Destiny

13 De volta a casa


Notas iniciais
Oi pessoal! Desculpem pelo atraso, é que eu estava muito triste. Poxa, já temos 39 leitores e quase nenhum comentário. :( isso entristece uma autora feliz. Então bora comentar mais meu povo!! UHU! *----------------* Aproveitem o capítulo e comentem bastante! P.S: link nas notas finais.

Sophie POV

–Finalmente! -gritei descendo do avião.

–Menos, por favor. -bati em sua testa.

–Ai. -resmungou massageando o local.

–Vem cá. -o Noah me abraçou.

É, a família está quase que oficialmente completa. A Alicia, a Yasmin, o Noah e o Ethan vieram para a América com a gente, acho que a Sam vai pirar já que ela é caidinha pelo Ethan. Menina de sorte.

–Tire suas mãos dela. -o Dylan me puxou, quase me fazendo cair.

–Certo meninos, peguem as malas e vamos para casa. -minha mãe passou nós e entrou no carro.

–Vamos crianças. -passei por eles e entrei no carro.

Obriguei o Dylan a trazer o Ice para o carro, o Ethan e meus outros irmãos foram em outro carro. Chegando a casa fomos cada um para seu respectivo quarto e o Dylan pé no saco foi para casa.

Quando chegamos já era quase 20:00, então só deu tempo a gente arrumar nossas coisas, banhar, comer e dormir, já que no dia seguinte eu iria para a escola. Provavelmente a Sam vai me matar quando souber que eu ganhei um husky siberiano, ela também é louca por um cachorro desses.

(...)

–Eu não quero ir. -choraminguei assim que cheguei ao colégio.

Eu estava morrendo de sono, fome e preguiça, ou seja: hoje seria um péssimo dia para mim.

–SOPHIE! -um louco veio correndo e me abraçou forte, me fazendo ficar roxa de tão espremida que eu estava. Meus olhos poderiam sair a qualquer momento.

–Sam... me deixe... respirar... -bati levemente em suas costas.

–Não! Eu quero te matar sua desgraçada. -me apertou mais.

–Socorro... -tentai gritar.

–Já chega loira. -algum filho de deus me tirou dos braços da loira psicótica e em seguida me abraçou só que dessa vez ninguém tentou me matar sufocada.

–Reece seu chato. -a loira fez bico e cruzou os braços.

–Eu estava com saudades. -sussurrou.

–É, eu faço muita falta mesmo. -brinquei.

De repente todas as meninas do colégio começaram a gritar. Coisas histéricas.

–O que foi isso?-perguntei.

–Não faço idéia. -o Reece deu de ombros.

–Provavelmente é o novato. -a Sam quase pulou de alegria.

–Novato? -perguntai curiosa de novo.

–Não lembra que o diretor avisou que estaria vindo um aluno transferido para cá? -a loira perguntou.

–Não, não lembro. -fiz cara de inocente.

–Ah. Esquece. -ela me deu um tapa.

Íamos começar a discutir, mas o Reece foi mais rápido e me tirou dali antes que eu acabasse com certa loira chata que por acaso é minha melhor amiga há anos.

–i-Isso vai t5er volta. -ouvi ela gritar.

–Idiota. -comecei a rir.

–Como estão as coisas com o Thompson? -perguntou sério.

Estávamos indo ao bebedouro.

–Hum... bem... eu acho... -fiquei pensativa.

–E do que você tem certeza? -se inclinou para beber água.

–Nada. Eu acho... -falei e comecei a rir.

Ele riu e jogou água em mim.

–Eu ainda te pego. -gritei assim que o vi sair correndo.

Olhei em volta e pude ver que todos os alunos que estavam ali por perto me encaravam, alguns estavam rindo e outros alternavam os olhares entre mim e o Reece. Foi quando me dei conta do que eu tinha dito Eu ainda te pego. Corei na hora e sai a passos rápidos dali.

–Pode me pegar quando quiser. -o Reece sorriu maliciosamente.

Pisei em seu pé e ele grunhiu de dor.

–calado. Idiota. -resmunguei e fui para a sala de aula.

–Eu sei que você me ama. -ele brotou do meu lado.

–Não enche. -sai pisando duro.

Eu saí tão distraída, que nem percebi para onde estava indo e muito menos prestando atenção nas pessoas que passavam por mim. De repente, senti um baque em minha frente e eu caí de bunda no chão.

–Ai. -me levantei.

Nesse momento já se formava uma roda de curiosos em minha volta e do ser na qual eu esbarrei. Eu encarei o ser e me arrependi no mesmo instante, ele estava com uma cara de poucos amigos e o pior de tudo é que ela estava me encarando.

–De-Desculpe. -me levantei.

Ele se aproximou de mim e depois ficou olhando atentamente para minhas coxas.

–Dói? -perguntou com sua voz grossa, rouca e sei lá mais o que.

–Hum? -perguntei sem entender nada.

Ele passou os dedos em minha coxa direita, eu estava prestes a chutá-lo quando vi que ele na verdade estava tocando e um pequeno corte que não estava ali antes e que provavelmente se formou na minha queda.

–Não. -me virei morrendo de vergonha e medo -eu acho- e sai dali.

A campa tocou e todos entraram na sala de aula, até mesmo o Dylan. É, ele veio hoje. Depois de três longas e chatas aulas era finalmente a hora do intervalo e eu me sentei escorada na “parede” de vidro do lado de fora da minha sala -que por acaso era perto da grade-.

–Nem falou comigo hoje. -o Dylan fez bico e se sentou de frente para mim, me obrigando a cruzar as pernas.

–Oi. -ri.

–Que cara é essa? -tocou meu rosto.

–Sei lá... a mesma de sempre. -rolei os olhos.

–Engraçadinha. -me deu um peteleco na testa e se afastou.

–Dylan vem cá. -gritaram.

Olhei e vi que era a Charlotte. Nem me importei, estava com preguiça demais para isso.

–Volto já. -ele se levantou e me encarou.

Dei um “tchauzinho” para ele e me levantei.

–O que foi aquilo mais cedo? -uma Sam histérica apareceu de meu lado.

–Aquilo o que? -bocejei.

–Você e o novato... -começou as insinuações.

–Não foi nada. -respondi rapidamente.

–Agora sim as garotas estão te odiando. Além de namorar o cara mais disputado do colégio o novato gatinho está d olho em você. -suspirou.

–Pera. Eu não estou realmente namorando e você sabe disso. -mostrei a língua.

–Pelo menos a parte de que o novato está de olho em você é verdade. -deu de ombros.

–Nada a ver. -respondi.

–Sério? -ela apontou para algum lugar e me mandou olhar. Vi que o novato estava olhando para mim, o que me deixou um pouco desconfortável.

–Acho que já i ele em algum lugar... -fiquei pensativa.

–Você tem tanta sorte. -ela suspirou novamente.

–Para de ficar suspirando toda hora. -dei um tapa no braço dela.

–Mas você tem tantos garotos gatos à sua volta que chega a dar inveja. -fez bico.

–O Ethan tá lá e casa... -cantarolei e ela corou.

–E eu com isso? -fingiu desinteresse.

–Sei... olha. -peguei meu celular e mostrei para ela uma foto do Ice.

–Que lindo. -seus olhos rilharam.

–O Noah que me deu. -ri.

–Tá vendo? Eu não disse?! -saiu pisando duro e eu fiquei rindo feito uma doida.

Entrei para a sala novamente e fiquei conversando com as meninas até a campa tocar novamente. Fui para meu lugar e fiquei mofando lá até as outras três aulas terminarem e a gente ir para casa.

–Sabe o que a Charlotte queria? -o Dylan estava me acompanhando até a parade de ônibus.

–Não. -respondi.

–Queria saber por que os começamos a namorar.

–Legal cara. -ri discretamente.

–Você tá chata hoje.

–Eu sei cara. É meu charme. -ri.

–sei. -riu- Já vou indo. Tchau. -beijou minha testa.

–Ainda tá aqui? -fingi estar irritada, o que não deu muito certo e nós começamos a rir.

Entrei no ônibus e fui pro fundão, o único banco que estava vazio era justamente ao lado do novato que eu jurava que já tinha visto em algum lugar.

–Já sei. No parque. -pensei alto.

–Finalmente lembrou. -ele falou.

O encarei e ele riu. E cara... o sorriso dele é lindo.

–Baka. -sussurrei.

Chegando na minha parada, eu desci e vi que ele também desceu. Será que ele está me seguindo? Parei e frente a minha casa e olhei para trás para ver se ele continuava atrás de mim. Quase tive um infarto quando vi ele entrando na casa do Reece.

–Será que ele é parente do Reece? -entrei em casa.

Fiquei espantada com a bagunça que estava a casa, tinha comida, livros, roupas e até aparelhos eletrônicos jogados no chão.

–O que aconteceu? Um furacão? -perguntei para mim mesma boquiaberta.

–Só se for o furacão Yasmin. -alguém respondeu.

–Yasmin? -chamei a garota, que estava sentada em um monte de roupas.

–Ethan. Por que ela fez isso? -me sentei em alguma coisa que tinha no chão.

–Não sei. Pergunte a ela. -se deitou e sumiu no meio da sujeira.

–Yasmin o que foi? -fui até a loira.

–Quero ir ao parque. -fez bico.

–Ah. -suspirei- Vamos hoje a noite, está bem? -afaguei os fios loiros.

–Sim. -ela sorriu para mim e saiu correndo.

–Ai, ai... -fui para meu quarto.

Perguntei aos meus irmãos se eles iriam comigo mas eles disseram que estariam ocupados, foi o mesmo com a mamãe e o papai, a Sam também disse que não podia. Juro que perguntei até ao Dylan se ele ia comigo mas ele disse que não. Acho que vou pedir ao Reece.

(...)

–Reece vamos ao parque? -perguntei.

–Não vai dar hoje. Os caras vão vir para cá. Desculpe. -coçou a cabeça.

–Vai me trocar por eles né? Tudo bem. -fiz bico.

–Sophie... -vai começar a apelar.

–Eu vou com ela. -uma voz estranhamente conhecida se fez presente na sala.

–Você?! -apontei.

–Sophie este é meu primo Evan Hill. Ele vai morar aqui por uns tempos. Evan esta é Sophie Masoni, minha amiga.

–Já nos encontramos por aí. -se sentou no sofá.

–Já vou indo. -me virei para ir para casa.

–Te pego que horas? -Evan se pronunciou.

Virei-me rapidamente e alternava meu olhar entre ele e o Reece e depois desisti.

–Às 19:00. -suspirei e fui para casa.

(...)

O Evan veio até a minha casa no horário certo, então estávamos andando até o parque, que não ficava muito longe dali.

–Quem é essa? -apontou para a Yasmin.

–Minha irmã. Yasmin. -respondi.

–Oi. -a loira acenou para ele.

–Vem. -ele esticou sua mão e a Yasmin a pegou, então os dois saíram andando e me deixaram para trás.

–Ei! -fui atrás deles.

O ruivo se virou e deu aquele seu sorriso encantador para mim. Porcaria!

Depois de alguns minutos de caminhada nós chegamos ao parque que estava lotado, tivemos que nos espremer por entre as pessoas para chegarmos aos brinquedos.

–Não se perca. -ele me avisou.

–Não sou uma criança. -mostrei a língua.

Um casal louco passou por mim e me arrastou até a multidão de gente. Quer dizer... teriam me arrastado loucamente por aí se certo ruivo não tivesse me segurado.

–Não é mais uma criança é? -falou divertido.

–Não enche. -cruzei os braços.

–Fique perto de mim, assim será mais difícil de se perder. -me encarou. Odeio quando fazem isso.

–Hunf. -fiz bico.

A Yasmin depois de brincar um bocado quis ir comer besteira, então nós nos esprememos para achar uma barraquinha de comida. No nosso “passeio” a grande maioria das garotas e das mulheres pervertidas ficaram secando o Evan. Coitado, deve estar cm falta de proteínas agora.

Depois de comermos, levamos a Yasmin para brincar mais um pouco e depois fomos para casa. Já iam dar 22:00 quando saímos do parque, a loira estava com sono então foi dormindo no ombro do Evan. Estava realmente frio.

–Está com frio? -ele parou e me encarou.

Estávamos longe da multidão e podíamos nos mover livremente.

–Um pouco. -passei as mãos em meus braços.

–Isso é o que dá vir com pouca roupa.

–Eu não estou com pouca roupa. -briguei.

Ele deu seu típico sorriso e pegou minha mão. Sua mão era quente e macia. Ele me puxou para mais perto de si e fomos em silêncio até em casa. Eu podia jurar que ele estava rindo.

–Estão entregues. -falou assim que chagamos em minha casa.

–Obrigada por nos acompanhar. -peguei a Yasmin no colo e abri a porta de casa.

–Disponha. -s virou e foi para a casa do Reece.

Ri e entrei em casa. Ele é um idiota.

É o mais bonitinho minha gente. É o que sorri fechado. Lindo, não?

Notas finais
O que acharam do imenso capítulo? ¬¬ quem aí gostou do Evan?! Por que será que ele é assim com a Sophie? No próximo capítulo eu conto a "verdadeira" personalidade do Evan. Como será que é ela? Quem acha que deve ter algum beijo na fic é só comentar pedindo. Não sei se o próximo beijo vai rolar entre o Dylan e a Sophie ou entre o Evan e a Sophie... querem ver tretas? Comentem! ashuashuashua Link: http://data.whicdn.com/images/47663423/infinite-myungsoo-Favim.com-488856_large.jpg Evan