Notas iniciais
Essa historia é uma forma melhorada de outra minha de mesmo nome em outro site.

Em terras afastadas, um vasto reino governado por pôneis e criaturas fantásticas existir. Esse domínio é intitulado Equestria. Nesse reinado os habitantes foram separados em classes, que mostram as capacidades essências para cada indivíduo. As classes eram: Pôneis terrestres, Pegasus, Unicórnios e Alicórnios.

Essa divisão levou cada classe a ter tarefas únicas, que são: trabalho agrícola para os pôneis terrestres. Pegasus a responsabilidade de limpar os céus, inclusive de trazer chuvas e estações. Os unicórnios, busca por conhecimento era a tarefa principal.

Os lares também foram separados de acordo com as tarefas de cada classe. O solo passou a ser o domínio dos Pôneis Terrestre, dessa forma construíram grandes cidades como: Canterlot e o Império de Cristal. Por serem mais comuns em relação as outras classes. Sua população era a mais vastas dentre as quatro.

Pegasus, seus lares eram o próprio céu. Nas nuvens a bela e exuberante Cloudsdale era apenas habitada por eles. Caso qualquer outro tente andar por suas ruas, despencar é o único destino. Pois apenas aqueles abençoados com asas, podiam viver.

Unicórnios, como os pôneis terrestres habitam as mesmas cidades. A maioria dos indivíduos dessa nobre classe encontra-se na capital da montanha, Canterlot, sempre ao lado da realeza.

Alicórnios a representação do que é ser a realeza. Seres de grande poder e longevidade, com habilidades além da imaginação estando no topo de todas as classes. Seus feitos são o que os tornam deuses na visão dos menores: remodelação da terra, controle sobre toda natureza até mesmo os segredos mais profundos da magia estão em posses desse seres.

Celestia uma alicórnio governa toda Equestria. Levantando o sol toda manhã, ela traz a luz espantado a escuridão e suas feras. Já Luna sua irmão tem domínio sobre a noite, erguendo a lua para iluminar as trevas e, trazer o mundo dos sonhos a terra.

Todavia, como em todos os domínios as duas irmãos tiveram que enfrentar seres malignos que buscavam destruí a paz.

Chrysalis a imperatriz do reino Changeling ao sul de Canterlot, trazia seus exércitos para a degradação daquilo conhecido como amor.

Tireks com ganância e ferocidade tentou ter controle de toda Equestria com seu enorme poder. No entanto, seus planos foram barrados por jovens heroínas.

Assim a paz continuou a ser mantida nesse reino.

Porém algo ainda não estava certo. Um mal ainda mais antigo tinha planos para retorna. E com sua vinda as ruínas do que antes foram um lugar de amor, um inferno de sangue iria se tornar.

…

Dois pequenos potros brincavam nos corredores de seu castelo. A mais jovem possuía cabelos loiros com pequenas listras brancas e uma lida pelagem albina, era Raio de Luz. O outro mais velho com o corpo cinza e crina escura, Luz da lua irmão da potra. Os dois corriam pelos corredores, ate encontrarem uma estranha porta desgastada.

Sua superfície estava coberta por rachaduras e teias de aranhas. Sem dúvidas algo antigo.

— Que porta é essa? — falou Raio de Luz.

— Talvez seja uma passagem secreta para alguma parte do castelo? — disse seu irmão.

Curioso Luz da lua abrir a porta usando seu chifre mágico. Rangendo e quase desmoronado a entrada é aberta, revelando uma sala completamente escura. O breu que engolia a luz, deixa a pequena potra receosa em seguir adiante.

Por ser a mais nova, Raio de Luz tendia muitas vezes a ser assustada e tímida. A fazendo ter uma marca de sempre ser protegido por outros pôneis. A fragilidade era a beleza que ela carregava.

Contrário de seu irmão, destemido e também curioso.

— Não precisa ter medo. Eu vou na frente. — segurava uma das asas de Raio de Luz.

Usando outra vez seu chifre Luz da lua iluminar toda a sala, que revelar em seu fundo uma curiosa escada.

Sem demora, os dois descem. A cada passo dado por eles, ecoava nas paredes encobertas por teias e fendas. Animais horrendos saíam de buracos nos degraus e nas paredes: aranhas, centopeias e grandes mariposas davam ao lugar, um ar sombrio e assustador.

Com o brilho de seu chifre Luz da lua iluminar a descida ao mesmo tempo que espantava as criaturas, que causavam calafrios em sua irmã.

— Isso não tem fim! — exclamou.

— Eu quero volta irmão.

A potra estava assustada e queria de tudo sair daquele lugar. A escadaria causava a ela muito desconforto. Com um som estridente como lixa, as aranhas passeavam sem se incomodar com os novos convidados.

— Não se preocupe. — Luz da lua tentava encorajar sua irmã.

A pequena não queria mais seguir adiante, aquilo não era mais divertido. Mas o desejo de seu irmão era muito grande para saber o que poderia ter no fim da escadaria. No entanto, eles possuíam uma regra que se algo não fosse bom para um não seria para os dois. Assim impedindo que um se divertisse enquanto o outro não. Era algo muito repeitado, mas dessa vez a vontade poderia esta acima dessa regra.

— Olha. Depois de descobrimos até onde essa porta leva, vamos volta. Ok. — disse Luz da lua.

A pequena confiando aceitar a proposta.

E a cada segundo que se passava o lugar se tornava cada vez mais escuro. O brilho criado pelo chifre de Luz da lua não estava mais sendo suficiente, a escuridão do lugar parecia consumir a luz de seu chifre como uma velha em meio a um vendaval. Mas ele era conhecido como o mais corajoso do castelo — claro que ele seguiria.

Chegando ao fim da escadaria se deparam com outra grande porta. Essa se mostrava mais velha que anterior: enferrujada, cheia de fendas, parte se soltando e mais teias de aranha. A parede ao lado estava desgastada e com grandes rachaduras, não parecia que seguraria o peso da porta.

Pelas patas da potra uma onda de calafrios segue ate arrepiar o pelo de suas orelhas. Aquele lugar estava mais sinistro que o próprio caminho ali. A porta não dava nenhuma sensação de segurança a pequena.

— Outra porta! — Luz da lua contemplava o grande porta. — O que será que ela está guardando? — sua curiosidade é atiçado ainda mais.

Usa novamente seu chifre para abrir a porta, o chofre que já brilhava emitir uma luz mais fraca e a mesma surge ao redor das maçanetas da porta que nem ao mesmo são abaladas. A entrada não seria fácil, Luz da lua tinha que pensar em outra maneira.

— Irmã me ajude a abrir essa porta. — chamou Luz da lua.

— Não, eu quero volta. — falou recuando. De jeito nenhum ela queria continua.

— Olha Raio de luz. Eu já disse para não se preocupar. — se vira para a pônei. — Após descobrirmos o que tem atrás dessa porta poderemos ir embora. — terminou.

Para Raio de luz aquela aventura não era mais divertida, queria volta. No entanto Luz da lua era muito bom com as palavras e, sempre conseguia fazer sua irmã concorda com ele. Por isso junto de seu irmão a potra de crina dourada, usar sua magia fazendo seu chifre brilhar e assim forçando a porta a abrir.

Arrastando e estralando, a entrada é revelada. O grande obstáculo é superado.

Depois de aberta a noite que havia na sala atrás da porta era muitas vezes superior a escadaria atrás deles. Um verdadeiro breu. Um reino das trevas.

— Que escuro! — exclamam juntos.

O escuro era demais, aponto que a cabeça dos potros sentirem um pouco de náuseas, pois ate a dúvida de estarem sobre o chão era algo real por não verem nem mesmo onde pisavam.

Dentro da sala os dois começam a andar sem rumo. O lugar era envolto em uma aura misteriosa. A pônei loira seguia seu irmão logo atrás, ate que algo se mover entre suas patas, a assustando. Ela grita.

O alto barulho da voz da potra reverbera nas paredes da sala e tem sua força amplificada. Seu irmão Luz da lua corre em seu amparo.

— Não, Raio de Luz se acalme. — falava.

Mas isso já era o limite.

— Irmão eu quero ir embora... — soluçava entre lágrimas.

Com o estado de sua irmã, Luz da lua não tinha mais como contínua. Sua curiosidade sobre esse lugar era enorme, mas com sua irmã chorando dessa maneira ele não podia aguentar. Então escolhe volta. Sua aventura parecia termina ali mesmo.

— Então vamos.

Decididos, eles começam a seguir para a saída. No entanto, todas as luzes da sala misteriosa, acendem de forma repentina. Um brilho cegante alcança os olhos do potros que se semicerram para resistirem a luz.

— Tem alguém aqui?

Uma voz roca se espalhar por toda a sala, como uma explosão.

Sentido seus corpos paralisarem, os dois irmãos olhavam para seu redor pensando em uma forma de escapar. E logo a direita deles, uma pilha de escombros se tornar na mente de ambos um ótimo esconderijo.

Escondidos esperavam que o dono da voz fosse embora. — No entanto, não séria tão fácil assim.

— Não adiantar se esconderem. É melhor me dizerem quem são vocês?

A voz reverberar nas paredes da sala, direcionadas para os irmãos.

Raio de Luz queria sair, mas é impedida por seu irmão. Em seus pensamentos não acreditava que o dono da voz havia descoberto eles. Não sabia que poderia ser, mas certamente ele não era invisível, pensou o pônei escondido com sua irmã logo atrás.

Eles continuaram parados, nem mesmo o som da respiração dos irmãos era ouvida. Luz da lua sabiá que teria que sair daquele lugar, mas o dono da voz ainda não havia se manifestado. Deixando uma incógnita em sua mente. Onde ele está? Pensou.

Minutos se passaram e nada tinha acontecido. Depois daquelas primeiras palavras a voz se silenciou, causando uma forte agonia na mente dos dois irmãos. Por não saberem se poderiam sair.

— Será que ele foi embora? — murmurou Luz da lua erguendo sua cabeça sobre a pilha de escombros. Sua visão não encontra nada além de pilhas misteriosas encobertas por mantos brancos.

— Irmão? — Raio de Luz.

— Raio de Luz me siga.

Luz da lua junto de sua irmã se esgueiravam pelas pilhas de objetos e escombros. Com esse método eles consegue chegar de forma rápida ao seu destino, a porta de saída. Mas a voz volta outra vez, mais poderosa que antes.

— Quem deu permissão para vocês saírem!

Uma forte onda de ar vem de repente de onde a voz veio, de forma repentina e violenta a porta por onde os irmãos conseguiriam sua fuga é, fechada.

— Não! — gritou Luz da lua.

Encostados na porta olhavam para o fundo da sala. De lá ouviam os passos ocos e viam a silhueta de um pônei envolto em manto escuro. A aura que ele emitia fazia os pelos do corpo dos potros se levantarem, suas pernas não se moviam e muito menos sua mente conseguia pensa direito.

— Me digam quem são vocês? — a voz penetrante do pônei entra nas almas dos pequenos potros.

Na naquele momento não havia como pedir ajuda. Só eles e aquele pônei estava dentro da sala. Raio de Luz estava mais assustada e permanência atrás de seu irmão, encolhida enquanto tremia.

— Acho que não tenho outra opção. — falou analisando sua situação que não estava boa.

Não havia forma de escapar, então lutar era a única alternativa. Usando o poder de seu próprio corpo, o chifre na sua testa brilha em tons azuis. Ele liberava uma forte onda de energia que fez algumas coisas tremerem. Como um bom aprendiz de magia ele usaria sua arma mais poderosa. Apontando para o pônei de manto escuro, Luz da lua mostrava sua aura mágica. Em sua mente tentaria afugentar seu adversário com seu nível de magia.

Só que o jovem pônei, não entendia o perigo em sua frente.

— Você não sabe o quão fundo é o oceano.

Liberando sua aura o pônei de manto escuro solta sobre os potros uma forte pressão, o ataque que Luz da lua preparava é destruído apenas com uma pequena exposição. Ele era o melhor da academia mágica, mas, mesmo assim, sua aura foi inútil. Sua falha custaria sua vida e de sua irmã. O medo logo tomar conta de seu ser.

— Vou pergunta mais uma vez. Quem são vocês? — sua aura ficava cada vez mais intensa.

A aura esmagadora do pônei de manto quase fez os dois irmãos perderem a consciência. O poder daquele na frente deles, era insuportável tão grande que parecia poder destruí tudo.

Sem escolhas, Luz da lua tende a dizer seu nome.

— Me chamo Luz da lua. E essa aqui se chama Raio de Luz! — falou de forma rápida.

Após ouvir os nomes, o pônei retira sua poderosa aura, aliviando a pressão. Com essa folga os irmãos voltam a respirar. O ar volta a encher seus pulmões e o sangue a circula em seus corpos que já estavam dormentes.

— Olha crianças, saiam daqui. Esse lugar não é para vocês. — Sem demora o velho pônei apenas se virá e segue para o fundo da sala.

Os irmãos após ouvir as ordens do estranho pônei as atendem sem resistência alguma. Assim deixam a sala..

— Estou ficando velho... Parece que esses últimos 49 mil anos, não me fizeram tão bem. — suspirava. — Reino da fundação sétimo Rank. Nada mal para aquele pequeno pônei. — sorria.

Nós corredores do castelo os irmãos cansados de tanto correr, tomavam fôlego. Àquilo que eles haviam passando iria fica preso em suas mentes para sempre. O sentimento da morte, agora estava cravada em suas jovens almas.

— Quem era aquele senhor? — Raio de luz falava ainda sentindo os calafrios.

— Eu não sei. Mas seu poder é esmagador. Talvez ele seja até mesmo mais poderosos que o papai e mamãe. — comentar também sentindo calafrios.

Continuaram conversando por alguns minutos. Até serem encontrado pelos guardas do castelo, após isso foram levados a seus respectivos quartos.

Com o cair da noite, Luz da lua em seu quarto não conseguia dormir. O mistério que envolvia o pônei de manto e sua sala, batiam em sua cabeça. Queria saber mais. Mas sair e ser pego pelos guardas seriam uma coisa péssima.

— Não consigo! Tenho que ir até ele!

Saltando de sua cama. Luz da lua coloca sua orelha na porta e através dela conseguia ouvir o ronco do guarda que o guardava. Aproveitando essa grande oportunidade, o potro executar uma de suas magias que desvia os raios de luz ao seu redor o deixando quase invisível.

Empurrando com muito cuidado a porta, Luz da lua colocada sua cabeça para baixo e ver o guarda adormecido abraçado com sua lança. Com passos lentos, o potro consegue passar do pônei dorminhoco, seguindo para o quarto de sua irmã.

Na frente do quarto de Raio de luz havia dois pôneis a guardando, mas como o que estava na frente de sua porta esses dois também estava no mundo dos sonhos. Sem nenhuma dificuldade, Luz da lua adentra os aposentos de sua irmã.

— Irmã! Raio de luz. Acorda. — sussurrava.

A pequena potra branca, desperta, abrindo seus belos e cristalinos olhos, ela o encarar.

— Irmão?

— Temos que volta. Temos que descobrir mas sobre aquela sala. — falava de forma rápida, mais baixa.

— Mas irmão o velho disso para saímos. Não quero que ele faça aquela cara de bravo de novo. — dizia lembrando dos olhos prateados do velho pônei.

— Ele disse para saímos, mas não disse que não podíamos volta. Disse?

— Não. — respondeu.

— Então tá resolvido. Vamos voltar.

Após persuadir sua irmã mais nova. Luz da lua também envolve o corpo de Raio de luz com sua magia que a deixa quase invisível. No entanto, o caminho dessa vez não seria tão fácil, no corredor que levava para a sala estava com dois guardas vigiando.

Luz da lua não era o melhor aluno de magia por nada, suas técnicas eram todas bem desenvolvidas. Mas sua sorte também era grande, pois caso fosse guardas unicórnios ele faria seu caminho junto de sua irmã para seus quartos.

Chegando na porta eles a atravessa e segue voando pela escada. A segunda grande porta enferrujada dessa vez estava aberta e aproveitando os potros entram na sala com suas identidades escondidas pela técnica de Luz da lua. Antes não haviam pensando em prestar atenção nos seus arredores, mas agora olhando melhor os pôneis ficam impressionados com sua visão.

Para onde olhavam inúmeras estátuas enchiam toda a sala. Todavia, não podiam ver de quem eram as esculturas, pois havia mantos as encobrindo.

— Que lugar grande! — Raio de Luz olhava impressionada.

— Sim.

Enquanto eles admiravam as esculturas. Batidas vindas do fundo da sala quebram a atenção dos pequenos. Que rapidamente segue em direção a elas.

E lá encontram o velho pônei novamente.

— Essa estátua está me dando mais trabalho que o normal... Se eu fosse mais jovem, isso não teria durado mais do que duas horas. — reclama o velho pônei.

Os potros escondidos olhavam o unicórnio com manto enquanto trabalhava em uma enorme estátua.

— Então essa é sua aparência.

Luz da lua olhava para o velho pônei. Crina cinza encobrindo as costas, um chifre que emitia eternamente pequenas faixas multicoloridas enfeita sua cabeça. De seu corpo uma aura que não podia ser descrita emanava como um rio solto por uma represa, sem fim causando medo e também imponência. Toda a aparência do velho pônei era diferente dos pôneis que eles conheciam, parecia mais antigo e cheio de poder.

— Irmão, eu quero volta. — disse a pequeno pônei, ainda sentia a poderosa aura do velho unicórnio. Àquilo a deixa desconfortável, para ela era como rever um pesadelo. Se não fosse seu irmão a chamando, nunca pisaria de novo nessa sala.

— Agora não Raio de luz. — falou Luz da lua.

— Você deveria escutar sua irmã. Não é hora de está acordado, pequeno pônei.

O sangue de Luz da lua esfriar. Se virando o pônei se encontra com os sombrios olhos prateados do velho unicórnio.

— Senhor! — disse assustado.

Após serem pegos mas uma vez, os dois são levados até onde o velho estava trabalhando. Sentados eles olhavam para ele. Logo atrás dele a grande estátua que trabalhava era mais clara para eles. No entanto, não tereia tempo de admirar essa obra de arte.

— Então pequenos. O que querem aqui?

Ouvido isso Luz da lua queria fala, mas não conseguia. A tenebrosa aura emitida naturalmente do corpo do velho, não o deixa falar.

Ao olhos de Luz da lua, o unicórnio parecia muito mais irritado que antes.

Mas sobre essa sombria e obscura aura, a mais assustada foi a que se manifestou primeiro.

— Senhor. O que o senhor é na verdade? — disse a pequeno pônei.

Rapidamente os olhos prateados do velho caem sobre a potra. Mas diferente de seu irmão, eles não carregavam pressão alguma.

Na verdade o velho nunca havia jogado sua aura sobre eles, era mais a presença dele que causava a pressão.

— Sou apenas um restaurador de estátuas. — respondeu.

Aproveitando que o velho unicórnio havia desistido de jogá-los para fora da sala. Luz da lua aproveita e também faz perguntas.

— O que são todas essas estátuas nessa sala, Senhor?

O velho passa seus olhos sobre todas as esculturas, como se cada uma delas carregassem grandes sentimentos.

— São apenas relíquias de uma era antiga... Símbolos de grandes heróis que já pisaram nessa jovem terra.

Descobri sobre isso faz Luz da lua ficar mais interessado nas histórias que poderiam está nessas estátuas antigas. O jovem pônei adorava mitos, lendas e contos de heróis. Seu gosto era tanto que foi por causa das histórias contadas por seu pai que o fez treinar magia. E sua irmã não ficava atrás em admiração

— Velho senhor…?

Luz da lua é logo interrompido.

— Me chame de Flow.

— Flow... De que herói é essa estátua? — apontava com sua asa para algo atrás do velho.

A escultura ainda não estava terminada, mas já era possível ver que se trava de um unicórnio ou um alicórnio. Pois a presença de chifre e asas era evidente.

— Essa... — suspirar. — Ela não é de nenhum herói. — termina.

— Não é um herói?

— Não. Essa estátua é apenas a lembrança de algo esquecido. Que muitos não sabem, mas que na verdade a única esperança que tinham foi feita por ele.

Luz da lua fica intrigado com tal estátua. Um passado esquecido? O que será que tal ser fez para ter seu nome perdido? E por quê única esperança? Na cabeça do jovem pônei, muitas coisas se passavam.

Observando as faces curiosas dos potros o velho faz uma pergunta:

— Vocês querem ouvir uma história?

— Mas é claro!

Sem nenhum intervalo os dois irmãos responde ao mesmo tempo.

Para eles ouvir história era o maior prazer da vida. E após encontrarem com tais mistérios, a curiosidade em seus corações fora acendida.

— Vocês adoram história? — falou sorridente.

— Mas é claro que adoramos. Não a nada na vida melhor que ouvir uma história! — exclamavam ao mesmo tempo em uma única voz.

O velho gostar dessa atitude dos irmãos assim se simpatiza com eles.

— Então esperem.

Seguindo para outra sala o velho unicórnio volta levitando um grosso livro antigo.

Os olhos dos pôneis se prende no artefato, que chama a atenção deles. Aquele livro emitia um sentimento antigo e inexplicável, eles não conseguiam compreende. Sua capa cheia de escrituras que eles não podiam dizer, mas era não era importante para eles — ainda não?

Após chegar o unicórnio traz três almofadas.

Sentados. Flow abre o livro e dá início a história.