Notas iniciais
Olha quem chegou. Espero que gostem do capítulo okay. A gente se vê lá embaixo.

Quando a garota chegou na garagem, seu pai já estava dentro do carro. Durante o trajeto uma música do Led Zeppelin tocava baixa, mas Elisa não se deu ao trabalho de saber qual era. O caminho até o colégio foi consideravelmente tranquilo, ela e Dean não trocaram nenhuma palavra. Quando chegaram o caçador desceu do carro e se apoiou no capô chamando Elisa a fazer o mesmo.
– Você está linda! — A surpresa no rosto da Winchester deduzia que ela não esperava um comentário desse tipo em um momento como esses. — E é exatamente disso que eu tenho medo... — Essa última revelação só deixou Elisa ainda mais confusa. — As vezes pode parecer que eu não quero que você tenha liberdade... tá, talvez seja isso, mas e daí? Eu me preocupo, tem tantos garotos estúpidos que só querem uma coisa e...
– Pai! — Ouvir seu pai falar isso a deixou com uma expressão incrédula e uma enorme vontade de rir, mas ela se segurou. — Eu sei! De verdade, sobre os garotos e sobre esse "eles só querem uma coisa", mas qual é pai, eu sei me virar, você sabe disso.
E ele sabia, mais do qualquer outra pessoa, só que para um cabeça dura como Dean, era difícil admitir as coisas e para um caçador era difícil deixar sua filhinha desprotegida, mesmo que o bando de rapazes fossem "inofensivos". Já haviam alguns adolescentes acumulados na porta, várias meninas cochichando e olhando em direção ao Winchester e sua filha, essa situação não passos despercebida aos olhos do caçador.
– Suas amigas? — Seguindo a direção que seu pai havia apontando, Elisa vê as garotas e fica visivelmente constrangida e tenta não ser reconhecida. Era estranho da parte de seu pai achar que ela seria amiga daquele bando de líderes de torcidas superficiais. — Não. Elas... são as líderes de torcida. Devem estar olhando para você.
– Pra mim? Por que?
– Devem estar te achando bonito, elas não podem ver um homem de porta atlético que já caem matando. — O comentário vez o Winchester dar um leve risada. — É melhor você ir pai, já chamou bastante atenção. — Dean ri mais alto ainda, e então solta um sorriso em direção a Elisa.
– Tudo bem, você tem razão, aproveite a festa querida, e... não me liga antes da meia noite okay. Nada pessoal, só não quero que você perca o sapato e ache um príncipe encantado. — A garota não conseguiu segurar a gargalhada.
– Pode deixar, mas só se prometer que vem me buscar assim que eu ligar.
– Tudo bem, eu te amo. — O caçador da um beijo demorado na testa de Elizabeth.
– Eu também te amo.
Quando o impala partiu, Elisa não ousou sequer se mover, apenas... ficou alí parada, observado a estrada, até muito depois de impala sumir de sua linha de visão. Pensando em quantas vezes não fazia aquilo, todas as vezes que seu pai a trazia a escola, e na solidão que sentia quando estava longe se sua família.
– Você não vai acreditar no que... — Ao ouvir a voz atrás de si, a Winchester tomou um susto do grandes que a vez se virar de imediato e levar a mão aí peito. Quem estava diante dela era Alice, sua... amiga, a única pessoa naquela escola que falava com ela, sem interesses. Alice estava linda, os cabelos cor de mongo iam até suas costas, os olhos mel estavam carregados de uma maquiagem preta, assim como o batom que ela usava, o vestido assim como a bota a faziam parecer uma gótica da pesada. Ela tinha uma expressão de surpresa no rosto.
– Uau! Elisa, você... está... incrível! — Mesmo ficando sem jeito a Winchester respondeu a amiga.
– Obrigada, você também. Você chegou aqui falando. Me desculpe mais pode repetir.
– Elisa, Elisa, sempre tão distraída. Como eu ia dizendo, você não vai acreditar no que esta rolando ai dentro. — O jeito entusiasmado de Alice, não combinava nem um pouco com seu visual. — As meninas estão todas loucas falando do seu pai. Um bad boy com cara de galã, saindo de uma lata velha. — De alguma forma Elisa mão ficou surpresa, afinal quem ia imaginar que a "coisa estranha" teria um pai tão bonito.

– Acho que isso significa mais atenção do que o necessário.- As duas trocaram um sorriso e seguiram em direção ao portão principal do colégio.

Quando elas passavam, um das líderes de torcida, do mesmo grupo que observava ela e seu pai se aproximou das duas. Era uma morena alta e magra, que usava um vestido azul claro. Seu nome era Emilly e... em três anos de colégio nunca havia dirigido a palavra a nem uma das duas. Quando o seu olhar se cruzou com o dela a garota lhe lançou um sorriso diabólico em sua direção. Elisa sabia que aquela garota era só mais uma adolescente confusa que descontava suas frustrações sendo má com as meninas. Mas as vezes... só as vezes, Elisa queria poder se vingar dela. Não por si mesma, mas por todas as nerds com espinhas e aparelhos que eram julgadas pela sua aparência. Era terrível ver as injustiças cometidas a elas e não poder fazer nada.

Luzes roxas, verdes, azuis e amarelas pairavam sobre tudo o pátio principal da escola. Adolescentes em trazes formais dançando intensamente, uma fumaça fictícia saia do local que lembrava uma boate na qual ela teve que ir a alguns meses para resolver um caso. A música estava no último volume, provavelmente um desses cantores moderninhos e sem graças cantava a música que tinha um estilo dançante.

Alice e Elisa procuraram um lugar longe de tantas pessoas e barulho. Perto do barba, em cadeiras coloridas escoradas no canto da parede era um bom lugar. Dava para ver o baile tudo dali. Agora era só sentar e esperar até a meia noite.

Enquanto isso no bunker.

O silêncio era um coisa meia preocupante naquele lugar. Elisa sempre estava lá com um bom rock ligado nos fones que era tão auto que fazia eco no bunker, ou então o barulho de Sam, mexendo em arquivos ou digitando no notebook a procura de um caso. Sarah mexendo nas panelas tentando junto a ele fazer uma receita novo de algum doce. Até o ecoar de asas de Castiel nos cantos mais inesperados era um dos barulhos do qual Dean sentia mais falta ainda. E ainda tinha o profeta que gostava de mexer nós fios do grande "computador" que havia no local. Esses eram barulhos conhecidos, eram os barulhos de casa.

Bom, Sam estava em uma caçada na qual insistiu para ir sozinho. Elisa no baile é claro. Kevin já deveria ter partido para a casa do velho Bobby Singer. Castiel... bem digamos que o anjo estava a ajudando em um missão ultra secreta que ninguém sabia. Bem... só havia ele e suas preocupações no momento e... céus, ainda havia aquele assunto de Sam na mensagem, aquele noticiário no jornal. Ótimo, mas problemas. Pensando nisso o caçador lembrou que ainda não havia dado a ótima notícia a sua esposa, que era a única no bunker junto com ele.

Ao abrir a porta do quarto sem Dean matinha os olhos no chão, bem havia se dado ao trabalho de ver se a esposa realmente estava no quarto.

– Eu tenho... notícias ruins... bem ruins eu sei que a gente... — E quando finalmente olhou para cima ele a viu. Era uma sensação forte, como a de tomar um tiro, mas era boa com a de mergulhar em uma piscina. E lá estava Sarah, deitada sobre os lençóis que eles dividiam, os cabelos ruivos e extremamente compridos caíam sobre suas costas... nuas... era assim que a mulher se encontrava deitada, usando apenas uma calcinha azul reveladora.
Ela estava deita de brusos, com as perna para cima, e o encaravam morrendo os labios com um sorriso malicioso.
Céus... aquela mulher era um pecado.
Parecia estar em uma daquelas cenas de filmes pornôs, em que o cara chega em casa e a mulher está nua a sua espera. Bom, esse seria mais uma coisa para riscar da sua lista de desejos.
Ela se levanta da cama, fazendo o caçador arregalar os olhos, observando seus seios expostos, grandes, beeeem grandes, erguidos, em todos esses anos nunca haviam caído, mamilos rosados... uma perfeição.
Ela se aproxima do marido, passando os braços em volta de seu pescoço, e com a voz carregada de malícia começa.
– Dean... — Ela aperta os labios lentamente. — Nós já temos taaaaantso problemas... o bunker está vaziou, só tem nos dois aqui... não acha que temos coisa melhor para fazer... a gente não pode deixar essa conversa para mas tarde ?
– Sabe,- Ele abaixa a cabeça colando sua testa na dela. — Acho que você tem razão, temos coisa muiiito melhor pra fazer.
Os seus labios se tocam com urgência.
O gosto dos labios dela... com certeza a mulher mais sexy que ela já teve em sua cama.
Dizem que uma mulher para ser esposa, não é uma mulher para transar.
Isso porque eles não conheciam Sarah... ela foi a melhor transa de sua vida... e eles estão casados a 18 anos... sem sobra de dúvidas sua mulher sabia arrebentar na cama.
Os beijos e carícias entre os dois fica cada fez mais intensos.
Dean suspira a cada mordida que recebe no pescoço, ela estava tão colada em seu corpo que sentiu quando seus mamilos ficaram enrijecidos se convertendo para dois botões.
Ele puxou os cabelos dela para trás, a fazendo enlouquecer.
As roupas de Dean começavam a se espalhar pelo chão, jaqueta, camisa, blusa, e de uma em uma Dean e Sarah se divertiam no quarto, realizando seus desejos mais insanos, esse era o jeito do casal Winchester esquecer os problemas e de serem realmente felizes.

XXXXX

A festa estava rolando aninada a mais de horas, mas nem Elisa nem Alice haviam saído de seus lugares.
Elas ficaram conversado, apenas as duas no canto.

– Elisa não é. — Ao se virar, Elizabeth viu Michael, um dos jogadores de futebol da escola. O garoto de cabelos e olhos castanhos, com tudo certeza metade da escola mataria para falar com ele. — É que... você não quer me campanhar nessa dança ?
Mil e uma possibilidades se passaram pela cabeça da Winchester, mas a única na qual ela realmente queria acreditar era diversão.
Afinal de contas não era como se ela fosse voltar para a escola amanhã, o pesadelo tinha acabado. Por que diabos iria se privar disso ?
A resposta era óbvia e estava na ponta da sua língua, ele olhou para a amiga que balançava a cabeça afirmando que estava tudo bem.
Então ela se dirigiu novamente a Michael.
– Tudo bem. — Ela se levantou e ele pegou em sua mão.
É claro que Elisa já havia ficado com meninos, mas nunca na escola, ela sempre dava um jeito de escapar do pai e se divertir em algumas caçadas.
Chegando na pista uma música lenta tocava, então Michael passou os braços em volta de sua cintura e ela entrelaçou os seus nos ombros dele.
– Você está tão linda... — Elisa mordeu os labios e deu o seu melhor sorriso. — Seria uma pena se.
Não houve tempo para nada, Michael a empurrou um pouco para longe e ela então sentido alguma coisa... escorendo pela sua cabeça.
O líquido gelado molhava seu rosto e machava seu vestido que era até então branco.
Um turbilhão de risadas explodiu pela escola e as luzes foram acessas.
A Winchester finalmente viu que o líquido se tratava de um suco de cor roxa que a machava inteira.
Ele se virou e deu de cara Catherina, a líder de torcida que sempre, SEMPRE fazia questão de implicar com ela.
– Agora sim você está no seu lugar, achou mesmo que alguém como o Michael ia se interessar por uma estranha como você. — mais risadas eram ouvidas. — Você nunca vai ser como eu.
Raiva... não ódio, sim era ódio i que ela sentia. A vontade de usar seus poderes e joga-la contra parede era... Não ela sabia muito bem o que fazer.
– Você ? — Todos pararam ao ouvir a voz dela, ninguém esperava que ela fosse falar alguma coisa. — Acha,- Elisa dava passos em direção a Catherina. — Que... algum dia eu vou querer ser igual a você ? Eu tenho pena de você! Você é tão vazia e superficial que precisa humilhar os outros para se sentir melhor. Você não passa de uma fruta que parece linda por fora, mas é podre por dentro. Duvido que alguém te ama de verdade... duvido que tenha amigos de verdade... uma pessoa como você vai acabar sozinha.
Catharina tinha as mãos fechadas em ponhos e todos começaram e vaia-la.
Elisa pegou no seu ponto fraco, com apenas meia dúzia de palavras ela conseguiu nougatear a garota.
Ela aproveitou a multidão destraida e saiu correndo em direção, ao banheiro.
– Elisa... você foi incrível...
– Alice eu quero ficar sozinha. — Ela falava ainda andando com passos apressados e sua amiga a seguia.
– Onde você vai ?
– Alice ! Eu já disse que quero ficar sozinha !
Ela correu em direção ao banheiro e nem se deu ao trabalho de ver se Alice havia voltado, de qualquer forma, quando chegou ao banheiro, ela já não estava mas atrás de si.
Trancou a porta do local e apoiou as mãos na pia, ficando de frente para o espelho.
A maquiagem estava um pouco borrada, e o pentado do cabelo molhado.
Apesar de ser forte era difícil passar por essas situações, ela se sentia menos ... humana e isso era terrível.
Ela levou a mão ao colar de coração em forma de assas de anjos que havia ganhado de Cas a uns aniversários atrás.
Batidas foram ouvidas da porta.
Elisa suspiro, provavelmente, Alice, querendo ajudá-la e... ela havia sindo tão grossa com a única amiga que abriu a porta.
Mas, para sua surpresa não era sua amiga que estava parada lá na frente, era seu anjo de sobretudo.
Continua...

Notas finais
Ola de novoooo link para fotinho da Elisa https://lh3.googleusercontent.com/proxy/vPdD-LxZU2_cq06_iyY3BH815EtWL6arm6kjby8aI-dqx9HgfzcLMq8C30Imt4tAswIPCUbQNYju00KekmN59pBXaVrYxq-mRq78_dS3R-Lrs5mr=w512-h288-nc E aí gente, gostaram ? Tadinha da Elisa. Se bem que ela deu um banho de palavras hein! Genteee que isso hein Millerchester (Sarah Miller e Dean Winchester), não perderam o pique né kkkkkkkkkkk. E o Cas chegando de sobretudo ❤❤❤❤ Termos um próximo capítulo bem fofo e com altas Tretas okay. Kisses