Devaneios de Uma Winchester
1 A Festa (parte 1)
Notas iniciais
Oi pessoal!
Eu volteiiiiiiiii.
Gente agora é serio, brincadeira a parte eu vim comprir a minha palavra, aqui estou com essa nova fanfics que por sinal está ficando boa.
Na foto de capa da fic nos temos nossos casais shippers, e na foto do capítulo, vocês vão descobrir quem são okay.
Esse capítulo está um pouco parado, a treta mesmo está no próximo que eu espero postar o mais breve possível.
Um queijo e até as notas finais!
Tum, Tum, Tum.
O único barulho ouvido era as batidas em completo descompasso de seu coração, juntamente com os passos de seus pés de tamanho trinta e quatro, que no momento continham as unhas feitas em um esmalte de cor preta , que se perdia em meio aos pés completamente sujos pelo fato de estarem descalços. Se ao menos estivesse com seu All Star , com toda a certeza iria muito mais longe.
Tum, Tum, Tum.
Ela sabia que não era uma boa ideia ter ido, aliás não era uma boa ideia sair da cama hoje ! Deveria ser por volta das quatro da madrugada e um completo breu se instalava pela densa floresta que cercava a escola. Mal era possível desviar das árvores a seu redor. Se virar para ver se havia despistado seu inimigo era um luxo que ela não tinha. De alguma forma ela sentia a presença dele.
Tum, Tum, Tum.
Sua respiração ficava cada vez mais ofegante, suas pernas estavam prontas para trai-lá, sentia enormes dores. Teria grandes cicatrizes nós pés para fazer curativos. Sua perna esquerda estava ralada e daria um belo trabalho a seu tio. Subindo pelas coxas parcialmente desnudas, era possível ver tiras de um líquido roxo, subindo ainda mais, no meio de suas coxas o tecido fino do vestido começava, a saia era armada e preta, no meio dele, um pouco abaixo de seus seios, surgia pedrinha brilhantes que faziam um degradê ate chegar a parte de cima, que deveria ser branca , mais na verdade era uma mancha horrenda do mesmo líquido roxo. A maquiagem já estava completamente borrada, e os cabelos — também cobertos pelo líquido —, era a única coisa que ainda estava intacta, com o penteado presos com alguns fios soltos.
Tum, Tum, Tum.
Parecia que quanto mais corria, mais longe estava do bunker. Então, em um minuto uma luz veio em sua mente. Mas que diabos estava fazendo ? Era exatamente isso que eles queriam, por isso ainda não a atacaram. Deus, a quem estava enganado ? Já era para estar morta a muito tempo. Não ! Ela não podia levar aqueles homens ao bunker ! Não ia deixar ninguém descobrir aquele lugar ! Ela era uma mulher das letras ! Fazia parte do legado era seu dever proteger aquele local !
Tum, Tum, Tum.
Em um movimento totalmente brusco e impensável, a garota jogou o corpo na direção oposta. Mas, fazendo tal movimento, ela perdeu o controle de seu corpo e caiu no chão batendo a sua têmpora e descendo rolando, o que parecia uma montanha sem fim. Durante tudo o percurso sua cabeça se chocou várias vezes contra o chão. Quando finalmente parou sentiu uma terrível pontada como se levasse uma facada no cérebro. Abrindo finalmente os olhos com certa dificuldade ela conseguiu enxergar apenas um feixe de luz vindo em sua direção , acompanhados de 2 vultos. Suas tentativas de levantar foram em vão e quando os vultos se aproximaram, ela teve certeza de quem eles eram. Velhos inimigos de seus pais ! Um dos vultos que ele considera um homem se abaixou ao seu lado e segurou seu rosto com força.
— Finalmente ! Depois de tantos anos temos os Winchesters nas mãos. Enfim teremos a nossa estimada vingança.
Tum, Tum, Tum.
Foi a última coisa que ela ouviu. Suas próprias batidas de coração ! Era isso, estava condenada. Ela sabia que aquilo ia acabaram de apenas um jeito, em mortes e esperava sinceramente que fosse para eles ! Enquanto os primeiros raios de sol nasciam no horizonte, a cabeça pesada a trairá e entregará a uma completa e profunda escuridão.
Algumas Horas Antes
A dona de lindos e incomuns olhos acinzentados olhava freneticamente para seu próprio reflexo no espelho. Os cabelos estavam molhados e soltos, e ela ainda se encontrava de toalha. Em meio a tantas incertezas na vida, sua única certeza era que seguiria o family business, não importa o quanto seu pai a falasse do perigo, não importa quantas vezes seu tio e empurrasse para a faculdade e não importa quantas vezes sua mãe insistisse que ela tivesse uma vida social, era isso que ela queria. Por que em meio a tanta podridão dentro de se ela poderia achar algo bom, ela queria ser boa.
Elisa não era apenas uma filha de caçadores, sua mãe era um híbrido, filha de Crowley no momento o rei do inferno e de uma anjo, que fora guardiã do paraíso e também se chamava Elizabeth — foi dai que seu nome estranho e comprido saiu, Mary Elizabeth, Mary mãe de Dean e Elizabeth mãe de Sarah —, e aparentemente Sarah não servia para os " propósitos " dos poderes, então durante a gestação tudo foi passado a ela. Desde de criança Elisa conviveu com esse fato, e é claro por mais que seus pais a avisavam para não usar os poderes ela sempre tirava uma vantagem deles. O que mais a assustava era sentir que tinha alguma coisa maligna dentro de sí mesmo, ela sabia que não tinha como melhorar, e tinha medo de um dia se tornar algo ruim.
Mas, agora ela só queria não ter que ir aquela baile. A escola já havia sido um inferno e no momento em que acha que esta livre vem esse baile de formatura. Sua mãe achava que ela tinha que aproveitar, que baile de formatura é um momento que não volta, claro era fácil para ela falar, deveria ser uma das garotas populares do colégio. Seu tio Sam achava o mesmo e dizia que ela precisa sair um pouco do bunker e se relacionar com pessoas da sua idade. E mais uma vez ela discordava , passou a infância inteira no meio de adultos, por que agora precisava de amigos ? E ela tinha Kevin ele é apenas três anos mais velho que ela, já estava de bom tamanho !
E por incrível que pareça seu pai era a única pessoa que achava que ela não deveria ir ao baile. Dean sempre foi o pai mais ciumento de todos, Sarah as vezes reclamava que ele tinha mais ciúmes da filha do que da própria esposa. Lembrar do ciúmes do pai a fez abrir um doce sorriso, o primeiro desde de que acordou. Dean achava que ela deveria começar a namorar aos quarenta e sete anos ! Ele sempre foi um pai extremamente protetor.
O baile começava as dez e o relógio já marcava nove e meia. Após outro longo suspiro ela finalmente se deu por vencida, sabia que tinha que ir ou sua mãe iria lhe perturbar o resto do ano. Então começou a se arrumar.
XXXXX
Enquanto isso na sala principal do bunker, Dean sentado em uma das mesas mexendo no notebook não tinha uma expressão das melhores, ele olhou pela milésima vez a mensagem que o irmão o havia enviado sobre a caçada que ele estava, aquilo cheirava a problema ! Dean sabia que um hora ou outra isso viria a acontecer, ele deu um longo suspiro e continou sua pesquisa.
Estava tão concentrado que nem notou a presença de sua esposa, mais apenas o fato de olhar nós ternos olhos azuis dela, Dean sentia uma enorme paz o fazendo sorrir mesmo sem motivo.
— Caçador sua cara esta terrível, acho que alguém precisa de um pouco disso. — A dona dos compridos cabelos ruivos estendeu uma das duas garrafas de cerveja que tinha na não para o loiro, que a pegou prontamente. Sarah sabia que tinha alguma coisa o preocupando, e parecia sério. Depois de tomar um generoso gole da cerveja Dean finalmente falou.
— Querida, precisamos conversar — Pronta para perguntar qual o assunto, Sarah foi interrompida, pelos passos suaves de Elisa se aproximando, antes que ela pudesse fala algo o caçador tomou sua frente e completou. — Mas longe de olhares curiosos. — O tom baixo de sua voz deu a entender que Elisa não deveria saber de nada que estava sendo falando no momento.
A garota já pronta descia as escadas com certa presa, presa de chegar logo e voltar logo. Quando ela terminou de descer quase fez seu pai e sua mãe se engasgarem com as cervejas que ambos tomavam.
— Você não vai assim ! — Os dois falaram em corro fazendo Elisa dar uma risada, definitivamente eles foram feitos um para o outro ! Dean foi o primeiro a se pronunciar.
— Olha só esse vestido ! — Ele observava a filha dos pés a cabeça, linda, ela estava simplesmente linda, era difícil acreditar que aquele mulherão na sua frente fora outrora sua bebesinha. E Era exatamente isso que o assustava. — Esse vestido é curto demais, decotado demais. Você não vai sair de casa assim!
— É isso o que eu acho, fala serio mal da para andar com isso! Fora que ele aperta em todos os lugares!
— Não é disso que eu estou falando. Seu vestido esta lindo! O que não esta lindo são esses tênis. — Sarah apontou para os pés da garota que calçava um all star preto que ia ate seu tornozelo. — A onde você pensa que vai com esse all star.
— Mãe, qual é o problema com eles, são bens mais confortáveis do que aqueles saltos enormes, eu já estou indo para esse baile obrigada, não posso pelo menos escolher o que eu vou calçar ? — A caçadora pegou uma sacola que se encontrava em uma das cadeiras e tirando os saltos de lá os entregou a filha que revirou os olhos em resposta.
— Vamos meu amor, faça um esforço. Você passa tanto tempo no meio de adultos que já esta virando uma velha. — Elisa sorriu para a mãe, no fundo sabia que ela só queria seu bem. — Só quero que você se divirta, tenho certeza que vai ser legal.
Elisa não tinha nenhuma vontade de ir a festa, nenhuma vontade de usar aquele vestido e muito menos usar saltos, mais lá no fundo sabia que a mãe estava coberta de razão, ela cresceu no meio de adultos e isso a vez amadurecer muito rápido. Pensando nisso ela pega os saltos das mãos de sua mãe e senta em um das cadeiras afim de calça-los. Terminado de calçar os saltos ela se levantou, fazendo o seu pai se levantar também, ele não tinha uma cara das melhores e olhava para o vestido de forma negativa, mais antes que ele pudesse se pronunciar, a voz de Kevin foi ouvida do alto da escada.
— Uau! Irmãzinha, você ta uma gata! — A garota sentiu suas bochechas queimarem, e deu um sorriso doce em direção a Kevin.
— Viu! Se o Kevin acha isso, imagine o que esses moleques vão pensar, esse vestido é muito chamativo! Imagine quantos homens vão para cima de você. — Sarah deu um sorriso, que continha certa malícia para o caçador e fez uma observação que o deixou um tanto sem jeito.
— E o que você fazia quando via uma mulher bonita Winchester ? Você era igual a esses meninos, não era ?— A pergunta o fez arregalar os olhos instantaneamente, e após pensar um pouco engoliu o seco de respondeu.
— Exatamente, e por eu ter sido igual a eles eu sei o que se passa em suas cabeças e sei muito bem o que eles querem com uma menina assim.
Era difícil imaginar Dean, seu pai, aquele cara protetor e cuidadoso apesar do sarcasmo e pavio curto, sendo um galinha. Desde de que se entende por gente, Dean sempre foi um exemplo de fidelidade a única mulher que ele teve foi Lisa mas ele e sua mãe estavam separadas. Ele nunca traiu Sarah em tantos anos e mesmo ele parecendo um garanhão, Elizabeth sabia que ele jamais cometeria tal ato desprezível. É claro que sempre admitiu a beleza de seu pai, ele é um homem como poucos.
A discussão sobre o vestido ainda estava acontecendo mas Elisa não teria saído de seus devaneios se Kevin não a tivesse chamado.
— Ei! Não quer mesmo que eu seja o seu par no baile ? — Levantando a cabeça para encara-lo ela demorou alguns minutos para pensar na proposta de Kevin. Ele morava em casa desde a morte da Sra.Tran, e sempre foi da família, sua mãe e Kevin tinha uma relação muito próxima, afinal não era difícil gostar de Sarah, ela sempre vem com seu extinto materno quando você mais precisa. Elisa considerava Kevin praticamente seu irmão mas velho, e ele havia feito esse oferta a alguns dias. Mas Kevin era bonito demais para aparecer ao lado da esquisita da escola, ele ia chamar muita atenção, e isso era uma coisa que ela definitivamente não queria. Pesando os prós e os contras finalmente disse.
— Valeu Kevin, de verdade. Mas eu sei me virar, não é por que não tenho par, que não posso me divertir sozinha. — Ela passou pelo profeta e deu um leva tapa no seu ombro. Ao voltar em direção a sala, ela notou que seu pai estava um pouco mais a frente indo em direção a garagem e Sarah estava bufando, parecia insatisfeita. Ela havia perdido a "briga" inteira, mas de qualquer forma sabia que eles iam se acertar. Eles sempre se acertavam.
— Seu pai está esperando no carro meu amor. — Sarah, deu uma boa olhada nós olhos acinzentados da filha. Dentro deles ela via um pouco de frustração, que provavelmente se dava pelo fato dela não estar nem um pouca afim de ir a festa. É claro que Sarah como mãe, sempre notava o jeito quieto e reservado da filha, não era apenas uma característica física, mas também, por causa da infância conturbada. Elisa teve uma infância muito, mais muito melhor que a sua e a de Dean, mesmo assim a garota se viu ligada ao mundo sobrenatural muito cedo e carregou coisa que as crianças da idade dela jamais teriam força para carregar. Ela tirou uma mecha de cabelo do rosto da filha e começou. — Sei que você não quer ir, então pode ficar em casa.
É claro que a resposta sim estava na ponta da língua. O que ela mais queria era ficar em casa e não ter que voltar aquela escola nunca mais. Porém, porque mesmo ela estava indo? Não era para agradar a sua mãe? Isso a vez pensar na mãe que Sarah era. Era uma verdadeira amiga, ela sempre a entendia e ficava do seu lado. Sempre se sacrificava, sacrificou sua vida, sacrificou sua juventude e na época pós apocalíptica, sacrifício seu marido o homem que ela amava, por medo de perder sua filha. Elisa tinha 6 anos mas lembra muito bem do quanto Sarah ficou arrasada ao voltar e encontrar Dean junto com Lisa. Mas, mesmo depois de sacrificar tudo, ela nunca reclamou, nenhuma única vez. Sempre vez tudo com um sorriso no rosto.
Elisa queria ser forte como ela, sua mãe é uma guerreira como poucas. E depois de tudo isso, ainda sim, ela faz as coisa pensando no bem de sua filha. Então, por que diabos Elisa não podia se sacrificar uma única vez e ir nessa festa. Só de imaginar o sorriso de orgulho que iria ganhar de sua mãe, já fazia valer apena. Além disso, se quisesse ter o apoio de Sarah para convencer seu pai a caçar, teria de começar agora.
— Eu vou! — Sarah franzio a testa de imediato.
— Você não está fazendo isso só por minha causa está?
— Por nós! — A afirmação tinha o seu fundo de verdade.
— Okay. — Sarah se aproximou da filha e depositou um beijo em sua bochecha. — Você está linda. Divirtasse eu te amo!
— Eu também te amo mãe.
Continua
Notas finais
E ai meus amores, quero saber tudo hein, o qeu acharam desse comecinho de capítulo, quem diabos estava fugindo (acho que isso vocês já sacarram) e do que.
Vocês podem imaginar a Sarah como Mary Jane de homem aranha.
E a Elisa como a Jenny Humphrey de gossip girl.
O nossa anjinho Castiel vai estar no próximo capítulo e o Sammy só no terceiro okay.
Agora é com vocês beijooos e até lá
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