Destroyer

3 Yuki doido das vinganças e conhecendo o Satanás


Notas iniciais
Proerd

P.O.V. – Yuki que é macho so que não

Caminhei um pouco mais a frente, dando umas pausas pra comer o bagui que tava no chão, mais conhecido como crack ou maconha. Até que encontro Kazuki e uma menina bonita só que mais bugada que avestruz. Eles tavam conversando que nem um bando de amiga que não se via a um dia no shopping. Eu tava parado aqui que nem um camelo, e eu quero passar, mas eles não deixam por que são burro, e nem me notam.

—– Oia, Taka!

–– Quer que tu quer Kakuzo? –– Amaya, a irmã do Kazuki, mais conhecido como Pneu de trator, olhou pra mim, eu to achando né. –– Puta que pariu! Kazuki, aquilo é o Yuki do Casos de família, é ele mesmo?

—– Tu é mesmo burra ou só se faz, Amaya? Aquilo é a Ariane Grande vestida de Xuxa no programa do Faustão fazendo a dança dos famosos com a Ana Maria Braga. –– O parceiro do Hidan ou sei lá respondeu.

—– Ah... Eu pensava que era o Yuki do casos de família vestido de pedra de crack azul dançante. –– A mina respondeu fazendo uma cara triste e de cachorra, já adorei ela.

—– Mas pêra... Olha o que tem do lado daquele cartaz... –– As criatura começaram a me encarar, acho que eles tavam pensando “que porra é aquela?”.

—– Puta merda, Kazuki! Aquilo é mesmo o Yuki do Casos de Família? Ou é uma ilusão da minha cabeça de bosta? –– O olho dela tava em formato de coração, credo, não quero mais.

—– Não, é a rainha Juziscreitan vestida de homem com cara de mulher.

—– Ah, que pena...

A outra criatura ficou em silencio encarando o outro.

—– O que qui tu acha caralho? É claro que é ele sua bicha burra da mulesta!

—– Deu a porra Kazuki! Se a gente capturar ele como um Pokémon, esse lugar vai nós dar muito dinheiro. E eu vou ter um namorado! –– Aquela bicha safada tava gritando e correndo como um cavalo que levou uma seringa no cu. Muito tempo depois de parar com aquela coisa de demente, ela começou a me encarar como se eu fosse um alimento. –– Yuki do cabaré da Silva! Se prepare pois eu vou ser sua namorada forever e pra uma caralhada de filho! E se vai fuder muito meu cu! –– E ela foi embora feliz da vida, que doida, acho que estou apaixonado, mas aquele viado ali continua a me encarar.

—– Valeu mesmo azulado, cê é muito top, só seu fã, merece meu rab...bex, meu rabex. –– Kazuki, meu brother, ficou em silencio, por algum tempo, me encarando com aquele olhar de senpai, e foi embora, cantando que nem um boi, a musica que tava tocando nos fones de ouvido, conheço essa musica muito bem, é claro, eu mesmo criei ela, ta no meu CD, nos meus singles, sabia que essa porra era meu fã ––Ilove you meu chuchu, merci beaucoup! Meu chuchu? Isso é francês... e não inglês...Sensual, o movimento é sensual, sensual, o movimento é bem sexy, sexy! Seu corpo é mais quente que o sol... Eu vivo a sonhar, pensando em você, delírios de jogar futebol! Berg seu delicia...—– E assim, aquela caralha sumiu de vista, num vi mais... Vai tim bora carniça, é bom que não volte... Então comecei a caminhar, e encontrei um macho, fui até aquela desgraça, tava com uma fome, queria come-lo agora mesmo, vou come-lo, já decidir, fazer um rango de macho.

—– Olá Yuki! –– O garoto de cabelos pretos e olhos amarelos falou, caralho, o macho sabe meu nome, ata, que merda era só o Richard dos parkuor, num sei por quer, parecia que ele queria me fuder, ajuda eu, deixa vou me entregar ao deuses, novo deus, nem a Marina Joyce se compara a mim, pode crer, sou um deus.

—– Oi, Richard dos parkuor da voz fina, que eu chamo de Delicia de Jesus e Satanás. –– Falei com minha cara de deus e segurando meu bloquinho.

—– Carai, Yuki, já disse que sou o Delicia de Jesus e não o satanás oxe.

—– Nossa amigo, sabia não ta, oxe...

—– Eu num consigo mexer a porra do braço. –– Ele falou, com uma cara triste, só agora percebi que ele ta com um olho roxo, preciso de óculos. –– E meu olho dói pra carai!

—– Va pra puta que pariu então...

—– Cala a porra da boca viado, ta vendo que eu to falando?! –– Gritou ainda com a cara triste. –– Tentei entrar mais uma vez em um clube, mas dá sem merda, e tu sabe disso, e dessa vez foi em basquete, mas os Leos Strondas me bateram, acho que acharam que eu era um Bambam, agora não sei como me vingar, cê podia se vingar por mim, Yuki? –– Os olhos dele tavam brilhando.

—– Eu tenho meus próprios problemas pra resolver, e ainda tenho que ir assistir casos de família, dá pra eu fazer isso não, chama o Kazuki do cuscuz pra ti ajudar.

—– Mas tu é um dos mais durões desse internato, muleque. –– Ele falou com raiva.

—– Essa historia ta mal contada querido, sei de nada não, beleza?

—– Vai, Yuki!

—– Pra onde, porra? –– Falei confuso.

—– Quebra esse galho pra mim, irmão, sou seu amigo!

—– Em primeiro lugar, se botou minha cabeça no vaso sanitário quando eu cheguei aqui, e em segundo, cadê o galho?

—– GRRRR! SEU IDIOTA, IMBECIL! –– Ele já estava espumando de raiva. –– VAI SE VINGAR POR MIM OU NÃO?! –– Ele tava balançando meu ombro enquanto fervia de raiva.

—– Tudo bem, tudo bem, acalma o cu, mas, responde uma coisa carai, como eu posso me vingar deles macho, tu fumou pedra de concreto? Eles são duas vezes o meu tamanho! –– Afinal, sou muito baixo, tenho só 1,59 cm.

—– Sei lá, Yuki! É tu que vai se vingar deles pra mim, então, faz o que tu quiser, porra. –– De repente, escutamos um bagui tocar, o sinal pra a próxima aula, droga, tenho que me vingar e assistir casos de família, será que ainda ta passando?

—– Tá certo então, eu vou. –– Peguei meu bloquinho, tirei a caneta do bolso, e sai andando escrevendo o que eu poderia usar para eu vingar o Delicia de Jesus dos valentões. Comecei a andar por ai, sempre anotando um monte de merda e apagando, por que hoje to sem criatividade, sério, andei, andei e andei, até achar uma pequena sala, lá no clube de basquete, achei a porra do clube, e agora, magina, sinto cheiro de merda, aposto que Delicia de Jesus fez muita merda, abri a porta, só rebelde e nem bati lá, e na sala tinha um tipo de uma barraquinha de vender limonada, do tipo daquelas crianças da áfrica, ou é americana, to lembrado não, só sei que elas compram bicicletas e caminhões monstros pra elas, bando de vagabundas.

Um pouco antes daquela barraca, lá na porta do clube, tinha uma placa bem linda, e tinha um bagui escrito.

“Fica paradinho ai, cu froxo, ou a gente roba seus dinheiro e uma limonada”

Já que eu sou muito rebelde, eu me mexi sabe, e já me assaltaram uma vez esses bandos de filho da puta...E de lá saiu um menino, MUITO KAWAII POR SINAL, E TAVA COM UM POKER FACE DOGE ATRÁS DELE, JÁ QUERO MEU CU.

—– To sentindo cheiro de rebelde, e alguém se mexeu nessa caralha. E eu to sabendo que foi você, muleque, eu sei, eu vi, seu filho da puta! –– O garoto falou e o doge só assentiu, e me atacou. –– Vou te ensinar uma lição, filho da mãe, a não entrar no nosso clube sem permissão e com essa aura rebelde e também a não se mexer quando te mandarem, entendeu? –– Ele me jogou pra parede me dando um belo mortal, que fudeu muito meu cu, e eu tava lá caído do chão.

—– M-Mas... Que macumba é essa, Doge? –– Falei gaguejando por causa da dor enquanto passando a mão pela minha cabeça, pra ver se ela tava menstruada.

—– Não é pra você se mexer, eu já ti falei, cabra safado! –– O Doge me puxou pelos cabelos e começou a bater minha cabeça contra a parede, que isso gente, cadê o povo pra me ajudar. Quando ele parou, senti um gosto estranho na minha boca, ARMARIA, to menstruando pela boca, socorro. Daí o Doge e o menino Kawaii foram andando, e eu estava lá, morrendo, vendo a luz, de repente, sinto algo apunhalar minhas costas, e o menino Kawaii tava sorrindo, e saiu com o Doge e mais umas pessoas que apareceram lá, boto minha mão na barriga, que viado, me esfaqueou pelas costas, que internato é esse gente? Acabei de chegar e já querem me matar, sentei, e comecei a esperar minha morte, sei que o morrer mermo, queria que os meus amigos estivessem aqui, deixa pra lá, aqueles filhos da puta nunca vão vir.

Do nada, meu braço doi, mas que porra, num posso morrer em paz, ele já cortam meu braço, e agora fiquei cego, que isso gente, daí um Leo Stronda bate no meu olho, caralho.

—– Caralho... Fiz nada doido... Toma no cu... Porra... Meu cachorro morreu! MEU CACHORRO MORREU! –– Falei com uma mão na barriga.

—– Você não, mas seu amiguinho sim, isso é para aprenderem que novatos não entram em nossos clubes, falow. E foda-se seu cachorro, ele não é o magrelinho! –– E eles foram embora, rindo que nem hienas.

—– Ah vai tomar no orificio anal! Foi culpa do Richard... Aquele... Aquele filho do Irineu. Carniça ambulante... Proerd, é o programa... É a solução... ––Acho que estou vendo a luz. Isso...Isso é mesmo uma... uma...pomba branca?

P.O.V. – Hanna do oxe.

Tava eu, andando por ai, fazendo porra nenhuma, mexendo nos meus cabelos amarelos, com meu pirulito da noitosfera, saindo da jaula, acompanhada pelo Ze postola do Yoshiro e da Marlise, e da galera toda da minha sala, indo pos quarto, da uma festa, quando passamos perto do quarto da Izabel cachorra e do Felipão, sei lá o nome dessas desgraças do terceiro ano, conheço nenhum, até que a gente ouve barulho.

—– Gente Du céu, tão ouvindo as porra galera? –– Kira falou, e todos ficaram em silencio pra ouvir, comecei a chegar perto da porta, pra escutar.

—– Para, seu porra, desgraçado! Haha, para com isso! Isso faz cocegas, mizera! Haha

—–Por que eu pararia?

—– Gente, é a voz da Izabel cachorra, e do Felipão, o que nois faz? –– Falou Yoshiro.

—– NOIS ARROMBA! –– Gritou Rebekah a interrompida, empurrando a porta, e o povo indo empurrar, até que ela cai, e ta lá, Felipe, em cima de Izabel.

—– QUE PORRA TA ACONTECENDO AQUI, MIZERA? ––Gritamos em uníssono, com a boza no chão, Kira desmaiando achando que era putaria, Kazuki com cara de cu, Rebekah com cara de desespero, Marlise a safada tava com cara de safada, e Jack com uma cara de “Really Nigga?” e eu, to WTF da vida.

—– Num é o que vocês tão pensando... –– Felipe falou saindo de cima da cachorra.

—– Não magina, querido. –– Falou Kazuki.

—– Você só tava em cima dela fazendo... Nada... –– Falei.

—– Err.., Não é bem assim. –– A cachorra falou.

—– Olha minha cara de que acredita filha. –– Yoshiro fala.

—– Ta, gente, chega, pêra ai, cadê o merda do Yuki? –– Liza fala.

—– É mermo, num vi ele hoje. –– Kira fala acordando.

—– Vamos procurá-lo! –– Jack com cara de cu abriu a porta.

—– Prefiro ficar aqui, deixa aquela desgraça pra lá.

—– FELIPE! –– Povo fala.

—– Ta bom, ta bom, onde devemos procurar? –– Ele fala.

—– No clube de basquete. –– Ouvimos uma voz grossa e meio que triste atrás de nós, olhamos e era Richard e Ichigo.

P.O.V. – Yuki que é macho so que não

Caminhei um pouco mais a frente, dando umas pausas pra comer o bagui que tava no chão, mais conhecido como crack ou maconha. Até que encontro Kazuki e uma menina bonita só que mais bugada que avestruz. Eles tavam conversando que nem um bando de amiga que não se via a um dia no shopping. Eu tava parado aqui que nem um camelo, e eu quero passar, mas eles não deixam por que são burro, e nem me notam.

—– Oia, Taka!

–– Quer que tu quer Kakuzo? –– Amaya, a irmã do Kazuki, mais conhecido como Pneu de trator, olhou pra mim, eu to achando né. –– Puta que pariu! Kazuki, aquilo é o Yuki do Casos de família, é ele mesmo?

—– Tu é mesmo burra ou só se faz, Amaya? Aquilo é a Ariane Grande vestida de Xuxa no programa do Faustão fazendo a dança dos famosos com a Ana Maria Braga. –– O parceiro do Hidan ou sei lá respondeu.

—– Ah... Eu pensava que era o Yuki do casos de família vestido de pedra de crack azul dançante. –– A mina respondeu fazendo uma cara triste e de cachorra, já adorei ela.

—– Mas pêra... Olha o que tem do lado daquele cartaz... –– As criatura começaram a me encarar, acho que eles tavam pensando “que porra é aquela?”.

—– Puta merda, Kazuki! Aquilo é mesmo o Yuki do Casos de Família? Ou é uma ilusão da minha cabeça de bosta? –– O olho dela tava em formato de coração, credo, não quero mais.

—– Não, é a rainha Juziscreitan vestida de homem com cara de mulher.

—– Ah, que pena...

A outra criatura ficou em silencio encarando o outro.

—– O que qui tu acha caralho? É claro que é ele sua bicha burra da mulesta!

—– Deu a porra Kazuki! Se a gente capturar ele como um Pokémon, esse lugar vai nós dar muito dinheiro. E eu vou ter um namorado! –– Aquela bicha safada tava gritando e correndo como um cavalo que levou uma seringa no cu. Muito tempo depois de parar com aquela coisa de demente, ela começou a me encarar como se eu fosse um alimento. –– Yuki do cabaré da Silva! Se prepare pois eu vou ser sua namorada forever e pra uma caralhada de filho! E se vai fuder muito meu cu! –– E ela foi embora feliz da vida, que doida, acho que estou apaixonado, mas aquele viado ali continua a me encarar.

—– Valeu mesmo azulado, cê é muito top, só seu fã, merece meu rab...bex, meu rabex. –– Kazuki, meu brother, ficou em silencio, por algum tempo, me encarando com aquele olhar de senpai, e foi embora, cantando que nem um boi, a musica que tava tocando nos fones de ouvido, conheço essa musica muito bem, é claro, eu mesmo criei ela, ta no meu CD, nos meus singles, sabia que essa porra era meu fã ––Ilove you meu chuchu, merci beaucoup! Meu chuchu? Isso é francês... e não inglês...Sensual, o movimento é sensual, sensual, o movimento é bem sexy, sexy! Seu corpo é mais quente que o sol... Eu vivo a sonhar, pensando em você, delírios de jogar futebol! Berg seu delicia...—– E assim, aquela caralha sumiu de vista, num vi mais... Vai tim bora carniça, é bom que não volte... Então comecei a caminhar, e encontrei um macho, fui até aquela desgraça, tava com uma fome, queria come-lo agora mesmo, vou come-lo, já decidir, fazer um rango de macho.

—– Olá Yuki! –– O garoto de cabelos pretos e olhos amarelos falou, caralho, o macho sabe meu nome, ata, que merda era só o Richard dos parkuor, num sei por quer, parecia que ele queria me fuder, ajuda eu, deixa vou me entregar ao deuses, novo deus, nem a Marina Joyce se compara a mim, pode crer, sou um deus.

—– Oi, Richard dos parkuor da voz fina, que eu chamo de Delicia de Jesus e Satanás. –– Falei com minha cara de deus e segurando meu bloquinho.

—– Carai, Yuki, já disse que sou o Delicia de Jesus e não o satanás oxe.

—– Nossa amigo, sabia não ta, oxe...

—– Eu num consigo mexer a porra do braço. –– Ele falou, com uma cara triste, só agora percebi que ele ta com um olho roxo, preciso de óculos. –– E meu olho dói pra carai!

—– Va pra puta que pariu então...

—– Cala a porra da boca viado, ta vendo que eu to falando?! –– Gritou ainda com a cara triste. –– Tentei entrar mais uma vez em um clube, mas dá sem merda, e tu sabe disso, e dessa vez foi em basquete, mas os Leos Strondas me bateram, acho que acharam que eu era um Bambam, agora não sei como me vingar, cê podia se vingar por mim, Yuki? –– Os olhos dele tavam brilhando.

—– Eu tenho meus próprios problemas pra resolver, e ainda tenho que ir assistir casos de família, dá pra eu fazer isso não, chama o Kazuki do cuscuz pra ti ajudar.

—– Mas tu é um dos mais durões desse internato, muleque. –– Ele falou com raiva.

—– Essa historia ta mal contada querido, sei de nada não, beleza?

—– Vai, Yuki!

—– Pra onde, porra? –– Falei confuso.

—– Quebra esse galho pra mim, irmão, sou seu amigo!

—– Em primeiro lugar, se botou minha cabeça no vaso sanitário quando eu cheguei aqui, e em segundo, cadê o galho?

—– GRRRR! SEU IDIOTA, IMBECIL! –– Ele já estava espumando de raiva. –– VAI SE VINGAR POR MIM OU NÃO?! –– Ele tava balançando meu ombro enquanto fervia de raiva.

—– Tudo bem, tudo bem, acalma o cu, mas, responde uma coisa carai, como eu posso me vingar deles macho, tu fumou pedra de concreto? Eles são duas vezes o meu tamanho! –– Afinal, sou muito baixo, tenho só 1,59 cm.

—– Sei lá, Yuki! É tu que vai se vingar deles pra mim, então, faz o que tu quiser, porra. –– De repente, escutamos um bagui tocar, o sinal pra a próxima aula, droga, tenho que me vingar e assistir casos de família, será que ainda ta passando?

—– Tá certo então, eu vou. –– Peguei meu bloquinho, tirei a caneta do bolso, e sai andando escrevendo o que eu poderia usar para eu vingar o Delicia de Jesus dos valentões. Comecei a andar por ai, sempre anotando um monte de merda e apagando, por que hoje to sem criatividade, sério, andei, andei e andei, até achar uma pequena sala, lá no clube de basquete, achei a porra do clube, e agora, magina, sinto cheiro de merda, aposto que Delicia de Jesus fez muita merda, abri a porta, só rebelde e nem bati lá, e na sala tinha um tipo de uma barraquinha de vender limonada, do tipo daquelas crianças da áfrica, ou é americana, to lembrado não, só sei que elas compram bicicletas e caminhões monstros pra elas, bando de vagabundas.

Um pouco antes daquela barraca, lá na porta do clube, tinha uma placa bem linda, e tinha um bagui escrito.

“Fica paradinho ai, cu froxo, ou a gente roba seus dinheiro e uma limonada”

Já que eu sou muito rebelde, eu me mexi sabe, e já me assaltaram uma vez esses bandos de filho da puta...E de lá saiu um menino, MUITO KAWAII POR SINAL, E TAVA COM UM POKER FACE DOGE ATRÁS DELE, JÁ QUERO MEU CU.

—– To sentindo cheiro de rebelde, e alguém se mexeu nessa caralha. E eu to sabendo que foi você, muleque, eu sei, eu vi, seu filho da puta! –– O garoto falou e o doge só assentiu, e me atacou. –– Vou te ensinar uma lição, filho da mãe, a não entrar no nosso clube sem permissão e com essa aura rebelde e também a não se mexer quando te mandarem, entendeu? –– Ele me jogou pra parede me dando um belo mortal, que fudeu muito meu cu, e eu tava lá caído do chão.

—– M-Mas... Que macumba é essa, Doge? –– Falei gaguejando por causa da dor enquanto passando a mão pela minha cabeça, pra ver se ela tava menstruada.

—– Não é pra você se mexer, eu já ti falei, cabra safado! –– O Doge me puxou pelos cabelos e começou a bater minha cabeça contra a parede, que isso gente, cadê o povo pra me ajudar. Quando ele parou, senti um gosto estranho na minha boca, ARMARIA, to menstruando pela boca, socorro. Daí o Doge e o menino Kawaii foram andando, e eu estava lá, morrendo, vendo a luz, de repente, sinto algo apunhalar minhas costas, e o menino Kawaii tava sorrindo, e saiu com o Doge e mais umas pessoas que apareceram lá, boto minha mão na barriga, que viado, me esfaqueou pelas costas, que internato é esse gente? Acabei de chegar e já querem me matar, sentei, e comecei a esperar minha morte, sei que o morrer mermo, queria que os meus amigos estivessem aqui, deixa pra lá, aqueles filhos da puta nunca vão vir.

Do nada, meu braço doi, mas que porra, num posso morrer em paz, ele já cortam meu braço, e agora fiquei cego, que isso gente, daí um Leo Stronda bate no meu olho, caralho.

—– Caralho... Fiz nada doido... Toma no cu... Porra... Meu cachorro morreu! MEU CACHORRO MORREU! –– Falei com uma mão na barriga.

—– Você não, mas seu amiguinho sim, isso é para aprenderem que novatos não entram em nossos clubes, falow. E foda-se seu cachorro, ele não é o magrelinho! –– E eles foram embora, rindo que nem hienas.

—– Ah vai tomar no orificio anal! Foi culpa do Richard... Aquele... Aquele filho do Irineu. Carniça ambulante... Proerd, é o programa... É a solução... ––Acho que estou vendo a luz. Isso...Isso é mesmo uma... uma...pomba branca?

P.O.V. – Hanna do oxe.

Tava eu, andando por ai, fazendo porra nenhuma, mexendo nos meus cabelos amarelos, com meu pirulito da noitosfera, saindo da jaula, acompanhada pelo Ze postola do Yoshiro e da Marlise, e da galera toda da minha sala, indo pos quarto, da uma festa, quando passamos perto do quarto da Izabel cachorra e do Felipão, sei lá o nome dessas desgraças do terceiro ano, conheço nenhum, até que a gente ouve barulho.

—– Gente Du céu, tão ouvindo as porra galera? –– Kira falou, e todos ficaram em silencio pra ouvir, comecei a chegar perto da porta, pra escutar.

—– Para, seu porra, desgraçado! Haha, para com isso! Isso faz cocegas, mizera! Haha

—–Por que eu pararia?

—– Gente, é a voz da Izabel cachorra, e do Felipão, o que nois faz? –– Falou Yoshiro.

—– NOIS ARROMBA! –– Gritou Rebekah a interrompida, empurrando a porta, e o povo indo empurrar, até que ela cai, e ta lá, Felipe, em cima de Izabel.

—– QUE PORRA TA ACONTECENDO AQUI, MIZERA? ––Gritamos em uníssono, com a boza no chão, Kira desmaiando achando que era putaria, Kazuki com cara de cu, Rebekah com cara de desespero, Marlise a safada tava com cara de safada, e Jack com uma cara de “Really Nigga?” e eu, to WTF da vida.

—– Num é o que vocês tão pensando... –– Felipe falou saindo de cima da cachorra.

—– Não magina, querido. –– Falou Kazuki.

—– Você só tava em cima dela fazendo... Nada... –– Falei.

—– Err.., Não é bem assim. –– A cachorra falou.

—– Olha minha cara de que acredita filha. –– Yoshiro fala.

—– Ta, gente, chega, pêra ai, cadê o merda do Yuki? –– Liza fala.

—– É mermo, num vi ele hoje. –– Kira fala acordando.

—– Vamos procurá-lo! –– Jack com cara de cu abriu a porta.

—– Prefiro ficar aqui, deixa aquela desgraça pra lá.

—– FELIPE! –– Povo fala.

—– Ta bom, ta bom, onde devemos procurar? –– Ele fala.

—– No clube de basquete. –– Ouvimos uma voz grossa e meio que triste atrás de nós, olhamos e era Richard e Ichigo.

P.O.V. – Yukine

Merda, cadê o Yuki? Casos de família já começou! E ele ta nele, credo. Du nada, a porta é arrombada.

—– Ele não está aqui! –– Kira falou olhando pelo quarto.

—– Onde será que ele está? –– Lia falou preocupada, e eu com cara de cu, num sei o que está acontecendo.

—– Que qui ta havendo gente? –– Perguntei.

—– Liza, Kira e Yukine, viram o Yuki? –– Kazuki chega correndo com os outros, que que ta acontecendo?

—– Não. –– Respondemos.

—– Droga, ele não está em lugar nenhum.

—– Eu já te falei que ele está no clube de basquete! –– Yoshiro chega com sua sagacidade e roupa na moda.

—– Ué, o clube é ali do lado. –– Do nada, a gente ouve um grito. E nois foi correndo. Era a Rebekah peituda e Izabel.

—– O que foi, Izabel cachorra? –– E tu acha que a disgraça falou? Tava tremendo mais que gelatina, e a Barata peituda estava suando, quase chorando, que isso gente.

—– O que vocês viram? Um fantasma? ––Marisa perguntou. E a Izabel so apontou para a porta do clube, Kazuki abriu devagar, começamos a entrar, estava escuro, a Kira achou a luz, e acendeu, e foi o que vimos.

P.O.V. – Marlise

Estávamos correndo pelo pátio, eu e Felipe, até que o Yoshiro apareceu ali, com uma cara fria, WTF nigga? Que está havendo?

—– Hey, o que foi, Yoshiro? –– Eu perguntei.

—– O Yuki. –– Falou.

—– O que tem ele?! –– Falamos em uníssono.

—– Yuki Hiroshi. –– Ele deu uma pausa e suspirou. –– Ele morreu.

Senti meu corpo congelar. Por muito, muito tempo.

.O.V. – Yukine

Merda, cadê o Yuki? Casos de família já começou! E ele ta nele, credo. Du nada, a porta é arrombada.

—– Ele não está aqui! –– Kira falou olhando pelo quarto.

—– Onde será que ele está? –– Lia falou preocupada, e eu com cara de cu, num sei o que está acontecendo.

—– Que qui ta havendo gente? –– Perguntei.

—– Liza, Kira e Yukine, viram o Yuki? –– Kazuki chega correndo com os outros, que que ta acontecendo?

—– Não. –– Respondemos.

—– Droga, ele não está em lugar nenhum.

—– Eu já te falei que ele está no clube de basquete! –– Yoshiro chega com sua sagacidade e roupa na moda.

—– Ué, o clube é ali do lado. –– Do nada, a gente ouve um grito. E nois foi correndo. Era a Rebekah peituda e Izabel.

—– O que foi, Izabel cachorra? –– E tu acha que a disgraça falou? Tava tremendo mais que gelatina, e a Barata peituda estava suando, quase chorando, que isso gente.

—– O que vocês viram? Um fantasma? ––Marisa perguntou. E a Izabel so apontou para a porta do clube, Kazuki abriu devagar, começamos a entrar, estava escuro, a Kira achou a luz, e acendeu, e foi o que vimos.

P.O.V. – Marlise

Estávamos correndo pelo pátio, eu e Felipe, até que o Yoshiro apareceu ali, com uma cara fria, WTF nigga? Que está havendo?

—– Hey, o que foi, Yoshiro? –– Eu perguntei.

—– O Yuki. –– Falou.

—– O que tem ele?! –– Falamos em uníssono.

—– Yuki Hiroshi. –– Ele deu uma pausa e suspirou. –– Ele morreu.

Senti meu corpo congelar. Por muito, muito tempo.

Notas finais
beng beng por essa vc não esperava