Notas iniciais
oi minha flores,
gente desculpe demorar tanto, mas com o inicio das aulas da faculdade esta ficando difícil postar.
gente, vocês sabiam que Falls Chirch realmente existe? pois é, é uma cidade localizada em Virgínia e que é a maior economia dos Estados Unidos. fiquei sabendo disso hoje. rsrsrsr
Gente sobre o Capitulo, desculpem, mas eu nao me lembrava do nome do prefeito da cidade no livo, então pus o nome que tem na série Richard Lockwood. e eu também nao me lembrei o nome da filha da Lady Ulna. bom, mas tirando isso espero que gostem do capítulo.

PDV Autora.

Ela estava ficando completamente louca, não podia estar apaixonada, não por Damon. Ela havia se lembrado de todos os momentos que passaram juntos. Lembrou-se das aventuras, dos medos, dos beijos que trocaram de forma carinhosa. Ela sabia que esses beijos não significavam nada para Damon, todos sabiam que o coração dele somente pertencia a uma pessoa, que por sinal era de sua melhor amiga. Elena. Mas para Bonnie cada beijo (por mais que esses beijos fossem apenas selinhos) era como se uma corrente elétrica com mais de 1000 volts percorresse seu corpo inteiro.

- Sou uma completa idiota. – Ela sussurrou.

- Falando sozinha. – Bonnie se assustou com a voz de Stefan.

- Desculpe, não tinha percebido que você estava ai. – Bonnie se recompôs.

- A culpa foi minha, não pretendi assusta-la. Você esta bem?

- Estou bem sim. Por que não estaria? Não há como ficar mal em uma festa tão linda como esta.

Stefan sabia que ela estava mentindo. Ele havia visto Bonnie e Damon conversando e viu que o irmão saiu dessa conversa com um ar de tristeza e Bonnie ficou em uma forma estática com um misto de expressões no seu pequeno rosto. Confusão, tristeza, raiva.

- Eu respeito se você não quiser falar, mas só quero que saiba que pode confiar em mim. – Stefan tocou o ombro de Bonnie tentando conforta-la. Ela abraçou o amigo e começou a chorar. Ela sabia que podia confiar sua vida a ele.

- Ah Stefan, eu sou uma completa idiota.

- Não dia isso. – Retribuiu o abraço passando a mão delicadamente nas tranças de Bonnie.

- Digo sim, porque é... É a mais pura verdade. – Falou em meio a soluços. – Eu sou completamente apaixonada por ele, Stefan. Eu não queria, eu realmente não queria, mas aconteceu. Eu sei que ele não sente o mesmo por mim, que ele... Desculpe Stefan, mas todos sabem que ele ama Elena.

- Não se sinta culpada por sentir isso, afinal não mandamos no nosso coração.

-Tenho certeza que ele esta agradecendo ao Céu por não me lembrar de nada que passamos juntos, mas eu lembrei. – Falou ainda chorando. Não queria nem saber se a maquiagem estava borrando, ela só queria desabafar com alguém. E não haveria ninguém melhor que Stefan.

- Você se lembrou? – Stefan tomou um susto quando Bonnie disse.

- Sim. – Ela se afastou um pouco do abraço para ver a expressão do rosto do amigo.

- Que coisa maravilhosa. – Ele realmente não sabia ao certo se isso era maravilhoso, pois não sabia o porquê dela se lembrar, isso era um mistério tanto quanto o porquê Damon estar vivo e não morto. Sabia que isso não era normal. Mas era ótimo não ter que esconder mais nada da amiga. – Mas eu vim te chamar pro salão principal, o concurso vai começar agora.

[...]

Damon não gostava de deixar sua pequena ruivinha daquela forma, odiava saber que era responsável por sua tristeza. Mas tinha que ser assim, tinha que fazer de tudo para que ela o odiasse, mas estava ficando cada vez mais difícil. Quando ela o tocou no braço ele sentiu uma onda de calor percorrer todo seu corpo e quando a olhou nos olhos sentiu como se pudesse ler sua alma. Naquela hora ele queria beija-la e dizer o quanto a amava, mas não podia, se ele queria protege-la teria que mantê-la longe.

Percebeu que estava com fome quando passou uma garota por ele. Sentiu sua gengiva latejar e seus dentes começaram a aparecer.

- Olá. – Disse de uma forma sedutora.

- Oi. – Respondeu a garota.

- Como se chama? – Ele sempre perguntava o nome de suas vitimas antes de mordê-las. Era um hábito.

- Clarice. – A garota respondeu e chegando mais perto dele e forma interessada.

Ela realmente é uma garota fácil. – Pensou Damon.

- Clarice vou te morder. – Disse olhando nos olhos dela.

- Úúúú... Morder-me? – Perguntou maliciosamente. Damon revirou os olhos e disse.

- Sim. Vou tomar seu sangue. – Mostrou seus dentes para a garota. Nesse momento ela ficou com medo, seu coração começou a bater com um ritmo acelerado, o que deixou o vampiro com mais cede, pois agora a veia que ficava bem abaixo do pescoço ficou mais saliente com o aumento do fluxo sanguíneo. – Não quero que fique com medo, não vou te matar.

A garota baixou a guarda e ficou tranquila permitindo que Damon tomasse seu sangue. Depois que saciou a cede Damon fez Clarice se esquecer e a mandou ir embora e ele foi tentar aproveitar a festa.

PDV Bonnie.

Stefan me levou ao salão principal onde haveria um desfile com as concorrentes a miss Fell’s Church. É claro que Elena iria ganhar essa, isso não era nenhuma novidade. Toda vez que ela entrava em um concurso de beleza ela sempre ganhava, ela já teve 4 vitorias consecutivas nesse concurso.

- Sejam todos bem vindos senhoras e senhores. Como todos vocês sabem, sou Richard Lockwood, Prefeito dessa maravilhosa cidade. E é muito bom ver todos os cidadãos nessa festa comemorando os 137 anos de Fell’s Church. Bom, chega de ladainhas e vamos ao momento que todos esperavam o concurso miss Fell’s Church.

Todos bateram palas depois que o prefeito falou e de uma em uma as candidatas desfilavam.

- Anna Gray. – A primeira dama chamou a primeira participante. Anna era uma garota de minha escola ela cursava o primeiro ano. Ela era muito bonita, tinha uma pele de cor escura média, típico de pessoas do Mediterrâneo, possuía olhos verdes. Ela usava um lindo vestido tomara que caia amarelo, combinava muito com a cor de sua pele.

- Amanda Prince. – Amanda, bom, essa eu não conhecia, mas também era linda. Era caucasiana média, cabelos castanhos e olhos ambares. Alta. Parecia uma modelo. Usava um vestido azul escuro frente única.

- Carolina Forbes – Ele usava um vestido bem ousado. Tinha apenas uma alça, com uma fenda que ia até a base da cocha direita.

- Elena Gilbert – Elena estava linda, usava um vestido clássico tomara que caia róseo, longo, solto a baixo dos seios ao chão. Com uma fenda na perna esquerda.

Depois do desfile a primeira dama anunciou que a noite, no baile de mascaras anunciaria a vencedora.

- Bonnieee... o que você achou? – Perguntou Elena que estava toda animada com o concurso. Me abraçando e gritando nos meus ouvidos.

- Você arrasou amiga. Com certeza a coroa de miss será sua.

- Eu não cantaria vitória antes do tempo. – Caroline passou por nós com um ar de superioridade.

- O que quer aqui Caroline? – Elena perguntou quase voando pra cima da idiota da Caroline.

- Ora Elena, componha-se. Eu vim avisar de primeira mão que a coroa pertence a mim desta vez.

- Por quê? Dormiu com que jurado? – Perguntei tentando irrita-la. Ao que parece deu certo porque ela ficou vermelha de raiva e me fuzilou com o olhar.

- Querida Bonnie, pelo menos eu tenho isso a oferecer. – Ela gesticulou apontando para o corpão. – E você o que tem? É tão pequena em tudo que nem chama a atenção dos caras e a prova disso é que não tem namorado ou e nem algo parecido. – Começou a rir e foi embora. Como eu a odiava.

- Calma Bonnie, não fique assim. Caroline é uma vaca que vive tentando nos importunar. – Elena falou.

- Não estou nervosa. – Disse entre os dentes. Só então percebi que estava tremendo de raiva e senti uma lagrima percorrendo meu rosto. – Más ela esta certa. Eu sou muito pequena. – Eu disse pequena num tom ríspido. – Não é a toa que sou a única que não tem namorado.

- Escute, não fique assim, é isso que Caroline quer deixar todo mundo triste, mas vamos provar a ela que não vai conseguir.

- Tudo bem.

- Então meninas, não vamos nos preparar para a festa a fantasia? – Meredith surgiu do nada.

- Ainda temos tempo Meredith, a festa é só 5 horas e agora que são 2. – Falei.

- Mas você demora muito se arrumando. – Meredith respondeu.

- Sabe gente, eu acho que não vou participar dessa festa. – Disse tristemente.

- O que? Por que não? – Quis saber Elena.

- Por dois motivos bem importantes. Primeiro: Não tenho companhia pro baile e segundo: não me lembrei do baile de mascaras e esqueci-me de comprar a roupa adequada.

- Mas não se preocupe com isso, eu posso te emprestar uma de minhas roupas de baile, já participei de muitos, você sabe. – Elena estava realmente alegre.

- Mas Elena, não temos o mesmo corpo. Você é mais alta, tem mais seios e eu sou uma vareta.

- Você não é uma vareta Bonnie. Seu corpo é perfeito. O único problema é o tamanho, mas a tia Jenna esta acostumada a ajeitar meus vestidos, não será problema para ela encurtar um pouquinho.

- E sobre não ter companhia, eu posso emprestar Matt. Não me importo e tenho certeza que ele não se incomodaria.

- Meredith, isso é o cúmulo, me emprestar o namorado? – Eu não estava acreditando nisso. Eu realmente era uma azarada.

- O que é que tem? – Meredith falou inocentemente.

- Bonnie, deixa de achar problema em tudo, vamos pra casa nos arrumar.

[...]

Elena me mostrava várias fantasias. Pirata, princesa medieval, fada, coelhinha, odalisca. Mas nenhuma se encachava na comemoração de hoje. Não era exatamente um baile a fantasia, era um baile de mascaras onde as mulheres vão elegantes, com lindos vestidos e mascaradas, onde escondem sua verdadeira face, acompanhadas por cavalheiros igualmente elegantes.

- Calma Bonnie, deve haver alguma coisa boa por aqui. – Elena procurava desesperadamente em seu guarda roupa.

- Se não achar algo, não se preocupe, acho que vou com a fantasia de coelhinha. – Falei desanimada pegando no rabinho da fantasia.

- Meredith, tem certeza que no baú não tem nada que preste? – Elena me ignorou completamente.

- Só se Bonnie quiser ir vestida de escrava africana, por que aqui só tem trapos literalmente. – Meredith mostrou no que parecia restos de algo que um dia foi uma roupa. Elena e eu olhamos com um cara de desgosto para a roupa.

- Tenho que lembrar de por isso no lixo. – Elena disse voltando ao guarda roupa.

- Elena, visita. – Jenna apareceu na porta do quarto.

Descemos as escadas direto para a sala. Não acreditei no que meus olhos viam e pelo que percebi nem Elena e nem Meredith acreditamos. Mas a pessoa que estava naquele cômodo era Lady Ulna, seu marido e uma garota que eu não sabia quem era.

- Lady Ulna?! – Falamos todas juntas.

- Elena, Meredith, Bonnie. – Disse nos abraçando. – Que bom ver vocês.

- É você mesmo? – Perguntou Meredith.

- Sim. Desculpe vir sem avisar, mas é que estava morrendo de saudades.

- Mas... Mas como foi que você saiu da dimensão das Trevas? – Perguntei assim que Jenna saiu.

- Depois de muitos anos morando naquele lugar a gente consegue muitos contatos. Viemos morar aqui na superfície.

- Morar aqui? – Elena quase teve um desmaio.

- Sim. Perdi meu palacete num incêndio, descobrimos uma forma de sair de lá e viemos todos. Essa é minha filha. – mostrou uma garota que parecia ter uns 14 ou 15 anos.

- Mas é impossível, faz apenas 7 meses que saímos de lá. – Elena estava impressionada.

- Lá faz 15 anos. – Respondeu Ulna. – Trouxe uma coisinha comigo que esqueceram. – Ulna mostrou um vestido o qual eu me lembrava muito bem, era um dos vestido que ela faz para um dos bailes que participamos e aquele vestido era o meu, ele foi inspirado no pavão. – Pena que só deu para salvar um, os outros foram perdidos no incêndio.

- Bonnie, esse vestido não era aquele de pavão que você usou no baile na Dimensão? – Perguntou Elena.

- Sim. – Respondi.

- Ele veio na hora certa. – Meredith falou pensativa.

[...]

O vestido era uma imitação perfeita de um pavão. Ele era uma mescla de azul escuro, verde escuro e preto. Tinha várias camadas e atrás do vestido havia uma linda calda gigante de pavão. Esse vestido eu usara quando estávamos na dimensão das trevas fingindo ser escravas de Damon, tudo isso para podermos libertar Stefan que estava em uma prisão feita pelos irmãos Kitsune.

- Você esta perfeita Bonnie, agora só falta a mascara. – Disse Elena.

- Não falta mais. – Jenna apareceu trazendo uma mascara azul escura com lantejoulas pretas nas bordas e uma rosa preta grudada na masca.

- Tia, que linda. Eu nunca vi essa mascara antes. – Disse Elena olhando com admiração a mascara na mão da tia.

- Eu guardava desde minha época de estudante.

- Por que nunca me mostrou antes? Eu poderia tê-la usado em outra ocasião.

- Eu não sei. – Jenna deu de ombros. – Tome Bonnie, acho que combina perfeitamente com a roupa.

- Obrigada Jenna, Elena Meredith, Lady. Não sei o que eu faria sem vocês.

- Não agradeça ainda. Ainda temos um cabelo para fazer. – Jenna me puxou direto para seu quaro para arrumar meus cabelos.

- Tem algo em mente? – perguntei.

- Acho que sim.

Jenna fez um penteado entrelaçado com um coque meio preso e meio solto dando volume no meu cabelo e enfeitou com flores dando um visual romântico.

[...]

- Bonnie, podemos fazer assim. Você dança primeiro com Matt e depois sou eu. – Disse Meredith quando chegamos na entrada da mansão dos Lockwood.

- Meredith, eu já disse que não vou aceitar uma coisa dessas. Sem ofensa Matt. – Olhei para ele que estava ao lado de Meredith esperando o veredicto.

- Mas Bonnie, não vou deixa-la sozinha.

- Não se preocupe. Matt me faça um favor?

- se eu poder. – Respondeu o loiro.

- Tire sua namorada daqui e leve-a para dançar.

- Mas Bonn... – Meredith tentou protestar, mas eu a interrompi.

- Nada de, mas. Eu vou tomar um ponche.

Deixei Meredith plantada com Matt, não queria nem saber. Eu não queria que me tratassem como uma coitadinha sem par. Fui em direção a mesa das bebidas e peguei um ponche, eu estava com muita cede. Senti alguém se aproximando de mim, essa pessoa emanava um Poder que só poderia ser de uma pessoa. Damon.

- Oi ruivinha. – Disse atrás de mim.

- Oi Damon. – Não me virei, continuei pondo a bebida no meu copo.

- Você esta bonita.

- Obrigada. – Virei em sua direção, mas fui direto para o lado oposto que estávamos. Damon me deixava confusa com essas mudanças de humor.

- Está fugindo de mim? – Ele já estava ao meu lado.

- Quem faz isso é você, Damon. Eu só estou fazendo o seu trabalho e me distanciando de você antes de pedir.

- Onde conseguiu esse vestido? – Ele olhou para o vestido de forma confusa. É claro que ele se lembrava desse vestido, afinal ele já me vira vestida com ele em outro mundo.

- A nova vizinha de Elena me emprestou. – Falei dando de ombros. – Por quê?

- Por nada. Ele combina muito com você. Você está excepcionalmente linda. – Ele ficou olhando para mim por um bom tempo. Eu adorava quando ele me olhava, eu me sentia tão importante na vida dele. – Quer dançar?

- Acho melhor não, Damon.

- Por quê? – Ele ficou confuso.

- Porque você esta me convidando agora e depois vai ficar todo diferente, me tratando mal e eu não gosto. Você me deixa confusa. Eu nunca sei o que você quer de mim. – Eu estava ficando desesperada.

- Eu não irei te tratar mal, Bonnie. Eu prometo. – Ele me olhou de uma forma que eu nunca havia visto, parecia que estava implorando. Abri minha boca para dizer que eu iria sim dançar com ele, mas não podia. Eu não podia deixar ele me iludir.

Meu Deus isso vai doer mais em mim que em você. – Pensei.

- Sinto muito, mas eu não quero. – Sai. Olhei para trás e vi que ele continuava no mesmo lugar.

- Droga, por que tem que ser assim? – Falei olhando para o céu escuro. Olhar pro céu não foi uma ideia muito inteligente. Logo me lembrei dos olhos de Damon. Quer saber, que se dane eu me iludir. Eu queria mesmo era ficar com Damon. Amanha eu podia me odiar por isso, mas agora eu só queria ficar com ele.

Andei em direção a ele, mas fui surpreendida com um toque em meu braço.

- Olá. – Disse um homem que eu nunca havia visto antes. Ele estava segurando meu braço.

- Oi. – tentei me desvencilhar do aperto. Percebi que ele não era um homem qualquer. Ele tinha um Poder diferente, parecia com um vampiro.

- Quer dançar?

- Sinto, mas não vai dar. Estou muito cansada. – Eu estava ficando realmente com medo.

- Ah, não é educado fazer uma desfeita dessas. Venha. – Ele me puxou ao salão de danças.

- Eu não quero dançar. – O obriguei a parar.

- Escuta bruxinha, é melhor você dançar comigo ou seus amiguinhos vão correr grave perigo. – Ele estava ficando irritado.

- Você não sabe com quem esta mexendo. Tenho amigos vampiros mais poderosos que você. – Uma coisa boa que o medo me fazia era me sentir corajosa.

- Eu não estou sozinho, trouxe vários amigos comigo e a menos que você queira sua cidadezinha destruída, acho melhor aceitar meu convite. – Ele estendeu a mão para mim esperando que eu aceitasse seu convide formal para uma dança. E foi o que fiz. Dei minha mão a ele que me conduziu até o meio do salão.

- O que quer de mim? – Perguntei quando começamos a dançar.

- Não sou eu que a quero e sim meu mestre.

- Quem é seu mestre?

- Infelizmente não vou poder responder a sua pergunta. – Ele parou de dançar e disse. – Me acompanhe.

O vampiro saiu da mansão Lockwood indo direto para a floresta. Parei quando percebi para onde estávamos indo.

- O que houve? Decidiu acabar com sua cidade? – Perguntou impaciente;

- Não. – olhei para o chão. O que quer comigo?

- Isso, seja uma boa menina. – E continuou a caminhada. Logo percebi que ele estava me sequestrando.

Notas finais
estão gostando? espero que sim.
beijinhos gostosos
até o próximo capítulo.