Destinos

1 Capítulo 1 - Prólogo


Notas iniciais
Como esse é o primeiro capitulo quis fazer assim dessa maneira prólogo pras pessoas entenderem de cara como são os protagonista e as suas vidas, no próximo capitulo que as coisas começam para valer. Estou super nervosa torcendo para que vocês leitores gostarem e POR FAVOR comentem dando as suas opiniões. Se ninguém se interessar pela fic e não comentar já saberei que ela tá horrível e irei excluir ela desistindo de continuar. Chega de aviso. Boa Leitura!

POV: Mônica.

Meu nome é Mônica, sobrenome Sousa. Sou uma jovem de 16 anos, vocês devem está nesse exato momento achando que eu sou uma garota normal como qualquer outra que sai com as amigas, namora e vai pra escola, mas saibam que estão muito enganados. Pois estou longe de ser assim, por mais que eu queira nunca vou ser igual a qualquer adolescente da minha idade. Vocês querem saber o por quer? Então eu vou falar. (Suspiro) Eu tenho deficiência e ela é paraplegia, dizendo em outras palavras sou cadeirante. Isso mesmo que ouviram, cadeirante. Não posso mover minhas pernas e por isso vivo numa cadeira de rodas ou na minha cama (Sem menciona que minha saúde é muito fraca) e por esse motivo quase nunca saio de casa, não frequento a escola e estudo em casa com professores particulares especializado em jovem no meu caso que minha mãe contratou pra me dar aula. Não suporto os olhares de piedade que as pessoas me encaram quando estou na rua. Eles ficam me olhando com aquelas caras de "Oh coitadinha daquela menina tão jovem e só pode andar numa cadeira de roda" isso me dar muito ódio e por isso quase nunca saio de casa e odeio a ideia de está numa escola e por esse mesmos motivos que eu não tenho muitos amigos, na verdade eu só tenho uma e o nome dela é Magali, ela é minha amiga desde que me conheço como gente e ela nunca quis se afastar de mim mesmo depois que eu fiquei assim.

Engraçado isso tudo é que eu não nasci assim, eu era uma criança normal, andava, corria, brincava, tinha amigos e frequentava a escola, até o dia que fiquei assim.

Agora querem saber o por que da minha vida acabado assim?! Okay, então vou contar!

Tudo aconteceu quando eu tinha apenas oito anos eu estava no carro do meu pai junto dele voltado de um passeio de domingo, era noite e estávamos na estrada até que veio um caminhão desgovernado dirigido por um cara bêbado vindo do outro lado pela contra mão que atropelou o nosso carro fazendo o meu pai que estava no banco da frente não resisti e acabou morrendo e já eu que estava no banco de trás levei uma lesão muito seria que acabou fraturado uma parte importante da minha coluna vertebral fazendo minhas penas nunca mais se mover. Aquele foi o dia mais duro da minha vida, eu apenas uma garotinha havia perdido o meu pai e na mesma noite perdendo a capacidade de poder andar novamente e tudo por um homem que dirigia bêbado.

Mas isso é passado e não importa mais, hoje em dia vivo só com a minha mãe Luísa mais conhecida como dona Luísa, ela cuida de mim sozinha desde o dia que o papai se foi com todo o carinho e atenção do mundo, pra ser mais franca a coitada ser esforça muito com o seu trabalho de enfermeira e de cuida de uma filha deficiente e eu sei reconhecer todo aquele sacrifício e quero um dia poder recompensa-la de alguma forma.

Sabe?! Mesmo que minha vida seja assim até que eu não sou esse tipo de pessoa desesperada que acha só porque aconteceu alguma tragédia que a vida perdeu tudo o sentido e não quer mais viver. Apesar de tudo eu sou forte, determinada, otimista, (também um tanto equivocada), sempre mantenho a esperança e acredito que tem sempre algum bom pra acontecer, então podemos dizer que sou feliz mesmo assim e não me arrependo de nada do que eu tenho presenciado até agora.

Só que eu tenho muitos sonhos, sonhos que talvez nunca vou poder realizar devido minha deficiência, como já disse antes não saio muito de casa e fico sempre no meu quarto, — isso quando não estou num quarto de hospital, — então o meus únicos entretenimentos é ler livros e assisti TV, eu fico olhando tantas coisas legais que as pessoas fazem, tipo dançar, cantar, atuar, praticar esportes, tudo isso e até mais. Só que isso me deixa um pouco triste pois são coisas que eu acho que nunca vou poder fazer. (Suspiro)

De todos esses sonhos só um sem duvida eu não vou mesmo consegui realizar. Sabe qual é?! Me casar! Afinal quem ia querer casar com uma mulher como eu que parece mais uma boneca de porcelana parada preste a quebrar com o primeiro toque.

E eu sempre sonhei encontrar alguém especial que me aceite como sou e me ame, claro que eu também saiba como retribuir todo amor e carinho que ele me faz. Como dizem "a vida é cheia de surpresa". Quem sabe eu ainda posso encontrar alguém assim?! Humpf! Duvido muito!

[...]

POV: Cebola.

Bom como posso começar?! Já sei pelo mais fácil, que é o meu nome. Então tá beleza! Eu sou Cebola, nome verdadeiro Cebolácio Júnior (Argh como odeio esse nome tosco, não é a toa que obtive a usar um apelido), sobrenome Menezes da Silva e a minha idade: tenho 16 anos. Odeio falar de mim principalmente a merda que é minha vida, então vou ter que me esforçar para poder contar alguma merda que preste nessa porra. Sei que vocês estão pensado. "cara como esse carinha xinga", mas tenho meus motivos, primeiramente sou um tipo de cara rebelde revoltado com a vida que quer que tudo e todos vão pra puta que pariu (Ai eu xingado de novo. Vou avisando que vão se acostumando). Vocês devem está curiosos para saber por que eu sou assim né?! Já vi que vou ter que contar tudo (Afinal pra isso que estou aqui).

Antes de contar a minha historia acho que devo revelar o meu segredo que não é bem um segredo, desconfio que até meus pais já sabem. Tá beleza, vou falar; eu uso drogas! Isso mesmo que ouviram! Eu uso drogas, e não é de vez enquanto pra curtir adoidado com a galera, eu sou viciado mesmo, uso vários tipo como cocaína, maconha, ecstasy, fumo cigarro normal e também bebo bebida alcoólica mais que carro.

Já tive que vender coisas de casa pra pagar pelo bagulho com os traficantes e por isso minha vida sempre é corre risco, me drogar e é claro frequentar a aquele caralho de que chamam de escola que afinal não tem nada de interessante a não ser as gostosas que eu pego.

Sei que estão pensado como um cara que usa drogas consegue pegar as minas? Simples! É que digamos que eu tenho uma bela aparecia, sou muito lindo e tenho essa imagem de badboy que já me meti varias brigas dentro e fora da escola e as minas caiam como uma louca nos meus pés. Mas não tô aqui pra falar da minha vida pessoal amorosa (que até que não é ruim por sinal), mas sim do restante que preste (Se é que presta alguma merda que já tenha acontecido nessa porra de vida.).

Claro que nem sempre fui assim, até que eu era um garoto normal, mas um desprezível dia minha vida mudou de ponta a cabeça me fazendo ser quem eu sou agora um rebelde, delinquente, revoltado que entrou nessa vida de drogas. O primeiro passo que tudo ter começado foi com o divorcio dos meus pais quando eu tinha 13 anos, cara isso me deixou puto de revoltado, não queria que eles divorciassem, sempre acreditei que eles ficariam juntos, mesmo com aquelas brigas feias sem motivos que me deixava eu e minha irmã mas nova assustados. Sé fosse só ai tudo bem, só que logo em seguida um ano depois eu estava no time de futebol da minha escola no ginásio e era a afinal o campeonato regional de escolas e tipo como fiquei encarregado de marca o gol no último minutos pro fim do jogo tudo dependia de mim se chutasse a bola pra dentro do gol ou não, infelizmente eu havia ficado muito nervoso e a merda da bola batel na trave fazendo o meu time perde e o time adversário ganha, naquele dia eu estava mesmo na força queria era morrer, o time todo, meus amigos e o restante da escola contava comigo e eu amarelei totalmente até que o treinador que me viu eu sozinho no vestuário totalmente abalado me oferece uns bagulhos e me disse que era pra eu usar um pouco disso se não ia acaba viciado, pronto aquilo foi tudo o restante pra fuder toda minha vida de vez, na época eu só tinha 14 anos, como eu ia poder me controla com aquela merda oferecida pelo treinador?!

Mas até que não me arrependo, pois foram as drogas que me salvou da realidade dessa bosta de vida. Mas confesso que eu penso em muda por incrível que pareça. Qual é?! Achou mesmo que quero ser sempre assim?! Penso que um dia eu posso me cura (Apesar que acredito ser meio impossível), mas sim, eu não quero ser o que eu sou para sempre. O que quero no fundo é poder encontrar algum melhor que as drogas e que faça eu esquece essa merda e tudo que aconteceu na minha vida e me torne o que era antes, não! Ser o que eu nunca fui, que eu sempre quis ser só que eu nunca percebi. Mas quem é capaz de querer mudar alguém como eu? Quem?

Notas finais
O que acharam da nova fanfic? Gostaram? Odiaram? Querem que eu continue! Por favor comente e sejam honestos. Eu irei entende! O nome da fanfic ainda não é oficial, vocês podem sugerir algum nome que combine com a a historia da fic. Beijos!