Notas iniciais
Oi minhas flores... eu sei, eu sei... eu sumi sim, sinto muito por isso. Tenho que admitir que o motivo foi por não esta mais motivada a continuar a fic. Devem está se perguntando o porque... é simples, falta de comentários... sabem o que é ter 70 leitores e só receber 4 comentários do cap passado? Pois é, parece que minha história não esta mais agradando. Mas não se preocupem, mesmo não agradando eu vou continuar a postar por que eu sei que deve haver alguém que ainda gosta dela. Eu realmente pensei em excluir a fic. Mas como eu disse, não farei isso.
Bom, sobre esse cap, ele não acontece muita coisa interessante não.... mas espero que gostem, farei de tudo para postar o próximo o mais rápido possível.
Beijinhos flores

p.s: gostaria de agradecer a Rayane Cruz e ao Anônimo por recompendarem a fic.... vcs nao sabem a felicidade que me fizeram.

POV Stefan

Depois de cinco horas na estrada Alaric, Elena e eu chegamos a Fell’s Church. Passamos a viagem toda tentando planejar algumas estratégias para recuperarmos a Adaga de Clarenphelten.

- Meninos? O que fazem aqui em período letivo? Aconteceu alguma coisa? – A Sra. Flowers questionou confusa assim que abriu a porta.

- É uma longa historia Sra. Flowers, mas resumindo, descobrimos como destruir Klaus. – Respondi a ele.

- Que cabeça a minha. Entrem queridos. – Ela se afastou deixando que passássemos. – Acho melhor preparar alguma coisa para vocês comerem, depois descansem, eu sei que a viajem foi longa. Assim que estiverem descansados vocês me contam o que descobriram.

- Não temos tempo Sra. Flowers. Temos que ser bem rápidos. – Elena falou largando sua mochila no sofá e indo em direção a dispensa, pois as esferas ainda estava guardadas lá desde que voltamos da Dimensão das Trevas.

Fui atrás dela para convencê-la a se alimentar, enquanto Ric contava o ocorrido para a senhora dona do pensionato.

- Elena, amor, acho melhor você comer alguma coisa.

- Não temos tempo Stefan. – Ela falou descendo as escadas da dispensa. – Quanto mais cedo irmos, mais cedo acabamos com isso. – Ela pegou a sacola cheia de esferas estelares.

- Elena, você tem que se alimentar. Eu sei que você quer resolver isso logo, mas não vai de muita ajuda se você passar mal por lá. Você é humana, se alimentar é uma necessidade fisiológica. – Ela suspirou derrotada.

- Ok. Mas terá que ser um lanche bem rápido. – Sorri com satisfação.

Voltamos a sola com a sacolas das esferas. Alaric ainda estava atualizando a Sra. Flowers dos acontecimentos que por sua vez estava ouvindo com bastante atenção.

- Meu Deus queridos, quantas coisas vocês passaram. Mas onde estão Damon, Matt, Bonnie e Meredith?

- Estão em Blacksburg. Falando em Damon, tenho que ligar para ele — Quase havia me esquecendo de ligar para ele para saber a localização da Adaga. Afastei-me e disquei o numero do meu irmão.

O telefone chamou até cair na caixa postal. Liguei de novo e nada dele atender. Estava começando a me preocupar, não era comum meu irmão não atender ao telefone, principalmente sabendo que eu ligaria pra ele sobre um assunto grave.

- Conseguiu ligar pra ele? – Elena se aproximou de mim.

- Não, ele não atende. Estou preocupado. Não é normal ele não atender ao telefone.

- Nao se preocupe, ele deve estar apenas ocupado. – Elena estava tentando me acalmar, mas seus olhos revelavam que ela também estava preocupada.

- Vou tentar ligar de novo. – O telefone chamou e no terceiro toque atendeu.

- Mas que porcaria! O que você quer Stefan? – Damon atendeu irritado. Fiquei pensando no que poderia ter acontecido para ele atender assim, afinal ele sabia que eu ligaria.

- Por que não atendia ao telefone? Pensei que estivesse acontecido alguma coisa.

- Estava ocupado.

- Ocupado com o que?

- Isso não é da sua conta. Mas o que você quer?

- Damon, tudo que estiver acontecendo é da minha conta. Você não pode nos esconder nada. – De onde já se viu ele me esconder algo. Tudo bem que nunca fomos de contar segredos um para o outro, mas nesses últimos dias temos que informar o que vem acontecendo a nossa volta. O ouvi suspirando pelo telefone.

- Ouça irmãozinho o motivo pelo qual não atendi seu chamado não tem nada a ver com Klaus. – notei que ele estava reunindo toda a sua paciência. Mas se não tinha nada a ver com o hibrido, então o que poderia ser importante ao ponto dele não atender anteriormente?

- Mas então sobre o que é? – Insisti.

-Mas que inferno Stefan! Eu já disse que não é da sua conta. Não tem nada a ver com vocês e nem com ninguém. Tem a ver apenas comigo. – Ele gritou. Tudo bem, eu não vou insistir. – Me diz logo o que você quer.

- Pelo que percebi você esqueceu de que eu iria te ligar assim que chegasse para perguntar como eu encontrava a Adaga. – Isso não foi uma pergunta.

- Certo. Antes de voltar para a superfície eu a deixei em uma campina que ficava depois de uma caverna, essa caverna fica a dez minutos do lado esquerdo do palácio de Andrômeda. Mas você pode procurar pelo palácio e achar Bruc, provavelmente ele é o novo regente de lá. Diga o que é meu irmão e fale o que aconteceu. Ele te dirá onde é a campina. Ou...

- Ou...?

- Ou ele pode estar com ela. O que é mais provável. – Eu também achei isso mais provável.

- Certo. Er... – Eu sei que ele vai se enfurecer com a minha insistência, mas mesmo assim perguntei. – Ta tudo bem por ai? – Eu continuava preocupado com estava acontecendo com ele, mesmo ele dizendo que não era assunto meu, afinal ele é meu irmão.

- Defina bem. – Pelo amor de Deus, até em horas de desespero ele não abre a mão desse sarcasmo idiota dele? Suspirei.

- Quer saber Damon, até depois. – Eu ia desligar, mas ele não deixou.

- Espera Stefan, precisam saber de uma coisa. Depois que nos falamos pela ultima vez ao telefone aconteceram algumas coisas. – Notei que ele adquiriu um tom de preocupação.

- O que aconteceu? Um instante, vou por o viva- voz. – Voltei a sala a pus no via- voz para que os outros escutassem o que ele iria dizer (n.a: não... ele ia por no viva voz para ele escutar sozinho, ele gosta de ouvir a voz de Damon alta. ¬¬ Rssrsrs... abafa o caso gente) – Pronto, pode falar.

- Quando voltei ao apartamento de Bonnie fui atacado por uma bruxa, pelo que pude notar era amante de Klaus. Ela quase conseguiu me matar. Era muito poderosa.

- Meu Deus Damon, você esta bem? – Elena perguntou preocupada.

- Não se preocupe cunhadinha. Como dizem vazo ruim não quebra.

- Não brinca, continua. – Ordenei.

- Ela so não conseguiu me matar por que a bruxinha foi mais rápida e dizimou a outra.

- Um momento, se a outra era amante de Klaus, ele não vai quere se vingar? – Sra. Flowers perguntou, eu também estava me fazendo essa mesma pergunta.

- Exatamente. Foi por isso que Bonnie e eu resolvemos esperar por vocês na fortaleza de Michael.

- Onde fica? – Perguntei

- Na cidade de Helena. Não chegamos ainda. Estamos em um motel de beira de estrada. Meredith e Mutt estão a caminho de Fell’s Church.

- É Matt. – Corrigi. Ele não cansa de implicar com Matt.

- Que seja. – Respondeu com desdém.

- Mas aqui é perigoso pra eles. Quer dizer, vai ser um dos primeiros locais que Klaus vai nos procurar. – Alaric questionou.

- Rick tem razão. Aqui não é seguro. – Onde aqueles dois estão com a cabeça? Se esconder aqui?

- Eles não estão procurando por um lugar seguro, pelo contrario Meredith quer que ele a encontre para vingar-se de Niklaus. Ela foi muito assustadora quando disse isso.

- Onde ela esta com a cabeça? Lutar contra Klaus? Sozinha? – Alaric andava de uma lado para o outro da sala. Ele estava preocupado.

- Olha, se serve de consolo, eu sei que ela e eu temos nossas desavenças, mas de uma coisa eu tenho certeza, ela tem potencial para isso. Mas eu não acho que ele vá aparecer ai agora. Primeiro ele vai tentar achar Bonnie e Elena. Mas se por ironia do destino ele aparecer, Sra. Flowers, por favor, não deixe Meredith lutar contra ele, não enquanto não possuirmos a adaga.

- Tudo bem querido. E proteja a pequena Bonnie.

- Com minha vida.

- Tchau Damon.

- Tchau maninho e boa sorte. – Desliguei o telefone e voltei a atenção para os outros.

- Certo. Elena, amor, acho melhor você descansar um pouquinho. E você também Rick.

- Vou tentar Stefan. Você vem? – Ela me perguntou segurando minha mão.

- Depois. – ela sorriu e deu-me um selinho e subiu as escadas indo pra onde um dia foi meu quarto. Notei que Alaric ainda estava tenso, não parava de andar, estava inquieto. Tenho certeza que era por causa de Meredith. Não o culpo, se eu estivesse em seu lugar estaria do mesmo jeito.

- Rick, você precisa descansar também.

- Não consigo Stefan. Meredith é uma maluca. E o pior, eu não vou estar aqui para vigia-la.

- Alaric, eu sei que você está preocupado e com medo dela se meter numa fria. Eu sei que você teme pela vida dela, mas ela não é louca ao ponto de enfrentar Klaus dessa forma. Ela sabe que só há uma forma de mata-lo. Ela não vai ariscar a vida dela a as nossas.

- Ok. – Ele suspirou derrotado.

- Olha, se você preferir ficar aqui e cuidar dela, tudo bem, iremos entender. Não é obrigado a ir conosco a Dimensão das Trevas. – Tudo bem que ele faria muita falta, afinal só ele sabe mexer naquelas coisas de caçar, mas eu não iria obrigar a ir com a gente. Se eu pudesse eu mandava Elena ficar também, afinal, lá é muito perigoso para uma humana, ainda mais quando essa humana não é bem vinda lá.

- Não. Vocês precisam de mim. Confio preciso confiar em Meredith. Ela não faria nada para atrapalhar nossos planos, não é?

- Não, não faria. Mas você precisa descasar. Daqui a duas horas partiremos.

- Ok. – Nós subimos as escadas e cada um foi para seu devido quarto. Quando cheguei Elena já estava dormindo como um verdadeiro anjo. Ficaria horas velando seu lindo sono, mas eu também estava muito cansado e acabei dormindo.

[...]

Em algum lugar perto de Virginia

POV Katherine

Não sei quanto tempo fiquei desacordada. Abri meus olhos devagar e tentei acostumar minha visão a claridade do local. Não fazia ideia de onde estava. Olhei a minha volta sem me mover de onde, eu estava deitada e percebi que estava em uma casa. Se é que eu posso chamar essa habitação assim. A “casa” era de madeira, pequena, tão pequena que deu pra notar que o quarto era junto da sala e cozinha. Primeiramente pensei ser uma quitinete, mas agora que minha visão estava acostumada com a luz, vi que na verdade era uma casa com aparência bem pobre. Pelo que percebi nem energia tinha, visto que havia velas espalhadas por todo lugar.

Tentei me levantar, mas meu corpo todo doía. O que é uma coisa imperdoável, afinal eu sou uma vampira. Não aconteceu nada de mais para eu estar assim. Pequenos flashes da luta de David, Christian e Elijah vieram a minha cabeça, mas não havia acontecido nada comigo, pelo menos nada de tão grave. Tentei sentar-me, mas a dor voltou. Eu estava começando a me preocupar, também estava com muita sede, precisava de sangue. De repente a maçaneta da porta se mexeu e se eu tivesse um coração, provavelmente ele estaria muito acelerado. Afinal quem me trouxe aqui? E se fosse Klaus? Eu já estava preparada para o pior quando apareceu Elijah. Minha tensão não diminuiu. Tudo bem que não era Klaus, mas era o irmão dele, o irmão que trabalhava pra ele.

- Vejo que já acordou. – Ele disse simpático trazendo em seus braços madeira. Não respondi nada apenas continuei o encarando. – Esta com fome? – Ele levou as madeiras até uma lareira, mas deixou-a apagada, afinal estava de dia. Continuei calada. – Ora Katherine, não precisa ter medo. – Ele se aproximou de mim e sentou-se em uma cadeira que estava perto da cama que eu estava deitada.

- O que quer de mim? Por que não me levou pra Klaus ainda? – Finalmente perguntei o que não saia de minha cabeça.

- Eu não vou te levar a Klaus. – Sua voz era suave.

- Por que? – Ele sorriu e respondeu.

- Digamos que mudei meus objetivos. — Isso não me convenceu. A minha vida toda aprendi que não podemos confiar nas pessoas, principalmente quando se trata da família Mikaelson.

- Da pra ser mais especifico? – Estava começado a me irritar com ele.

- Tudo bem. Vou ser bem direto. Onde estão os caixões da minha família? – Falou serio. Eu já imaginava que era disso que se tratava.

- Mudou de objetivos? – Arquei a sobrancelha. Ri. – Vai me dizer que agora esta trabalhando sozinho e quer os caixões pra você se tornar mais poderoso de Klaus. Você sabe que não funciona assim Elijah. Você não pode ser mais poderoso que ele, afinal Niklaus é um Hibrido, um Hibrido Original.

- Eu não quero os caixões pra isso. – Ele disse incrédulo e irritado. Mas eu não estava ligando, afinal ele não poderia me matar por que eu sou a única que sabe onde estão os caixões. – Vou perguntar mais uma vez, onde estão os caixões?

- Você acha que sou idiota? Ta achando mesmo que está escrito na minha testa a palavra burra em letras garrafais? – Ele estava me tirando do sério. – É claro que eu não vou te dizer onde estão. Acha mesmo que eu vou entregar de bandeja a única coisa que pode me manter viva? Acha que eu confio em você a ponto de dizer uma informação dessa? Eu sei que assim que eu abrir a boca você vai correndo ao seu querido irmãozinho contar onde eu os escondi, e ai “ Adeus Katherine”. Não mesmo. – Depois desse meu ataque ele passou a mão em sua nuca e suspirou.

- Eu não vou deixa-lo te machucar. – Seus olhos brilharam quando disse isso Por um momento que quase acreditei.

- Tudo bem, e eu fui transformada ontem. – Revirei os olhos

- Ouça Katherine. – Ele falava suavemente como para uma criança de cinco anos. — Eu realmente não faço mais favores a Niklaus. Descobri seu plano e garanto que ele não me agradou em nada. Eu preciso saber onde você os escondeu para mantê-los longe do meu irmão. Eu sei que não confia em mim. Dei motivo de sobra pra pensar assim, não a culpo. Mas você tem que acreditar em mim quando eu digo que eu não o deixarei por um dedo em você. – Ele me fitava, quase fiquei hipnotizada por seus olhos.

- E qual seria seu plano? – Perguntei desinteressada, mas só eu sei o quanto estava esperançosa para saber.

- Simples, mata-lo. – Ficamos em um silencio profundo depois disso, um silêncio que foi quebrado por minhas gargalhadas. Isso é muito cômico. Ele me fitava serio.

- Matar Klaus? Você só pode estar brincando. – Eu não conseguia parar de rir. Quanto mais eu ria, mais meu corpo doía.

- Não, eu não estou brincando.

- Elijah meu querido. Seu irmão, infelizmente, é imortal. Não há nada que possa mata-lo.

- É ai que se engana. Sei como mata-lo.

- Sabe?

- Sei quem sabe como mata-lo. – Ele corrigiu.

- Quem?

- Seus queridos Salvatore e seus amigos.

- Que? – Eu estava em choque. Quer dizer que existe algo que pode matar aquele maldito do hibrido? – Como você sabe? Digo, como você sabe que eles sabem disso?

- Quando estava te procurando encontrei a bruxinha e ela me disse que descobriram uma forma de destruir Klaus. Assim que você comer alguma coisa vamos procura-los e tentar ajuda-los com isso.

- Como é que é? – eu realmente não estava acreditando que ele estava me propondo isso. Ajudar aqueles vermes? Ainda mais aquela bruxa dos infernos? Não mesmo. – Você quer que eu me arrisque para ajuda-los?

- É isso ou viver eternamente fugindo do meu irmão. E você sabe que ele não desiste assim tão fácil do que quer. Você mais que ninguém sabe disso, afinal você veio dos mortos por essa obsessão dele. – ficamos algum tempo calados. – Te dou até o anoitecer pra responder. Pensa bem, precisamos deles e eles da gente. – Eu sabia que ele tinha razão. Mas eu os detestava, não os Salvatore, é claro, mas sim os humanos, principalmente aquele bruxa e aquele cópia barata.

- Você tem alguma bolsa de sangue por ai? Estou morrendo de fome. – Não consigo pensar com fome. Ele sorriu e foi até uma caixa de isopor (é claro que aquele lugar não tinha geladeira) e trouxe até a mim uma bolsa de sangue.

- Imaginei que sim. Bom apetite. – Ele já ia saindo quando resolvi perguntar-lhe algo.

- Ei... – ele se virou pra mim. – Por que estou toda doída? Não era para eu estar assim.

- Dei a você algumas doses de verbena. – ele disse como se tivesse falando que ia chover.

- Como assim me deu algumas doses de verbena?

- Toda vez que você acordava você surtava e tentava escapar. O único jeito de faze-la parar era com verbena. Parece que quando esta sentindo dor você desiste de fugir.

- E como eu não me lembro disso?

- Eu fazia você esquecer. – Deu de ombros.

- Onde estamos?

- Só saberá quando me responder. – Sorriu e saiu. Sinceramente eu estava começando a me irritar quando ele dava esses sorrisinhos. Bufei e fui tomar o sangue.

Notas finais
desculpem o nome do cap... minha criatividade esta indo de mal a pior rsrsrsrs.....
até o proximo.
xoxoxo