Kisaki estacionava sua moto no pátrio do colégio, ele não estava ali porque precisa ou porque gostava, todos sabiam inclusive os professores que ele e mais da metade dos alunos daquele colégio não iriam dá em nada mesmo se estudassem seriam inútil, nenhuma daquelas família tinha dinheiro para pagar uma faculdade em uma cidade em ruínas, a maioria ali iram trabalhar nos empregos de seus pais, ou acabariam por trabalhar em um fábrica ou empresa ganhando um salário podre, a maioria dos alunos daquele colégio já tinham abandonado os estudos e faziam parte de gangues ou máfia, praticando crimes, roubos, tráfico ou uma grande parte não passavam de viciados, era sem dúvidas o pior colégio da cidade, sua aparência era se saía com maestria nesse assunto, estava quase toda em ruínas com paredes pichadas, salas vazias, salões sujos e cadeiras, móveis ou sistema de água e energia quebrados ou quase um inválidos, seus alunos eram conhecidos como os "sem futuro" Kisaki quase não aparecia, ia uma vez ou outra para que sua mãe ainda acreditasse que ele frequentava o colégio.

Ele entrou na sua sala de aula impressionantemente ele ainda lembrava qual era vendo que o professor que dava aula nem percebera sua entrada ou simplesmente não se importava, a segunda opção parecia a correta, com um atraso de mais de 1 hora, também não se importou quando os alunos começará a grita a falar mais alto com a chegada de Kisaki, o amor que o professor tinha por ensinar era o amor que a polícia tinha pelos vagabundos, a única coisa que prendia o professor ao quadro era seu salário miserável que mesmo miserável era um salário, após a 3° guerra com a destruição de Lister e o fechamento do comércio entre Jagan e os países da confederação iniciando assim a guerra fria, o país acabou com a economia duramente prejudicada, ela começou a produzir dinheiro sem lastro o que no começo foi benéfico para o país, fazendo a população não perceber o quanto o fechamento do comércio exterior fez mal ao país, e como todo governo que falda sua própria moeda descobria mais pra frente, a valorização da moeda do país foi pelo ralo, ouve uma inflação no preço fazendo o a economia do país quebrar, sua tentativa de pregar dinheiro emprestado com o país de Uruk também se mostrou inútil sua dívida já era muito maior para ser pagar no mínimo em quatro décadas, mas com a inflação lá em cima e sua moeda não valendo quase nada estava certo a falência eminente do país se não ouvesse grandes mudanças na economia, porém soubesse que o governo estaria recebendo recursos de alguma organização, isso fez o país se manter longe do colapso, porém não era o suficiente para tira o país da pobreza estagnada. Por isso os servidores públicos quase não tinham salário direito, os professores que ainda lecionavam eram poucos, não tinham escolhar a não ser receberem aquele salário mísers pois já estavam muito velho para outras funções.

— Você ouviu a tv ontem? Falaram que os libertinos saltaram um monstro no meio do protesto. Disse uma garota para Tenchi sentada ao lado de Kisaki e ele.
— Não foram os libertinos piranha, foi o próprio Shogun para eliminar essas manifestações. Gritou um garoto que ouvia a conversa enquanto discutia com o professor sobre o direito dele de dormir na sala de aula quando está se mostrasse chata.
— Me disseram que foram os Confederados de Jagan. Disse outra garota para a piranha sentada ao lado de Kisaki.
— Kisaki estava lá, fala ai você viu quem foi? . Disse o garoto enquanto mandava o professor cala a boca para Kisaki poder falar.
— Eu não vi quem foi, mas todos eles foram atacados, ninguém saltaria um monstro daquele para devorar seus próprios colegas, acho que foi algum terroristas. Disse Kisaki comendo um cachorro quente que tinha pegado empresta de Tenchi com muita relutância.
— E o que era aquele monstro?. Perguntou uma das garotas.
— Ouvir dizer que era um extraterrestre que fugiu de algum organização secreta. Disse o garoto na mesa de trás das garotas.
— Não é isso, o Axita disse que era uma criatura de outro mundo que pertencia a uma organização criminosa que vendeu para um dos grupos protestantes. Disse o garoto que acabará de ganhar a discussão sobre o direito ao sonho contra o professor, se ganhar significasse que seu oponente agora se recusasse a te responder qualquer coisa.
— Se o Axita falou eu acredito, já ouviram falar da fundação Artemis, ela realmente existe e sempre está por trás dessa coisas. Disse o menino atrás das carteiras das garotas.
— Kisaki pergunta a sua namorada ela é do partido libertino né, vai ver ela sabe quem saltou aquele monstro. Disse o orador do direito ao sonho na sala de aula quando está se mostrasse chata.

O sinal do colégio trocara liberando os alunos como uma horda ao por do sol, a namorada de Kisaki não assistira aula naquele dia mas esperava o rapaz no pátrio do colégio em cima de sua Veneno. Ela uma garota magra, também asiática de pele bem branca, cabelo curtinho e espetado, usava roupas longas e era apenas dois anos mais nova que Kisaki.

— Kisaki vai querer dá uma volta lá no distrito 13, você ficou famoso por lá, disse Tenchi rodeado de garotas e de alguns garotos.
— Não, hoje vou ficar tranquilo meu corpo tá todo quebrado. Disse Kisaki se afastando do grupo, indo em direção a Midori que já montava em sua moto.
— Me falaram que você tava na manifestação de ontem, você me proibiu de ir mas não esqueceu de comparecer lá não é? . Disse Midori com um pouco de revolta na voz.
— Eu não tava lá, eu passei por lá. E realmente não quero que você vá nesses protestos dos libertinos, sempre acaba alguém morto ou mutilado. Disse Kisaki também montando na veneno.
— Eu sei quando vai rolar briga, eu não sou sua filha. Disse ela dando um tapinha na cabeça de Kisaki.
— Briga é o mínimo, estão saltando monstros agora, por isso que você não deve se envolver com esses libertinos. Disse Kisaki colocando o óculos de piloto.
— Não foram nós, Rico disse que foi um grupo da confederação que comprou aquele bicho no mercado negro para usar contra o exército do Shogunato. Disse Midori segurando em volta da cintura de Kisaki.
— Midori, eu vou ter que sumiu por um tempo, tenho que resolver um problema e preciso daquela parada que deixei em sua casa. Disse Kisaki ligando a Veneno e saindo do pátio do colégio.
— Você vai atrás daquele velho que falou? Você pode morrer Sosuke, como sua mãe e eu ficamos em? Sua vingança não levará a nada. Você só pensa em se mesmo eu quase não te vi esses dias. Disse Midori resmungando.
— Eu não vou morrer, a mãe e você não precisar se preocupar eu acho que eu preciso disso, parece que esse mundo tá rachando, eu vou ficar bem, e você também por isso fique longe dos protestos, você confia em me? . Perguntou Kisaki olhando na direção do pôr do sol.
— Não, você é um idiota. E o que aconteceu com sua jaqueta parece um bobo usando isso. Disse Midori sorrindo e segurando com mais firmeza em Kisaki enquanto seu rosto era banhando pela luz do pôr do sol e sendo agraciada pelos vento que cintilava em seus cabelos espetados. Agora a cidade não parecia tão feia, tão barulhenta, tão violenta, Kisaki gostava desses momentos quando estava a sós com Midori em sua moto voando pelo rodovia ao por do sol, olhando seu sorriso sendo iluminado pelo sol, ele desejava que ali durante para sempre.

O dr. Hohenheim estava estudando componentes no maior laboratório da fundação com outros cinco assistentes, até até ouvi um zumbido baixo mais o suficiente para que ele ouvisse, olhou para trás e viu um homem que não pertencia a aquele lugar depois de uma olhada rápida voltou a se concentrar no seu trabalho, os cinco assistentes agora tendo ciência da presença do homem optaram por ignorar-lo assim como o Hohenheim o fizera.

— Como entrou aqui, você não passou pela porta mesmo se fosse invisível teríamos captado, você teria se teletransportado para cá? . Perguntou Hohenheim sem nem se virar.
— Esperto, se você já entendeu tudo então já deve saber porque eu estou aqui. Disse o homem que vestia branco dos pés a cabeça.
— Ótimo, assim ninguém tira tempo de ninguém, o que você veio porcura não está aqui, nós já prevíamos invasões furtivas como a sua. Disse Hohenheim.
— Eu acredito em você. Disse o homem enquanto olhava para visor preso só seu braço.
— Me responde uma coisa, como você encontrou esse lugar. Perguntou Hohenheim de virando para o homem.
— Você não sabe? É tão simples doutor, porque descubra sozinho coisa de doutor não é? Eu tenho que ir, está aqui por se só já perigoso demais. Disse o homem olhando para o visor. Todo mercenário freelancer envolvido nesse ramo de organizações secretas e monstros sabiam que ninguém que tivesse pelo menos 50 de Q.I. não deveria tentar invadir a fundação Artemis, os corajosos mercenários com Q.I. de temperatura já aviam declarado isso para todos do ramo com seus claros sumiços depois da empreitada, mesmo que muitos soubesse sua localização invadir era suicídio, mas esse tal corajosa da vez tinha invadido usando seu teletransporte mas isso não anulava o fato que mesmo assim tinha ciência que não deveria ficar ali muito tempo, então sorriu para o doutor e desapareceu no instante seguinte.
— Oscar ligue os aparelhos da sala 8 , estou deixando alguma coisa passa. Disse Hohenheim meio desligado pensando como aquele homem sabia da localização da garota assim como a ausência dela no lugar naquele momento.