Destinos das Próximas Gerações -
11 Kapitel 11
Notas iniciais
Richard estava com medo do que decidir, não sabia se ficara com a mulher que amara desde criança – Violet – ou com a mulher que deu um novo sentido na sua vida quando estavam em plena guerra.
- Eu...
- Desembucha logo Rich.
- Eu não sei.
- Como não sabe?
- Não sabendo oras, é uma decisão muito difícil para tomar assim, de uma hora para outra.
- Você já pensou que a criança que a sua secretária possa ter visto com essa mulher, possa ser o seu filho?
- Eu não tinha pensado nisso. – fazendo a cara mais cínica do mundo.
- Pois pense meu irmão, se a senhora primeira dama descobrir que já é vovó ela vai dar um chilique.
- Ou melhor, ela vai atirar até todo mundo ter um chilique.
Os dois riram do maldoso comentário.
- Não fala assim da mamãe.
- Mas você também pensou no mesmo.
- Não, pensei bem pior.
- Quanto pior?
- Muito pior.
- O que você pensou?
- Que ela te mataria, ou faria você se casar forçado e sumir para o leste para que ela não possa ser chamada de vovó e ainda por cima mudar o seu sobrenome.
- Caramba, quanta coisa.
- É a nossa mãe, não seria de se admirar se ela o fizesse mesmo.
- Tem razão.
- Se você escolher a Simone, vai se casar com ela?
- Com qualquer uma que eu escolher, eu irei me casar.
- Decisão difícil.
- Ainda bem que você não está passando por isso.
- Não me diz isso, já pensou se a Helena também decide levantar do túmulo e vem atrás de mim para impedir a minha felicidade com a Isabelle?
Richard riu – Não se preocupe.
- Por quê?
- Mesmo que a Helena levante do túmulo, ela nunca iria te procurar, afinal, ela fugiu com outro cara quando sofreu o acidente.
- É você está certo.
- Não fica triste, vão-se as que nos traem e ficam as que nos respeitam.
- Verdade.
- Vamos para casa juntos hoje?
- Vamos sim, tenho que chegar cedo em casa para poder me arrumar para a minha ninfeta dos olhos azuis.
Richard riu novamente – Você já está amarrado, não tem mais jeito.
- E nem quero ter mais, aquela mulher me faz perder todo o ar em cima de uma cama ou dentro de uma banheira.
- O que você quer dizer com isso maninho?
- A gente fez em ambos os lugares, igual àquela mulher não existe igual.
- Que bom que ela consegue sossegar o seu facho.
- Ela consegue é me levar para o guines qualquer dia desses.
- Qual o record?
- Na primeira vez na banheira não durou muito, mas quando fomos para a cama aquela mulher ficou por cima de mim por mais de três horas.
- Caramba, foram feitos um para o outro.
- É pelo menos ela não reclama que eu não me canso como as minhas ultimas namoradas.
- Espero que vocês sejam felizes e que não morram quando aparecerem com o primeiro netinho da senhora Riza.
- O primeiro não vai ser se a Simone estiver viva e com um filho seu.
- É tenho que pensar nisso, mas não hoje, não quero estragar essa noite que vai ser tão bonita.
Os dois continuaram a conversar besteiras durante muito tempo, e se parecendo cada dia mais com o pai, estavam deixando o trabalho de lado por causa de mulheres e fofoca na hora do serviço.
A tarde chegou e os irmãos Mustang foram para casa, tomaram banho e se arrumaram muito bem, ficaram sentados na sala jogando o papo fora enquanto o jantar acabava de ser preparado.
Não demorou muito para que a campainha tocasse com os convidados desse jantar. Riza foi até a porta e se deparou com a quantidade de pessoas que chegaram à sua casa para o jantar.
- Boa noite gente e sejam bem vindos.
- Obrigada Riza. – respondia Winry educadamente.
Logo ao fundo Riza escutava uma voz familiar a chamar.
- RIZAAAAAAA – era Rebecca. – Quanto tempo amiga!
- OI Rebecca! E pare de tanta algazarra já somos mulheres formadas e bem crescidinhas para ficarmos gritando uma o nome da outra.
- Ah Riza, você como sempre sendo chata e mandona, mas eu não ligo, vamos ser parentes mesmo.
- Como assim?
- O seu filho não te contou?
- Qual deles?
- O Raymond, ele está namorando a minha filinha.
- Então era ela? Ele me disse que queria me fazer uma surpresa mais eu não sabia qual.
- E então está feliz com a notícia mamãe? – ela ouvia a voz de Raymond se aproximando.
- E como não ficaria?Alem de uma moça bonita você escolheu uma moça direita e que eu conheça os pais dela.
- Sabia que você iria gostar mamãe – ele dá um abraço em Riza. – Você é a melhor mãe do mundo sabia?
- Mais tem uma coisa Raymond. – ele a soltou rapidamente – Eu não quero ser avó tão cedo.
- A senhora é quem manda.
- Acho bom mesmo.
Após essa pequena revelação todos se dirigem para a mesa de jantar, sentam-se e começam a contar as novidades e Richard também decide se pronunciar.
- Aproveitando carona no meu irmãozinho que acaba de ficar oficialmente fisgado, eu gostaria de anunciar que eu também estou como ele e gostaria que todos aqui presentes soubessem de que – ele segura a mão de Violet e dá uma breve olhada em seu rosto – eu e a Violet também estamos juntos.
- Já era de se esperar, pegou ela antes do próprio noivo – Roy faz o comentário.
- Pai!
- Que é? Só estou falando a verdade, e demorou muito para vocês assumirem que se gostavam, você teve que passar dez anos longe para poder dizer isso, foi um pé no saco esperar tudo isso.
- Pai! – Ele encarava Roy com vergonha.
- Não me olha com essa cara, todo mundo aqui já sabia que certa vez, pouco antes de nos mudarmos para o leste você e a Violet cabularam aula para se darem uns pegas.
Roy para com os comentários quando sente uma forte pisada em seu pé, vindo de Riza que por baixo da mesa também lhe apontava uma arma.
- Bem eu acho que já falei de mais, a sua mãe está até me ameaçando se eu continuar.
Richard olha para Riza – Mãe!?
- Que é? Todo mundo já sabe mesmo, mas não precisa ficar relembrando.
- Te adoro mãe.
- Eu também meu bebê.
“Meu bebê” essas palavras surtiram algum efeito em Richard que ele não esperava, ele pensou naquele bebê que estava nos braços de uma mulher mais cedo no quartel poderia ser seu, mas ele não deixou isso abatê-lo, voltou à normalidade assim que escutou um tiro.
Riza havia atirado para separar Raymond e Isabelle que estavam se agarrando na mesa de jantar, quase transando na frente de todos os presentes.
- Calma mãe! Foram só uns beijinhos.
- E você colocando a sua mão por baixo da blusa dela foi o que?
- Eu não fiz isso.
- Esqueceu qual a minha alcunha no exercito?
- Olhos de falcão.
- Eu vejo tudo a dezenas de quilômetros de distancia e como você acha que eu não ia ver isso?
Ela da mais um tiro quando vê outra coisa.
- E você mocinha, aonde pensa que está colocando essa mão em plena mesa de jantar e na frente de todo mundo?
- Er...
- O que você está fazendo Isabelle? – dizia Havoc bravo.
- Nada papai.
- Riza onde ela estava com a mão?
- Quer que eu diga mesmo?
- Fala logo.
- É uma região coberta pelas calças...
- Não precisa continuar – vira-se para a filha – você não tem decência Isabelle?
- Você e a mamãe não são os melhores exemplos, já se agarraram até em cabine telefônica e em plena luz dia.
- Calada filinha.
- Quando é de você eu tenho que me calar é?
- Chega! Agente conversa disso em casa.
- Eu não vou dormir em casa hoje.
- E aonde a senhorita vai dormir?
- Eu não vou necessariamente dormir, mas eu posso dizer que vou ficar juntinha do Ray.
- O que?
De praxe e para não perder o costume, mais um tiro.
- Vamos parar de discussões na mesa.
- Sim senhora – todos responderam.
Depois do jantar todas as famílias ficaram conversando, Raymond e Isabelle saíram por aí, Richard e Violet foram para o quarto dele e depois desceram e saíram também. Deixando apenas os solteiros e os casais mais velhos na casa.
Richard levou Violet para um hotel que ele conhecia muito bem, eles subiram e foram para o quarto. Enquanto Violet estava no banheiro, Richard ficava pensando nos acontecimentos do seu dia e nos acontecimentos que viriam no outro dia.
Violet saiu do banheiro trajando uma fantasia erótica de colegial, que foi logo notado pelo olhar faminto de lobo mal de Richard.
- Eu sou uma aluninha muito má e que precisa ser castigada pelo homem da lei.
- Hum – ele a olhou de cima a baixo –Tenho certeza de que você vai ser muito castigada por ser tão perfeita e tão atraente.
Ele a puxa com força para perto de seu corpo e lhe dá um beijo com bastante volúpia fazendo-a estremecer em seus braços.
- Ai, ai você não resiste mesmo aos meus beijos não é?
- E você não resiste a minha boca.
- Você tem toda a razão.
Eles se beijaram novamente, ele a deitou na cama e subiu sobre o corpo dela beijando e mordendo o pescoço da amada, fazendo-a se arrepiar a cada movimento. As mãos de Violet abriam com rapidez os botões da camisa de Richard, que ao serem abertos lhe davam uma ampla visão do tórax bem definido que ele possuía.
Ela fez questão de esfregar os seus dedos por toda a extensão do corpo dele que estava descoberta pelas roupas e ele por sua vez, fazia questão de arrancar cada peça de roupa que Violet tinha no corpo, arrancando as peças com a boca, fazendo-a gemer cada vez mais e mais.
Ambos estavam nus após alguns gemidos, arranhões e lambidas, estavam praticamente incendiando aquela cama e todo o quarto com o calor que seus corpos exalavam. Violet o provocava passando a sua intimidade bem próxima do membro dele, que já estava rijo, fazendo-o enlouquecer e a latejar por aquela mulher.
Richard não se conteve ao tomar o controle da situação e a abocanhar os seios de Violet, ela gemia e gritava o nome de Richard o mais alto que conseguia, sendo interrompida por muitas vezes pelos beijos calorosos vindos da boca dele.
Os dois estavam no limite de seus desejos, e finalmente se entregaram. Richard a penetrou com força e desejo, fazendo-a gemer de prazer a cada estocada e a fazendo arranhar as suas costas com as longas unhas que ela possuía.
Os movimentos eram cada vez mais intensos, fazendo a cama mover-se e dar fortes batidas na parede. Eles ficaram se amando durante uma hora até que a cama se quebrasse com os dois em cima da mesma, mas isso não foi necessário para fazê-los parar, o desejo de ambos era mais forte do que uma cama de um quarto de hotel.
Quando finalmente estavam exaustos – depois de mais ou menos umas quatro horas — deitaram-se no imenso tapete que havia no quarto, cobrindo-se apenas com o lençol que antes estava na cama, dormindo abraçados no chão.
Quando Richard acordou, ficou feliz ao ver que Violet desta vez estava ao seu lado, dormindo em um sono profundo e maravilhoso, fazendo-o ficar a observando até que ela acordasse.
Violet acordou com o olhar de Richard sobre si, ela sorriu ao vê-lo do seu lado e lhe abraçando.
- Bom dia meu amor – ela falava manhosamente.
- Bom dia – ele sorriu – sabia que você fica linda quando está dormindo?
- Seu bobo! Eu não acredito que você ficou me olhando enquanto dormia e nem pediu o café da manhã.
- Se você está com fome, eu posso saciá-la. – sorria maliciosamente.
- Sério? Eu posso saber como?
Ele lhe deu um beijo – Assim.
- Adorei, mas mesmo assim eu quero tomar café ou não vou conseguir ter energia para hoje à noite.
- Mulherzinha insaciável você, nem parece que há poucos dias atrás você era virgem.
- Idiota.
- Eu já disse para não me chamar assim.
- Ainda está implicando com isso?
- É e como punição, você vai ter que transar comigo enquanto tomamos o nosso banho.
- Eu não posso deixar de cumprir as ordens de um oficial do exercito, e ainda mais se esse oficial for o homem da minha vida.
Eles se beijaram e logo depois foram para o banheiro se agarrando e transando pelo caminho. Depois que eles saíram do hotel, cada um foi para as suas distintas casas se trocarem para ir trabalhar.
Richard chegou a sua casa e já foi recebido por tiros de Riza, que reclamava dele e de Raymond por se atrasarem para tomar o café e irem tarde para o trabalho. Para Richard o dia estava seguindo como de costume até que sua secretária o chamou ao telefone.
(Ligação ON)
- Coronel, a mesma senhorita que ontem estava a sua procura está aqui novamente.
- Ela está com a criança também?
- Sim senhor.
- Mande-a entrar imediatamente e peça que ninguém nos interrompa, seja quem for não diga que eu estou com uma mulher em minha sala entendeu?
- Sim senhor! Eu vou fazer isso agora mesmo.
- Obrigado, e se minha namorada vier me avise imediatamente.
- Sim senhor.
(Ligação OFF)
A moça se dirigiu até a sala dele, ela estava com um vestido azul claro que ia até a metade da coxa, sapatos e adereços azul marinho, estava com uma bolsa gigantesca ao seu lado branca com detalhes em azul. A criança que ela carregava não aparentava ter mais do que uns dois anos, era um menino de pele clara e cabelos negros iguais aos da mulher, ele também tinha belos olhos escuros e com um brilho avermelhado.
Ela bateu na porta e não demorou muito para que essa fosse aberta, ela se deparou com o homem alto que a abrira e sem nem mesmo a olhá-la se dirigiu para a sua mesa, assim que fechou a porta. Ele se sentou na sua cadeira de couro e a encarou.
- Então era você mesma.
- Richard... – os olhos dela estavam marejados de lágrimas.
- Sente-se, eu presumo que esse menino deve estar um pouco pesado.
Ela apenas obedeceu, colocando o menino sentado em seu colo.
- Eu acho que mereço explicações.
- Concordo. – ela olhava para o chão.
- Comece então, eu tenho bastante tempo até o almoço.
- Richard primeiro eu queria me desculpar com você, não foi justo eu não te procurar assim que me recuperei.
- Desculpa aceita agora continue.
- E segundo por...
Ela não teve tempo de dizer, viu Richard levantar-se rapidamente de sua cadeira e abraça-la com força.
- Richard...
- Por que você sumiu? Por que me deixou sozinho?
- Eu...
Ele se afastou e encarou os seus olhos – Por onde você andou Simone?
- Eu posso te explicar tudo.
Simone então falou tudo que havia ocorrido. Durante a guerra, antes de se separarem ela disse a Richard que estava grávida dele e ele a pediu em casamento, eles selaram esse momento com um beijo e se despediram.
Enquanto ela estava lutando, parou para ajudar uma mulher que dizia estar grávida também, mas com uma diferença de alguns meses dela, quando ela a ajudou uma forte explosão as atingiu, fazendo-a ser lançada para longe com a força do impacto.
Quando recobrou a consciência ela se arrastou para próximo de um vilarejo, onde foi acolhida antes de desmaiar novamente. Ela ficou desacordada por cerca de duas semanas e quando acordou não conseguia se mexer por causa dos vários ferimentos.
Durante um curto espaço de tempo ela não conseguia se lembrar de nada, muito menos de quem era e quando se lembrou já estava próximo de dar a luz. Teve o seu filho naquela aldeia, e depois de recupera-se o suficiente, ela procurou saber o que tinha acontecido com aquela guerra.
Simone voltou para a cidade do Leste e descobriu que a haviam dado como morta em combate, eles teriam a confundido com a mulher que ela tentara salvar. Ao tentar entrar em contato com Richard, descobriu que ele estava de mudança para a central, mas quando teve coragem para falar com ele... Richard já havia partido.
E ela veio com o filho atrás do homem de quem ela tanto amou e teve forças para conseguir sobreviver – a quantidade de queimaduras do corpo dela era espantosa e sem contar com as fraturas que ela havia ganhado durante o acidente – ela queria que Richard conhecesse o filho que foi fruto do amor que ambos sentiam um pelo outro.
- E foi isso que aconteceu.
Ele ficou chocado – Nossa, eu não pensei que foi tão grave.
- Pois é.
- E como ele se chama? – Richard sorria para o garoto.
- Nicolas.
- E quantos anos ele tem?
- Vai fazer dois no mês que vem.
- Já. Caramba como eles crescem rápido.
- Você quer segura-lo?
- Posso?
- Claro, o filho também é seu.
Richard pega o menino no colo e fica encantado, ele era realmente a sua cara. Na mente de Richard ele já imaginava mil e uma coisas para eles fazerem juntos, e pensava na carreira que o filho iria seguir.
- Ele vai ser um excelente Führer quando crescer.
- Como você pode ter tanta certeza?
- Filho de Mustang, Mustang é.
Ela sorriu – Mas você não é o Führer.
- Vou ser quando meu pai se aposentar, e assim que eu me aposentar o meu filho também será.
- Acabou de conhecer e já se apegou a ele foi?
- Fazer o que? Ele é sangue do meu sangue.
- E como anda a sua vida? – ela perguntava com medo da resposta.
- Está Bem. Eu já estou até namorando a sério e você? – ele disse sem nem um pouco de vergonha na cara, como se fosse à coisa mais natural do mundo.
- Você? Namorando? Fala sério Richard.
- Eu estou falando sério.
- Posso saber quem é ela?
- Vamos dizer que você já a conheça.
- É aquela garota pela qual você se apaixonou quando era mais novo?
- Exatamente, e o eu ainda sou novo! – dizia ele um pouco nervoso – mas me conta como você está?
- Ainda me recuperando de algumas seqüelas.
- Ficaram muitas?
- Você nem sabe o quanto.
- Então me diz, somos íntimos e confidentes há muito tempo, não temos nada a esconder um do outro.
- Rich, eu ultimamente venho sentindo muitas dores e tenho medo que seja alguma doença grave e que me faça ficar longe do Nicolas.
- Por isso me procurou?
- Foi um dos motivos.
- Que bom que você ainda confia em mim.
- Eu queria te pedir um favor Rich.
- Pode falar.
- Cuida dele até que eu possa descobrir o que eu tenho, e me fazer voltar a ser considerada como viva perante o exercito?
Ele gelou e não sabia como iria contar isso aos seus pais, mas ele também não poderia negar ficar ao lado de seu filho.
- Posso sim, fica tranqüila.
- Obrigada.
- Pegue um papel e caneta na minha mesa e anote o meu endereço.
- Ta.
Ela anotou o endereço e o telefone que ele havia dito, era seu caso ela quisesse entrar em contato de alguma maneira.
- Quando você poderia ficar com ele?
- Quando você quiser, até hoje se for preciso.
- Não vai te incomodar?
- De jeito algum.
- Ta bem, então eu vou procurar algum superior e voltar à vida de alguma maneira e até amanhã de manhã eu passo em um médico, você poderia ficar com ele até lá?
- Claro.
- Obrigada. – ela lhe beijou na bochecha.
- Se quiser posso te arranjar uma hora com o Führer.
- Sério?
- Claro.
- Obrigada mesmo. – dando lhe outro beijo na bochecha.
- Ah só isso Simone? Eu estou me colocando como um pai exemplar e te arranjando uma hora com o Führer e é só com isso que você me agradece?
- Esqueceu do que você me disse?
- O que?
- Você está namorando.
- E daí?
- Eu acho que ela não iria gostar.
- Ela não vai nem gostar de saber que eu sou pai, um beijo descente não vai ser nada.
- Com esse seu jeitinho você consegue tudo que quer mesmo não é?
- Você me conhece muito bem. – sorrindo.
Ela o beijou, e ele retribuiu, como se estivesse se relembrando de tudo que havia passado no leste e de todas as suas lembranças com Simone, mas ele não poderia se esquecer do amor que sentia por Violet.
Continua...
Notas finais
Obrigada para todos aqueles que estão acompanhando e até o próximo Kapitel.
Bjsss e até a próxima.
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