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23 Capítulo 23 - Papo de melhores amigas e falando sobre... Bei
Notas iniciais
No outro dia seguinte numa manhã de sábado, a Magali foi até a casa da sua melhor amiga Mônica tendo pretexto de ficar conversando com ela e passar a tarde juntas se divertindo. Assim que que chegou na casa, a jovem foi recebida por dona Luísa, após ter tocado a campainha e logo em seguida se dirigiu-se sozinha ao quarto da amiga dentuça, chegando ela entra dentro do cômodo e ver a Mônica sentada na cama já arrumada com roupas casuais pra ser usar durante o dia assistido a televisão que estava ligada passando uma serie de comédia.
—Oi minha amiga, como você esta? —Magali cumprimentou com um lindo sorriso animado formado em seu rosto, feliz por rever sua tão querida amiga.
—Hum... Bem! Eu acho! —Mônica correspondeu estando meio desanimada e distante, parecendo duvidosa e pensativa.
—Hã! Acha?! Como assim? —A gulosinha perguntou sem entender e estando preocupada com a Mônica, depois ela se sentou no puf que se encontrava dentro do quarto próximo a cama.
—Nada não, é serio! —A dentucinha comunicou tentando disfarçar, dando um pequeno riso abafado sem jeito. —O que você tem pra me contar hoje? Você tá com uma cara que esta escondendo alguma coisa. —Ela questionou estando desconfiada notando que havia um certo brilho especial no olhar da sua amiga comilona.
—O que? Eu?! Não! Da onde você tira essas ideias. —Magali negou sentido constrangida e corada, tentando disfarçar, o que aparentemente que não funcionou.
—Magali, você sabe que não adianta vir pra cima de mim que eu te conheço mais que a si mesma. —Mônica advertiu ficando cada vez mais desconfiada, enquanto encarava a sua amiga com uma sobrancelha arqueada.
—Pior que é mesmo! —Magali admitiu estando derrotada se sentido encabulada, com um sorriso sem graça montado em sua face. —Mas não vem me enrolando não, que eu sei que você tem algum pra me contar. Você acha que eu também não te conheço?! —Ela indagou de modo retorico com um olhar desconfiado encarando a dentuça com uma expressão seria e autoritária.
—Hum... Tá bom! Que seja! —Mônica concordou estando inconformada. —Vamos fazer um seguinte, fala você primeiro que eu digo depois. O que eu tenho pra te contar é muito mais complexado. —Ela sugeriu sendo coerente e depois havia ficado sem jeito em ter que revelar seu segredo para a sua amiga.
—Nossa, agora sim fiquei mais curiosa. —A magricela comentou estando meio que intrigada. —Humpf! Só duvido que seja tanto quando eu tenho pra te contar. —Ela assegurou confiante de maneira debochada brincando e cruzando os seus dois braços.
—Hahaha... Se eu fosse você não duvidava. —Mônica avisou de um jeito convencido debochando na brincadeira também. —Mas chega de papo furado, desembucha logo. —Tomada pelo tamanho da ansiedade e curiosidade ela apressou a amiga.
—Calma apressada! —Magali restringiu ficando um pouco impaciente com a garota dos dentes proeminentes. —É... Sabe... Eu... —Ela hesitou estando com bastante receio de falar ou não falar sobre o seu beijo com o Cascão na noite anterior, começando a ficar vermelha de vergonha feito tomate maduro.
—FALA LOGO CRIATURA, QUE EU NÃO TENHO VIDA TODA! —A dentuça ordenou gritando, estando já sem paciência nenhuma de ansiedade.
—Vish! Também não precisa ficar assim, né mulher! Aff! —A magricela contestou se sentido indignada com amiga, a encarando com um olhar de reprovação.
—Foi mal! É que eu odeio ficar curiosa. —Mônica se desculpou estando sem graça e com um sorriso amarelo desenhado em seus lábios.
—Hum tá! É que, ontem... Eu... Eu e o Cascão... Nós nos beijamos! —A morena gulosa revelou sentido muito envergonhada chegando a ficar com as bochechas coradas, mantendo a cabeça abaixada preferindo fitar o chão do que encarar a sua amiga.
—O que?! Serio? Verdade? —Mônica exclamou estando abismada e ao mesmo tempo feliz, com um largo sorriso entusiasmado modelado em sua faceta.
—Uhum! Sim! —Magali confirmou assentindo com a cabeça e falando baixo saído quase como um sussurro de tanta vergonha.
—AAHHH! Eu sabia! Tu tá gostando mesmo dele. Eu sabia, sabia, sabia, sabia! —A dentucinha comemorou super empolgada, se sentido muito contente pela felicidade da sua amiga e batendo com as palmas das mãos uma na outra.
—Se controle criatura do céu! Também não precisa surtar. —Magali repreendeu para tentar acalmar a Mônica, estando perplexa e um pouco irritada, ficando cada vez mais encabulada com a historia do beijo.
—Hahahaha... Bem que algum me dizia que você esta afim dele e não só você mais ele também, deu pra notar o jeito que vocês se olhavam. —Mônica constatou em meio de gargalhadas não conseguindo conter a sua empolgação.
O que fez a Magali por um breve momento corar com o que a dentuça disse.
—Vai me conta como foi o beijo? Você gostou, né? Ele beija bem? Como que ele te beijou? Foi você que beijou ele ou ele que te beijou primeiro? Acho bom não me esconda nada. —Continuando manter o seu entusiasmo, Mônica faz o seu interrogatório exigindo que suas perguntas tivesse respostas.
—Mônica, não sabia do seu lado tão safadinha, hein?! Eu aqui achando que você fosse uma boa garota, mas de anjinho você só tem cara mesmo. —Magali insinuo de maneira sarcástico e com um sorriso debochado direcionado para a Mônica.
—Ah qualé, eu também sou adolescente e como toda adolescente normal também tenho os meus interesses, curiosidades e é claro desejos. —A dentucinha justificou se fazendo de ofendida sentido meio injustiçada.
—Tá dando pra perceber! —A comilona ironizou com um leve sorriso travesso estampado em sua face.
—Agora para de fugir e me responda as minhas perguntas. —Mônica exigiu apressando com a sua impaciência a qual estava sentido naquele estante.
—Aff!! —Magali queixou estando inconformada e por ultimo soltou um suspiro antes de começar a contar. —Okay! Ham... Sim eu gostei... Não, mentira! A verdade é que eu amei! Claro que ele beija bem! Foi ele que me deu o beijo e eu correspondi! E o beijo aconteceu ontem quando o Cascão havia me deixado na rua da minha casa, nós estávamos andado pela rua conversando até que rolou um clima ele disse que gosta de mim e eu disse o mesmo e foi ai que o beijo aconteceu. Pronto contei tudo, tá satisfeita dona Mônica!? —Ela explicou tudo de uma vez assim que conseguiu tomar coragem, sentindo novamente a vergonha domina-la.
—Sim... Quero dizer não! Quero saber o resto. O que aconteceu depois do beijo? —A dentuça interrogou tomada pela curiosidade.
—Nada! Eu só fui pra casa. —Magali respondeu de forma natural sendo simples e direta.
—Nada! Como nada! Ele não te pediu em namoro e você não aceitou?! —Mônica questionou estando pasma e ao mesmo tempo intrigada de curiosidade.
—Hum... Sabe Mônica... Acho que ele ia me pedir em namoro, só que eu... —Magali informou estando sem graça, mas acaba hesitando, ficando de cabeça abaixada e com uma expressão triste contornado em sua feição.
—Eu?! —A dentucinha exclamou sendo retorica incentivando a Magali continuar.
—Eu fiquei tão assustada com aquilo tudo que fugi dele indo direto pra minha casa o deixando sonzinho com aquela cara fofa de tacho dele. E eu me sinto tão mal por te feito isso com o Cascão. —A gulosinha assumiu de um jeito melancólico, com os olhos marejados e mordendo os seus lábios inferiores, se sentindo arrependia e triste pelo que fez com o seu amado amigo.
—Claro que é pra se sentir mal. O garoto disse que te ama, te beija e você o que faz!? Foge dele simples assim. —Mônica acusou dando um sermão estando descrente por tal atitude que foi tomada pela sua amiga.
—Para Mônica, não precisa soltar os cachorros pra cima de mim. Eu tenho os meus motivos pra fazer isso. —Magali protestou estando indignada e bem ofendida.
—Hum... Por acaso esse seu motivo tem haver com o seu tal ex namorado que você terminou o namoro depois que ele vacilou contigo te traindo?! É isso, é? —A morena dentuça deduziu suspeitando que só podia ser isso.
—Uhum! É isso mesmo, Mô! —Magali aprovou assentindo com a cabeça. —Eu gostava do Quim, não tanto quanto estou gostando do Cascão (não da nem pra comparar) e quando descobri a traição do Quim eu fiquei tão arrasada com o meu coração partido que acabei ficando com um certo receio de me envolver numa nova relação seria e sair machucada novamente e também faz apenas três meses que rompemos, não faz tanto tempo. —Ela esclareceu se sentido a tona todo ressentimento da traição do ex namorado e as magoas de um relacionamento fracassado que no fim das contas não foi como desejava.
—Eu sei, eu sei disso tudo Maga, mas o que eu quero te dizer é que o Quim não valia nada bem diferente do Cascão, que qualquer um pode ver no fundo dos olhos dele o quanto te ama. Você devia era dar uma chance pra ele e também pro seu coração. Tenho certeza que o Cascão jamais de machucaria além de te amar, você é a melhor amiga dele desde da infância. Então Maga segue a minha dica, não foge desse sentimento por muito tempo, que ai sim vai ser pior não só pra você mais pro Cascão também. —Mônica aconselhou sendo sensata olhando para a amiga de modo serio.
—Nossa Mô, o que você disse agora foi profundo, não sabia que entendia tanto assim desses sentimentos. —Magali elogiou estando bastante surpresa com a amiga dentuça.
—Hahaha! Quando se fica trancada mofando dentro de casa só lendo livros e assistindo filmes você acabe vendo outro ponto de vista da vida. —Mônica assimilou murmurando com uma voz que demonstrava melancolia e por fim balançou a cabeça negativamente pra tira esses pensamentos a incomodava. —Mas isso não vem ao caso. O que você me diz, vai dar uma chance pro seu coração? —Ela indagou com um leve sorriso, já esperando por uma resposta positiva vindo da mesma.
—Hum... Esta certa! Eu vou pensar com mais calma pra colocar meus pensamentos em ordem, quando o Cascão vier me procurar novamente eu já terei a minha resposta. —Magali declarou estando decidida mais confiante de si mesma e com um belo sorriso alegre moldado em sua semblante.
—Ótimo! Fico mais do que feliz ver você dizer isso, amiga. —Mônica afirmou sorrindo de felicidade pela decisão tomada pela comilona e torcendo que tudo desse certo entre ela e o seu amigo sujinho.
—Agora chega de falar de mim, sei que você tem muito babado pra me contar, né dona Mônica. —Magali provocou apenas de brincadeira tendo um ar de desconfiança, dando uma piscada com apenas um olho.
—Aff! Tava demorando! —A dentucinha reclamou estando inconformada enquanto revirava os olhos.
—Hahaha! Achou que ia escapar de mim, é?! —A gulosa questionou de um jeito cínico misturando com sarcástico.
—Humpf! Quem dera! —Mônica resmungou sendo irônica debochada.
—Então vai contar? Por que estou esperando! —Magali apressou a amiga dos dentes um pouco avantajado.
—Calma, não me apressa. Como eu disse antes, isso é muito complexado. —Mônica implorou tentando fazer (inutilmente) a Magali ser um pouco paciente.
—Por que é complexo?! Argh! Dona Mônica, você tá cada vez me matando de curiosidade, eu não to aguentado mais isso. —Magali proclamou estando impaciente de curiosidade, fazendo uma cara fofa pidona de "vai conta logo".
—Fica tranquila Maga, eu vou contar tudo pra você. Mesmo que seja complicado, eu preciso me abrir pra alguém para tirar essa duvida da minha cabeça. —Mônica mencionou se sentido encabulada naquele momento.
—Hã! Duvidas?! Putz, to vendo que tá cada vez mais interessante isso. Conta logo, então! —A gulosa pediu sentido cada vez mais o seu entusiasmo aumentar para poder ouvir o que a Mônica tem pra contar.
Antes de começar a dentuça saltou um suspiro. —Sabe... É que ontem logo depois que você e o Cascão foram embora, eu havia ficado com muita febre e o Cebola cuidou de mim, como eu não tava me sentido bem acabei caído no sono tendo delírios de febre alta e foi ai que eu... —Mônica hesitou olhando pra baixo e ficando sem jeito bastante corada, depois ela respira fundo de novo e volta a encarar a sua amiga pra continuar a contar o restante. —Eu... Hum... Er... Eu comecei a sonhar que estava beijado o Cebola e o pior é que eu senti que o beijo era de verdade, como se alguém estive me beijando naquele momento enquanto eu dormia. E eu acabei acordando mais tarde naquela mesma noite sentindo os meus lábios quentes como algum tivesse o tocado algumas horas antes. E por isso que eu fiquei com a pulga atrás da orelha até agora... Será que o Cebola me beijou enquanto eu dormia?! —Ela terminou de contar estando muito corada e envergonhada.
Magali a fitava o tempo todo prestado atenção em cada palavra que a Mônica dizia e com uma expressão que não dava para desinflar o que se passava na cabeça dela. A magrelinha permaneceu assim imóvel com a mesma cara indecifrável por uns segundos até que ela recompôs a consciência, pro alivio da Mônica que já estava preocupada com a amiga.
—OMG! OMG! Mais que babado, me amarrota eu to passada. Como assim... Oi o que? Hã! —Magali pronunciou estando muito estupefata e confusa.
—Ah! Me ajuda vai! Não é hora pra você ficar assim "passada" no momento como esse. —Mônica suplicou se sentido um pouco aflita.
—Ham... Foi mal! É que eu não esperava isso. —A Magali se desculpou ficando pouco sem graça. —Quando você disse que era algum complexado não imaginava pra tanto. Hahaha... —Ela anunciou brincando com as suas palavras e com um sorriso divertido modulado em seu rosto.
—Hum! Er... O que você me diz? Você acha que o Cebola me beijou? —Mônica perguntou sem animo em seu tom de voz com receio de ouvir a resposta.
—Se eu acho? Sei lá! Se bem que depender dele tudo é possível. —A gulosinha decretou sem ter muita certeza. —Ah! Tem um jeito de eu saber se o beijo foi real ou não. —Ela alegou estando animada com a sua ideia.
—Como? —A dentuça exclamou sem entender, piscando umas três vezes os olhos.
—Simples! É só me contar os detalhes o que você sentiu na hora do sonho. —Magali sugeriu cruzando os braços a encarando com uma cara de "óbvio".
—Acho que não tenho coragem de te contar. —Mônica confessou tendo as suas bochechas coradas e olhando pro lado com a cabeça abaixada.
—Por que não? —A magricela interrogou estando intrigada sem entender.
—É porque além de ser complicado, eu senti cada coisa estranha que nunca senti antes. —A dentuça contou com um sorriso sem graça desconcertado e ficando ainda mais vermelha que uma fusão feita por um pimentão maduro e com um tomate. (N/A: Gente será que isso existe?! O.o')
—Hum! Tipo o que? —Magali estimulou a sua amiga contar a encarando desconfiada de algum ao mesmo tempo arqueava uma sobrancelha e com os braços cruzados.
—Tipo, o meu corpo parecia arder feito fogo na brasa de tão quente o calor que eu estava sentindo, podia até sentir o meu coração estava acelerado como nunca esteve antes, parecia que estava sentindo borboletas dentro do meu estomago. Pela primeira vez me senti que é ser desejada e também realmente nunca estive tão viva de verdade, completamente feliz e realizada. Fora a estranha vontade de poder desejar corpo inteiro do Cebola e fazer o calor do meu corpo se misturar com o calar do corpo dele. Ai começo a suar de frio e calor junto só de lembra cada detalhe do sonho ou seria o beijo. Ai que mico to falando isso. —A morena dos dentes salientes descreveu sentido uma imensa vergonha que nem conseguia olhar de volta para sua amiga, tentado conter o tamanho que era o seu constrangimento naquele momento de algum jeito.
—Mônica do céu... —Magali murmurou estando muito espantada e com a boca aberta sem tira os olhos em cima da melhor amiga.
—O que foi? —Mônica perguntou já ficando bem preocupada.
—Pelo que você me contou algum me diz que esse sonho não foi apenas um sonho, mas sim foi real. O Cebola realmente te beijou e tem mais... —A garota do forte apetite considerou estando realmente apreensiva pela sua amiga.
—Mais?! Ainda tem mais! —Mônica exclamou assustada, arregalando os olhos.
—Sim! Acho que você tá apaixonada pelo Cebola. —Magali concluiu sua suspeita enquanto encarava a garota a qual conversa com uma expressão em sua semblante que demostrava que ela estava mesmo preocupada.
—O QUEEEEEE! Nem pensar, sem chance nenhuma. Nunca que me apaixonaria por aquele delinquente revoltado. Vai ver que eu senti essas coisas p-porque... P-porque eu senti atração por ele naquele momento. Era o meu primeiro beijo mesmo e deixei por me levar e sem mencionar que eu estava delirado de febre. —A dentucinha argumentou se sentido apavorada e incrédula, tentado fazer de tudo pra convencer a si mesma que não estava apaixonada, e justamente logo pelo Cebola.
—Tá, pode até ser verdade. Mas se eu fosse você tomava mais cuidado pra não se apaixonar pelo Cebola. Ele não é flor que se preste, aquele canalha já pegou tudo que é garota na escola, se duvidar até do bairro também. To falando isso é pro seu próprio bem amiga, fica esperta com o Cebola, ele é um perfeito cafajeste. —Magali alertou se sentido apreensiva com a felicidade da sua preciosa melhor amiga.
—E-eu sei disso. Eu vou tomar cuidado com o Cebola, não vou ser apenas mais uma que ele já se divertiu. —Mônica garantiu com convicção sorrindo confiante sublinhado em sua feição para conseguir tranquilizar a sua amiga, mas dentro dela existia varias incertezas que foram transformadas em perguntas que não a deixavam em paz. —"Será mesmo que não estou apaixonada pelo Cebola? Por que será que ele é o único que me faz senti secessões que nunca senti antes por ninguém?" —Pensou estando aflita, sentido ressentimento pela possibilidade de poder estar amando um garoto que não era ideal para ela, só a faria sofrer.
—Ótimo! Você não sabe o peso que esta tirando das minhas costas sabendo disso. —Magali disse sentido um grande alivio, por fim sorriu sendo amistoso destinado para Mônica, o que fez a garota devolver o mesmo sorriso pra ela. —Agora vamos mudar de assunto, chega desse papo de beijo que já deu! —A gulosinha propôs de forma brincalhona.
—Hahahahaha... Pois é! Parece até que ontem foi "a noite do beijo". — Mônica debochou de brincadeira e ao mesmo tempo ficava rindo de modo divertido descontraído.
—Hahahaha... "A noite do beijo", só você né, Mô. —Magali zombou levando para o lado da brincadeira enquanto ria acompanhando a palhaçada da garota.
—Hihihihihi... —A dentucinha riu estando alegre por estar se divertindo numa conversa amigável e humorada com a sua querida melhor amiga.
As duas a amigas passaram o restante do dia juntas se divertindo e conversando de diversas coisas, quando anoiteceu Magali se despediu da Mônica e também da dona Luísa e foi pra sua casa antes que pudesse ficar muito tarde e os seus pais poderiam acabar ficando preocupados com ela.
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