estava com os olhos fechados, concentrado em seus gemidos e se excitando cada vez mais. Pôs-se sobre ela ao cessar, olhando suas bochechas rosadas e semicerrando os olhos, tocando seu rosto gentilmente. Yuka respirava de forma ofegante, olhando-o de forma admirada e extasiada.
— Eu te amo, Subaru-kun. – disse ela timidamente.
— Também te amo. – beijou-a.
Subaru aproximou-se dela, adentrando-a de forma que a fez gemer e apertar a colcha. Movimentava-se calmamente, vendo seu corpo mover-se suavemente e ela inclinar a cabeça para trás, sentindo-o por completo. Ele permaneceu desta maneira, apenas observando-a. Yuka, porém, tocou seus braços e abriu levemente a boca enquanto o olhava. Parecia querer daquele jeito que faziam. Subaru semicerrou os olhos, excitado e passou a movimentar-se mais rápido.
Yuka o virou de repente, movimentando seu quadril e sentindo-o completamente dentro de si. Ele a observava inclinar levemente a cabeça para trás enquanto gemia. Tocou seus seios, sentando-se e pondo a boca em um deles, chupando-o de forma excitada enquanto tirava o corpete. Yuka pôs as mãos em seus ombros, apertando os olhos ao fechá-los e foi girada mais uma vez. Ela sorriu e o girou, fazendo com que os dois caíssem da cama. Subaru riu, ofegante e a pegou no colo, segurando-a pelas coxas e sentando-a sobre a cômoda, voltando a possuí-la com o rosto próximo ao seu enquanto respirava de forma ofegante.
Yuka beijou-o, cruzando as pernas em volta de seu quadril e fazendo-o apertar a madeira da cômoda enquanto apoiava-se, quebrando-a e sorrindo ao fazê-lo. Ela o abraçou e Subaru a suspendeu, deitando-a no chão e apoiando as mãos no chão de madeira, movendo-se com força. Yuka gemia alto, sentindo o enorme prazer e arranhou o chão com as unhas, fechando os olhos por um momento, porém sorrindo ao ver que Subaru achava graça. Ele a levantou de novo, pondo-a contra a parede e continuando daquela maneira, imprensando-a contra a parede e ouvindo-a rachar enquanto Yuka gemia.
Antes que atravessassem o concreto, ele a tirou dali e se sentou na poltrona, deixando Yuka lhe dar prazer e beijá-lo enquanto o fazia. Ela movimentava-se, sentindo-o se mover dentro de si e Subaru segurou sua cintura, movendo-a mais rápido. Yuka segurou os braços da poltrona e os apertou, quebrando um deles e arregalando os olhos.
— Droga... – ofegou.
Subaru sorriu, apertando o outro braço da poltrona e quebrando-o de propósito, beijando seu pescoço. Envolveu sua cintura com os braços e beijou-a nos lábios, ofegando e gemendo enquanto a sentia. Cessou por um momento, olhando-a e sentindo como ela estava molhada por dentro. Yuka corou pela forma como ele a olhava e Subaru a pegou no colo de novo, fazendo-a sorrir e pondo-a na cama, porém continuando em pé.
Movimentava-se rápido e com força, vendo-a contorcer-se e inclinar a cabeça para trás, apertando a colcha. Yuka gemia alto, sentindo o ápice chegar e Subaru a olhava de forma extasiada, ofegando e gemendo, assistindo-a contorcer-se e gemer ainda mais alto quando chegou. Ele ruborizou suavemente, continuando a mover-se com força e vendo-a apenas respirar de forma ofegante, olhando-o enquanto ele fazia com que seu corpo balançasse. Subaru sentiu o ápice chegar e rangeu os dentes, gemendo e vendo-a abrir levemente a boca ao passo que inclinou a cabeça para trás ao senti-lo mover-se dentro de si. Inclinou-se sobre ela, beijando-a de forma intensa e envolvendo sua cintura com o braço, suspendendo-a e fazendo-a deitar com a cabeça sobre o travesseiro.
Yuka encolheu-se, ainda sentindo um pouco de prazer e virou-se para Subaru, que deitou ao seu lado e recuperava o fôlego. Ela se aproximou mais e o abraçou, deitando a cabeça sobre seu peito e sorrindo, sentindo-o pôr a mão gentilmente sobre sua cabeça.
Num dos corredores da mansão, Reiji caminhava em direção ao seu quarto. Ao entrar, viu Mana debaixo das cobertas e vestida em sua camisola. Ela despertou ao ouvi-lo entrar e sentou-se.
— Onde estava? – sorriu.
— Verificando algo. – disse ele, trocando de roupa.
— Verificando algo? Como assim?
— Se terei ou não que mandar os empregados consertarem o quarto amanhã.
Mana deixou uma risada escapar.
— Estava ouvindo Subaru e Yuka, senhor pervertido?
Reiji franziu levemente as sobrancelhas, indo para a cama ao vestir o pijama e sentando-se.
— Queria apenas me certificar.
— Sério?
— Claro que sim. Não preciso ouvir esse tipo de coisa para me excitar.
— Claro que não. – disse ela, descobrindo-se e sentando em seu colo com os joelhos sobrados sobre o colchão – Porque você tem a mim. – sorriu.
Ele sorriu.
— Não tem direito algum de me chamar de pervertido.
— Acredito que sim.
Mana desabotoou a camisa de seu pijama, tirando-a e deixando seu torso nu, acariciando-o suavemente ao passo que o beijou. Reiji envolveu sua cintura com os braços e suspirou, excitado. Ela o sentiu através da calça e ele correu as mãos para baixo de sua camisola, percebendo que algo faltava. Ele cessou o beijou, olhando-a em dúvida.
— Está sem calcinha?
— Percebi que fica mais fácil. – ela sorriu, mordendo o lábio.
Reiji sorriu de forma maliciosa, abaixando a calça do pijama com Mana ainda em seu colo e retirando-a, jogando-a sobre a cama. Pôs a mão em sua cintura, apertando-a suavemente e o fez encaixar-se dentro dela, fazendo-a arquejar baixo enquanto o olhava.
— Você é tão contido... – disse ela, sorrindo ofegante.
— Como assim?
— Não prenda os gemidos. – pediu, tocando seu rosto – Quero ouvi-lo como naquele dia da banheira.
Ele assentiu, beijando-a e sentindo-a se mover sobre seu quadril, fazendo-o ficar mais excitado. Dessa vez não conteve os sons. Ele beijou seu pescoço e gemia ao ouvi-la fazer o mesmo. Reiji abraçou-a, semicerrando os olhos e beijando-a, girando-a de repente e deitando-a na cama. Mana sorriu, mordendo o lábio inferior e voltando a sentir prazer quando ele continuou, observando-a de forma extasiada.
Após setembro chegar, o dia do casamento de Kou e Mei chegou. A família Sakamaki fora para a mansão Mukami e após acomodarem-se em seus lugares, observaram Mei caminhar ao lado de seu pai em direção à Kou, que sorria. Ela estava linda e sorria em sua direção, emocionada. Seu vestido não possuía mangas e decote em coração possuía três camadas e babados azuis. Ela usava longas luvas e seu buquê possuía rosas azuis, assim como a borboleta azul em seu cabelo. O cabelo de Mei estava preso em um coque trançado e usava a tiara com o véu.
Ao se aproximarem, seu pai deixou-a com Kou e sorriu em sua direção, sabendo pelas diversas coisas que ela contara que ele era o amor de sua vida. Mei fez com que Kou a olhasse e levantou levemente sua saia, mostrando-lhe seus sapatos e as borboletas azuis nos topos. Kou sorriu e ambos recitaram em seguida os votos ditos pelo avô de Mei. Trocaram as alianças dadas por Azusa e beberam o sangue um do outro das taças. Ao beijarem-se, Kou abraçou-a com um braço e tocou seu rosto, sentindo Mei abraçá-lo. Ao cessarem, sorriram um para o outro.
A festa fora divertida e repleta de comida, o que Kou insistiu para que fosse assim. Algumas músicas que eram tocadas eram as próprias músicas que Kou e Mei cantavam e os dois dançaram durante metade da festa, sendo que a outra metade ele passou comendo.
Yuka e Subaru dançavam e ao cessarem, ela se aproximou de Kou enquanto Subaru direcionou-se para a mesa.
— Kou-kun. – sorriu.
Ele a olhou, comendo.
— Yuka-chan. – sorriu.
— Né, parabéns. Mei-chan está linda.
Ele sorriu, assentindo.
— Né, Yuka-chan.
— Hum.
— Desculpe.
— Eh?
— Por tentar separar vocês, naquela época.
Yuka surpreendeu-se. Para ela, isso já estava perdoado e esquecido.
— Não precisa, Kou-kun.
— Precisa, sim. – ele sorriu.
Yuka acalmou o olhar, sorrindo gentilmente.
— Obrigada. Mei-chan tem sorte por tê-lo ao seu lado.
— Subaru-kun também. – ele sorriu.
Yuka assentiu, feliz e caminhou para a mesa, sentando ao lado de Subaru e sorrindo em sua direção.
— O que foi? – ele perguntou em dúvida.
— Nada. – ela sorriu, beijando sua bochecha.
Ao entardecer, todos foram embora e os recém-casados foram para o quarto. Como era a noite de núpcias deles, os outros seis residentes da mansão Mukami relevaram os gemidos altos.
No quarto de Ruki e Arizu, ela escovava o cabelo, sentada na cadeira de sua penteadeira. Após casarem, suas coisas foram para o quarto de Ruki, assim como alguns móveis. Ruki estava lendo, sentado na cama e com as pernas e quadril cobertos, usando uma calça de pijama e camisa cinza. Arizu usava uma camisola lilás e curta, possibilitando ver suas pernas. Ao terminar de escovar o cabelo, levantou enquanto o trançava sobre um dos ombros.
— O que eles pretendem fazer sobre os fãs? – perguntou, sentando ao lado dele na cama.
— Sobre descobrirem que se casaram?
— Sim.
— Vão manter em segredo até completarem vinte e cinco anos na visão dos humanos. – disse ele, lendo – Mesmo que para os fãs os dois tenham dezenove anos e já estejam formados no colégio, ainda são novos para se casarem.
— O pensamento humano é engraçado às vezes. Na nossa época nos casávamos tão novos.
— Hum. – ele concordou – Provavelmente se tiverem filhos, Mei vai se distanciar até que nasça, já que a duração da gestação de uma vampira é diferente de uma humana.
— De fato. – Arizu pensou – Pensariam que o bebê nascera prematuro, mas como eles explicariam um tamanho normal e saúde plena?
Enquanto pensava em um possível bebê de Mei e Kou, Arizu lembrou-se de si própria. Algo faltou naquele mês, o que a fez levantar e abrir a gaveta de seu criado-mudo, pegando o pequeno caderno onde anotava coisas importantes. Procurou pela data de sua última menstruação e viu que fora em agosto. Engoliu em seco por um momento, desconfiada.
— O que houve? – perguntou Ruki, olhando-a.
— Nada. – ela sorriu, fechando o caderno e guardando-o – Estava vendo algo.
Sentou na cama e o beijou. Ruki fechou o livro e o pôs sobre seu criado-mudo, beijando-a novamente e abaixando a alça da camisola de Arizu, deitando-a e pondo-se sobre ela. Arizu abraçou-o, pensando enquanto o beijava se estava realmente grávida.
Durante duas semanas, Arizu não teve coragem alguma de fazer um teste de gravidez. Procrastinou o ato até o dia em que percebeu que sua menstruação realmente não viria. Logo que acordou naquela manhã, fora para frente do espelho e levantou a camisola. Mesmo sabendo que não conseguiria ver nada de tão diferente, analisou sua barriga. Pelas suas contas ela estaria com um mês e meio. Enrubesceu, precisava fazer logo um teste.
Após o café da manhã, ela vestiu um casaco e direcionou-se para o hall de entrada, abrindo a porta. Antes que saísse, Mei chamou-a enquanto descia as escadas.
— Arizu!
Ela se virou e a viu se apressar, aproximando-se.
— Vai aonde?
— À farmácia. Deseja algo?
— Sim. – ela sorriu sem jeito e aproximou-se – Pode comprar algo pra mim? – cochichou.
Arizu achou graça.
— Por que está cochichando?
Mei desviou o olhar por um momento, envergonhada.
— Não conte à ninguém, quero ter certeza primeiro. Eu... Acho que estou grávida e quero comprar um teste, mas se alguém me ver a notícia vai se espalhar rápido.
Ela arregalou os olhos.
— Como...?
— Não sei. – sorriu, feliz – Acho que me casei grávida.
— Hum. – ela assentiu e saiu.
Enquanto direcionava-se até o centro da cidade, Arizu entrou em uma farmácia e foi até a prateleira específica, pegando dois testes e pagando por eles. Voltou rapidamente para casa e deu um dos testes à Mei. Enquanto ela usava um dos banheiros, Arizu direcionou-se para outro e fez o teste, esperando. Ao término dos cinco minutos, lá estava a palavra: “Grávida”. Arizu enrubesceu, abaixando a mão que segurava o teste e sentindo seus olhos marejarem. Ela realmente estava grávida de Ruki e tracejou um lento sorriso, feliz.
Ouviu alguém bater na porta do banheiro e atentou-se.
— Sim?
— Arizu, pode me deixar entrar?— perguntou Mei.
— Ahm, hum.
Ela levantou e foi até a porta, abrindo-a. Mei entrou rapidamente, sorrindo e tirou o teste de seu bolso.
— Estou grávida. – mordeu o lábio – Vou ter um filho de Kou!
Arizu sorriu de forma polida, contente.
— Parabéns.
— Estou com três semanas pelo o que o visor diz. Eu já estava grávida quando casei. – achou graça.
Mei encolheu os ombros, animada e reparou que ela também segurava um teste.
— Eh? – olhou-a – Arizu?
Ela enrubesceu, pondo as mãos para trás.
— Você também...? – Mei perguntou.
— Sim. – olhou-a, sorrindo alegremente.
— Quantas semanas?
— Seis.
— Que ótimo! – Mei a abraçou – Vou contar para Kou! – correu, saindo do banheiro.
Arizu olhou para a direção que ela fora e se perguntou como Mei conseguia ter coragem de prontamente contar para Kou que estava grávida. Abaixou o olhar, como ela contaria à Ruki que estava grávida?
Meia hora após Mei falar com Kou, os dois reuniram todos na sala de estar. Kou estava animado, feliz e ansioso. Mei não parava de olhá-lo, sua reação fora de completa surpresa, porém de felicidade. Todos prestavam atenção, porém Arizu já sabia qual seria a notícia. Yuma e Saki estavam em um dos sofás com Yuuzo no colo dela, Ruki estava em uma poltrona com Arizu sentada no sofá ao lado e Azusa estava de mãos dadas com Momo, sentados no outro sofá.
— Tá bom! Temos uma grande surpresa pra vocês! – ele dizia, gesticulando de forma animada.
Eles prestavam atenção. Mei e Kou se entreolharam, sorrindo.
— Vamos ter um bebê!
Os meninos se surpreenderam e Momo exclamou de forma alegre.
— Está grávida! – sorriu, levantando e abraçando-a.
— Sim! – ela sorriu, feliz – Três semanas!
— Parabéns, Kou! – Yuma sorriu.
— É... – Azusa sorriu.
Ruki sorriu, fitando Arizu e vendo seu alegre e leve sorriso. Ao cessar o abraço com Momo, Mei fitou Arizu e disse:
— A casa vai ter mais dois bebês! – animou-se.
Arizu arregalou os olhos, enrubescendo e os outros não compreenderam.
— São gêmeos? – Saki perguntou.
— Não...
Mei pensara que Arizu tivesse contado à Ruki, não imaginara que ela fosse esperar em vista à sua reação alegre no banheiro. Arizu abaixou o olhar timidamente e Ruki olhou-a, surpreso.
— Arizu? Você...?
Ela o olhou, sorrindo suavemente e assentindo.
— Desconfiei há duas semanas e fiz o teste hoje. – confessou – Pensava em uma forma de contar.
— Me desculpe, Arizu! – disse Mei – Não sabia que ainda não tinha contado.
— Tudo bem. – sorriu.
Ela fitou Ruki, que estava estático com a testa franzida.
— Ruki?
— Ahm... – ele despertou.
— Ruki, você também vai ser pai! – Kou exclamou, rindo.
Ele o olhou e voltou-se para Arizu, levantando e segurando sua mão, levando-a consigo. Os outros não compreenderam, assim como ela. Porém ao pararem no corredor, ele se voltou para ela e segurou em seus braços, olhando em seus olhos.
— É verdade?
Ela assentiu.
— Quantas... Semanas?
— Seis. – disse em dúvida – Ruki...?
Arizu o olhava em dúvida, até que ele tracejou um sorriso no rosto e abraçou-a de repente.
— Obrigada, Arizu.
Ela ruborizou, sorrindo e abraçou-o.
— Obrigada também. – disse – Você me deu tudo que eu sempre quis e ainda mais.
Ruki cessou o abraço, tocando gentilmente seu rosto e beijando-a. Da porta da sala de estar, Kou e Mei os espiavam para ver se estava tudo bem e sorriram ao verem os dois se beijando.
— Eles têm a própria forma de comemorar. – disse Kou.
— Nós também. – Mei sorriu, lembrando-se de meia hora atrás.
Eles riram e voltaram-se para os outros, contando que tudo estava bem.
Poucos dias depois, Saki fora visitar Mana na mansão Sakamaki e levara Yuuzo consigo. As duas caminhavam no jardim com seus filhos no colo, conversando. Agora Kaya tinha cinco meses e seu cabelo branco estava crescendo, ficando cada dia mais parecida com Carla. Yuuzo, com dez meses de idade, também ficava cada vez mais parecido com Yuma.
— Deixe o cabelo dele crescer, Saki. Ele já se parece com Yuma mesmo. – Mana sorriu.
— Acho que não vou ter opção. Yuma está me vigiando para eu não sair com ele para cortar o cabelo.
Mana riu.
— Vocês dois são únicos.
Saki sorriu. As duas sentaram-se num dos bancos de cimento e puseram as crianças entre elas. Yuma observava Kaya ao seu lado, sentado enquanto ela tentava se manter sentada. Mana a apoiava com a mão, sorrindo.
— Ela está crescendo mesmo. – Saki sorriu – É parecida com você.
— Sério?
— Sim.
Mana sorriu, contente.
— Ela está aos poucos sentando sozinha, mas às vezes tenho que apoiá-la. E Yuuzo?
— Ele já senta sozinho e uma vez se apoiou no sofá para levantar, mas ainda não consegue andar.
— Eles estão mesmo crescendo.
Saki sorriu, avistando Sora aproximar-se. Ela estava com o olhar levemente baixo, pensando. Na semana anterior descobrira que não estava grávida e ficou um pouco frustrada. Seu desejo seria adiado um pouco mais. Ao ver Mana e Saki, sorriu.
— Saki. – sorriu alegremente – Há quanto tempo.
— Oi, Sora. – sorriu – Como está?
— Tudo bem. – sorriu sem jeito – E você?
— Yuuzo está tentando andar. – ela sorriu – Arizu e Mei estão grávidas. Eu já ia te contar isso. – fitou Mana.
— Sério? – Mana sorriu.
— Arizu está com um mês e meio e Mei vai fazer um mês na próxima semana.
— Que ótimo!
— É! – Sora sorriu, porém um pouco chateada – Kou e Ruki devem estar felizes.
Saki assentiu, sorrindo.
— Kou está mais animado que nunca e Ruki ficou surpreso com a notícia, mas muito feliz. Acho que ele não esperava. – achou graça – E vocês?
— Nós... – ruborizou – Estamos tentando.
— Jura? – sorriu – Que bom!
Sora sorriu, contente.
— Bem, vou indo.
Elas sorriram, vendo-a ir e voltando a conversar. Sora caminhou de volta para a mansão, pondo a mão sobre o peito de forma ansiosa. Ela queria muito engravidar, mas também sabia que às vezes levava algum tempo, principalmente por Ayato ser sangue puro. Masami e Mana foram sortudas certamente, mas Sora ainda queria ter filhos e logo.
Adentrou a mansão e procurou por Ayato, achando-o na sala de jogos. Ele jogava sinuca com Laito enquanto Kanato os observava, abraçado à Teddy e esperando sua vez.
— Ayato, pode vir comigo um minuto?
Ele a olhou após acertar uma bolha de bilhar.
— Pra que?
— Eh... – ela desviou o olhar timidamente pela presença de seus irmãos – Queria tentar de novo.
Ele elevou as sobrancelhas, interessado e largou o taco sobre a mesa, aproximando-se dela e segurando sua mão para irem.
— Ayato-kun, mas ainda não terminamos. – disse Laito – Não dá pra esperar?
— Você já largou a gente pra transar com a Rin. Então é revanche.
Ele foi embora com Sora, fazendo Laito rir e fitar Kanato.
— Kanato, vamos?
— Hum. – assentiu, pegando o taco – Eles estão tentando ter filhos?
— Sim. E você e Reiko?
— Ainda não. Vamos começar a pensar nisso depois que nos formarmos.
— Entendi, iria realmente atrapalhar.
— E você e Rin?
— Acho que só estamos aproveitamos, ainda não pensamos em tentar. E ela quer se sentir pronta.
— Vocês aproveitam desde antes do casamento.
Laito sorriu, achando graça e fazendo a primeira tacada.
No quarto de Ayato e Sora, os dois encontravam-se debaixo das cobertas, que se movimentavam. Ayato tirou as cobertas de cima dos dois de repente, ajoelhando-se na cama e empurrando as coxas de Sora para frente, sentindo-a ainda mais. Ela contorcia-se, apertando os olhos e sentindo a excitação, gemendo. Ayato ofegava, olhando sua expressão que o deixava cada vez mais excitado e apertando suas coxas, movendo-se com mais força. Sora inclinou a cabeça para trás, gemendo mais alto e sentindo o ápice chegar. Ele sorriu, mordendo o lábio inferior e fechou os olhos ao sentir seu ápice chegar. Deixou escapar o gemido, apoiando as mãos no chão e olhando-a respirar de forma ofegante.
Ayato deitou ao seu lado, recuperando o fôlego e pondo o braço sobre a testa. Sora deitou de lado, abraçando o travesseiro e suspirando.
— Será que vai dessa vez? – pensou.
Ele a olhou, abaixando o braço, desconfiado.
— Está ansiosa, Sora. – disse, deitando de lado e semicerrando os olhos.
— Eu quero muito ter um filho seu. – sorriu, corando – Muito mesmo.
— Eu também quero, mas temos tempo de sobra. – sorriu – Não fique pensando tanto nisso, se não vai ficar maluca a cada vez que não conseguir.
Ela abaixou o olhar por um momento, assentindo.
— Tudo bem.
Ayato sorriu, tocando gentilmente seu rosto.
— Quer de novo?
Sora sorriu, achando graça e assentindo. Sentou-se e se pôs sobre ele, sentando sobre seu quadril e beijando-o. Ayato segurou em sua cintura e a beijou, excitado.
No mês seguinte, os residentes da mansão Sakamaki ficaram aliviados por não terem recebido convites para o baile de inverno do rei. Pelo o que pensaram, aquele seria o primeiro e único baile que ele ofereceria, provavelmente apenas para conhecer as noivas dos filhos.
Sora viveu aquelas semanas como antes de começarem a tentar. Ligava para os pais e para seu irmão às vezes, perguntando como estavam e em seguida procurava algo para fazer, como ler um livro ou cozinhar o que gostava. Durante o dia Ayato sempre a surpreendia, levando-a para o quarto ou assustando-a no banheiro ao chegar para “tomar banho”. Sora se divertia com ele, mas ao entrarem na segunda semana de outubro, ela lembrou-se de seu desejo mais uma vez ao entrar no banheiro para tomar banho. Enquanto prendia o cabelo para entrar na banheira, reparou no teste de gravidez na prateleira embaixo da pia. Ela o havia comprado no mês anterior, mas não teve tempo de usar.
Pensou algumas vezes, acreditando que se o usasse estaria sendo ansiosa de novo. Mas o pegou de repente e abriu a embalagem. Fez o que as instruções mandavam, achando que se fizesse de uma vez, se esqueceria de sua ansiedade. Pôs o teste sobre a pia após fazê-lo e entrou na banheira, recostando suas costas e respirando fundo, sorrindo. Sentia-se mais aliada, calma. Até que abriu os olhos ao sentir alguém entrar na banheira, vendo Ayato.
— Você fica me seguindo? – achou graça – Como sabe sempre onde estou?
— Telepatia.
Ela riu. Ayato segurou sua mão, fazendo-a sentar sobre seu quadril com as pernas abertas e joelhos dobrados. Pôs a boca em um de seus seios, chupando-o enquanto a adentrou.
— Ah...! Ayato...!
Ele semicerrou os olhos, excitando-se e movendo o quadril para cima ao cessar, fazendo-a balançar seus seios. A água era mexida e um pouco era posto para fora, molhando o chão. Ayato a observava gemer com os olhos fechados, sendo balançada. Ele ofegava, gemendo e a abraçou ao sentir chegar, ouvindo-a e sentindo-a chegar no mesmo momento que ele. Sora respirava de forma ofegante, ainda sobre ele e beijou-o, pondo a língua dentro de sua boca ao passo que o abraçou.
Ao terminarem, Ayato saiu da banheira depois de tomar banho, enrolando a toalha em volta do quadril. Sora terminava seu banho, molhando-se para tirar a espuma.
— Você molhou o chão. – disse ela, rindo.
— Nós molhamos. – olhou-a e fitou a pia – O que é isso? – aproximou-se.
— Eh...! – ela hesitou – É... Um teste.
Ele a olhou, desconfiado.
— Fez um teste de gravidez? Está ansiosa de novo?
— Não... – desviou o olhar – Eu tinha comprado mês passado e o usei só pra não vê-lo aí. Não é nada demais.
Ele pegou o teste de cima da pia.
— Tá, mas eu já disse que não precisa ficar assim, nós vamos... – olhou o visor.
Sora olhou-o, vendo seus olhos arregalados. Ayato estava estático, ainda fitando o visor.
— Ayato?
Ele piscou os olhos, fitando-a.
— Nós vamos ter um bebê.
— Eu sei, mas por que está assim?
— Vamos ter um bebê.
— Você já disse isso! – ela riu – Por que ficou com essa cara?
Ele caminhou até ela, ajoelhando a frente da banheira e apoiando a mão, mostrando o visor.
— Porque vamos ter um bebê!
Sora leu o visor, que tinha a palavra “Grávida” e logo abaixo “três semanas”. Ela arregalou os olhos, segurando o teste e olhando para Ayato.
— Vamos ter um bebê! – sorriu.
— Vamos!
Ela apoiou as mãos na banheira, beijando-o e o abraçando. Os dois logo convocaram uma reunião para contar aos outros sobre a novidade. As meninas abraçaram Sora, dizendo como ela estava feliz e parabenizando-a, assim como os irmãos de Ayato, que disseram para ele cuidar bem do bebê e não o deixar cair quando nascesse.
Na noite do dia seguinte, Reiji adentrou em seu quarto e tirou o paletó, pondo-o sobre a poltrona e reparando que a porta do banheiro estava entreaberta e a luz acesa.
— Reiji?— perguntou Mana.
— Estou aqui.
Ele se aproximou do berço de Kaya, vendo-a acordada. Ao vê-lo, ela sorriu e balançou os braços. Reiji sorriu gentilmente segurando sua pequena mão.
— Boa noite. – disse ele – Mana, aqueles dois estão bem animados com a notícia. Eu os vi conversando sobre o quarto do bebê.
— Isso é ótimo.— disse ela do banheiro – Sora parecia querer muito engravidar, né?
— Não sei ao certo. Ayato comentou no mês passado que estavam tentando, mas não sabia que ela queria tanto.
— Hum.— concordou.
Kaya balançou as pernas e braços de forma animada, sorrindo e fazendo sons engraçados. Reiji achou graça, sorrindo mais uma vez.
— Está tentando dizer algo? – perguntou.
Ela riu, fazendo-o deixar escapar um riso baixo.
— Reiji. – disse Mana.
Ele se virou, vendo-a em frente à porta vestida em sua camisola rosada e com algo na mão. Ela sorriu de forma feliz e levantou a mão, mostrando-lhe um teste de gravidez.
— Estou grávida.
Reiji arregalou os olhos, estático. Mana se emocionou, seus olhos marejaram. Ele despertou logo em seguida, caminhando até ela e analisando o teste.
— Quando...?
— Atrasei essa semana e comprei um teste. – ela explicou – Isso é ótimo, não é?
Ele tracejou um sorriso feliz no rosto e abraçou-a.
— Claro que é! Como pode perguntar isso!
Mana enrubesceu, feliz e o abraçou. Reiji a suspendeu e beijou-a, levando-a para a cama e deitando-a. Mana o olhava, vendo como ele estava feliz. Reiji a abraçou e beijou-a mais uma vez, mais feliz do que poderia se expressar. Ele seria pai de novo.
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