Destinos

24 Capítulo 24 - Descobrindo a verdade


Notas iniciais
Oi minha gente linda. Eu sei que vcs devem esta querendo arranca o meu coro vivo, mas dessa vez eu não tive toda culpa, primeiro o site fechou pra manutenção e segundo vcs não fazem ideia de quanto que andei ocupada durante esses dias (não vejo a hora de tirar umas ferias isso sim). Como pedido de desculpa e amostra que não abandonei a fic estou postado mais um novo capitulo quentinho pra vcs. Espero que gostem. Sem delongas tenham uma boa leitura!!!!!!!!!! ^^

Era uma manhã de domingo não muito quente com ar fresco e céu aberto, sem duvidas aquele era um dia perfeito para um bom passeio pele cidade. Pensando dessa forma Cebola havia saído de casa bem cedo e foi caminhando em direção a casa da Mônica a pé mesmo, pra fazer ela cumprir sua promessa de leva-la no famoso "Campinho", que era muito conhecido e frequentado por moradores do bairro do Limoeiro.

Assim que chega ele toca campainha e a dona da casa atende a porta ficando surpresa com a vinda do jovem, já que o Cebola não tinha obrigação de cuidar da Mônica em dia que dona Luísa não trabalhava. Como quase todos os sábados ela tinha quer ir pro hospital trabalhar e só tendo folga nos domingos.

Dona Luísa deu permissão pro rapaz entrar dando passagem em frente a porta e então ele entra sem problemas. Cebola sobe as escada a caminho ao quarto da Mônica, sendo acompanhado pela mãe da garota. Chegando eles entram dentro do quarto encontrando a dentucinha sentada em sua cadeira de rodas jogando no PSP de cor rosa (PlayStation Portable, esses videogame portátil :P), quando a Mônica percebeu que sua mãe e o Cebola estavam em seu quarto fazendo assim deixar o jogo de lado para dar atenção aos dois.

—Filha, Cebola e eu estamos entrando. —Dona Luísa anunciou ao entrar dentro do quarto, Cebola entrou logo em seguido atrás dela.

—Ah, esta bem! —A jovem concedeu sua permissão enquanto guardava o videogame portátil deixando em cima da cômoda.

—Oi Mônica! —Cebola cumprimentou sorrindo de jeito amigável pra ela.

—Oi! —Mônica cumprimentou de forma seca retribuindo com um sorriso fraco, pois sabia que o Cebola estava ali para "força-la" a sair de casa.

—É meio estranho te encontrar aqui Cebola, você sabe que os domingos eu não trabalho e você não tem que cuidar da Mônica por mim nesses dias da semana?! E justamente você que reclamava tanto de vim aqui. —Luísa alegou encarando o Cebola com uma expressão confusa montado em seu rosto.

—Ah! É que eu marquei com a Mônica de passear com ela pelo Campinho. Claro, se a senhora permitir. —O moreno informou com um pequeno sorriso olhando diretamente para a dona Luísa.

—Ham... Então é isso! —A mais velha afirmou entendendo as razões do cuidador da sua filha. —Bom, eu nunca deixei a Mônica sair de casa sozinha e também não gosto de deixa-la sair com outras pessoas, mas sabe meu jovem até que eu tenho uma grande confiança em você em tão pouco tempo que a gente se conhece (o que é estranho). Vendo por esse lado não vejo mal nenhum de permitir, mas claro vai ter suas condições. A primeira é se a Mônica vai querer ir, porque até onde sei ela nunca quer sair de casa. —Ela considerou encarando os dois jovens com uma expressão seria que havia criado em sua feição.

—Hum... Sei, entendo perfeitamente. —Cebola concordou sendo compreensivo. —Então Mônica, o que me diz? —Ele interrogou virando-se para a direção da amiga.

Antes de responder a Mônica soltou um suspiro. —Aff! Acho que não tenho outra escolha. —Ela aceitou estando inconformada com uma cara de tédio formada em sua semblante.

—Hahaha... —O troca-letras riu vendo atitude da garota, gostando de vê-la fazendo o que ele quer.

(N/A: Ui! Esse Cebola meio sádico kkk)

—Que maravilha! —A mulher comemorou se sentido animada por ver que sua filha estava começando a querer viver a vida de verdade, com um pequeno sorriso alegre que se formou em seu rosto. —A segunda condição é... Isso não é um encontro ou é? Porque como eu sou mãe viúva e tenho que zelar pela minha filha no lugar do pai dela. Então preciso saber todo os detalhes como vai ser o encontro. —Ela proclamou arqueando uma sobrancelha, enquanto encarava os dois jovem desconfiada de algum.

—O QUEEE?! —Os dois adolescentes exclamaram em uníssono espantados com o que a dona Luísa havia dito e corados de constrangimento.

—Não mãe, isso não é um encontro. (Humpf! Até parece) —Mônica negou ainda corada.

—É, não tem como ser. (Deus me livre se for) —Cebola discordou apoiando a garota, com um sorriso sem jeito modulado em sua faceta.

—Não? —Dona Luísa exclamou confusa.

—Não mesmo! —A dentucinha confirmou estando abismada.

—Deixa que eu explico melhor pra a senhora. Eu só quero fazer a Mônica perde esse mal habito de não querer sair de casa e nós só vamos andar pelo Campinho e encontrar os nossos amigos por lá. Não tem nada de encontro. —O Cebola esclareceu sendo bem fraco e direto com as suas palavras.

—Ham... Tudo bem, melhor assim. —A mãe decretou se sentido aliviada de certo modo com um sorriso sem graça desenhado em sua face.

A linda dentuça suspirou impaciente. —Bah! Não sei da onde minha mãe tira tantas ideias. —Ela debochou incrédula com os seus braços cruzados e revirando os olhos.

—A terceira condição é que a Mônica tem que voltar pra casa cedo, não quero que ela fique até tarde na rua correndo risco de pegar friagem e acabar ficando resfriada depois. Se cumprir essas três condições não vejo problema algum. —Luísa propôs suas condições encarando os dois jovens bem seria e autoritária.

—Pode ficar numa boa dona Luísa que não vou demorar pra trazer a Mônica de volta. —O rapaz prometeu sendo bastante sincero.

—Sendo assim tudo bem, vocês podem dar o passeio de vocês a vontade. —A adulta permitiu sorrindo gentilmente para os dois adolescentes.

—Valeu dona Luísa, sei que não vai se arrepender. —Cebola agradeceu devolvendo o mesmo sorriso para a mais velha.

—Quem vai se arrepender sou eu. —Mônica comentou sendo irônica estando muito desanimada.

—Hahaha... Deixa de ser dramática, coelha. —O garoto provocou reprimindo a amiga estando descrente com esse comportamento exagerado da mesma, em sua feição estava contornado um sorriso torto cínico travesso.

—Gr! Quando você vai parar com esse coelha, hein?! —Mônica contestou começando a se irritar com o amigo.

—Bom, agora to saindo. Não quero atrapalhar a conversa de vocês, crianças. Qualquer coisa é só me chamar que estarei lá em baixo. —A dona da casa avisou com um pequeno sorriso simpático moldado em sua face, em seguida foi caminhando em direção a porta do quarto.

—Beleza, pode deixar! —Cebola assegurou sendo amistoso com leve sorriso de canto sublinhado em sua faceta.

Dessa forma Luísa saiu do quarto da filha deixando os dois jovens mais a vontade pra conversar e voltando a fazer seus serviços domésticos na cozinha. Assim que a mulher havia saído, a Mônica e o Cebola ficaram envergonhados quando perceberam que estavam sozinhos dentro do quarto e lembraram do beijo que havia acontecido a dois dias atrás. Eles permaneceram em silencio até o Cebola consegue ter coragem e quebra aquele silencio chato.

—Er... Então! Você vai assim? —Ele perguntou apreensivo estado meio sem jeito coçando a atrás da nuca.

—Assim como? —A linda dentuça indagou estando confusa sem entender.

—Ar... Assim... Com essas roupas?! —Cebola explicou apontando o dedo indicador para Mônica, tentando disfarçar o seu nervosismo que sentia de estar perto da Mônica após lembrar aquele beijo com receio que ela desconfiasse.

—Por acaso tá achando que essa roupa não tá boa?! —A morena protestou arqueando a sobrancelha encarando ele.

—Er... Não! O que quelo dizer é que sei lá talvez você queila tloca de loupa. Haha... Sabe como são as mulheles tloca de loupa toda vez que vai sair. O que to falando, você é mulher clalo que você sabe. —O jovem argumentou, mas por causa do seu nervosismo era tanto que fez ele suar de ansiosidade e a sua dislalia que sofria na infância havia voltando com força total.

—Hum... Cebola! Por acaso você esta nervoso com alguma coisa? —Mônica constatou mais do que desconfiada o encarando serio.

—E-e p-por que selia motivo?! —Cebola justificou tentando parecer mais normal possível, só que não que deu certo novamente por causa da dislalia.

—Eu não sei, talvez é que você esta falando coisa sobre coisa e trocado as letras. —Mônica supôs cruzando os braços o encarando mais desconfiada.

—Er... Talvez eu esteja. —O troca-letras admitiu derrotado com um sorriso desconcertado.

—Talvez deve ser alguma coisa que você fez que não deveria fazer. —A garota dos dentes salientes opinou com ar suspeita, já pensado em: "aposto que ele me beijou naquela noite".

—O-o que?! —Cebola exclamou estando espantado. —Mônica, onda você quer chegar?! —Ele cogitou ficando cada vez mais desconfiado pela possibilidade da amiga saber de toda a verdade.

—Em lugar nenhum. —Mônica declarou se fazendo de desentendida tentando se conter sua impaciência com aquele garoto por suspeitar que ele ter a beijado. —Olha, vamos fazer um seguinte. Vamos esquecer essa historia, okay?! —Mônica sugeriu achando que talvez ele não tivesse nada haver com isso e acabasse criado um clima constrangedor entre eles dois.

—Beleza! Mas pera ai! Esquecer que historia? —O ex cinco-fios questionou estranhando, enquanto ficava encarando a Mônica com uma expressão serio e suspeito.

—Ah não se faça de sonso. Você sabe muito bem to falando do bei... Ar... —A garota esbravejou irritada e indignada só que sem querer "quase" deixou escampar a sua revelação, com isso ela acabou ficando constrangida e arrependida ao ponto que chegou a tampar a boca com a mão direita e os olhos arregalaram.

—Hã! B-bei... Beijo! —O moreno deduziu perplexo e os seus olhos se arregalaram pelo susto da surpresa já sabendo o que a jovem queria dizer.

—Ai que droga! Eu e minha boca grande. —A dentuça reclamou repreendendo si própria.

—Mônica, vamos ser honesto um com o outro pela primeira vez na vida. Me diz a verdade o que você se lembra da noite de sexta feira quando você estava delirando de febre? —Cebola pediu de modo bem sensato e calmo fitando a garota.

—N-não muita coisa. O que eu me lembro era na verdade... Era um sonho! —Ela confessou hesitando começando a sentir a vergonha domina-la com suas bochechas coradas.

—Um sonho?! —O troca-letras indagou retorico incentivando a continuar.

—Sim! Um sonho! E nesse sonho eu... Não posso contar tudo sobre o sonho, o que posso dizer tinha haver com um beijo. —Mônica contou estando encabulada, ao terminar ela fica tão envergonhada que abaixou a cabeça olhando para baixo preferindo não encarar aquele belo rapaz.

—Beijo?! —Cebola estimulou a continuar ficando cada vez mais nervoso pensando: "ai cassete ela já sabe de tudo".

—Sim, sonhei que alguém estava me beijado. Não me pergunta quem era porque não lembro do rosto da pessoa do sonho. —A garota dos dentes proeminente omitiu, pois não tinha nenhuma coragem de dizer que era o Cebola que havia invadido o seu sonho e torna-lo tão perfeito e mágico.

—Então você sonhou com alguém desconhecido te beijou?! É isso?! —Cebola assimilou tentando ter certeza que era apenas isso e já com a esperança que a Mônica não sabia de nada mesmo que foi apenas um sonho pra ela. —Hem... Só uma coisa. Por que estamos tendo esse papo mesmo? —Ele interrogou achando toda essa conversa estranha e o porque da Mônica querer tanto saber sobre esse sonho.

—Por que?! Bom porque algum bem estranho aconteceu comigo naquela noite e tem haver com esse sonho. Não te contei o resto, além de ter sonhado com isso no sonho o beijo parecia ser muito real e quando acordei senti uma sensação que fui realmente beijada. Cebola o que você sabe sobre isso? —Mônica acusou enquanto arqueava a sobrancelha e fazendo uma cara de desconfiada encarando o Cebola serio.

—Caralho! Eu to fundido! —Ele resmungou murmurando, depois engolindo a seco afrouxando a gola da sua camiseta.

—To esperando! —Ela o apressou sem muita paciência com os braços cruzados, encarando o seu amigo muito serio.

Cebola saltou um breve suspiro derrotado vendo que não tinha outro jeito há não ser contar toda a verdade de uma vez por todas. —Belê! Mônica sinto muito com o que vou ter dizer. Er é que você estava delirando de febre muito alta e eu estava cuidando de você, só que ai você começou murmura o meu nome por isso eu não resisti e foi ai que eu... Te dei um selinho na sua boca. —Ele revelou estando corado de tanta vergonha e depois virou o pescoço olhando pro lado para não ter como encarar a Mônica, que essa hora devia estar muito abalada.

—Hã! Selinho?! Tem certeza que você só me deu um selinho? E eu murmurei o seu nome, serio?! —A dentucinha questionou estando estupefata ao ponto de ficar com a boca aberta.

Por mais que a Mônica já esperasse que fosse mesmo isso, não imaginava o por que do Cebola lhe daria um selinho e também estranhava se era mesmo só "um selinho".

—Pera ai que você não deixou eu terminar de contar tudo. —Cebola comunicou, em seguida volta a encara-la pra continuar a contar o restante. —Tá continuado. Depois que eu te dei um selinho você me beijou, só que era um beijo mais intenso e como eu não sou de ferro retribui ao invés de afastar. Sinto muito por isso. Eu sei que não devia, mas você também teve parte por isso. —Ele se desculpou estado muito arrependido a fitando a jovem menina com um olhar de lamentação.

—Eu sei! Sei disso tudo, sei que parte eu sou culpada e você não devia ter começado tudo com o selinho. Eu devia ter odiar por isso. Aquele era o meu primeiro beijo e nem pude ter uma recordação clara. Pelo menos agora sei de toda a verdade e não vou achar que era paranoica da minha cabeça. Mesmo assim era o meu primeiro beijo e eu nunca mais vou poder ter ele de volta, foi um beijo sem sentimento, sem amor e sem carinho, não significou nada pra você. Imagino que pra você isso não tem importância, mas eu sempre sonhei com o meu primeiro beijo, que ele fosse cheio de amor e sentimento não só pra mim, mas também pra pessoa que pudesse compartilha o beijo. —Com lágrimas escorrendo em seu lindo rosto entristecido Mônica desabafou toda magoa e frustração que sentia o seu coração naquele momento.

—Não Mônica! Você esta enganada! Quem disse que eu não me importo, que não significou nada pra mim. Porque quando eu te beijei senti algum que nunca senti antes, não sei como explicar, só sei que era um sentimento muito bom er... —Cebola assumiu caminhando em direção da Mônica aproximando da mesma, depois abaixa um pouco ficando de frente pra ela quase da mesma altura bem próximos.

—C-Cebo... la! —A dentuça murmurou pasma e ao mesmo tempo feliz por saber que ele pensava assim.

—Se você quiser podemos refazer tudo de novo. Vamos esquecer esse beijo e refazer ele, assim você vai poder se lembrar perfeitamente como foi que aconteceu. Cada detalhe, toque, gosto e... —Cebola disse com ternura de jeito atencioso em seu tom de voz, se aproximando o seu rosto com o rosto da dentucinha indo ao encontro dos os lábios dela e colocando a sua mão direita na bochecha avermelhada da Mônica acariciando de forma carinhoso a fitando com um olhar doce enquanto limpava as lágrimas dela que ainda saiam dos seus olhos marejados.

Os corações deles dois estava pulsando cada vez mais forte acelerando a cada aproximação, eles já podia sentir a respiração ofegante um e do outro. Quando faltava pouco centímetro pra boca deles se cruzar o celular da Mônica de repente começa a emitir um som de musica fazendo o Cebola e a Mônica tomarem um susto, em seguida eles se afastaram um do outro imediatamente se sentido muito constrangidos, Cebola erga o corpo voltando a ficar em pé e já a Mônica pega o celular pra ver o que o aparelho queria, então ela viu que era uma ligação da sua amiga Magali e por fim atendendo logo após.

—Alô...! Oi Maga...! Sim, eu estou bem! E você...? Você já esta no Campinho me esperando com o Cascão...?! Sim, claro que eu vou ir ai. É junto com o Cebola... Tenho que desliga. Já estamos indo...! Beijos! Tchau! —Quando terminou a ligação Mônica coloca de volta o seu celular em cima da cômoda.

—Era a Magali? —O ex cinco-fios perguntou tentado mudar aquele estranho clima que ser formou entre eles.

—Sim, era! —Mônica respondeu tentando parecer que nada havia acontecido. —"Aff maldita hora que ela teve que ligar." —Ela pensou se lamentando estando chateada.

—Aff que merda que ela teve que liga justo agora... Digo, que bom que ela ligou pra avisar que já esta lá esperando pela gente. Então, vamos nessa?! —Cebola chamou tentando concertar sua fala sentido sem graça e ao mesmo tempo querendo mudar o rumo da conversa para corta o clima que havia se formado.

—Uhum! Vamos! —Mônica aprovou assentido com a cabeça e depois deu um sorriso animado direcionado para o seu amigo, preferindo esquecer esse assunto que só serviu para criar um clima diferente entre os dois e também não queria continuar pensado mais sobre o inesperado beijo.

[...]

Os dois jovens já estavam na sala da casa preparados para saírem, Mônica estava bem nervosa só faltava o coração sair pela boca e já o Cebola estava tranquilo e achando divertido ver o nervosismo demonstrado na face da dentuça, pra ele ela ficava tão bonitinha assim. Luísa estava junto pra se despedir e ver eles partirem, torcendo pra que tudo desse certo.

—Tchau filha, tenha um bom passeio! —A mãe se despediu abraçando a sua querida filha, a mesma havia retribuído aquele tão gostoso abraço materno.

—Valeu mãe! Espero que seja bom mesmo! —A dentucinha mencionou de modo duvidoso sem muito animo estando apreensiva.

—Humpf! Você ainda continua duvidando de mim é, dentuça?! —Cebola zombou apenas lavando para brincadeira com um sorriso divertido modelado em sua semblante.

—Har! Tenho meus motivos, delinquente. —Mônica insinuou sendo provocativa apenas de brincadeira revidando enquanto sorria de jeito cínico travesso.

—Cebola, por favor tome cuidado com a Mônica, você sabe que estou confiando mais uma vez o meu maior tesouro. —Luísa advertiu o adolescente muito preocupada com a sua filha.

—Pode ficar tranquila dona Luísa, cuidarei da dentuça da sua filha como fosse a minha vida. —Cebola garantiu confortando para tentar passar segurança pra a mãe de sua amiga.

Depois ele coloca cada uma das suas mãos em cada lado do guia de mão da cadeira de rodas, fitando a Mônica com um sorriso bobo debochado, o que vez a própria revirar os olhos sem menor paciência com o garoto.

—Espero que esteja falando a serio. —A mulher desejou sentido um pouco mais confiante no Cebola.

—Agora chega de enrolação, vamos vazar que não tenho o dia todo. —O jovem pronunciou apressando de modo um pouco impaciente.

—Tá, tá bom! —A menina dos dentes avantajado queixou de forma debochada sem paciência, ainda estava inconformada em ter que ir sair de casa.

—Tchau crianças, se cuidassem e se divirtam! —Dona Luísa se despediu dos dois adolescentes acenando com a mão pra eles.

—Tá, pode deixar mãe! Tchau! —Mônica se despediu já de frente pra porta da sala que leva pra saída do lado de fora da casa.

—Tchau dona Luísa! —Cebola também se despediu e por ultimo atravessou a passagem da porta guiando a cadeira de rodas da Mônica que estava em sua frente.

Após os dois se despedirem da dona Luísa saíram da casa e foram caminhando pelas ruas em direção ao Campinho em busca de um dia cheio de surpresas que os aguardavam.

Notas finais
Por favor galera deixe os seus lindos comentários isso vai da muita força de vontade pra essa abestada autora continuar escrevendo a fic pra vcs. Se gostaram do capitulo cometem! Se não gostaram pode comentar tbm! O importante é sempre comentar e não ser um leitor fantasminha. Pessoal não fiquem com raiva da coitada da Maga por atrapalha o beijo do Ce e Mo, eles ainda vão ter muitas outras oportunidade de se beijarem de novo. Então: paciência né minha gente. E ia o que será que vai rola nesse passeio da Monica com o Cebola? Curiosos?! Então não perca o próximo capitulo. Beijos amores!!!! Até mais!!!!!!!!!!!! :3