Notas iniciais
Gente obrigada pelas favoritações e pelos Comentários, eu amei cada um, e Bem vindas as novas leitoras a família D.E E mais uma vez obrigada a Amy Grey por me ajudar a despertar minha deusa interior kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Não consigo nem descrever o quanto Dom mudou desde que o pai morrera, ele ficou quieto, calado, obcecado pelos rebeldes, até parece o antigo Dom de volta, não consigo me comunicar e de repente eu me vi morando com um estranho, ele havia mandado subir os muros de proteção em volta da casa e agora tínhamos guardas rondando a casa 24 horas por dias, ele queria que ficássemos dentro de casa o tempo todo. Ele nunca vinha para casa e tinha vezes que passava dias fora de casa, ele estava determinado a acabar com os rebeldes, sei que o pai dele era terrível, mas ainda era o pai dele.

Acho que ele pensava que estava nos protegendo de alguma coisa, mesmo eu não sabendo do que, ele pediu uma professora particular para dar aulas a Vicky em casa, e ninguém saia mais, só ele.

E quando voltava não estava nem ai para ninguém, eu nem podia dormir mas com ele, eu ficava no quarto de Vicky, por que assim que ele chegava se trancava no quarto e não saia até o amanhecer.

Eu já estava cansada disso, de ser ignorada.

Eu estava com Vicky, observando enquanto a professora, dava aulas de ciências, ela odiava, então eu comecei a gostar de vê-la, foi quando ele chegou, com olheiras profundas e cara de cansaço, Dom afrouxou a gravata e passou direto, pedi licença e sai atrás dele, tendo a porta lindamente fechada na minha cara.

Bati na porta pedindo para ele abrir.

E nada.

Olhei para cima encarando o teto.

– por favor Dinger – pedi – se está ai em algum lugar dessa casa sabe que ele precisa de mim

A porta fez um clic e a porta abriu, sorri entrando.

O quarto estava uma bagunça, havia roupas espalhadas por todo lugar, bebidas e bitucas de cigarros, parecia que uma avalanche passara por ali, segui o caminho de roupas jogadas e entrei no banheiro, o vapor estava tomando conta de tudo, sem pensar comecei a tirar minhas roupas também.

Ele estava deitado na banheira de olhos fechados, respirei fundo e entrei na água, ele nem pareceu sentir minha presença, até eu me aproximar, assim que me viu ele virou o rosto, parecia um zumbi, parecia não dormir a dias.

– Dom – me sentei em suas pernas.

Me sentia bem mais leve dentro da água

– olhe para mim – puxei seu rosto para o meu.

– Anna você não entende – ele murmurou – quero ficar sozinho.

– você está sozinho, comigo – dei leves mordidas no seu queixo – sei que não está pronto para falar comigo sobre a sua dor, mas preciso que fique comigo.

– Você não entende – ele virou na minha direção – você não poderia entender, é tanta raiva, tanto desejo, ódio, que eu penso que vou explodir.

Eu rosto estava completamente exposto, ele estava tão sensível, mostrando seu lado mais ferido, ele estava completamente triste.

Agi por instinto, peguei seu rosto e beijei sua boca com avides, apertei seu corpo contra o meu, e num piscar de olho eu o vi retribuindo, ele me queria, sentia minha falta tanto quanto eu sentira a dele, só não queria admitir, e fosse o que fosse que ele sentia não ia deixar que sua dor o afastasse de mim.

Dom suspira melancólico, sei que ele esta sofrendo, e eu queria abdicar essa dor de seu peito.

— Não posso...Anna...

Encosto meu corpo mais sobre o seu o provocando. Sei que não estava nada atraente com essa barriga enorme, mas faria de tudo para tirar-lhe essa dor que rasga seu peito.

— Dom, por favor, me escute... — ergo seu rosto sobre o meu. Seus olhos esbanjam tristeza e dor. — eu sei que nesse instante você esta sofrendo. Sei que tudo o que quer e ficar sozinho, mas eu estou aqui, quero tirar essa dor de você. Quero lhe fazer esquecer de todo sofrimento que você esta passando. Sou sua Dom, inteiramente sua. Sei que não estou nada atraente com essa barriga, mas estou aqui de corpo e alma para você... Sempre.

Dizendo isso avanço sobre sua boca o provocando. Dom fica duro no começo, seu corpo esta tenso. Deslizo minhas mãos sobre seu corpo e o colo mais em mim. Sinto as mãos de Dom se apossar de meu corpo com força enquanto ele começa a devorar minha boca com fome e desejo, como se aquele gesto tirasse toda a dor que ele estava vivendo, naquele instante eu estava sendo a salvação dele, e ele a minha.

Comecei a sentir seu membro ficar ereto bem embaixo de mim, comecei a mover meus quadris naquela região, provocando-o.

– ahh... – Dom se afastou um instante – você está enganada, não sabe o quanto está linda com essa barriga amor.

Sorrindo quando ele volta a tomar minha boca com fúria, senti tanta falta daquele contato, do seu corpo no meu que cada toque dele me provoca um arrepio diferente.

– preciso de você – murmurei contra sua boca – acredite já estou molhada o suficiente.

Acho que ele só estava esperando eu pedir, Dom agarrou minhas cochas com força, me levantando para que pudesse entrar em mim, abracei seu pescoço enquanto começava a cavalga-lo, era uma sensação única, a de tê-lo dentro de mim, eu me sentia inteira, como se naquele instante eu fosse completa, e cada vez que eu subia e descia o sentia mais profundamente em mim, Ele me afastou e recomeçou e me beijar, fazendo um caminho que ia da minha boca até meus mamilos que estavam completamente duros pelo desejo, quando ele abocanhou e começou a morde-los e suga-los eu sabia que não iria aguentar por muito mais tempo, aumentei a velocidade dos meus quadris, estávamos derramando água para todos os lados, então ele veio, arrebatador, o orgasmo atingiu meu corpo de forma violenta e Dom acabou tendo o dele junto comigo.

Eu estava exausta, envolvi o seu pescoço ofegante, tentei normalizar a respiração sorrindo, me afastei para olha-lo.

– oi – sorri – será que algum dia tomar banho com você será apenas um banho?

– nunca se depender de mim – ele me beijou – obrigada.

– só nunca desista de mim – pedi – de nós.

Dom acariciou minha barriga.

– desculpe – ele beijou meu ventre – eu sou acostumado a afastar todos quando não me sinto bem.

– mas eu estou aqui pra você – sorri – por nós, tudo bem?

Ele concordou com a cabeça.

– ainda não, mas assim que eu acabar com aqueles desgraçados vai ficar – Dom se levantou – venha, vou secar você.

Notas finais
To tentando escrever bem rápido, para acabar antes de ir embora, então se tiver algum erro me desculpe... Me digam o que estão achando??