Notas iniciais
Genteem, oi...tudo bem? sei que vocês estão beem curiosos pelo que vai acontecer kkk Boa leitura e esoeri que gostem PS: Bem vindas aos novos leitores, como vão? deixem um recadinho rsrss PPS: agradeço aos fofos que favoritaram.

Fui jogada no chão com força.

A porta abriu num estrondo, e os dois homens que estavam lá fora entraram com cara de poucos amigos, eles deram a volta em Dom e se colocaram ao lado de Diego.

– acho melhor você ir embora – Diego olhava pra Dominic com um sorriso nos lábios – não vai leva-la Romanoff, ela quis ficar no lugar da menina, a verdade ela me pediu isso.

Dom me olhou, e eu nunca senti um medo tão grande como naquela hora, nem na noite em que ele me tratara mal.

– ela não tem esse direito e você sabe disso – ele rosnou – essa propriedade é minha Diego e você decide, se quer resolver aqui ou num tribunal.

– Bem, eu sou um homem de respeito – Diego debochou – pegue-a Romanoff.

Ele veio em minha direção e me pegou pela cintura, visando que minha costas estavam machucadas, estávamos quase chegando a porta quando ouvi a frase:

– peguem-no.

Demorei um decimo de segundo para entender o que ele queria dizer, mas Dom não, ele me soltou e num piscar de olhos estava brigando com aqueles homens, e era lindo, a forma como ele agia, se movia, se desviando dos golpes, eu tenho certeza que ele quebrou o maxilar de um, dando uma rasteira no outro, e quando ele foi se levantar Dom quebrou o nariz dele, fiquei olhando aquele homem magnifico bater naqueles brutamontes, e quando terminou, eles estavam desacordos.

Então ele se levantou, e eu juro que ele estava rosnando, de verdade, enquanto olhava para Diego.

– você não sabe mesmo a hora de parar não é mesmo? – ele falou se aproximando.

– Dom – chamei.

Ele se virou para mim, como se lembrasse que eu estava ali.

– preciso de ajuda – fiz uma careta.

– isso não acaba aqui – ele veio e me pegou non colo – você vai está falido em uma semana Diego, vou tirar tudo de você, tudo, não sabe com quem se meteu, eu não sou o meu pai.

Um esportivo já estava nos esperando com a porta aberta, mostrando que ele entrara de qualquer jeito, ele me pós no banco de modo que minhas costas não encostassem em nada, ele entrou e deu partida, e quando isso aconteceu finalmente respirei aliviada, pelo menos por enquanto, saia que Dom não seria assim tão compreensivo.

– como ela está? – murmurei.

– não sei bem – a voz dele estava dura — mandei marta chamar um médico.

Chegamos em casa e tentei abrir a porta mas Dom a travou assim que toquei a maçaneta.

Meu coração deu um salto.

– você a ama? – ele perguntou olhando para frente.

– mais do que minha própria vida – murmurei.

– isso eu já notei – ele suspirou – Anna isso vai ter um consequência.

– eu sei -minha voz saiu num sussurro.

– você pode ir, por enquanto, tenho que trabalhar.

Ele destravou o carro e eu pude sair.

Corri para dentro, sem me importar com a ardência das minhas costas, a única coisa que eu queria era vê-la.

Vicky estava deitada em um dos quartos de hospedes, Marta estava ao lado dela e soltou um grito quando me viu, fiz sinal de silencio me aproximando da cama, o corpo dela já estava mais quente e isso era bom.

– como ela está Marta?

– o médico veio aqui e agora ela está medicada e bem melhor, ela vai ficar bem...tirando...

– tirando o que? – fiquei assustada.

Ela demorou um tempo para responder, o que me deixava mais nervosa.

– ela está com algumas contusões... – ela respirou fundo – Anna ela está com contusões, anais e vaginais, o médico falou que precisara voltar aqui algumas vezes e....

Meu corpo começou a se mover e antes de me dar conta eu estava vomitando no banheiro, meu corpo todo estava se contorcendo e aquela sensação de enjoou, Match nunca me perdoaria, eu nunca me perdoaria.

Marta me mandou deita e ela mesma cuidou das minhas costas, não era nada de mais, estava muito vermelho, mas isso se dava ao fato de eu ser muito branca, o remeio ardia bastante e acabei adormecendo.

– hey acorde, acorde Anny – vicky me sacodiu – acorde.

Abri os olhos, e ela estava sentada na minha cama com um sorriso imenso.

– oi – sorri.

– ele me comprou – ela gritou – me comprou Anny, o senhor Romanoff me comprou.

– o que? – me sentei na cama.

– O Dom me ligou e disse que havia comprado vicky – Marta estava na porta com o olhar marejado – meu menino é um anjo.

Meu coração batia descompassado.

– está falando sério?

– vou ficar com você – ela cambaleou um pouco e eu a peguei.

– cuidado pequena – eu a sentei – você ainda tem que descansar.

Ela se deitou na minha cama e Marta pegou um prato com sopa e começou a dar na boca dela, dava pra ver minha menina estava adorando a atenção.

– Marta pode cuidar da Vicky por algum tempo? – murmurei me levantando.

Eu não sabia como, só sabia que era o que eu queria, eu precisava disso mais do que precisava de ar, e com certeza iria morrer se não o fizesse agora

Entrei dentro da água sem me importar com a ardência nas costas, e pela primeira vez entrei dentro do closet de Dom, era um mar de roupas masculinas e o cheiro dele estava em todo canto, peguei um short jeans e uma camiseta, não me importei em passar maquiagem pela primeira vez na vida.

Quando entrei no carro com o coração a mil, eu com certeza precisava fazer isso, eu queria fazer isso.

Mantive os olhos fechados durante todo o trajeto que me levava diretamente para ele, era um prédio enorme no chão, pelo que me pareceu era o maior da cidade, era espelhado o tinha o nome dos Romanoff girando em cima do prédio.

Entrei e dava pra sentir meu coração batendo no pescoço.

– em que posso ajudar? – uma secretaria sorriu para mim.

Pelo menos era humana.

– eu sou a Selirion de Dominic Romanoff, precisa falar com ele – falei.

– um minuto. – ela provavelmente começou a falar com alguém.

Notei que ela usava um controlador e minutos depois um Selirion chegou para me acompanhar até o escritório de Dom, era na cobertura e estava tudo muito agitado, muitas pessoas andando, conversando, parecendo atrasadas, nós paramos em frente a uma porta de mogno maciço, e como tudo que era pessoal dele, era escura.

Respirei fundo e entrei sem bater, com algo dentro de mim me dizendo que eu estava realmente ferrada.

Dom estava sentado atrás de uma mesa grande, ele tinha uma tela enorme a sua frente e o homem, que eu sabia que era seu pai estava do outro lado, Dom estava com os braços cruzados enquanto seu pai falava, seus olhos se desviaram por um segundo da tela e se arregalaram quando me viram.

– Anna? – ele deixou escapar.

– Dom? – seu pai o chamou na tela – quem está ai?

– Отец, me desculpe – ele murmurou – ligo para você em instantes.

E apagou a tela.

– É agora ou nunca – murmurei – 5segundos de loucura.

– o que faz aqui? – Dom franziu a testa – achei que estaria cuidando da Menina.

Ele tentou se levantar mas eu o joguei de volta na cadeira, e sinceramente achei que fosse enfartar.

– Eu queria te agradecer – murmurei.

Dom me olhou de forma interrogativa.

– será que não podia esperar eu voltar para casa? Tenho uma reunião nesse instante.

– não vai demorar – respirei fundo e me sentei no seu colo, de modo atravessado. – eu prometo.

– Anna...- a respiração dele estava presa.

– você salvou minha irmã – sorri – não tenho como pagar isso.

Eu nunca havia dado um único beijo minha vida inteira, tive coisa mais preocupantes para lidar, o que me dava uma sensação oca na boca do estomago, eu peguei o rosto dele com ambas as mãos e me aproximei fechando os olhos, quando estava a centímetros da sua boca ele me segurou.

– o que está fazendo? – ele sussurrou de olhos fechados.

– quero te agradecer – acariciei sua bochecha – te agradecer de verdade.

– não vou te forçar a fazer nada, n...

– shiii – murmurei – fique quieto.

Então eu o beijei, na realidade foi apenas um encostar de lábios, ele foi quem fez tudo funcionar, Dom pegou meus lábios com desenvoltura e eu apenas segui o que ele fazia, e tinha que admitir, era bom, a sensação que despertava no meu corpo era maravilhosa, Dom separou meus lábios com cuidado e colocou a língua dentro da minha boca, soltei um gemido baixo com aquela sensação que tomou conta de mim.

Só me separei quando o ar se fez necessário.

Olhei para Dom e me afastei um pouco, foi então que o beijo de verdade começou, ele pegou minha nuca e me puxou contra ele, Dom colou nossos corpos, movimentando meus quadris, causando arrepios pelo meu corpo todo.

– Senhor Romanoff...

Senti meu corpo pular com o susto.

Me afastei por reflexo, mas Dom travou as mãos na minha cintura.

– o que Você quer Santana? – ele falou bravo – se você não percebeu estou ocupado?

– desculpe senhor – ela estava de cabeça baixa – mas seu pai mandou que eu entrasse, ele falou que você não atende.

Difícil perceber quem estava mais vermelha, eu ou ela.

– tudo bem – murmurei – eu estava indo embora.

Me levantei afastando-me.

– eu tenho que ir – murmurei – tenho que cuidar da Vicky.

– Anna... – ele chamou assim que cheguei a porta.

– tudo bem – dei um sorriso –conversamos depois.

Sai de lá com o coração aos pulos, mas tendo a certeza que havia feito exatamente o que eu queria fazer.

Nunca consegui ser submissa mesmo.

Então serei sempre insubordinada, que venha as consequências.

Notas finais
NÃO ELE NÃO ARREBENTOU A CARA DO DIEGO. por enquanto, prometo que ele vai kkkkkk e ai o que acharam do capitulo?