Notas iniciais
OI POVO....estamos cheias de leitoras novas...bem vindass..., sei que estão curiosas, então, sem mais delongas....

O meu coração batia acelerado Daniel estava amarrado bem a minha frente e parecia desacordado.

– Daniel – chamei de novo baixinho.

Estava com medo de que algo houvesse acontecido a ele, mas ele começou a se mexer e respirei aliviada.

Olhei para os lados esperando que de repente alguém chegasse.

– Anna – ele franziu a testa – o que estamos fazendo aqui?

Seus olhos castanhos me olharam confusos.

– eu não sei – murmurei.

Ouvimos um barulho e ficamos em silencio, assim, um de frente para o outro.

A porta se abriu num estrondo, e Diego entrou com outros 7 ou 8 capangas, de alguma forma eu esperava por ele, é claro, ele jurou que se vingaria e não deixaria minha vida fluir assim tão fácil, mas o que Daniel tinha haver com isso?

Ele estava rindo com um dos seus capangas quando parou na frente de Daniel.

– Hey irmão, como vai? – ele saldou.

– não me chame de irmão seu desgraçado – Daniel rosnou.

Mostrando-me o quanto ele e Dom eram parecidos.

– engraçado – ele gargalhou – foi quase à mesma coisa que seu irmão me disse, o que acha? É melhor camarada?

– você não é Russo para nos chamar assim.

– desculpe – ele veio na minha direção com um sorriso nos lábios – mas achei que como estou com a maior parte da família dele ele fosse me considerar da família.

– você é realmente um idiota se acha que ele vai vir atrás de nós – percebi que Daniel queria chamar a atenção para ele – Dominic nunca vai pagar nada que tenha pedido a ele, acha que ele vai perder tempo com o irmão que ele odeia e a escrava que ele já comeu?

Meu rosto corou instantaneamente, como ele sabia?

Diego não gostou de ouvir aquilo, ele pegou meu rosto levantando na altura do dele.

– então ele já marcou você? – ele estava irritado – que merda, achei que iria tirar sua virtude antes dele chegar.

Ele pegou uma coisa do bolso e antes de conseguisse discernir o que ele iria fazer ele pegou meu queixo, forçando a mandíbula e forçou uma coisa doce e enjoativa goela a baixo.

Comecei a tossir na esperança de que aquilo saísse de dentro de mim.

– saia de perto dela – Daniel gritou – saia de perto dela seu miserável.

Diego virou para Daniel.

– então o irmão mais novo do Senhor Romanoff também gosta da menina? – ele começou a rir, o que me fez querer arrancar a língua dele fora – você... Você sabe quem nem contei ao seu irmão que peguei você? Eu apenas peguei você como um bônus, porque seu pai diz que não o quer por perto, mas ele ama você, é por isso que seu irmão te odeia, porque você foi o único que enfrentou o velho.

Comecei a sentir meu corpo estranho, um calor que irradiava por toda minha terminação nervosa, queimando tudo que encontrava no caminho que ia direto a minha virilha, senti meu rosto corar com o desejo que tomou conta de mim, eu simplesmente queria que me tocassem, precisava que....eu não estava raciocinando direito, só sei que eu precisava urgentemente de sexo, era algo que me doía intimamente não ter.

– então o efeito começou — Diego sorriu – soltem o garoto e peguem a câmera.

Diego veio até onde eu estava presa e me jogou no chão.

– sabe menininha, seu namoradinho acha que ele simplesmente pode arruinar minha carreira na politica, que pode pegar todo o meu dinheiro e eu não vou fazer nada – ele pegou meu cabelo e me arrastou para perto de Daniel, mas minhas mãos e meus pés estavam amarrados — Dominic Romanoff presa muito sua dignidade, então vamos ver como ela vai ficar quando ele assistir o irmão que ele odeia comendo a garota que ele gosta.

Meu coração começou a bater descompassadamente, como assim? Por isso a droga? Ele queria que eu ficasse excitada para deixar Daniel me tocar?

– Não vai funcionar Diego – Daniel gritou – seu idiota desgraçado, ele não liga, Dominic não se importa com ninguém além dele mesmo, ele não vai vir por nós.

– quem sabe? – ele soltou minhas mãos – até lá eu vou infernizar cada maldito minuto da vida dele com o que ele vai ver.

Ele foi até Daniel e o soltou.

– quero que você a beije Daniel – ele o empurrou na minha direção – toque nela, eu sei que você a quer, sabe que deseja, então, a única pessoa que te impedia de tê-la e ele não vai chegar agora.

Ele olhou para mim, me esquadrinhando com aqueles olhos de chocolate, eu ainda estava com a camisola que usava a noite passava, um micro vestido de ceda preto que se encaixava perfeitamente com meu cabelo e a pele branca.

– não — Ele desviou os olhos.

– Escute o que vou dizer Romanoff, ou você faz, ou eu vou fazer a única diferença é que quando eu terminar eu arranco a traqueia dela.

– não vai fazer isso – Daniel desafiou – você quer o dinheiro do resgate, precisa dele.

Um calafrio percorreu meu corpo enquanto eles discutiam.

– você mesmo disse que ele não iria pagar não é mesmo? – ele fez Daniel se ajoelhar junto comigo – me deem um bom show, ou eu estouro a cabeça dela na sua frente.

– desculpe Anna – ele acariciou meu rosto — Não posso deixar que machuquem vocês.

O toque dele era tão bom, não sabia como aquilo iria me afetar, mas o toque dele acendia uma corrente elétrica dentro de do meu corpo.

– a beije rapaz, você quer.

Tive um vislumbre de uma câmera a nossa volta antes dele me beijar, fiquei arrepiada com seu toque, eu queria colocar as mãos em volta da sua cabeça e puxa-lo para mim, ele pediu passagem com a língua e eu concedi de bom grado, ele beijava bem, todo em Daniel era bom.

Mas cedo demais ele se afastou.

– não — Daniel tirou meus braços em volta dele – isso é palhaça eu não vou fazer isso, não quero assim.

– não sei o que você quer dizer? – ele se levantou – quer um pouco de privacidade?

– senhor – um homem chegou correndo – senhor, ele...

Ele nem conseguiu terminar.

Pela mesma porta que Diego havia chegado, lá estava ele, lindo, elegante, sério...perigoso, Dominic estava com uma mala cinza que chegava a sua cintura.

E seus olhos estavam vidrados em mim.

– você veio – sorri. – eu sabia.

– Dominic – todos os capangas tinham armas apontadas para Dom – você veio rápido, nem terminamos nosso filme caseiro.

– não estou aqui para brincadeira Veega -ele olhou para Daniel – Você pegou o meu irmão?

– era uma surpresa – Diego sorriu – mas parece que alguém estragou.

– eu estou com um péssimo humor hoje Veega, então vou ser direto – ele pegou uma adaga no bolso interno no paletó – você me devolve minha Selirion e meu irmão, e nós vamos sair daqui, ilesos, depois que eu matar você.

As risadas foram multo-as.

– por que Romanoff? O que acontece se eu não aceitar? – Diego debochou – você veio até aqui, de carro, sozinho e com uma faca, tem razão, estou com medo de você.

Dom deu um sorriso de canto.

– sabe o que eu tenho nessa mala Veega?

– meus 350 milhões, espero. – ele sorriu.

– vou abrir, pra você ver.

Dom deitou a mala com um cuidado excessivo e abriu as trancas levantando a tampa.

Meu coração falhou assim que vi o conteúdo da mala.

Vi o sorriso de Diego morrer.

– Seu desgraçado – ele gritou – Você pegou a minha filha.

Notas finais
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHH enganei vocês, enganei vocês kkkkkkkkkkkk u.u... me digam, o que acharam, não fiquem com medo eu não mordo.... Beijoooos