Destinos
7 Capítulo 7 - Será que você realmente odeia ele?
Notas iniciais
Cebola estava de beijos quentes com a Irene dentro do deposito de objetos de educação física que fica atrás do campo de futebol da escola onde não tinha como ninguém da escala desconfiar que dois jovens alunos estava de maior amasso do mundo lá dentro na hora do intervalo. Os dois continuava no beijo até que eles param com a falta de fôlego, mas ainda continuavam abraçados no mesmo lugar.
—Uau Cê, ui! É pressão minha ou sua pegada fica cada fez mais gostosa! —Irene supôs ofegante por conta do beijo.
—Não é pressão sua não gata! E que cada vez que eu te dou os meu pegas mais gamada você fica e isso explica porque você gosta tanto quando beijo sua boca desse jeito. —Cebola disse depois dar um selinho rápido na boca da Irene para atiçar mais ainda o desejo nela. —E quando mordo o seu pescocinho assim! —Completou dando uma mordida de leve no pescoço da Irene que no mesmo estante arrepiou o pelo do corpo da garota.
—Ui! Nossa! Pior que você esta certo, não tem como evitar de gostar disso tudo, afinal me apaixonei perdidamente pelo cara mais cretino e ordinário da escola. —A loira comentou de um jeito fogosa sorrindo maliciosamente. —Cebola, por que você tem sempre ser assim?! Não vale nada, que só gosta de curtir os sentimentos das mulheres?! —Ela questionou retorica sendo dengosa e maliciosa ao mesmo tempo chateada.
—Ih Irene! Não começa, quando me conheceu e nos tornamos amigos tu sabia muito bem que eu sou um pegador e não queria nada serio contigo, além de uma amizade. Não era pra você entrado tanto assim na minha! —O garoto restringiu de modo serio e um tanto frio a encarando, pois ele não queria de jeito nenhum se envolver num relacionamento serio como um namoro e muito menos se apaixonar, apenas queria ficar com todas e nada a mais.
—Mas Cê é impossível, você é o garoto mais gato, quente, gostoso do colégio, todas garotas dariam de tudo pra ter você só pra elas. E ainda tem nós garotas nos apaixonamos com tanta facilidade. —Irene argumentou de forma manhosa o fitando com um sorriso malicioso sublinhado em sua face.
—Humpf! Sabia que eu não devia repetir de ficar com você de novo. —Ele desaprovou com um pouco desdém. —É sempre assim, vocês garotas gostam da primeira ficada, ai depois pede pra repetir e na segunda já estão toda apaixonadinha. —O ex troca-letra zombou ironizando com um sorriso de canto moldado em seu rosto.
—Não é assim Cê, é que você é perfeito. —A garota esclareceu e em seguida soltou suspiro profundo. —Eu te amo tanto que até o gosto da sua boca de cigarro não me incomoda, até curto mais o beijo. —Ela revelou com malicia em suas palavras mordendo os lábios inferiores.
—Serio?! Você curti mesmo?! —Cebola exclamou de maneira malicioso com um sorriso bobo de safado formado em sua feição.
—Aham! Muito, muito e muito! —Irene confirmou com uma voz melosa e com sorriso sapeca desenhado em sua face. —E to precisando de mais agorinha! —Ela sussurrou no ouvido do Cebola de modo sexy jogando seu chame pra cima dele.
—Já que quer tanto! —O moreno concedeu com um sorriso torto de safado contornado em seu rosto.
Depois ele puxa a Irene pela cintura imprensando ela no seu corpo, com os rostos dos dois bem próximos ele vai com os seus lábios em direção do encontro da boca da Irene e quando se encontram retornam a um beijo selvagem, intenso e profundo, (só lembrando que era um beijo sem sentimento na parte do Cebola, bem diferente pra coitadinha da Irene.) parecia que estavam devorando a boca um do outro.
(N/A: Vocês leitores não fazem ideia do ranço que senti quando escrevi essa parte do capítulo kkk)
[...]
Dona Luísa havia entrado no quarto da Mônica para acordar a filha que ainda estava deitada na cama dormindo com o lençol a cobrindo o seu corpo inteiro. A mulher chamava pelo nome da garota e nada dela acordar e então a Luísa decide sacudi a Mônica até ela dar um sinal de vida.
—Vamos, Mônica! Acorda! Não quero que durma o dia todo. Esta um dia tão bonito e hoje o Cebola vai vim. —Dona Luísa anunciou comunicando enquanto sacudia de leve a Mônica segurando o ombro da garota.
—Hum... Me deixa manhê! —Mônica resmungou sonolenta sem animo nenhum.
—Mônica assim não dar, você sabe que tenho muito que fazer antes de ir pro hospital e você esta só me atrapalhado. Desse jeito vou chegar atrasada no trabalho e ganha uma advertência da nojenta da enfermeira chefe. —Luísa avisou estando apreensiva de perde o horário de ir pro trabalho. —Qual é o seu problema hoje mocinha?! —Ela questionou chamando atenção da filha dando sermão na jovem.
Mônica descobriu um pouco o lençol que cobria todo seu corpo permitindo que sua mãe finalmente pudesse ver o seu rosto. —Sabe qual é o meu problema?! Eu não to afim de jeito nenhum ver aquele garoto idiota insuportável! E por isso vou ficar o dia todo na cama, pode ir pro trabalho que eu vou ficar muito melhor sozinha. —A morena respondeu enraivada fazendo bico com boca e o seu pescoço estava virado pro lado.
—Mônica para já com isso, você esta se comportando pior que uma criança mimada, eu não te criei para ser assim. Você já é uma moça de 16 anos, falta poucos anos pra você ser torna uma mulher adulta. Já esta na hora de ter responsabilidade. —A mulher repreendeu a filha incrédula começando a perde a paciência com ela.
—Ah claro! Agora você se lembrou que eu já sou uma moça. Porque a senhora me trata feito um nenezinho o tempo todo. —A dentuça protestou indignada com deboche alterando um pouco a voz, após ter se ajeitado na cama ficando sentada com as costa repulsada na cabeceira da cama.
—Te trato feito um bebê porque você se comporta feito um. —Luísa a retrucou só que um pouco mais calma agora. —Vamos parar por aqui, a ultima coisa que eu quero é brigar com você. —Ela sugeriu de modo cauteloso, a mulher nunca gostou de discutir com a filha e isso era algum que só acontecia ocasiões raramente.
—Ham! Eu também! —Mônica concordou sentindo o mesmo que a sua mãe sobre as duas acabarem brigando.
—Então, vai ser uma boa moça e colabora com a sua mãe? —Luísa perguntou de um jeito amoroso maternal enquanto sorria de leve docemente para sua filha.
Mônica suspirou derrotada. —Isso não sei se posso garantir! —A dentucinha mencionou duvidosa.
—E por qual motivo? —A mulher indagou intrigada sem entender a garota.
—Ah mãe se liga! Você sabe, ou pelo menos devia saber! Eu não gosto desse tal de Cebola e também é tão óbvio que ele me odeia. —A dentucinha explicou com melancolia e uma expressão triste formou em sua face. —Mamãe, você não tem medo de deixar nós dois sozinhos em casa e um acaba matando o outro? —Ela perguntou pasma pela despreocupação da sua mãe.
—Hahahaha... Mônica, você esta sendo é radical sabia minha filha! Não existe essa possibilidade de um rapaz tão lindo querer mata uma jovem encantadora. No máximo que pode acontecer é os dois se apaixonarem. E nessa parte que me preocupo. —Luísa insinuou sarcástica brincando com um sorriso divertido que se formou em sua feição.
—Mãe! Deixa de ser boba! Me poupe! Eu me apaixonar por aquele idiota drogado!? NUNCA, NUNCA, NUNCA! —A jovem negou abismada e enfezada.
—Nunca se deve dizer nunca! —Luísa ironizou querendo provocar um pouco a sua jovem filha.
—Humpf! —Mônica grunhiu irritada já sem menor paciência, mantendo o pescoço virado de lada com uma expressão enfezada contornada em seu rosto e os seus dois braços estavam cruzados.
—Mas confessa, você achou ele bem bonitinho não achou? —A mulher interrogou de modo sugestivo enquanto sorria de um jeito travesso para mexer com a filha.
—Ah bom... Er... Sei lá nem reparei! —Mônica discordou se fazendo de desentendida.
—Mônicaa você é minha filha esqueceu, a mim que você não me engana! —Luísa provocou mais ainda a própria filha enquanto sorria maliciosa.
—A mãe, da um tempo! Que saco, as vezes você é tão prego para uma mãe! —Mônica reclamou esbravejando sem paciência.
—E as vezes você é tão teimosa para uma filha! —Luísa rebateu descrente com o jeito teimoso e orgulho da garota.
—Hom... Okay, admito, achei ele bem gato! Que isso fique entre nós, nada de contar para aquele delinquente idiota! —A dentuça confessou admitindo estando derrotada.
—Tá bom, não esta aqui mais quem perguntou! Hahaha... —A adulta aceitou prometendo sorrindo de um jeito meigo direcionado para a filha.
—Mãe... Me ajuda me arruma?! —Mônica pediu de modo tímido se sentido sem graça.
—Mônica, tá falando serio minha florzinha?! —Luísa indagou animada.
—Sim, sim! Nunca falei tão serio! —Mônica decretou convicta.
—Ótimo, to vendo que a minha filha não é um completo caso perdido. —A mulher zombou levando para o lado da brincadeira se sentido aliviada.
—Mãe! Qualé! —A jovem morena resmungou estando estressada.
—Hahahaha! Tá, tá! Qual desses vestidos você vai querer usar hoje? —A mulher propôs em frente o guarda-roupa segurando dois vestidos no cabide em cada uma de suas mãos.
—Ah vestido...?! Achei meio caído. —Mônica queixou-se desanimada. —Eu tava pensado em usar outra coisa hoje! Tipo... Um shortinho jeans e uma blusa bonita e fofa que valorize meu corpo. E também er... Faz maquiagem em mim?! —Ela opinou um pouco sem jeito e corada.
—Hã? Tá falando serio Mônica! Você quer ficar linda para o Cebola, é?! —Dona Luísa questionou entusiasmada ao mesmo tempo surpresa.
—Gr! Nada ver mãe! Só quero que aquele idiota engula o que ele disse sobre eu ser baranga! Só isso! —A garota se justificou incrédula e um pouco raivosa.
—Aham! Sei, sei! —Luísa afirmou desconfiada e sugestiva.
—Aff! Vamos logo acabar com isso, não é a senhora que disse que não podia se atrasar! —Mônica apressou sua mãe já sem paciência nenhuma.
—Sim, eu disse! —Luísa confirmou transmitido certeza em suas palavras. —Moniquinha não se preocupe que a mamãe vai te deixar linda para o seu paquera! —Ela debochou da filha ao mesmo tempo dando uma piscada do olho esquerdo.
—MANNHÊ!!!!! —A jovem exclama estando muito furiosa.
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