Deus Mecânico
9 Barrão Negro
— Onde nós vamos? . Perguntou Anko sentada no banco de trás do carro.
— Estamos indo para casa de um um senhor de idade, ele costumava fazer parte da seita que atualmente quer por as mãos em você. Respondeu Yasuo enquanto dirigia o carro.
— Mas se ele era um ex membro dessa seita... então ele pode chamar seus antigos amigos não é? Se quiser. Perguntou Anko embaraçada.
— Não necessariamente, ele está velho demais para entrar no jogo, e enquanto nós estivemos lá ele não irá ligar para ninguém. Não se preocupe, não a protegermos, tem nossa palavra. Respondeu Yasuo olhando para ela e depois para Toji sentado ao seu lado, que concordou com a afirmação do companheiro.
A casa onde o velho morava era uma mansão branca e amarela com um jardim que rodeava toda a casa. O carro chegou próximo ao portão, Yasuo olhou para câmera próximo a ele, depois de 2 minutos o portão se abriu, o carro estacionou perto da casa e os três desceram, Anko olhava impressionada com beleza da casa que era uma grande e moderna mansão, de onde vinha aquilo não era uma coisa que se via todo dia, ou todo ano, diferença da sujeira e deterioração das casas e condomínio onde morava aquilo era um paraíso. Viu dois cachorros negros se aproximando, eram grandes e não tinham uma aparecia muito convidativa, pelo menos para ela, para os cães a garota além de convidar-los a se deliciar com sua carne ainda parece um bom brinquedo para caça. Um deles se aproximou dela rosnando, Anko correu devagar para trás de Yasuo que riu baixinho, o outro cachorro se aproximou da carne mais volumosa e aparentemente com mais ossos que vestia preto e atendia pelo nome de Toji, com um olhar da carne mais volumosa o cão percebeu que Toji dali em diante poderia atender por outro nome como matador de cães se ele não se afastasse o mais rápido possível. Um dos mordomos saiu da casa e se aproximou dos três, era muito bem vestido e atraentes, convidou eles para entrar dando o aviso que o senhor da casa os estavam esperando. Eles entraram na casa que era tão bonita por dentro quanto era por fora, tudo era brilhante lá dentro os cômodos era quase todos feitos de cerâmica branca e dourada, ou móveis pareciam do século passado, mas estávamos novos como se fôssem feitos nos dias atuais. Eles atravessaram alguns corredores, salas e uma escada, até chegar a um cômodo que tinha uma varanda na ponta. Yasuo olhou para Anko enquanto o mordomo se retirava da sala, ele fez sinal para que ela ficasse ali naquele cômodo enquanto eles fariam com o velho, foram até a varanda onde o senhor de idade estava sentado tomando banho de sol, o brilho do início do pôr do sol iluminava e deixava a sala completamente amarela, Anko se sentou em uma das cadeiras luxuosas da sala enquanto observava os quadros.
— Ela veio não foi? . Perguntou o velho com uma voz fraca e calma.
— Sim ela está na outra sala. Respondeu Toji se aproximando do fim da varanda.
— Parece que eu ainda estarei vivo para ver o renascimento. Disse o velho.
— Me responda Canute o que a igreja pretende fazer, e porque estão atrás da garota? . Perguntou Toji sem demora olhando para o pôr do sol.
— A igreja irá trazer a utopia a esse mundo é só isso que você precisam saber, e essa garota será o instrumento para isso. Respondeu um velho abrindo os olhos.
— Eu sei que você não irá fala o que a igreja realmente pretende realizar, mais o quão importante é a garota para esse plano e quão grande é esse plano. Eu quero as respostas Canute. Disse Yasuo sentado ao lado da cadeira do velho.
— O plano será grande, será o sentido por trás da existência da própria igreja, vocês tem ideia do que se trata, mas não acham que isso é possível. Porque nossa igreja existe? Porque nós procuramos pessoas como essa garota? Para que fim? . Todas essas respostas serão respondidas no momento certo. Mas eu vou facilitar pra vocês. Disse Canute fechando os olhos novamente e relaxando na cadeira.
— Não preciso de seus enigmas velho, vocês só são um bando de loucos que querem colocar a ordem desse mundo abaixo, fanáticos e delirantes. Disse Toji com um pouco de agressividade na voz.
— Não se irrite Toji, sua organização e a minha temos o mesmo objetivo, paz para nosso mundo, de jeito diferentes mas mesma razão de existir essa é nossa Raison D'être. Não vou tomar o seu tempo sei que a garota... . Interrompeu Toji no meio da fala do velho.
— A garota o quer? Corre perigo, vocês querem tanto ela a ponto de colocarem sua cabeça a prêmio, mas esqueceram que nós temos a vantagem, matamos a garota e fim, vocês não realizam seus planos. Disse Toji se aproximando do velho.
— A garota não pode morrer, vocês devem proteger-la não importa com quem esteja, enquanto ela estiver viva o plano continuará. Disse o velho elevando a voz.
— Nós não poupamos crianças Canute, não somos heróis, se ele for uma ameaça a ordem do mundo então será eliminada. Respondeu Toji se aproximando do velho e parando ao seu lado de costa para o pôr do sol, olhando para a garota que brincava com os dedos nos utensílios de uma estante, parecia dança suavemente enquanto seu vestido branco era banhado pelo luz amarela, e o pensamento de matar-la se tornou longe.
— Até mesmo a fundação quer ela viva, a todo custo ela deve sobreviver, foi isso que os Logias falaram não foi Toji? . indagou o velho se levantando com dificuldade da cadeira.
— Essa pequena garota tem poderes de amplificar energias, conduzir elas, modificar-las, manipular-las, como nenhum outro ser humano, criatura ou máquina, ela tem a capacidade que a igreja porcurou conquistar de todas as formas possíveis, melhor que essas entidades defeicas que a organização adora brincar. Nesse mesmo momento ela está liberando ondas. Disse o velho atravessando a sala e indo em direção a garota.
— Você ouviu o velho, essa garota pode está sendo rastreada, ela não está segura. Disse Toji para Yasuo que começava a se levantar.
— Eu já suspeitava, Toji eu sei que você se pergunta porque protegendo uma garota que pode trazer caos ao mundo, sendo que nossa razão de viver é impedir essas coisas. Pergunta se matariamos a garota para impedir isso é ridículo, obviamente a ordem do mundo está acima de qualquer bem está de um ou vários seres humanos. Mas mesmo assim não queremos que a garota morra, não queremos matar-la, por isso ficamos aliviados em saber que os Logias querem ela viva a todo custo, só que agora questionamos a decisão do nossos chefes em relação a uma decisão que seria óbvia. Isso é realmente complicado para um jovem como você e cansativo para velhos como eu. Mas se alivia seus questionamentos, parece que matar essa garota não é uma opção, nem mesmo que nosso quisemos, tudo que podemos fazer é manter ela conosco até entendemos toda a situação. Disse Yasuo colocando a mão no ombro de Toji e endireitando a boina em sua cabeça.
— Olá garotinha, qual é seu nome? . Perguntou Canute se aproximando de Anko.
— Não sou uma garotinha, porque todos vocês me chamam disso, é irritante. Disse Anko colocando sua melhor cara zangada.
— Desculpe não queria ofender-la. Mas se não quer falar seu nome tudo bem, mas mesmo assim vou convidar para regar minhas plantas, que tal? . Perguntou Canute com a cara de um bom velhinho gentil.
— Meu nome é Anko Mayuri, é um prazer conhecê-lo. Disse garota depois encarando Yasuo esperando uma resposta para o convite do velho, Yasuo acenou com a cabeça com sinal de positivo.
— Você tem muitas plantas dentro de casa também? . Perguntou Anko indo atrás do velho que entrava em um corredor.
Anko não costumava aceita perdidos de qualquer, porém esse senhor de idade parecia uma pessoa gentil e educado, passava a todo momento uma sensação de segurança, e sua voz era muito reconfortante e com tudo isso a favor do velho qualquer criança sentia como se pudesse chamar-lo de avô.
Depois que os dois saíram da sala, Yasuo fez um sinal com a cabeça para Toji, indicando que alguém já aviam encontrado eles, ele prosseguiu até o parapeito da varanda e pulou lá de cima, quando chegou ao chão olhou para sua frente e viu no meio do jardim na parte em que o chão era de pedra um homem alto, cabelos preto, asiático segurando o que parecia um facão bem grande.
— Você não pertence a igreja não é mesmo, provavelmente não passa de um mercenário, eu irei ser rápido mas antes que eu lhe mate, como achou a localização da garota? . Perguntou Toji olhando para o homem a uns 15 metros dele e para Satou que agora se encontrava ao seu lado.
— Sua garota emitir ondas, bem anormais... dar para capitar-las a vários quilômetros praticamente a todo momento. Disse o homem com a cabeça abaixada olhando para o chão.
— Entendo, Vamos começa. Disse Toji em voz alta.
Quase no mesmo instante que ele proferiu essa frase uma lâmina veio voando em sua direção até ser parado por uma mão negra de um ser humanoide que sugira em sua frente, era totalmente negra sua sirueta era humana porém aparentava chifres e seu corpo era quase totalmente coberto de escama, se assemelhavs a uma uma armadura vazia de quase dois metros. Quando Toji olhou para o lugar onde estava o homem não viu nada, olhou para os lados atônito até cruza os olhos com Satou, antes que pudesse falar sentiu uma lâmina atravessar suas costas próximo de seu ombro, quando segurou a lâmina que saía por seu ombro sentiu a respiração do homem atrás de suas costas, o homem puxou a lâmina com uma força maior que a do próprio Toji que contra suas expectativas o homem puxou mais forte cortando seus 4 dedos fora. A criatura negra que pertencia a Toji se virou e foi com uma das mãos na direção do pescoço do homem, antes do ataque atingir seu pescoço ele cortou o braço da criatura humanoide. Yasuo foi rápido puxou Toji pela manga da jaqueta e o empurrou para o lado, já com a arma em mãos atirou em direção ao homem, que se esquivou das balas em uma velocidade maior que elas mesmo daquela distância, antes que os olhou de Yasuo penetrasse o homem, sentiu um grande impacto na barriga, quando olhou para baixo viu que se tratava do homem que lhe dava um soco tão forte que o jogou para trás capotando alguns metros, virou se para Toji e no momento em que ele apontou sua arma o homem cotou lhe um dos braços que segurava a arma, ante que a dor corresse por todo seu corpo, o homem agarou a cabeça de Toji e o jogou no chão com uma força inumana. Se virou e foi em direção a Yasuo que já estava de pé a alguns metros dele.
— Lionel, vejo que você até hoje ainda não aprendeu a ter respeito pelo velhos. Disse Yasuo sorrindo ao reconhecer Lionel Carter.
— E vejo que você ainda continua trabalhando para aqueles idiotas, e de parceiro novo mas ele é fraco, assim como seu espectro de cinzas. Disse Lionel cavando seu facão no chão.
— Ele é forte o suficiente... pra você não... ninguém é o suficiente pra você Lionel Carter. Disse Yasuo tirando um facão de trás das calças.
— Onde está a garota? . Perguntou Lionel tirando dois bastão pequeno da coxa, que se transformaram em duas katanas.
No momento seguinte os dois estavam lutando ferozmente, as lâminas de pratas dançavam em suas mãos enquanto batiam uma na outra fazendo sons agudos e faíscas das lâminas. Yasuo era precionado contra a parede, em um golpe rápido Lionel arrancou o facão que estava em sua mão, quando foi tira o revólver Lionel cavou a espada no braço de Yasuo atravessado ele e cavando a lâmina na parede, depois retirou uma lâmina pequena e esfaqueou a sua perna esquerda fazendo a mesma de dobrar, no outro instante Yasuo estava de joelhos com uma dos braço preso na parede por uma lâmina, Lionel olhou para Yasuo por um momento e no seguinte cavou a katana no seu ombro até encostar no chão, em nenhum dos ataque Yasuo deu um grito ou demostrou expressão de dor sem rosto permanecia como uma pintura congelada.
— Eu sempre me perguntei se você sentia dor Yasuo, por mais que eu lhe fira você não demonstra dor. Você devia fingir dor da mesma forma que fingir emoções, como um monstro imitando humanos, assim como eu fiz, assim como nosso amigo em comum também realizou com sucesso, somos monstro imitando humanos Yasuo. Nas seu novo parceiro ainda cheira a humano, vou matar a sua humanidade você se importa Yasuo? . Disse ele levantando o queixo do velho.
— Evonel Carter como foi fingir ser humano por tanto tempo? Até chegar ao ponto de começar a acreditar que realmente era um? Doeu no dia que você você percebeu que não podia manter mas sua mentira? Quando abandou seu nome verdadeiro Lionel Carter? . Disse Yasuo em um tom brando.
— A dor valeu a pena Yasuo e isso é tudo. Disse Lionel virando de costa para Yasuo e andando em direção a Toji que agora se levantava com dificuldade tentando se equilibrar com apenas um braço preso ao corpo.
— Eu sempre me perguntei se você sentia dor Yasuo, por mais que eu lhe fira você não demonstra dor alguma, e mesmo que não sinta devia fingir dor da mesma forma que fingir suas emoções, pareceria um humano genuíno e não como o boneco vazio que imita humanos que você é. O final de todo ser humano que brincar com sangue por tempo demais é se tornar um boneco oco, eu também sou assim. Mas seu novo parceiro ainda parece humano, vou matar a sua humanidade você se importa Yasuo? . Disse ele levantando o queixo do velho.
— Diga-me Lionel Carter como foi fingir ser humano por tanto tempo? Até chegar ao ponto de começar a acreditar que realmente podia volta a ser um? Doeu no dia que você você percebeu que isso era irremediavel? Quando abandou seu nome verdadeiro Lionel Carter? . Disse Yasuo em um tom brando.
— Foram dias bons para aquele boneco. Disse Lionel virando de costa para Yasuo e andando em direção a Toji que agora se levantava com dificuldade tentando se equilibrar com apenas um braço preso ao corpo.
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