Diabolik Lovers - União de Sangue

58 Capítulo 54: Parabéns


Notas iniciais
Me avisem se foi o capítulo 'rs Porque agora tô com pé atrás 'kkkkkkkk

Após Mana contar à Reiji que estava grávida e que o filho não era dele, decidiu mudar-se para seu antigo quarto. Ela achava que era o melhor a se fazer por ele ter dormido por três meses no laboratório enquanto ela estava desaparecida. Porém ele não dirigia uma palavra à ela, mesmo estando no mesmo cômodo ou passando pelo corredor. Ele a ignorava completamente, porém por não conseguir olhá-la. Ao ver seu rosto, ele apenas pensava no quanto se sentia culpado e o que poderia ter feito para que ela não tivesse voltado grávida de um bastardo. Não sabia o que fazer, ele recuperara a sanidade, porém estava confuso.

Após Rin e Mana voltarem, Yuka decidiu organizar uma festa surpresa para Subaru. Na semana seguinte seria seu aniversário e ela queria fazer uma grande surpresa, além de tentar melhorar a tensão que era exalada pela mansão. Pediu a todas as meninas para a ajudarem elas aceitaram prontamente. Após um ano e meio desde a chegada delas à mansão Sakamaki, várias coisas haviam mudado. E uma delas, a que mais Yuka gostou, fora a união entre as noivas.

Durante a semana após o retorno das duas, todos os residentes já sabiam sobre a gravidez de Mana e quem era pai. Porém mesmo ela se sentindo envergonhada e sentindo como se humilhasse Reiji, nenhum dos rapazes dizia uma palavra para julgá-la. A tratavam normalmente, ou o que poderia ser chamado de normal para eles. As meninas a tratavam como sempre, não mudaram nada e muito menos a criticaram. Mana percebeu, como Yuka, que elas acabaram se tornando uma grande família. E isso a deixava emocionada e feliz, pois agora possuía mais quatro irmãs.

A tarde fora apenas de decorações. As seis arrumavam a sala de jantar, decorando-a enquanto cozinhavam. Masami, Mana e Rin decoravam a sala de jantar enquanto Reiko, Sora e Yuka cozinhavam. Yuka, porém ia e vinha entre a sala e a cozinha. Ela queria ajudar em tudo e deixar tudo perfeito para Subaru. Perguntou-se uma vez se ele já tivera uma festa de aniversário e achou que seria ótimo comemorar a primeira com ele.

— Será que ele vai gostar? – ela perguntava, pendurando a faixa na parede.

— Você sabe que é a terceira vez que pergunta isso, né? – disse Rin, ajudando-a.

— Desculpe. – sorriu – Estou ansiosa pra ver a expressão dele.

— Eu acho que ele vai quebrar a parede. – Rin murmurou.

— Mais para cima, Rin. – disse Masami do outro lado do cômodo com Shirou nos braços.

Rin assentiu, levantando mais o braço e prendendo a faixa.

— Pronto.

— Vou ver o bolo! – exclamou Yuka, correndo.

Mana adentrou a sala de jantar com pratos nas mãos e quase foi derrubada por Yuka, que se desculpou e continuou a correr. Ela achou graça, aproximando-se da comprida mesa e pondo os pratos sobre a toalha cor de lavanda.

— Ela está realmente animada. – comentou.

— Ela devia colocar uma foto bem grande dele na parede. – Rin gesticulava – A toalha é lavanda e ela vai usar um vestido da mesma cor. Yuka ficou doida?

— Ela apenas não sabe se ele já teve uma festa de aniversário. – disse Masami – Está ansiosa.

— Vulgo maluca.

— Pare com isso, Rin. Até parece que você não iria se animar fazendo uma festa para Laito.

— Claro que sim, mas não assim. – ela riu.

Mana se aproximou da irmã, observando Shirou. Ele abrira os olhos há poucos dias e não parava de olhar ao redor. A cor azul de seus olhos era como de Shuu, fazendo com que Masami ficasse ainda mais admirada por ele ser tão parecido com o pai. Mesmo sentindo-se um pouco incômoda por não ter nada dela, era apenas questão de tempo. Talvez ele herdasse algum traço de sua personalidade ou até de ambos.

— Posso segurá-lo? – perguntou Mana, docemente.

— Claro.

Masami pôs-se a sua frente, pondo Shirou em seus braços.

— Ele é tão bonito. – sorriu – É mesmo semelhante à Shuu.

— Hum. – Masami concordou – Ele não tem nada meu. – achou graça.

— Tem sim, dá pra ver. É uma mistura.

— Claro que é. – ela riu.

— É tão bom ter um bebê nos braços.

— Hum. – ela concordou, contente – Você vai gostar quando chegar o seu.

Mana semicerrou os olhos, sorrindo de forma entristecida. Masami desviou o olhar, não havia dito por mal.

— Desculpe.

— Tudo bem. – ela sorriu.

— Reiji ainda não está falando com você? – perguntou Rin.

— Nem uma palavra. – Mana a olhou – Acho que ele nunca mais vai falar comigo. A família grande e feliz que eu desejava não vai acontecer.

— Ei, não fale isso.

— Concordo com Rin. – disse Masami – Você não pode perder as esperanças.

Mana assentiu, fitando Shirou e sorrindo levemente. Repentinamente a porta se abriu e Yuka invadiu a sala, virando-se e vendo Sora trazer o bolo com Reiko logo atrás dela. Ela o olhava de forma admirada e animada, vendo-a pô-lo no centro da mesa.

— Reiko, obrigada! – Yuka exclamou, abraçando-a.

— De nada. – disse ela de forma apática, sorrindo levemente.

— Ficou perfeito!

Rin revirou os olhos, porém achou graça.

Mais tarde, todos estavam arrumados e os meninos chegaram na sala de jantar na companhia de suas noivas. Exceto Yuka e Mana. Yuka esperava por Subaru, pois pedira à ele para descer em meia hora para caminharem juntos no jardim. Mana, por outro lado, teve a certeza de que ficaria sozinha pelo resto da noite. Como agora ele não dizia nenhuma palavra à ela, Mana teve certeza de que não teria nenhuma companhia além dos que estavam presentes. Porém sorria enquanto observava Yuka, que estava realmente feliz.

— Laito-san, então podemos gritar parabéns quando ele entrar na sala! – disse ela, eufórica.

— Claro! – ele sorria, animado – Mas tem certeza de que ele vai vir pra cá?

— Sim, pedi à ele para me encontrar aqui.

— Ótimo!

Rin os observava ao lado de Sora.

— Ah, meu Deus, esses dois... – pôs a mão na testa.

— Parecem estar se divertindo. – Sora achou graça.

— Como duas crianças.

Sora deixou uma risada escapar. Yuka ouviu um barulho, interrompendo a conversa de todos e fazendo com que o grande grupo ficasse logo atrás da mesa. Ela pegou um lança confetes, assim como Laito e se entreolharam uma última vez, sorrindo de forma animada. Ouviram Subaru chamar por Yuka e a porta se abrir. Ele adentrou o cômodo e fitou todos na mesa, franzindo a testa. Yuka e Laito soltaram os confetes, que voaram por toda a sala de jantar enquanto gritaram com os outros:

— Feliz aniversário!

Subaru arregalou os olhos, ruborizando levemente e fitando Yuka, que sorria.

— Y-Yuka...?

Ela achou graça e correu até ele, abraçando-o.

— Eh...?

— Feliz aniversário, Subaru-kun!

— V-Você fez isso tudo? – ele perguntou, ainda confuso.

— Pedi às meninas que me ajudassem e Laito-san deu várias ideias.

Subaru fitou Laito por um momento, que sorria de forma cômica, acenando em sua direção. Seus irmãos se aproximaram, parabenizando-o e batendo levemente em suas costas, como Ayato e Laito. Yuka os observava, feliz. O resto das meninas a olhavam, contentes por todos estarem se envolvendo na comemoração. Yuka observava Subaru, que sorria de forma envergonhada, porém feliz enquanto seus irmãos falavam com eles.

— Está ficando mais velho! – exclamou Ayato.

— Parabéns, Subaru. – disse Shuu, sorrindo.

— O bolo deve estar muito bom, você vai gostar. – disse Kanato.

— Eu te dei o presente perfeito! – exclamou Laito, animado – Vai poder usar com Yuka-chan. – cochichou.

Ele sorriu sem jeito, porém agradecendo por tudo. Os residentes puseram-se em volta da mesa e conversavam enquanto a festa acontecia. Comiam e apreciavam o saber delicioso dos pratos salgados e dos doces. Pela primeira vez Subaru teve uma festa de aniversário e sorria como provavelmente nunca o fizera na vida. Yuka o observava, ele conversava a maior parte do tempo com os irmãos e ela deixou sem querer os olhos marejados, disfarçando e sorrindo.

Ao final da festa, todos se reuniram próximos do bolo e cantaram parabéns, olhando para a vela acesa sobre o glacê. Subaru observava admirado o bolo de creme e morangos, vendo a vela e sua pequena chama dançar. Quando todos terminaram de cantar, Subaru fitou Yuka ao seu lado e segurou sua mão, puxando-a levemente e trazendo-a para perto do bolo. Ela enrubesceu, porém inclinou-se com ele e sopraram a vela juntos.

Após a festa, Subaru levou Yuka para seu quarto. Levaram seus presentes e naquele momento estavam sentados em cima da cama, vendo o que Subaru ganhara.

— Uma jaqueta! – disse ele, surpreso ao segurá-la.

— É linda! Quem deu?

— Hum... – ele leu no embrulho – Shuu.

Yuka sorriu, vendo seu suave sorriso.

— O que mais?

— Eh... – ele olhava os embrulhos que abrira – Pulseiras de Rin, camisas de Sora, botas de Ayato, uma caixa de doces de Kanato. – franziu a testa em dúvida.

— Para ele te dar doces, Kanato-kun realmente quis te presentear.

— Provavelmente. – ele sorriu – Masami me deu um livro e Mana um cinto.

— Que bom que ganhou vários presentes. – disse ela, percebendo algo – Ah, não! – exclamou de repente.

— O que foi?

Yuka pôs as mãos sobre a boca, chocada.

— Esqueci do seu presente... – disse ela, estática – Esqueci totalmente!

— Tudo bem. – ele sorriu.

— Não, não, não! Não acredito que fiz isso!

— Yuka, você planejou uma festa pra mim. – disse ele em tom óbvio.

Ela o olhou, acalmando-se aos poucos. Acreditou que para Subaru a festa fora seu grande presente. Ela desejava ter lhe dado algo mais, porém estava feliz por ele estar feliz.

— Você gostou mesmo?

— Muito.

Ela encolheu os ombros, contente.

— Mas eu não entendi uma coisa. – disse ele.

— O que?

— Laito me deu um presente estranho. É rosa.

— O que é? – ela disse em dúvida.

Subaru pegou o embrulho do presente e tirou o que Laito lhe dera de dentro, levantando as mãos e mostrando à ela. Yuka arregalou os olhos, ruborizando. Subaru segurava um espartilho rosa de renda, sorrindo de forma maliciosa.

— Isso com certeza não é pra mim.

— E-Eh...! Não acredito que ele fez isso!

— Laito nunca vai deixar de ser Laito. Não completamente. – disse ele, abaixando a roupa.

Yuka mexeu no embrulho, vendo uma calcinha de renda, meia-calça e ligas para prender o espartilho nas meias-calças. A cada coisa que olhava, suas bochechas ficavam mais avermelhadas.

— Não... Acredito.

Subaru sorriu, achando graça e inclinou-se, deitando Yuka na cama e apoiando as mãos e joelhos no colchão. Ela enrubesceu ainda mais, olhando sua expressão, que mudara para algo mais excitado. Mesmo que já houvessem feito várias outras vezes, nunca o fizeram no quarto de Subaru. Yuka se sentiu tão envergonhada quanto na primeira vez.

— E-Eh, S-Subaru-kun...

— Né... Quero que vista.

— Eh?!

— Esse vai ser seu presente pra mim.

Ela desviou o olhar, sentindo-o abaixar a mão e tocar seu quadril, subindo seu vestido.

— T-Tá bom! – exclamou, envergonhada – Mas não me veja trocando de roupa.

— Eu já te vi nua. – disse ele, confuso.

— I-Isso é diferente!

Ele se sentou, virando para a parede. Enquanto Yuka trocava de roupa, sempre verificando se ele realmente não a olhava, Subaru guardava seus presentes, pondo-os na beira da cama. Quando o fez, Yuka o chamou.

— S-Subaru-kun.

Ele se virou, voltando-se para ela e arregalando levemente os olhos, surpreso. As curvas de Yuka eram marcadas pelo espartilho tanto quanto suas pernas nas meias-calças, seus seios pareciam ligeiramente maiores e a calcinha de renda lhe seduzia. Tudo em rosa, combinando perfeitamente com Yuka. Porém ele reparou em seu cabelo, que estava preso em um rabo de cavalo. Um penteado que ela nunca usara antes.

— Prendeu o cabelo. – disse, surpreso.

— Eh? Sim... Pra me vestir. Se quiser eu solto.

— Não precisa.

Ele esticou o braço, segurando gentilmente sua mão e puxando-a com calma, fazendo-a se aproximar. Yuka enrubescia enquanto o olhava, nunca o vira com tal expressão lasciva. Engoliu em seco, envergonhada e perguntou-se como Rin conseguia vestir esse tipo de roupa para Laito. Aqueles dois eram realmente depravados.

Subaru observou Yuka de baixo para cima, acariciando seu corpo e vendo sua expressão tímida, que o deixava ainda mais excitado. Ele a fez sentar em seu colo de frente para si com as pernas abertas e ajoelhadas no colchão, observando-a e tocando seu bumbum com as mãos. Yuka encolheu-se, fechando os olhos, porém ele a fez olhá-lo e beijou-a, segurando sua nuca. Ela sentia sua língua movimentando-se dentro de sua boca, deixando-a aos poucos excitada. Yuka fechou os olhos, ruborizando e entregando-se, pondo as mãos em seus ombros.

Subaru a virou, deitando-a na cama e pondo-se sobre ela, tocando o espartilho. Ajoelhou-se, tirando a camisa e os sapatos, beijando-a mais uma vez e tirando sua calça. Ele tirou a calcinha de Yuka, deixando-a exposta e fazendo-a desviar o olhar por um momento. Subaru beijou seu pescoço, descendo e percorrendo sua barriga, chegando ao seu âmago e acariciando-o com sua língua. Yuka pôs as mãos sobre a boca, envergonhada. Ele nunca havia feito isso. Subaru segurou suas coxas, apertando-as e cessando, pondo-se à sua frente. Ela o olhava, vendo-o abrir calmamente suas pernas e ficando sobre ela, observando sua respiração ofegante enquanto adentrava-a.

— Subaru...kun... – ela inclinou a cabeça para trás, apertando a colcha.

Yuka o sentia dentro de si, sentindo como ele a preenchia e a excitava. Subaru semicerrou os olhos, ofegando e movimentando-se. Observava seu corpo balançar naquela roupa e passou a movimentar-se mais rápido, vendo Yuka gemer cada vez mais alto e ofegante. Ela rangia os dentes, apertando os olhos e corando. Ele passou a gemer, sentindo-a cada vez mais molhada. Parou por um momento, tirando as meias-calças e o espartilho, percebendo como apreciava mais vê-la nua. Ao fazê-lo, sendo observado por Yuka, continuou e a viu novamente gemer. Ele a empurrava com força, fazendo a cama balançar e arranhar o chão. Com a força, a cama foi para frente e suas pernas se quebraram. Com o estrondo e a cama aterrissando no chão, Subaru parou por um momento, vendo o que mais uma vez havia feito. Yuka o abraçou de repente, beijando-o e fazendo-o continuar, sem se importar.

Sua respiração estava ofegante, parecia estar fora de seu corpo. Yuka o girou à força, ficando sobre ele e movimentando seu quadril, vendo sua expressão enquanto segurava sua cintura com as mãos. Ela ruborizava, sentindo-o pulsar dentro de si. Subaru segurou seus braços e deitou-a mais uma vez, sentindo-a cruzar as pernas em volta de si e arquejar. Ele a levantou, segurando suas coxas e pondo-a contra a parede, continuando. Sua respiração ficou mais ofegante, deixando escapar gemidos altos enquanto movimentava-se e a imprensava contra a parede.

Enquanto o fazia, Subaru notou que a parede estava rachando ao redor de Yuka. Semicerrou os olhos, movimentando-se sem parar e sentindo-a arranhar suas costas. Beijou-a de forma intensa, sentindo o ápice de aproximar.

— Droga... – arquejou.

Yuka cruzou mais uma vez as pernas em volta de seu quadril e o sentiu chegar ao ápice, gemendo e lentamente parando de se mover. Ela inclinou a cabeça para trás, sentido seu próprio ápice chegar ao sentir o de Subaru. Ele abriu levemente a boca ao vê-la sentir o mesmo e a envolveu em seus braços, segurando-a por estar se soltando de seu corpo.

Subaru deitou Yuka na cama, cobrindo-a. Ela o olhava com os olhos semicerrados, tentando acalmar a respiração. Ele deu uma olhava na parede, percebendo que ao menos não fizeram um buraco. Apenas a cama foi quebrada dessa vez. Subaru sentou-se ao lado dela, cobrindo-se e observando-a. Yuka fechou calmamente os olhos, adormecendo ao seu lado. Ele deixou escapar um sorriso, deitando e pondo o braço sobre ela, fechando os olhos.

Por mais que não tivesse tido uma festa de aniversário antes, ele sabia que esse fora o melhor aniversário de todos.