Destinos

45 Capítulo 45 - As primeiras horas do começo do namoro


Notas iniciais
Olá queridos leitores, olha eu aqui de novo depois muito tempo sumida, peço as minhas sinceras desculpas pela demora de postar o novo capítulo, só que dessa vez eu tenho uma boa razão para ter demorado tanto, o motivo foi além de como sempre fico ocupada tendo tantas tarefas na minha vida pessoal e isso me deixa sem tempo para dedicar as minhas fanfics, o que aconteceu foi que eu decidi editar a fanfic "Destinos" quase toda, isso quando conseguia tempo para fanfic, então eu alterei algumas coisas aqui e ali, ficam tranquilos que não mudei a historia toda apenas adiciones mais detalhes e algumas falas a mais (e é claro, aproveitei para concertar uma tramalhadas de erros de escrita e português que tinha na fanfic XD) tudo isso com intenção de melhorar a fanfic pra todos vocês, outra coisa que eu também fiz foi postar a fanfic no site Wattpade assim que edição dos capítulos ficavam prontas, se quiserem ler por lá podem ficar a vontade ;). Alias outra coisa que queria avisar é caso vocês estiverem a fim de saber qual são as alterações recomendo que voltem a ler a fanfic no começo pelo primeiro capitulo (não precisa ser o prologo) para que assim possam ler as partes que fiz as tais alterações, mas aí é claro vocês que decidem isso, ok :D . Bom acho que já disse tudo que queria, não quero continuar atrasando a leitura de vocês falando um monte de coisa. Espero de verdade que todos vocês gostem desse capitulo que escrevi com todo carinho que tenho pela essa historia e também é cla

Durante o tempo onde o Cebola estava na sozinha preparando o almoço, Mônica estava na sala assistindo televisão num canal onde passava desenho animado, esperando o namorado voltar da cozinha com o almoço já pronto. Enquanto estava preparando o almoço dentro da cozinha da casa da garota dos dentes predominante, Cebola começou a refletir sobre a sua vida, pensando o quanto ele havia conseguido ter mudado voltando ser uma pessoa melhor que era antes de se envolver com vícios e pessoas erradas, nisso também pensava o quanto essa mudança o deixava feliz e satisfeito por ter recuperado sua vida mais ou menos de antes, mais o principal de tudo, ele pensava na sua amada dentucinha e a imensa felicidade por ela ter virado a sua namorada. Cebola ficava se perguntando, se ele era mesmo merecedor de tudo isso, se era digno de merecer uma segunda chance de ter uma vida intriga e se realmente merecia ter uma garota tão doce e incrível como a Mônica ser a sua namorada. Mas a sua maior duvida era se ele seria capaz mesmo conseguir faze-la sempre feliz e o sentimento que tem por ela por quanto tempo poderia durar. Poderia esse amor ser para sempre?! Era o que ele mais desejava naquele momento. O garoto acabou ficando tão distraído com todos os seus pensamentos que se esqueceu completamente da comida que estava dentro da panela no fogo sendo preparada pelo fogão, até que o arroz começa a queimar e com isso o cheiro da comida queimada se espalhar por toda cozinha e depois foi parar na sala se espalhando por lá. O cheiro era bem perceptivo ao ponto da Mônica que estava na sala distraída vendo a televisão conseguiu perceber o cheiro de arroz queimando, preocupada a jovem desliga a televisão com o controle remoto e depois vai de imediato para a cozinha ver o que esta acontecendo. Ao chegar na cozinha ela ver o Cebola, que até ali já havia percebido o que tinha acontecido, desesperado desligando o fogo do fogão e em seguida desliga o bujão de gás também, com receio do acidente domestico pudesse acontecer na casa de forma pior ainda.

—Cof cof! O que esta acontecendo aqui? Cof... —Mônica perguntou tendo dificuldade para pode respirar devido a fumaça que havia tomado a cozinha.

—Me desculpa Mônica, não era pra isso ter acontecido. —Cebola se desculpou estando completamente arrependido e apreensivo com ocorrido.

—Vejo que não mesmo! Cof cof cof! —A dentuça ironizou debochando de brincadeira vendo estado na cozinha da sua casa.

—Merda! Tenho que tirar você daqui o quanto antes. —O garoto sinalou estando preocupado com a segurança da namorada indo em direção atrás da cadeira de rodas com intenção de tirar o quanto antes a menina lá de dentro da cozinha enfurnada de fumaça.

—Cof cof cof... —Mônica por sua vez apenas tossia na tentativa de aliviar a fumaça inalada, mas sua intenção era de concordar com o seu namorado para tira-la da li de dentro o quanto antes.

Sem perde mais tempo, Cebola começa andar guiando a cadeira de roda da Mônica imediatamente para tira-la de dentro da casa pra que assim a garota possa conseguir respirar melhor pelo lado de fora no quintal da casa, onde não havia o cheiro insuportável da comida que havia sido queimado e se espalhou por toda a cozinha chegando até a sala. Assim que abriu a porta da casa Cebola levou a Mônica até o quintal, já no lado de fora da residência Mônica já conseguia voltar respirar melhor com o ar fresco do céu aberto, não só ela mais o Cebola também não estava aquentando o cheiro da fumaça que havia se formado dentro da casa, só que era pior para a Mônica devido problemas de saúde.

—Cof cof! Pode me explicar o que foi aquilo? —Mônica interrogou encarando o namorado de um jeito serio, começando a se recuperar.

—Mô, você já esta melhor? —Cebola perguntou estando realmente preocupado com a sua namorada.

—Sim! Eu acho! Não precisa se preocupar. —Mônica respondeu tentando acalmar o seu namorado, o deixando menos preocupado.

—Ainda bem! Fiquei mesmo preocupado com você. —O moreno afirmou estando aliviado.

—Vai me contar afinal, o que ouve para deixar a cozinha da minha casa com fumaça e cheiro de arroz queimado? —A garota solicitou ficando impaciente, querendo saber o quanto antes o que sucedeu-se.

—Antes eu queria pedir desculpas pelo o que aconteceu, eu não queria ter deixado isso acontecer de jeito nenhum. —Cebola pediu desculpas demostrando todo seu arrependimento a qual estava sentido no momento.

—Isso é obvio, né! Tudo bem, não estou com raiva de você e nada do tipo, só estranhei ter acontecido isso sendo que você sabe cozinhar tão bem e nunca deixou a comida queimar antes. O que esta havendo com você? —Mônica indagou começando a se preocupar com o seu namorado.

—Eu... Eu me distrai. —Cebola contou mantendo a sua cabeça abaixada estando sem jeito pelo que aconteceu na cozinha.

—Se distraiu?! Como assim? —A garota dos dentes salientes inquiriu ficando intrigada e ao mesmo tempo sentia mais apreensiva pelo o seu namorado.

(N/A: Distração é distração, o resto é resto.)

—Me distrai porque.... Porque eu... Porque eu fiquei pensando em você. —O troca-letras revelou sentido envergonhado naquele estante, com o rosto virado pro lado para não ter chance de olhar pra garota a qual conversava.

—O que?! Pensado em mim?! F-foi isso mesmo que eu ouvi? —Mônica exclamou estando abismada e ao mesmo tempo um pouco encabulada.

—Sim, foi! Me desculpe por isso tudo. Eu tava lá na cozinha e do nada comecei a pensar na vida, em você e como eu estou feliz depois de tantos anos, deixei levar completamente com os meus pensamentos e quando percebi o que tava acontecendo na cozinha por causa do cheiro já era meio tarde. Hahaha... —Cebola relatou sentido sem graça com um sorriso amarelo formado em sua face.

—Puxa, por essa eu realmente não esperava. —A morena comentou estando incrédula.

—Sinto muito, juro que não vai mais acontecer de novo. —O garoto prometeu demostrado o seu arrependimento que ainda persistia.

—Não precisa se desculpar tento Cê, eu já te perdoei faz tempo, principalmente depois que você revelou o motivo da sua distração. Hihihi... —A dentuça declarou sendo debochada apenas de brincadeira com um sorriso sapeca delineado em sua semblante.

—Da pla palar! —Cebola queixou estando indignado e ao mesmo tempo constrangido.

—Foi mal, não resistir te provocar um pouco. —Mônica admitiu com um sorriso travesso moldado em sua feição.

—É, pelcebi! ! —O troca-letras ironizou debochando sem tanta paciência.

—Agora você sabe como me sinto quando me provoca. —A garota alfinetou o seu próprio namorado sorrindo de maneira debochada.

—Estou chocado com o seu lado vingativo que eu não conhecia. Hahahaha... —Cebola disse sendo sarcástico mantendo em sua faceta um charmoso sorriso de canto.

—Hahaha Bobo! —Mônica insultou levando apenas para brincadeira com um sorriso divertido modelado em seu face.

—O cheiro de arroz queimado deve ter saído, melhor entramos pra dentro de casa. —O jovem notificou indo para trás da cadeira de roda da namorada com intenção de guiar para os dois poderem irem entrar dentro da casa.

—Uhum! —A menina concedeu balançado a cabeça em sinal de sim.

Já estando dentro da casa, o Cebola e a Mônica perceberam que a fumaça juntamente com o cheiro havia saído pela porta e as janelas que haviam ficando abertas. Cebola se sentindo um pouco exausto decide se sentar no sofá para descansar um pouco, enquanto a Mônica locomovendo a sua própria cadeira de rodas foi até o local onde se encontrava o seu namorado, ficando próximo aonde ele estava sentado no sofá.

—Com o almoço que você estava fazendo queimou todo, o que vamos comer agora? —Mônica questionou sentido desanimada naquele estante.

—Pois é né, não tinha pensado nisso. O jeito é eu voltar para cozinha e preparar tudo de novo. —Cebola comunicou estando desanimado enquanto se levantava do sofá com intenção de ir para cozinha.

—Não! Melhor não! Vai que você queima a comida de novo. —A garota provocou apenas de brincadeira sorrindo de um jeito divertido.

—Ha ha ha! Que engraçadinha! —O troca-letras revidou sentido de certa forma ofendido e também sem graça.

—Não foi com esse intuito de te ofender. Mas sei lá, só foi um pouco de preocupação. Imagina você começar a pensar em mim e... —Mônica debochou apenas levando para brincadeira, só que antes que pudesse terminar sua fala acabou sendo interrompida.

—Mônica, vai ficar com essa agora?! Serio?! —Cebola protestou sentido pouco irritado com a própria namorada a interrompendo de continuar.

—Tá bom, parei! Mas é serio Cebola, não quero que você tenha toda trabalheira de preparar o almoço todo de novo. Olhando para você dar pra ver que esta tão cansado. —A dentucinha mencionou sentido realmente preocupada com o bem estar do namorado.

—Sobre isso não precisa se preocupar, pois eu gosto de trabalhar na cozinha. Além do mais, se eu não fizer nada vamos continuar com fome. —Cebola informou parecendo bem convicto com a sua decisão.

—Não precisa ser assim! Nós bem que podíamos pedir lanche. —Mônica sugeriu com um sorriso no rosto estando animada.

—Lanche?! Hum, não sei não! —Cebola contestou tendo duvidas se era uma boa ideia.

—Vai Cê, queria tanto comer hambúrguer com batatas fritas. —A garota insistiu com um sorriso animado contornado em sua face.

—Mas isso não é comida saudável. Como você vai ficar bem comendo algum assim na hora do almoço?! —Cebola justificou tentado parecer razoável.

—Huh! Fala serio, você é meu namorado e não o meu pai. Sem falar que quantos anos você tem?! Parece até um velhinho falando. —Mônica argumentou sentido um pouco irritada com a maneira exagerada de como o seu namorado cuida dela.

—Hahaha... Pior é que isso tá mesmo parecendo. Pelo visto, parece que cuidar de você me envelheceu alguns anos antes do tempo. No bom sentido da coisa, não estou reclamando, apenas dizendo que cuidar de você me deu mais responsabilidade e um jeito mais maduro de pensar. —Cebola assinalou com um pequeno sorriso amistoso formulado em sua feição.

—Isso que me desanima! Eu pensei que se um dia eu tivesse um namorado, não seria um namorado que é meu cuidador. Por isso acabo ficando chateada, você cuida tanto de mim que as vezes exagera e agora que estamos namorando queria mesmo te ver como um namorado e não um enfermeiro ou coisa do tipo. —Mônica assegurou sentido desmotivada enquanto encarava o seu namorado de um jeito serio.

—Hahaha... Foi mal se exagero, sei que deve ser chato e confuso pra você, mas acredite se eu exagero é porque me importo muito com você, só quero o seu bem o tempo todo. —O garoto confessou com um leve sorriso amigável direcionado para a sua namorada enquanto fitava com carinho.

—Bom, entendo o seu lado também, admito que acho fofo e amo esse seu lado cuidadoso e protetor, só não gosto dos exageros. Por isso mesmo, seja legal comigo e vamos pedir um lanche, só dessa vez. —Mônica voltou insistir fazendo carinha fofa de pidona.

Cebola soltou um longo suspiro pesado e cansativo. —Ai não tenho escolha, você venceu. Vamos pedir logo esse lanche. —Ele aceitou sentido que foi derrotado.

—Oba! Não acredito vou comer hambúrguer com batatinhas. —A menina dos dentes salientes comemorou estando empolgada com um sorriso alegre e vitorioso sublinhado em seu rosto.

—Só não vai se acostumando não, que isso não é sempre. —O rapaz advertiu encarando a sua amorada de um jeito meio serio autoritário.

—Tá, tá que seja! Da para ser mais como namorado e bem menos como um pai? —Mônica reclamou tentando manter a sua preciosa paciência encarando o namorado de volta.

—Hahaha! Tá bom, my lady. Estou aqui pra obedecer as suas ordens. —O troca-letras disse em tom de brincadeira se curvando como um mordomo.

—Humpf! —Mônica grunhiu fingindo não gostar da brincadeira idiota do seu namorado mantendo os seus dois braços cruzados.

Assim que foi decidido pelo casal, Cebola com o celular da Mônica segurando em suas mãos ligou para o numero da lanchonete que estava aberta aquela hora, logo quando foi atendido pela atendente do estabelecimento, Cebola pede dois lanches, um para ele e outro para a namorada Mônica, de acordo com as preferencias que cada um tinha com respectivos alimento escolhidos. Terminando a ligação, o casal ficaram no aguardo da entrega dos lanches, enquanto isso os dois ficaram assistido televisão e conversando na sala para passar o tempo. A entrega do lanche até não demorou tanto para chegar, levou uns 45 minutos para o entregador chegasse em uma moto no endereço da casa da Mônica, ao chegar o entregador apertou a campainha e o Cebola recebeu o motoboy pegando o lanche e seguida ele pagou com o dinheiro que a dona Luísa sempre deixa para a filhar poder usar caso precise. Ao receber o dinheiro o rapaz sobe em sua moto e foi embora para onde fica o local do seu trabalho, desse jeito com tudo já resolvido sobre a entrega do lanche e o pagamento, Cebola fecha a porta com uma mão livre e a outra mão estava ocupada segurando o saco feito de papel onde havia os lanches dentro. Ao olhar para o pacote que continua o alimento dentro, Mônica fica muito feliz e satisfeita, mal podia conter a ansiedade de pode saborear o seu lanche, mesmo sabendo que não era a melhor opção de alimento, mas a morena pensava "o que custava pelo menos um dia comer uma besteira calórica", já o Cebola preferia que a sua amada dentuça comesse algum mais saudável na hora da refeição, mas mesmo assim o jovem garoto tinha que dar braço a torce que até ele estava com vontade de comer um alimento gostoso não saudável, principalmente com a chegada do lanche comprado no estante que sentiu o cheiro delicioso estimulou de vez a sua vontade de come-lo. Sem perde mais tempo, o Cebola e a Mônica se juntaram a mesa da sala de refeição para lanchar o lanche que ambos havia comprado, acompanhado com refrigerante bem gelado que havia na geladeira da casa da garota dos dentes salientes. Após terminarem de comer os lanches, os dois já estavam bem satisfeito, dessa forma o Cebola acompanhado com a Mônica retornam para a sala juntos.

Já estando dentro da sala, o mais recente casal de namorados ao perceberem além de estarem juntos na mesma casa sozinhos se lembraram que agora eram namorados, isso deixava os dois numa situação meio embaraçosa, por mais que essa não era a primeira vez que eles estavam sozinhos num lugar reservado apenas os dois ali, a diferença era que antes eles não estavam namorando, por mais que já estavam apaixonados só que não haviam admitido os seus sentimentos um pro outro e por essa razão não tinham coragem de acabarem se beijando e querendo bem mais do que uns simples beijos, por isso que era esse desconforto todo para esses dois adolescentes, no auge da flor da idade vivenciado a primeira paixão e amor intenso. Após uns segundo apenas se encarando discretamente tentando tomar coragem para dizer algum, Mônica havia cansado desse silencio que só causava mais desconforto constrangedor, decidiu quebra-lo assim que havia lembrado de sua mãe e começou a pensar no que a mesma ia achar de ver a filha pela primeira vez na vida estava namorado, e não era com um rapaz comum, mas sim o ex delinquente responsável de cuidar dela. Realmente a Mônica queria muito contar a verdade para sua mãe, pois ela nunca escondeu nada da mulher que havia dado a vida, nos pensamentos da jovem achava que era melhor a dona Luísa saber a verdade sobre ela e o Cebola mesmo que no fim das contas a mulher não aprove esse namoro. Por isso Mônica viu que precisava decidir com o Cebola se os dois iam contar logo sobre esse namoro para dona Luísa assim que a mesma chegasse em casa ou esperar mais um pouco para contar num outro dia.

—C-Cebola... —Mônica chamou pelo namorado parecendo estar com algum receio.

—S-sim! —O garoto correspondeu a namorada sentido de certo modo ansioso.

—Eu estou aqui pensado na mamãe... —A dentuça iniciou de um jeito indecisa, mas por causa do receio a qual estava sentido na hora não sabia como continuar.

—O que tem a dona Luísa? —Cebola indagou estado intrigado em saber.

—Não acho justo esconder dela que eu estou namorado com você agora. Eu quero mesmo falar pra minha mãe a verdade sobre nós dois. Se eu não contar, vou me sentir mal de esconder esse segredo dela, eu nunca escondi nada da minha mãe a vida toda. —Mônica noticiou parecendo realmente desmotivada e ao mesmo tempo confusa.

—Ah isso! Mô, fica fria. Não vamos manter o nosso namoro em segredo. Quero que o mundo saiba o que eu realmente sinto por você. E eu também não acho justo que os nossos pais não saiba que estamos namorando. —O garoto do cabelo espetado considerou tentando motivar o animo da namorada.

—Sim, mas você não me entendeu bem. Eu quero muito falar isso pra ela, de preferencia hoje quando ela chegar. —Mônica explicou encarando o namorado estando receosa.

—Mas já quer falar logo?! —Cebola exclamou estando pouco supresso.

—Uhum! Como eu havia dito, nunca fui de esconder nada da minha mãe. Se eu não falar a verdade me pergunto como vou continuar olhando pra ela?! —A garota esclareceu sentido meio melancólica, por fim acabou abaixando a cabeça.

—Por mim tudo bem falamos pra dona Luísa, só que... Bom, confesso que me preocupo dela não gostar disso e no fim acabar não aprovando o nosso namoro. —O troca-letras concluiu sentido receoso e apreensivo.

—Eu também tenho a mesma preocupação. O que devemos fazer? —A morena interrogou estado apreensiva enquanto encarava o namorado.

—Não sei ao certo... Mas eu penso assim, mesmo que os nossos pais não aceite o nosso namoro, eu ainda vou querer continuar com você, não vou deixar que ninguém nos separe. —Cebola revelou sorrindo de maneira carinhoso fitando a sua bela namorada.

—Fico feliz de ouvir isso, mas se a mamãe não aceitar esse namoro ela vai proibir de você vim aqui me ver e muito menos deixar você continuar a cuidando de mim. —Mônica especulou sentido mesmo magoada pela essa possibilidade vim acontecer.

—Isso não é nenhum problema, ainda poderemos nos ver na escola, sei lá podemos dar o nosso jeito de nos vemos e quando fomos adultos ninguém ponderar nos proibir de mais nada, nem de namoramos. —Cebola assimilou decidido tentado ser bem otimista para conseguir animar a sua amada.

—Huhhuhu... Isso me deixa menos chateada em saber que você vai sempre continuar lutando por nós dois, mas ainda assim não quero que o nosso amor seja impedido, nem pelo nossos pais e por ninguém. —Mônica assumiu estando convicta ao mesmo tempo não conseguia deixar de se sentir desanimada.

—Mô, é melhor nós paramos de ser tão pessimistas. Por mais que estejamos preocupados, algum me diz que os nossos pais vão aceitar sim o nosso namoro. —Cebola garantiu estando certo sobre o que ele pensa.

—Serio?! Por que você acha isso? —A garota dos dentes predominante exclamou de forma curiosa.

—Bom, se me lembro bem quando nos conhecemos eles ficaram enchendo nossa paciência dizendo que acabaríamos namorando e coisa tal. —Cebola ressaltou insinuando em tom de brincadeira ao mesmo tempo sorria de um jeito divertido.

—Mas será que eles só estavam apenas brincado com a gente?! Hahaha... —Mônica constatou parecendo pensativa e duvidosa, em seguida sorriu de maneira alegre.

—Hahaha... Bom, se tavam agora vão ter que se conformar com as brincadeirinhas que eles fizeram. Hahaha... —O rapaz zombou apenas de brincadeira sem conseguir conter os seus risos.

—Hahahaha... Cebola você é terrível hahaha... —A dentuça insinuou levando para brincadeira enquanto ria acompanhado os risos do seu namorado.

—Calma, Mô! Vai dar tudo certo tá, você vai ver. São os nossos pais e eles vão querer sempre o melhor pra nós. E não tem o melhor do que esta com a pessoa amada, não é assim?! —Cebola confortou sentido realmente confiante com o que ele acredita enquanto sorria de um jeito amoroso para sua namorada

—É sim, com certeza. —A menina concordou retribuído o mesmo sorriso para o seu amado já se sentido menos insegura.

—Então tá resolvido, assim que a dona Luísa chegar vamos contar pra ela. —O troca-letras decretou estando bem decidido.

—Tem certeza? —Mônica indagou sendo retorica estando incerta.

—Sim, tenho! Pra que ficar mais tempo escondendo a nossa relação e sem falar que você mesma disse que vai se sentir péssima de esconder sobre nós pra sua mãe. Eu mesmo vou contar pra minha mãe quando chegar em casa e pro meu pai assim quando for visita-lo. —O moreno proclamou tendo certeza com sua escolha.

—Esta certo, vejo que o melhor é fazemos isso mesmo. —A jovem aprovou com um leve sorriso meigo desenhado em sua face direcionado pro seu namorado, agora sentido segura com a sua escolha de contar sobre seu namoro pra sua mãe.

—Mô... —Cebola iniciou a chamado cheio de seguidas intenções.

—Hum... —A garota dentuça grunhiu pensativa querendo saber sobre o que o seu namorado queria.

—Não tem problema da gente... Você sabe né?! —Cebola interpelou sendo sugestivo se aproximando da Mônica com intenção de roupar mais um beijo dela, pois não conseguia continuar ficando perto da namorada sem receber os seus beijos e seus toques cheios de carícias.

—Cê... Estou me sentido cansada. —Mônica comunicou sentido o cansaço se aproximando, sem ao menos perceber as intenções do namorado. Com isso fazendo o garoto se afastar desistindo de proceder com o beijo.

—O que? Será que você adoeceu!? Ai o que eu faço...? —Cebola questionou ficando bem preocupado com a saúde da sua amada.

—Calma, eu apenas quero descansar um pouco na minha cama. Nada de mais. —A dentuça alertou tentado acalmar o seu querido namorado.

—É só isso mesmo? —O moreno inquiriu tendo um vestígio de dúvidas.

—Uhum, claro que é seu bobo lindo. —Mônica confirmou com um sorriso amoroso enquanto olhava de modo doce para seu namorado.

—Esta bem, vou te levar pro seu quarto. —Cebola consentiu retribuído o mesmo sorriso para sua amada.

Terminando de falar, Cebola pega o ferro de mão da cadeira de roda da Mônica segurando bem firme e logo seguida começa a caminhar guiando a cadeira de roda até a escada da casa, chegando em frente a escada Cebola começa subir os degraus de forma mais cautelosa possível, continuava segurando com toda força a cadeira de roda onde estava a Mônica sentada em cima, segurando bem firme e prestando atenção nos degraus tomando cuidado para que nem ele e a namorada acabasse caído da escada. Assim que chega no andar de cima da casa após terminado de pisar no ultimo degrau, Cebola levou a Mônica que ainda estava sentada na cadeira de roda, diretamente para o quarto da mesma andando pelo corredor do anda de cima, ao chegar no quarto o jovem pega a sua amada namorada em seu colo tirando da cadeira de roda com os seus braços a segurando depois a leva para a cama em seguida coloca a garota deitada na cama e por fim ele a cobriu com lençol até os ombros. Devido ao esforço todo de carregar a Mônica até ali em cima da casa acabou se sentido um certo cansaço, fazendo assim o Cebola se sentar na beirada da cama próximo onde a garota dentuça estava deitada, para descansar as pernas.

—Prontinho, já pode tirar um cochilo. —Cebola disse com ternura sorrindo de um jeito meigo enquanto fintava a sua encantadora namorada.

—Obrigada, Cê! — Mônica agradeceu devolvendo o mesmo sorriso para seu belo namorado.

—Não tem que agradecer, minha linda. É sempre um prazer cuidar de você. —O garoto decretou acariciado as bochechas rosadas e quentes da namorada sem deixar de sorrir com meiguice pra ela.

—Huhuhu... Eu sei! —A menina afirmou com um tom de voz suave gostando de sentir o doce toque do amado e sorrido pra ele do mesmo jeito.

—Estou saído do quarto para não atrapalha seu sono. —O rapaz relatou informando, depois começou se levantar da cama com intenção de sair quarto, só que antes disso foi impedido pois Mônica havia segurado o pulso do braço não querendo deixar ele ir.

—Queria que você ficasse até eu pega no sono. —A dentuça pediu estando sem graça encarando o namorado com um olhar terno e pidão, após isso ela soltou o braço do garoto.

—Mas assim só vou atrapalhar. —Cebola cogitou enquanto se sentava na beirada da cama, ele não pretendia ficar naquele quarto, pois sabia que podia acabar atrapalhando o sono da amada e isso não queria de jeito nenhum.

—Não vai não. Me sinto bem mais protegida com você por perto. —A garota suplicou com um sorriso doce e olhando diretamente pro seu namorado, ela se sentia um tanto envergonhada com o que disse chegando a ficar com as bochechas coradas.

—Huhuhu... Está bem, eu fico. Mas fique quietinha para conseguir dormi pouco. —Cebola permitiu vendo que não tinha outra escolha e em seguida acabou apressando com o seu jeito indiferente e cínico debochado de sempre enquanto sorria com um sexy sorriso torto.

—Tá bom, seu mala! Eu vou dormi! —A dentucinha desferiu começando a ficar um pouco sem paciência por não gostar de ser mandada.

—Hei! —O troca-letras refutou fingindo estar de algum modo ofendido apenas de brincadeira e em seguida um sorriso divertido apareceu em sua faceta.

—Hehehehe... —Não resistido Mônica acaba soltando algumas risadas por conta da brincadeira boba com seu namorado.

O garoto suspirou de um jeito exausto estando cansado e impaciente. —Realmente não é moleza lidar com você. Hahaha... —Ele provocou apenas de brincadeira e em seguida soltou umas boas risadas.

—Hei eu que digo isso! Hahaha... —Ela retrucou de brincadeira logo após acompanhou as risadas do seu namorado.

—Shhh! Fica quietinha e durma! —Cebola disse quase ordenado, depois ele se levanta da cama ficado em pé, por fim faz um carinho em cima da cabeça da Mônica e em seguida dar um beija na testa dela como estivesse desejando "bom sonho" para a garota a qual estava tão apaixonado.

Terminando de fazer o gesto de demonstração de afeição e ternura, Cebola foi até a poltrona que havia dentro do quarto com a intenção de se sentar ali, enquanto esperava a Mônica pegar no sono para poder no fim sair do cômodo logo seguida pra não ter a menor chance de acorda-la sem querer ficando ali dentro daquele quarto. Enquanto esperava a jovem dormi, Cebola ficava ali apenas sentado na poltrona calado sem emitir nenhum som para não acorda-la, apenas admirando a beleza da linda namorada com um sorriso bobo formado em seu rosto e pensado o quanto ele estava mesmo apaixonado por ela ao ponto de não ter mais dúvidas sobre os seus sentimentos. Ao ver que a Mônica estava mesmo dormindo, Cebola se levanta da poltrona ficando de pé e em seguida caminhando cautelosamente sem fazer barulho até a saída do quarto preocupado de sem querer acorda a garota que repousava na cama abraçada com o seu coelhinho de pelúcia cujo o nome é Sansão. Já no lado de fora do quarto, Cebola caminhou em direção até a escada com a intensão de descer os degraus para ir pro primeiro andar da casa. Estando no andar de baixo da casa, Cebola lembrou da pequena sujeira acumulada por ele e pela a Mônica na hora que ambos lancharam, após terem terminado de lancharem deixaram em cima da mesa que fica na sala de refeição, com copos e pratos sujos que nenhum dos dois havia limpado antes, sendo assim o lindo moreno pegou toda a louça e em sequência levou tudo pra cozinha para limpar e depois também aproveitou para lavar a panela com o arroz queimado e toda a bagunça acumulada na hora que ele tentou preparar o almoço, que nessa altura já tinha até esquecido completamente. Terminando de lavar toda louça que havia sido usada por ele e pela Mônica, Cebola foi para a sala principal com a intenção de descansar um pouco enquanto assistia a televisão num canal que estava passando um filme de ação, o rapaz ficou por lá assistindo e ao mesmo tempo descansado enquanto esperava até a hora da Mônica acordar. Sem perceber se distraindo com a programação que estava sendo transmitida pela televisão, havia se passado umas três horas e com isso Cebola lembrou da Mônica pensado que talvez pela hora que já se passou ela poderia ter acordado, então o belo moreno dos cabelos espetado desliga a televisão se levantado do sofá e em seguida foi em direção a escada para subir pro segundo andar da casa com o pretexto de ver como estava a Mônica e se ela havia mesmo acordado. Quando chega, Cebola entra no quarto vagarosamente com passos leves se sentido receio de acordar a linda dentuça caso ela estivesse ainda dormindo, ao olhar para cama ele observa que a garota já havia acordado só que ainda estava deitada na cama com uma cara sonolenta, sinal que ela havia acordado mais ou menos naquele estante uns segundos antes do Cebola ter chegado no quarto.

—Mô, eu te acordei? —Cebola presumiu com uma voz aveludada sentido receoso se havia acordado sem querer a dentucinha.

—Não, eu acabei acordando sozinha, antes de você entrar. —Mônica contou tendendo tranquilizar a preocupação do seu namorado, ainda estando sonolenta esfregando um dos seus olhos com a mão.

—Você dormiu bem? —O garoto perguntou com meiguice carregado o seu tom de voz.

—Acho que sim. —A dentuça respondeu estando duvidosa, mas querendo não preocupar o antigo troca-letras, em seguida ela acabou se ajeitando para poder ficar sentada na cama com as costa apoiada na cabeceira da cama.

—Acabei de me lembrar que você não tomou o seu remédio hoje. —Cebola anunciou começado a se preocupar da sua namorada acabar adoecendo por não tomar sua medicação.

—Ah é, o remédio! —Mônica sinalizou com desdém e inconformada.

—Eu vou lá busca, tá bom?! Já volto! —Cebola informou e depois começou a andar seguindo em direção a porta do quarto.

—Aham! —A dentucinha assentiu concordando e em seguida avistou o seu namorado sair atravessado pela porta do quarto com isso há deixando sozinha lá dentro do cômodo.

Assim, o Cebola sai do quarto e foi direto para a cozinha da casa com o objetivo de pegar o medicamento e um copo com água para levar para a menina dos dentes salientes, chegando na cozinha sem perde tempo, ele pega o remédio certo dentro do armário e em seguida pega um copo de vidro colocando água dentro, já tudo feito o garoto do cabelo espetado retorna para o quarto da Mônica com pretexto de entregar o remédio para a mesma. Já dentro do quarto o Cebola entra anunciado sua chegada segurando em sua mão o copo com água e na outra mão segurando o comprimido que era o medicamento correto, caminhando até onde a Mônica estava sentada na cama com as costa repulsada no encosto de cama.

—Prontinho, aqui está o remédio, pode tomar. —Cebola pronunciou amostrando o comprimido em uma mão e na outra ele segurava um copo de vidro que continha água dentro.

—Ai ninguém merece, sempre isso! —Mônica resmungou chateada sem menor vontade de tomar o medicamento.

—Que foi? Não vai tomar?! —Cebola averiguou estranhando a sua namorada

—Não é isso. —A dentuça negou estando meio cabisbaixa enquanto olhava pro lado.

—Então é o que? — O troca-letras estimulou a garota continuar.

—Você sabe o que eu penso em sempre ser obrigada tomar medicamentos. —Mônica relembrou sentido um pouco enfezada e encarado o garoto de um jeito serio.

—Mônica não começa com isso. Não me obrigada a te força tomar o remedo como daquela vez. —Cebola repreendeu estando descrente com o comportamento da sua namorada.

—Não! Por favor, nem me lembre disso hahaha... Olha, pode ficar despreocupado tá, pois você não vai precisar chegar nesse ponto, eu vou toma essa joça. —A moça alegou tentado suavizar preocupação do namorado.

—Então por que essa dificuldade toda pra toma logo o remédio? —O jovem incentivou a namorada contar estando incrédulo com ela.

—Bom... Você não faz ideia de tão cansativo isso tudo é pra mim. De como é horrível me sentir fraca ao ponto que preciso sempre está medicada para ter saúde pra poder viver. —Mônica contou sentido um certo ressentimento com uma expressão triste formou-se em seu rosto.

—Mônica, não é um simples remédio ou o que for vai te definir se você é forte ou fraca. Mas sim a sua força de vontade, acredite você é mais forte do que pensa, pra aguentar tudo que passou e ainda enfrentar as barreiras que você achava que nunca iria quebrar, como ir na rua e voltar a frequentar uma escola, fora outras coisas conquistas que você já superou e não percebeu ainda. Você é sem dúvidas uma pessoa muito forte, eu admiro muito essa sua força e coragem. Sem falar também outras coisas em você que eu admiro. —O garoto encorajou e por fim sorriu de um jeito terno fitando a sua amada.

—Obrigada, fico muito feliz por você dizer isso. —A linda dentucinha agradeceu retribuído o mesmo sorriso enquanto fitava o namorado com doçura.

—Agora você vai tomar logo essa droga de remédio!? —Cebola apressou estando impaciente e autoritário encarando meio serio a namorada.

—Hum... Lá se vai o Cebola fofo. —Mônica insultou de maneira sugestiva debochada com ironia e em seguida revirou os olhos sem tanta paciência.

—Huhuhu... Você me tira do serio as vezes, não tenho culpa. —O troca-letras restringiu sendo debochado em tom de brincadeira e sentido injustiçado.

—Tá, claro que eu vou! Pronto, tá vendo. Tomei. —A dentuça zombou estando impaciente com o próprio namorado, por fim finalmente engoliu o remédio junto com a água para ajudar o comprimido descer pela garganta.

—Viu como não doeu nadinha. —O moreno debochou apenas de brincadeira com um sorriso cínico travesso montado em sua face.

—Humpf bobo! —A menina rebateu fingindo estar ofendida levando para brincadeira e em seguida um sorriso alegre surgiu em sua semblante.

—Eu vou levar o copo pra cozinha. Já volto pra ficar aqui com você, tá bom?! —Cebola avisou de um jeito carinhoso com um leve sorriso afetuoso modulado em sua face.

—Tudo bem, eu espero! —Mônica autorizou devolvendo o mesmo sorriso pro seu namorado.

Cebola segurando de forma gentil e suave um lado da bochecha da Mônica com uma de suas mãos, se aproximando do rosto da namorada com intenção de selar em seus lábios ao dela e quando suas bocas se encontram formaram um carinhoso beijo de boca fechada, quase como um selinho, só não era um selinho pois seus lábios estavam bem juntos e demorou um pouco mais de tempo que um selinho levaria.

Terminando o breve pequeno beijo, Cebola pega o copo de vidro que estava em cima do criado mudo e em seguida vai até a saída do quarto de sua amada com objetivo de ir para a cozinha pra poder lavar e guarda o copo que havia sido utilizado pela Mônica na hora de engolir o medicamento. Desse jeito o Cebola sai do quarto deixando a bela dentucinha sozinha sentada na cama com os seus pensamento refletido sobre a vida e a imensa felicidade por esta finalmente junta do seu amado antigo delinquente e atual cuidador, a qual sem entender bem o motivo do porque se apaixonou tento por ele.

Notas finais
E ai leitores, o que vocês acharam desse capítulo de hoje? Gostaram? Amaram? Então, não deixe de comentar dizendo as suas opiniões que isso sempre me motiva a continuar escrevendo a fanfic. Certo?! Sobre esse capítulo, sei que ele não teve lá coisas tão bombásticas, assim como o capitulo anterior, foi apenas pra mostrar o começo (do tão aguardado por todos) o namoro do casal protagonista, olha não posso prometer nada que as coisas não vão ficar intensão daqui pra frente ou será que vão hehehe *autora sendo sugestiva e misteriosa modo on*. Ficaram curiosos?! Então continuam de olho na fanfic, pois não vou falar mais nada, só ficam no aguardo. Hahaha... Aproveitado que estou aqui queria facilitar pra vocês caso querem ler as alterações da fanfic e não precisar ler tudo desde o começo vou falar aqui quais foram os capítulos que tiveram mudanças. CAPÍTULO 5 CAPÍTULO 6 CAPÍTULO 8 CAPÍTULO 9 CAPÍTULO 10 CAPÍTULO 12 CAPÍTULO16 CAPÍTULO 17 CAPÍTULO 20 CAPÍTULO 22 CAPÍTULO 24 CAPÍTULO 25 CAPÍTULO 26 CAPÍTULO 30 CAPÍTULO 42 Acredito que esses são os capítulos até onde eu lembro, qualquer coisa depois eu coloco aqui na Nota Final caso algum ficou de fora :) . Então é isso pessoal, espero ver vocês no próximo capitulo assim que conseguir postar ele e espero real que eu não demore pra isso :D . Beijinhos para todos vocês!!! ❤