Destinos
2 Capítulo 2 - Vidas bem opostas
Notas iniciais
POV: Autora
Em um quarto claro que era iluminado pela claridade do dia com a luz do sol que invadia pela a janela que estava com as cortinas aberta, havia uma bela jovem garota dormindo tranquilamente sem se incomodar com mais nada além do seu precioso sono, até que uma mulher de aparecia bem bonita, tamanho mediano, peso magro normal, cabelos castanho bem escuro quase preto num corte curto até o ombro, olhos de cor castanhos, de faixa etária entre uns 34 a 37 anos, cujo o seu nome é Luísa, entra dentro do quarto para acordar a jovem chamando pelo seu nome, a mesma se tratava da sua única filha chamada Mônica, que permanecia repousando tranquilamente na cama.
—Bom dia, Mônica! —A dona Luísa anunciou cumprimentando de modo doce enquanto acordava a sua filha.
—Hum... Bom dia mãe! —Mônica diz sonolenta após ter abertos os seus olhos castanhos ao acordar esfregando com a mão em um dos seus olhos. —Que horas são? —Ela perguntou interessada em saber a hora tinha despertado.
—Já são 11:00 da manhã de um dia lindo de sábado! —Luísa respondeu com um sorriso alegre e meigo contornado em seu rosto posicionado em direção para a Mônica. —Você não pode fica dormindo o dia todo, querida.
—Sei! Só que... Que diferença faz dormi até tarde, não tem nada pra fazer mesmo. —A garota resmungou se ajeitando na cama com ajuda da sua mãe e ficando sentada com as costa encostada na cabeceira da cama.
—Oh Mônica não diz isso! Tem muita coisa que você pode fazer. E uma delas é me ajudar a cuidar da casa. —A mais velha dar sua sugestão se sentindo um pouco abismada pela atitude negativa da filha.
—Ah cuida da casa! Fala serio mãe! —Mônica reprime totalmente a ideia da mãe.
—Huhuhu... Mas eu estou falando. Tenho uma mocinha de 16 anos dentro de casa que é a maior preguiçosa que não me ajuda em nada. —A mulher queixou-se de brincadeira enquanto olhava diretamente para a jovem menina com um sorriso divertido.
—Pronto! Começou! —A garota que tem os dois dentes da frente maiores do que outras pessoas ironizou revirando os olhos sem tanta paciência com a própria mãe.
—Mônica! —A adulta repreendeu a filha indignada com a mesma.
—Tá! Tá! Foi mal mãe! —Mônica se desculpou pela sua atitude mal criada que fez.
Luísa da suspiro exaustado. —Ah agora to me lembrado, sua amiga Magali ligou hoje, dizendo que vai passar aqui pra ter ver hoje a tarde. —Ela informou o comunicado no momento que havia se lembrado da ligação que recebeu da amiga de sua filha algumas horas antes.
—Hoje?! Jura? —A jovem dentuça exclamou surpresa e alegre.
—Uhum! —Dona Luísa confirmou assentindo com a cabeça.
—Ham... Então tá bom! Tava mesmo com saudade daquela comilona! —Mônica afirmou fazendo graça nas suas palavras enquanto sorria animada pois iria rever a sua melhor amiga desde a infância.
—Agora deixa que eu te ajudo a trocar de roupa, mocinha. —A mulher ofereceu a ajuda com amável sorriso materno direcionado para a sua única e amada filha.
—Aham, tá! —Mônica concordou devolvendo um meigo sorriso para sua querida mãe e em seguida ergueu os braços levantando pra cima para que a mesma pudesse retirar a sua camisola a qual estava vestida.
Assim dona Luísa começa ajudar a sua jovem filha a se arrumar tirando a roupa dela e depois ajudou a garota a se sentar em cima de uma cadeira de roda a levando para o banheiro que tinha dentro do corredor da casa para Mônica fazer todas as suas higiene matinal com a ajuda da mãe.
[...]
Enquanto isso no outro canto da cidade mais afastado nas partes da periferia havia chegado no local um jovem rapaz muito lindo de cabelos negros e espetados indo na direção de um garoto loiro da sua mesma idade que também é bonito, a qual estava acompanhado por dois rapazes meio que suspeito, para poder falar com ele.
—Fala ai rapaziada! —O moreno cumprimentou de um jeito carismático assim que chegou onde estavam os três garotos.
—Cebola não esperava encontrar um bad boy mauricinho como você nessas bandas! —O loiro zombou sarcástico com um sorriso cínico de canto.
—Ah cala a boca Toni da um tempo, não sou nenhum mauricinho metidinho a merda não. —Cebola protestou se justificando de modo rude não gostando do que o Toni acabava de chama-lo.
—O que você quer dessa vez? Ah nem precisa perguntar. Veio atrás do mesmo de sempre de novo? —Toni pergunta estando nada surpreso.
—Ham! Até que o loiro não é tão lerdo quanto parece! —Cebola provocou de modo sarcástico mantendo um sorriso cínico em sua face. —Pra isso mesmo que eu vi. —Ele confirmou querendo ir direto ao assunto.
—Cebola não sei não, você anda comprando de mais e pagando que é bom quase não vejo. Assim os manos que me fornece o produto vão ficar putos com você e ai você já sabe. —Toni comunicou advertindo de forma o encarando serio.
—Humpf! Como eu temesse a morte. —Cebola murmurou sem ser importar dando nos ombro.
—Mas deveria ter, esses homens ele não só mata fazem coisas bem pior antes de termina o serviço. —O rapaz o alertou o encarando serio com um sorriso cínico maldoso formado me seu rosto.
—Hum... To ligado na parada! O que quero saber é vai liberar o bagulho ou não vai? —Cebola interrogou começando a perde um pouco a paciência enquanto cruzava os braços.
—Tem como pagar, vossa alteza? —O loiro indagou sendo sarcástico o provocando.
—Hum! Digamos que descolei umas paradas e sei que você e esses homens iram gostar. —O garoto que tinha dislalia na infância mencionou convicto.
—Hampf! Só quero pagar pra ver! —Toni decretou duvidando do moreno.
—Beleza! Aqui essa é a câmera digital da minha mãe que peguei sem ela perceber, um Iphone do ultimo modelo novinho, peguei da minha irmã (Aquela pirralha não precisava de um celular tão caro), também essa grana que descolei roubado da carteira do meu velho e mais essa grana que forcei a uns moleques da escola a me entregar se não ia mete o cassete neles. Isso já paga pela encomenda de hoje e dos meses atrasados. —O adolescente tirava da mochila os objetos e ia amostrando para o garoto a sua frente.
—Hum... Sim! Sim da pra pagar, mas só de três meses atrasado e mais de hoje. —O loiro disse enquanto pegava os objetos e o dinheiro, em seguida entregou nas mãos de um outro garoto que estava ali perto dos dois e por fim esse mesmo garoto saiu da li carregando os objetos de valores para guarda num lugar especifico.
—Ótimo! Fico devendo só mais dois meses de atrasos e depois limpo a minha divida com os homens. —O jovem de cabelo preto comentou se sentido de certa forma aliviado.
—Haham! Ai que se engana meu irmão, ainda tem os juros. —Toni negou com o dedo indicado relembrando o Cebola.
—Juros?! —Cebola exclamou estando surpreso. —Ninguém falou dessa merda de juros! —Ele reclamou com raiva carregada no timbre da sua voz.
—É o que acontece quando se faz dividas e mais dividas com o meu patrão. Vai querer assim mesmo, Cebola? —O Loiro o questionou enquanto arqueava uma das sobrancelhas e sorrindo de forma cínica.
—Me ver logo essa porra de uma vez! —O garoto que trocava R pelo L na infância o apressou com raiva fuzilando o Toni com os olhos.
—Okay! Aqui esta! —Toni diz entregando um saco preto na mão do Cebola que o mesmo imediatamente guarda lá dentro da sua mochila de baixo de alguns panos para ficar mais escondido. —Agora da o pé daqui! —Ele expulsou ordenando sem paciência.
—Valeu cara! Diz pro seus homens que ter fornece pra serem mais paciente que irei paga tudo a eles. —O garoto pediu se sentido meio apreensivo encarando o Toni serio.
—Tá pode deixar que eu mando o recado! Mas se o chefia vai ser paciente é outra historia! —O adolescente de cabelo loiro mencionou o avisando o garoto a sua frente a qual conversava.
—Toni, você tem algum lugar onde eu poderia... Sabe né! É que em casa tem a minha família e tal. —Cebola hesitou ao contar estando receoso.
—Tá! Tá sei! Conheço um lugar perfeito eu posso até ficar junto pra te fazer companhia, sabe o que eu quero dizer, né?! —Toni propôs com uma cara de malvado que quer aprontar uma.
—Sei, sei Como sei! —Cebola ironizou já sabendo o que o Toni queria e começa pensar. —"Que merda só me faltava ter que dividir o bagulho com ele."
—Hahaha! Mas vai ter que ser de noite pra evitar movimento da policia e pessoas. —O loiro sugeriu com um sorriso ruidoso.
—Tá, por mim beleza! Pode ser hoje a noite? —O ex troca-letras concordou e em seguida fez sua sua sugestão.
—Claro fechou! Pode ser hoje a noite. Só que... Nossa que pressa, cara! —Toni debochou pasmo com o garoto a qual conversa.
—É que eu to tendo uns problemas... Nah isso não é da sua conta! —Cebola queixou-se sem nenhuma paciência querendo não dizer de jeito nenhum seus motivos.
—Tá, tá! —O garoto loiro afirmou zombando sem se importar.
—Agora to indo nessa, de noite a gente se encontra aqui! —O moreno se despediu começando a da meia volta para ir embora daquele lugar, mas logo depois para de andar e se vira em direção pro Toni no momento que escutou o mesmo começar a fala com ele.
—Certo, estarei te esperando no meu carro pra te levar no local. Ah... Cebola toma cuidado com essa merda que esta carregando, nada de ser pego e sobrar pra cima de mim, falo!? —Toni o avisou de uma maneira seria o encarando.
—Humpf! Até parece! Como se eu ia dar esse mole! —Cebola garantiu sarcástico de um jeito convencido e sorrindo debochado.
Assim o jovem rapaz foi indo embora da periferia para ir pra sua casa o mais rápido possível antes que a sua mãe percebesse que ele havia saído sem o consentimento dela.
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