Notas iniciais
oi minha flores,
esse capítulo traz um pouco de conflito, espero muito que gostem dele.
p.s: leitores fantasmas, o que é isso. ser fantasma hoje naos está com nada, vocês deixariam essa escritora muito feliz. apareçam.
1000 beijinhos.

PDV Damon

Não estava acreditando no que acabara de acontecer. Bonnie deixou-me plantado no salao de dança. Ela recusou o seu pedido.

Bufei.

Dirigi-me a mesa de bebidas e pus um copo de whisky, minha bebida preferia depois de sangue.

Como era bom sentir o gosto amargo da bebida percorrendo minha garganta.

- Perfeito para a ocasião. – Disse para mim mesmo dando um sorriso amargurado. – Um brinde a mim, Damon Salvatore. – Dei um gole na minha bebida.

Quando baixei o copo vi Bonnie com um homem. Não gostei nadinha do que vi. O que será que esta acontecendo? Ela parecia nervosa e tensa. Continuei observando e vi que Bonnie acompanhou esse desprezível homem até o salão de bailes e começaram a dançar.

Nessa hora o sangue subiu à minha cabeça. Eu queria mata-lo, estraçalha-lo. Ele não tinha o direito de tocar nela. Era para EU estar com ela e não ELE. O que era isso que eu estava sentindo? Ciúmes? Não, acho que não. Eu só havia sentido isso por uma única pessoa que nesse momento estava bem morta, Katherine, e se ela estivesse viva eu a mataria de novo.

- Damon, aconteceu algo? – Meredith interrompeu meus devaneios. Dei outo gole no meu Whisky e disse.

- Não, não aconteceu nada. – Não consegui tirar os olhos de Bonnie com seu acompanhante. Meredith seguiu meu olhar.

- Quem é aquele?

- Eu é quem gostaria de saber. – Ela percebeu meus “ ciúmes”.

- Está com ciúmes, Damon? – Ela me olhou de forma maliciosa.

- O que? – Quase me engasguei com minha bebida.

- Está com ciúmes de Bonnie com aquele cara, que por sinal é muito lindo?

- Claro que não. Até porque ele não é tão bonito assim. – Respondi irritado. – Ela tem direito de ficar com quem quiser. – Ela tinha o direito de ser feliz, mesmo sabendo que essa felicidade não estava ao lado dele. E ela com certeza iria achar essa felicidade rapidinho, ela é linda não demoraria a achar pretendentes. E hoje ela estava mais linda que nunca, com aquela roupa de pavão, ela estava tão majestosa como o animal que resolveu se fantasiar.

- Ah, Damon. Esta estampada na sua cara que essa cena... – Ela apontou para eles dançando e continuou. -... Esta te deixando incomodado.

- Esta sentindo isso Damon? – Eu seria capaz de beijar Stefan nessa hora por ter aparecido e me salvado dessa garota demoníaca.

- Sentindo o que? – Perguntei confuso.

- O Poder, não sente? – Meu irmão estava aflito.

- Agora que falou, estou sim. – Meu “ataque” de ciúmes deve ter feito eu não perceber esse Poder. O que me lembrou do Poder que havia sentido na floresta quando estava vindo com Bonnie para a cidade. – Na verdade, estou sentindo vários poderes.

Olhei para os lados e vi vários homens que não pertenciam a Fell’s Church, ou melhor, que nunca pareceram na cidade antes. Sabia que eram vampiros, o que me deixou preocupado. Virei-me para o lugar onde Bonnie estava dançando com o cara e não os vi mais.

- Onde esta Bonnie? – Perguntei. Olhei em minha volta procurando algum resquício dela. – Não estou gostando nada disso. Onde aquele cara levou-a?

- Damon, deixa de ter esse ataque de ciúmes, acho que eles saíram pra se “divertirem” um pouco. – Com essa afirmação, Meredith me tirou do sério. Peguei-a pelo braço e disse de forma irritada.

- Cala a boca Caçadora ou eu a faço se calar. – Ela me olhava assustada. Pela primeira vez vi o medo percorrer seus olhos.

- Se acalma Damon. – Stefan tentou libertar Meredith do meu aperto.

- Desculpe. Perdi a cabeça. Mas é que não pode ser coincidência esse cara aparecer, esse Poder aparecer e o sumiço de Bonnie. Isso não me parece bom.

- Damon tem razão Meredith. Não pode ser coincidência.

- Vocês acham que ele é um vampiro?

- Tenho certeza. Meredith procure Elena e veja se esta bem. Eu vou procurar Bonnie.

- Vou com você. – Disse Stefan.

- Não. Você fica com Meredith. Se esses vampiros que vieram com aquele cara atacarem a cidade, vocês lutam. – Não esperei pela resposta deles. Sai correndo com a maior velocidade que tinha.

PDV Autora

- Quem é você? – Bonnie perguntou ao vampiro que estava levando-a para floresta.

- Perdoe-me a falta de educação, querida. Sou Félix. Serei responsável por você até meu mestre chegar.

Continuaram andando até chegarem a uma cabana que ficava bem no meio da floresta. A cabana tinha uma aparência abandonada. Sem iluminação, cheia de teias de aranhas no teto e nos móveis. Fedia devido à presença de ratos mortos por toda parte. Bonnie quase caiu pra trás quando viu os ratos.

- Calma bruxinha, não ficará aqui por muito tempo. – Felix tirou um isqueiro de seu bolço e acendeu uma vela. – Não sai daqui. – Disse calmamente indo para o interior da casa.

Cinco minutos depois ele voltou trazendo consigo uma corda.

- Sinto muito querida, mas terei que amarra-la. Sente-se na cadeira.

- Por que vai me amarrar? Não vou fugir. Se não percebeu vampiros são bem mais rápidos que humanos, nem que eu quisesse conseguiria fugir.

- Sei disso. Até por que se fugisse morreria. Mas é uma questão de segurança. – Disse amarrando Bonnie na cadeira.

- O que seu mestre quer de mim? – Bonnie perguntou assim que Félix a amarrou.

- Eu não sei e mesmo se soubesse não diria.

O vampiro pegou o celular de seu bolço e fez uma ligação.

“Espero que seja importante”. – Falou o homem do outro lado da linha.

- Muito importante senhor. Peguei a bruxa.

“Que ótima noticia Felix. Vejo que não é tão inútil como pensei”. – Elijah falou alegremente.

- Quando o senhor vem busca-la?

“Logo, logo estarei ai”. Ouça se por um dedo nela, será um vampiro morto.

- Não se preocupe, cuidarei bem dela.

“Espero que sim.”- Elijah desligou.

- Sabe bruxinha, — Dirigiu-se a Bonnie. – é uma pena que não posso toca-la. Tinha imaginado momentos divertidos entre nós. – Disse maliciosamente.

- Você se arrependerá disso. Meus amigos estão me procurando e quando me acharem irão mata-lo. – na verdade Bonnie não sabia se eles estariam procurando-a, mas a esperança era a ultima que morria.

- Assim você me magoa bebê. Mas você é linda demais para me deixar assim por muito tempo. – Félix se aproximou de Bonnie e deu-lhe um beijo nojento. Isso foi desesperador para ela. Mordeu o lábio inferior do vampiro fazendo sangrar. Ele se afastou lambendo o sangue que brotava de sua boca.

- Não teste minha paciência bruxa. – Ele estava irritado.

- Não poderá fazer nada contra mim. – Bonnie disse rispidamente.

- Com você não, mas com sua cidade, já é outra história.

Em Fell’s Church

- Elena, você esta bem? – Meredith perguntava ofegante quase sem folego.

- Estou. – Elena na estava entendendo o motivo pelo qual a amiga estava assim. – O que esta acontecendo? Por que estão assim? – Ela percebeu a preocupação no rosto de Stefan.

- Achamos que a cidade esta sendo invadida por vampiros. – Meredith respondeu. Elena olhou para Stefan esperando ele dizer que tudo não passava de uma brincadeira.

Brincadeira de mau gosto. – Pensou Elena.

- Invadida por vampiros? Mas onde estão?

- Por toda parte. – Respondeu Stefan. – E achamos que Bonnie foi levada pelo mandante deles.

- O que? Mas por quê? Como? – Elena olhava de Stefan para Meredith esperando uma resposta.

- Não sabemos o motivo, mas vi Bonnie com um cara e depois sumiram. Ela não atende as ligações que faço. Estou ficando preocupada. – Falou Meredith.

- E onde está Damon? – Elena começava a ficar aflita.

- Foi atrás de Bonnie. – Respondeu Stefan

- Por que ele foi atrás dela? – Elena estava com ciúmes. – Por que ELE foi atrás de Bonnie e não Stefan?

- Como assim Elena? Alguém tinha que salva-la. – Falou Meredith.

- Eu sei, mas por que não foi você que é uma caçadora ou Stefan? Por que tinha que ser Damon? – Estava evidente que a loira estava com ciúmes, o que fez Stefan não gostar nem um pouco.

- Há algum problema nisso Elena? – Quis saber Stefan.

- Não, nenhum, mas é que... Bom, Damon acabou de voltar a morte e... Sei lá... Fiquei preocupada, e se ele morre de novo?

- E Bonnie? Não esta preocupada com ela?

- É claro que sim, Meredith. Por isso queria que Stefan fosse. Damon voltou a ser vampiro e é como se não tivesse mais de 1 ano de transformado e Stefan, bem ele tem mais de 145 anos. É óbvio que ele esta mais forte. – Elena mentiu. Ela estava preocupada com a amiga, mas ela sabia que estava acontecendo algo entre Bonnie e Damon e ela não estava gostando. Damon era dela, apenas dela. Ela sempre admirou a amizade deles, mas que não passasse de amizade.

- Vamos Elena, temos que nos preparar caso ocorra um possível confronto. – Stefan disse secamente.

[...]

Elijah pensou no quanto era deplorável essa obsessão de Klaus pela bruxa. Ele não acreditava que o motivo era por que ele queria a família viva e unida, afinal ele nunca havia posta a família em primeiro plano.

Klaus dizia que precisava da bruxa para ressuscitar Katherine porque era a única que sabia a localização dos caixões de sua família. Mas vindo de Klaus ele tinha certeza que havia mais por trás disso.

Ele olhou para a casa que Félix havia dito que estaria com a bruxa e pensou.

“Que lugarzinho acabado”. Bateu na porta que logo foi aberta por um jovem e loiro vampiro.

- Que bom que chegou mestre. – Félix deu as boas vindas a Elijah.

- Estou vendo que você não mentiu. – Falou olhando para a pequena bruxa amarrada. A bruxinha tinha o rosto de uma criança indefesa. O que o deixou com pena. – Por que a amarrou?

- Para ela não fugir. – Respondeu orgulhoso.

- Você é um idiota. É claro que ela não iria fugir. Desamarre-a.

- Quem é você? E o que quer comigo? – Perguntou Bonnie.

- Sou Elijah, muito prazer em conhecê-la pequena Bonnie. – Pegou uma das mãos de Bonnie, que agora estavam desamarradas, e beijou o dorso da mão. – Quero que faça um favor a mim.

- O que quer?

- Siga-me. Quando chegarmos ao local direi o que terá que fazer. – Elijah e Félix andaram até a porta da cabana e esperaram por Bonnie que continuava no mesmo lugar. – Apresse-se Bonnie, não temos a eternidade, ou melhor, você não tem a eternidade.

Bonnie moveu-se até o vampiro mais poderoso com má vontade e perguntou.

- E se por acaso eu recusar a fazer o tal favor?

- Se por acaso você recusar a fazer o tal favor – Ele usou a mesma frase da ruiva. – todos aqueles que diz amar, morrerão. – E voltou a andar.

- É um bom argumento, não? – Zombou Félix. Bonnie o ignorou completamente seguindo Elijah.

Bonnie não sabia o motivo pelo qual Elijah a queria, mas com certeza não era coisa boa. Embora sentisse que ele não fosse mau.

Bonnie sabia que não era muito poderosa, nunca havia feito um feitiço na vida, sua avó morrera antes de lhe ensinar, ela sabia apenas comunicar-se com outros por telepatia ou ter premonições. O único feitiço que sabia fazer era um feitiço de Ponte, ou seja, a pessoa poderia estar do outro lado do planeta e se Bonnie se concentrasse na tal pessoa ela se comunicaria, mas por alguma razão ela só conseguia fazer isso com Damon.

PDV Damon

Quem quer que seja que levou Bonnie pagará com a morte. E eu podia jurar que era aquele vampiro.

Estava seguindo os rastros do Poder que me lavava diretamente a uma cabana abandonada que ficava no meio da floresta.

A porta estava aberta, cu consegui entrar sem ser barrado o que provava minha teoria de que a casa estava realmente abandonada.

Havia uma vela acesa e no meio da cabana tinha uma cadeira e uma corda no chão.

- Argh. Alguém vai morrer hoje. – Estava na cara que minha passarinha estava amarrada nessa cadeira e isso me enfureceu ainda mais.

“Damon me ajude”. Ele ouviu Bonnie o chamar.

- Calma minha ruivinha, estou indo até você.

Sai em direção a floresta. Parei analisando para onde o Poder estava me levando.

- A antiga igreja do cemitério? Por que esta a levando para lá? – Sai correndo em direção a igreja.

PDV Bonnie

Damon me ajude. – Pensei implorando sua ajuda. Ele sempre fazia isso. Eu estava com muito medo. Olhei em volta e reconheci o caminho. Ele estava me levando para a antiga igreja da cidade.

Chegando na entrada da igreja perguntei.

- O que estamos fazendo aqui? – Perguntei a Elijah morrendo de medo do lugar. A igreja fazia-me lembrar de momentos que queria esquecer. Momentos horríveis, de medo e de pavor.

- Calma querida, logo saberá. – Elijah respondeu abrindo a porta da igreja.

Entramos e ele pediu para que eu e Félix esperássemos um pouco enquanto ela abria um túmulo (que na verdade era uma passagem secreta onde levava ao subsolo) que ficava no altar da igreja.

- Podem vir.

Fomos. Não sei como eu não caí, pois minhas pernas estavam bambas. Ele estava me levando à parte subterrânea. Exatamente onde Katherine e Elena haviam morrido.

- Bom, agora que chegamos posso dizer o que quero de você. – Eu escutei com atenção. – Quero que ressuscite Katherine.

- O que? – Levei um susto com o pedido. – Não posso. Eu... Eu não se como fazer isso.

- Você não é uma druida? Toda druida sabe fazer feitiços de ressurreição.

- Sim, mas eu não sei como fazer. Minha avó morreu antes de me ensinar qualquer feitiço.

- Sabe qual sua sorte? – Neguei com a cabeça. – Previ isso, então trouxe um livro que ira te ajudar. – Elijah chamou Félix que trazia um grimório em suas mãos. – É só ler.

Observei o grimório e percebo que ele pertencia a minha avó.

- Por que fazer isso Elijah? Você ano é mau e sabe disso. Se eu despertar Katherine...

- Ouça bruxinha, estou sem paciência. É melhor se apressar ou mando acabar com sua desprezível cidade.

Notas finais
olha eu aqui de novo... estão gostando?
mereço recomendações?
p.s: gente se vocês quiserem recomendar alguma história para mim eu aceito de todo coração... adoro ler.
beijinhos