Diários Do Vampiro - Entardecer
19 Estou Voltando
Notas iniciais
eu sei que demorei muito, talvez tenham até pensado que eu havia desistido, mas nao sepreocupem, eu nao desisti. só que utimamemte estou sofrendo uma leve falta de criatividade.
sobre o capitulo novo, ele nao tem açao, na verdade nao tem muitas coisas importantes,(pra vcs verem como minha criatividades esta comprometoda) mas espero que gostem.
beijinhos
p.s: ai como eu pessima pra criar nome de titulo
PDV Autora
- Olha Katherine, eu já estou cansado dos seus joguinhos. É melhor falar logo o que tem que falar. – Stefan dizia seriamente.
Ele podia sentir sua paciência sumindo. É claro que ele mesmo tinha armado um “joguinho” para fazer com que a vampira dissesse logo o que o Hibrido queria, mas seu plano não saiu como imaginaram. Ele não contava que resultaria em uma desgraça de proporções inimagináveis. Stefan estava muito estressado por vários motivos... Havia terminado com Elena temporariamente, Bonnie e Elena estavam sendo perseguidas por um hibrido loco e cruel e a única que sabia do motivo era Katherine, outro problema era aturar a presença dela (vê-la todos os dias o dava enjoo), a presença dessa vampira ocasionou um problema no relacionamento de seu irmão com a pequena bruxinha e pra variar a cidade foi “invadida” por alguma coisa que eles não sabiam o que era, a coisa que violou seu carro. Eram muitos problemas e pouco tempo para resolvê-los.
- Nossa quanta brutalidade. Eu já disse que isso não combina com você querido. – Disse sarcasticamente. – E outra, eu não estou fazendo joguinhos. – Ela deu de ombros.
- Não? – Ele arqueou a sobrancelha e cruzou os braços. – Então me diga o que Klaus quer de Bonnie e Elena?
- Eu prefiro dizer quando todos estiverem aqui. – Saiu. Ela adorava fazer esse joguinho de curiosidade em Stefan. Era uma forma de tê-lo perto. Ela amava quando eles precisavam dela.
- Então esteja aqui meia noite pra explicar isso. Farei uma reunião com todos. E não ouse desaparecer antes disso. – Ele ameaçou a vampira antes que ela saísse.
- Não se preocupe meu amor. Eu só sairei daqui quando eu tiver tudo o que eu quero. – Disse sedutoramente. Estava escrito na cara dela que tudo que ela queria era ele e Damon e ela não desistiria mesmo que tivesse que enfrentar a morte.
Depois que Katherine se retirou do campo de visão de Stefan ele tirou seu telefone do bolso de sua calça e discou o numero de Damon.
- Ora se não é meu desprezível irmãozinho. – Damon disse do outro lado da linha. Ele ainda estava com raiva de Stefan pelo acontecido. Stefan suspirou pesadamente e comunicou.
- Hoje à meia noite faremos uma reunião no pensionato. Finalmente Katherine vai dizer o que Klaus quer.
-Certo, estarei ai. – Ele respondeu friamente.
- Ouça Damon, me desculpe de verdade. Eu nunca imaginei que isso geraria um problema dessa proporção. – na verdade ele imaginava, o que não contava era que não daria certo chegar a Bonnie antes. Damon desligou na cara dele. Damon ainda o culpava e tinha razão, até o próprio Stefan se culpava.
Depois ele resolveu ligar pra Meredith.
- Algum problema Stefan? –Meredith perguntou.
- E qual o dia que não há problemas? – Riu ironicamente.
- Verdade.
- Mas o motivo por eu ter ligado é que meia noite teremos uma reunião para sabermos o que Klaus quer.
- Finalmente a vadia da Katherine resolveu abrir o bico? –Meredith estava indignada.
- Pois é. Mas uma coisa me preocupa. – Ele passou sua mão em seu cabelo. – Bom você sabe que essas reuniões são necessárias à presença de todos não é?
- sei sim.
- Então esta ciente que terei que chamar Bonnie. – Isso não foi uma pergunta. – Estou com medo da reação dela quando vir Damon e Katherine.
- Conhecendo Bonnie do jeito que conheço eu sei que ela não vai armar um barraco, mas sei que ela vai chorar muito. Talvez não pra todos ver, mas por dentro sim. Coitadinha dela, vai se dilacerar por dentro.
- Eu sei, mas ela tem que estar aqui, afinal a envolve também.
- Eu sei. Fazer o que? Só torcer pra que não sofra muito. O que eu duvido.
- Certo então até mais.
- Até Stefan. – Ambos desligaram o telefone. Agora ligaria pra Matt.
- Alô? – Parece que Matt estava dormindo.
- Matt, é Stefan.
- Oi cara. Em que posso ajuda-lo?
- Hoje à meia noite farei uma reunião para saber o que Klaus queria com Bonnie e Elena. E eu gostaria muito que você estivesse presente. Você ajuda muito.
-Pode contar com a minha presença.
- Valeu. – É por isso que ele gostava de Matt, sempre prestativo, sempre disposto a ajudar, mesmo que sua ajuda custasse a vida dele.
Agora só restava ligar pra uma pessoa. Uma pessoa que não podia ser ignorada. Elena.
Stefan discou o numero dela, mas não atendia. Quando ele já estava desistindo e ia desligar Elena atendeu chorando muito.
-Stefan. – Ela chorava muito. Ele ficou preocupado.
- Elena, o que aconteceu? Por que esta chorando?
- Ah Stefan eu... Eu fiz... Eu fiz uma coisa horrível. – Ela dizia entre soluços.
- O que aconteceu? – Ele preguntou mais uma vez.
- Vem aqui em casa. Eu preciso tanto de você.
Ele não pensou duas vezes. Simplesmente desligou o celular e saiu correndo o mais rápido que pode na direção da casa de sua amada. Alguma coisa havia acontecido a ela e sabia que coisa boa não era.
PDV Bonnie
- Olá de novo Bonnie. – Ela tinha uma doce voz.
- Q... Quem é você? – Mesmo ela tendo uma voz doce o medo não passava.
- Sou Honoria Fell. Ou melhor, o fantasma de Honoria Fell. – Ela riu.
- Honoria Fell? Uma dos fundadores?
- Sim.
- E o que quer de mim? – Eu não movi um músculo se quer de onde eu estava antes. O medo não passava.
- Eu vim ajudar.
- Ajudar? Ajudar em que? – Estava confusa. Não imaginava em que ela poderia ajudar. Na verdade eu só podia imaginar uma coisa. Niklaus.
- Essa resposta você ira descobrir por si só. – Ela respondeu.
- Esse... Esse livro pertence a você? – Peguei o livro que estava em cima da cama e mostrei a Honoria. – Estava em seu tumulo.
- Sim, pertence sim. Na verdade não é um livro, e sim um diário. E é nele que encontrara as resposta pra suas perguntas.
- As respostas?
- Sim.
- Mas não dá pra abri-lo. Está trancado, eu não tenho a chave.
- A chave está mais perto do que você imagina. — Disse e simplesmente sumiu.
- “Mais perto do que eu imagino” foi o que ela disse. Como eu odeio charadas. Por que ela não disse onde estava simplesmente?
Eu estava muito irritada, muito mesmo. Por vários motivos, motivos pelos quais não estava a fim de lembrar, mas uma coisa que mais me deixa assim era o fato de eu não ter tempo de procurar, afinal eu tenho que voltar a Blacksburg (cidade onde fica Virgínia Tech) isso implica que eu só vou poder procurar essa bendita chave na próxima vez que eu voltar a Fell’s Church. Isso me lembrava de que eu tinha que arrumar minha mala, voltaria hoje mesmo pra lá.
Depois que arrumei minhas malas fui tratar de me desculpar com minha família. Não era justo eu ir embora sem que antes eu pedisse desculpa pelo que fiz, afinal eles sempre estiveram comigo me ajudando direta ou indiretamente.
Desci as escadas e todos se encontravam espalhados pela casa. Minha mãe fazendo chá, meu pai sentado à mesa de jantar, Mary e seu namorado na sala. Assim que desci todos olharam pra mim. Senti-me minúscula com seus olhares. Dirigi-me primeiramente a meus pais.
- Pai. Mãe. Me desculpem por ter agido da forma tão inconsequente hoje. – Eu olhava pra baixo enquanto pedia perdão. Não tinha coragem de olha-los nos olhos.
Minha mãe parou o que estava fazendo e veio me abraçar de tentando me reconfortar.
- Ah minha querida, não precisa pedir desculpas. O importante é que você esta bem. É que ficamos preocupados da maneira que saiu de casa hoje à tarde.
- Mas eu não estava alterada, fui apenas resolver uns probleminhas.
- Tudo bem. – Minha mãe me abraçou mais forte. Me soltei um pouco de seu abraço e olhei meus pais.
- Gente, eu vou voltar hoje. – Anunciei.
- Voltar pra onde? – Dessa vez meu pai quem perguntou.
- Blacksburg. – Respondi.
- Blacksburg? Há esta hora? – Meu pai se levantou da mesa e se aproximou de mim e de mamãe.
- Eu sei que esta tarde, mas eu tenho que voltar. Amanha a tarde terei aula e sabem que eu não gosto de falta-las.
- Mas meu amor, esta tarde. – Minha mãe tentou fazer com que eu mudasse de ideia.
- Mas eu não vou dirigindo, vou de ônibus.
- Por que não vai com seus amigos?
Eu poderia ir com meus amigos se não fossem uns pequenos probleminhas. Ficaria um clima muito desagradável ter de viajar no mesmo carro em que Elena estaria, não depois do que houve entre nós, e eu precisava de um tempo sozinha pra pensar em tudo que estava acontecendo na minha vida.
- Mae, vai ficar esquisito viajar com Elena.
- E por que não fazem as pazes? – Ela quis saber
- Não é tão simples assim.
- É simples sim. – Ela me encarou.
- Não mãe, não é. Eu sei que a senhora quer que façamos as pazes, eu também quero isso, mas acontece que ela não quer. – Falei para que todos ouvissem inclusive Mary. – Pelo menos eu acho. – Sussurrei só para eu ouvir.
- Tem certeza de que quer voltar hoje? – Meu pai acariciou meus cachos.
- Sim pai, eu tenho. – Ele suspirou e disse.
- Vejo que não há como fazer você mudar de ideia. – Balancei a cabeça negativamente. – Vou deixa-la na rodoviária.
- Já arrumou as malas? – Minha mãe perguntou.
- Sim. Vou pega-las.
- Deixa que eu pego. – O namorado de Mary se ofereceu. No mesmo minuto ele desceu com elas. – Pronto está na mão.
- Bonnie, tem certeza de que quer ir agora? – Mary perguntou.
- Sim Mary, eu tenho.
- Então não me resta nada a fazer a não ser dizer que vou ficar com muitas saudades. – Ela me abraçou.
- Eu também vou ficar com muitas saudades. – A abracei de volta.
Me despedi de todos e fui com meu pai para a rodoviária. Peguei o ônibus, acho que era mais ou menos onze e meia da noite. Tentei dormir, mas quando estava conseguindo meu celular tocou. Era Stefan.
- Oi Stefan.
- Bonnie, será que dá pra você ir para o pensionato?
- Acho que agora será impossível.
-Por quê?
- Estou a caminha pra Blacksburg.
- O que? Mas Bonnie, iriamos fazer uma reunião no pensionato.
- Desculpa Stefan, mas quero distancia daquele lugar. – Disse amargamente.
- Eu sei, mas há coisas da qual você precisa saber. – E há uma coisa que precisam saber também, mas só vou contar quando eu descobrir o que é. – Pensei.
- Vocês me falam depois.
- Tudo bem então. Até amanhã anoite.
- Até.
Eu sei que eu deveria ter dito sobre o diário de Honoria, mas eu não podia dizer agora. Queria pelo menos conseguir abri-lo antes de informar sobre ele.
PDV Elena
A Meu Deus, o que foi que eu fiz? Briguei com minha melhor amiga e com meu namorado. E tudo por conta de um sentimento que eu não deveria sentir, na verdade eu acho que nem sinto. Meu Deus, por que fui dar ouvido a Klaus? É obvio que ele não estava fazendo isso pra me ajudar e sim por que quer algo em troca. E eu, a tonta aqui, inventei de fazer um acordo com ele.
- Que idiota. – Murmurei.
Meu coração estava se despedaçando por conta desses acontecimentos e eu não tinha ninguém pra me abraçar. Como eu queria Stefan aqui comigo agora dizendo que tudo iria ficar bem, que Bonnie iria me perdoar e que ele não iria deixar nada de ruim acontecer comigo. Eu precisava desesperadamente dele aqui.
Comecei a ouvir meu celular tocar, mas eu ao sabia onde ele estava. Revirei meu quarto atrás dele até que achei. Assim que vi o nome que estava no visor comecei a chorar de novo. Era Stefan.
-Stefan.
- Elena, o que aconteceu? Por que esta chorando?- ele estava preocupado.
- Ah Stefan eu... Eu fiz... Eu fiz uma coisa horrível. – Eu tinha que contar a ele o que havia acontecido.
- O que aconteceu? – Ele preguntou mais uma vez.
- Vem aqui em casa. Eu preciso tanto de você. – Um minuto depois ele apareceu na minha janela me chamando. A abri permitindo que ele entrasse.
- Meu amor, o que aconteceu? – Ele me abraçou. Como era bom ouvir ele me chamando de meu amor. Era tão bom saber que ele não tinha ficado com raiva de mim. Como é que eu pude duvidar de meus sentimentos por ele?
- Eu fiz uma coisa horrível. – Eu chorava, eu tinha certeza de que eu estava manchando sua blusa de lagrimas.
-O que você fez?
- Eu... Eu briguei com Bonnie. – Eu continuei com o rosto enterrado em seu ombro, se eu o olhasse não teria coragem de falar o motivo.
- Brigou com Bonnie, mas por que?
- Eu achei que... Achei que eu estava gostando de Damon, mas eu estava enganada, mas antes de perceber isso eu fui atrás dela e brigamos feio. Eu disse tanta coisa ruim a ela. Coisas que ela não merecia ter ouvido. – Ele não falava nada apenas ouvia. – Eu a ameacei.
- Por que você fez isso Elena?
- Por que eu estava cega pelo ódio.
- Tudo bem meu amor. Tenho certeza de que quando você for pedir desculpas a ela, ela irá te perdoar.
- Tem mais uma coisa. – Ele olhou pra mim esperando o que eu ira falar. – Klaus me procurou.
- O que? – Ele ficou furioso.
- Uma sombra que se denominou Klaus fez minha cabeça para eu lutar por Damon. E eu, como a idiota que sou, dei ouvidos a ele.
- Por que ele estava te ajudando?
- Eu gostara de saber isso também.
- Acho que isso é um assunto pra gente tratar na reunião.
- Que reunião?
- Esse foi o motivo por ter te ligado. Daqui a pouco faremos uma reunião para sabermos o que Katherine sabe sobre Klaus?
- Katherine? – Fiquei confusa.
- Pois é. Katherine esta aqui. – Ele me explicou tudo o que aconteceu. Pobre Bonnie, no mesmo dia sofreu tanto. Senti-me tão culpada agora por ser um dos motivos de sua tristeza. Nesse momento subiu uma raiva enorme daquela vampira vadia.
- Agora terei que ligar pra ela, avisar sobre o que vamos fazer.
- ok.
Ouvi-o falando ao telefone.
- Bonnie, será que dá pra você ir para o pensionato?
-Por quê?
- O que? Mas Bonnie, iriamos fazer uma reunião no pensionato. – Ele ficou surpreso.
- Eu sei, mas há coisas da qual você precisa saber. – Ele parecia mais compreensivo.
- Tudo bem então. Até amanhã anoite. – Ele desligou.
- O que foi? – Quis saber.
- Ela não vai poder ir. Esta voltando a Blacksburg.
Notas finais
beijinhos
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