Destinos
46 Capitulo 46: Contando sobre o nosso namoro
Notas iniciais
Estando dentro da cozinha da casa de sua receite namorada, Cebola após ter lavado e guardado no lugar apropriado dentro do armário o copo de vidro, o mesmo que havia sido utilizado pela a Mônica para beber agua junto com comprimido do remédio pra facilitar na hora de engolir, o garoto saiu da cozinha voltando para sala principal da casa com pretexto de subir as escadas pra retornar ao quarto da namorada dentucinha, que fica no andar de cima da casa, para fazer companhia a mesma e vice versa. Só que antes que o Cebola começasse a caminhar em direção a escada, pudesse ouvir o barulho da porta da saída e entrada da casa ser aberta, ao se virar o seu corpo de costa para ver quem estava entrando naquela residência, já adivinhando bem quem podia ser por razões obvias, o garoto dos cabelos espetado se deparou com a imagem da dona Luísa que havia acabado de retornar ao seu lar após um longo e cansativo dia no trabalho, entrando por dentro do interior de sua própria casa.
—Oi Cebola! Tube bom com você? —Dona Luísa cumprimentou o jovem garoto com um pequeno sorriso simpático direcionado para o mesmo.
—Sim, claro! E a senhora? —Cebola a recebeu cumprimentado retribuído o mesmo tipo de sorriso.
—Ham! Exausta, mas vou sobreviver. Hahaha! —A mulher decretou brincando, ao terminar a sua fala soltou uns leves risos descontraído.
—Haha! Que bom saber! —O rapaz acentuou de forma que demostrava estava sendo compreensivo com a situação da sua futura sogra.
—E a Mônica? Como ela está? Já está dormindo? —Luísa questionou estando de certo modo preocupada e ao mesmo tempo ansiosa para saber como estava a sua filha.
—Sim, ela está bem... —Cebola tentou responder só que a Luísa o interrompeu antes por estar impaciente para ver sua filha e saber como ela estava.
—Quer saber de uma coisa!? Prefiro eu mesma saber como ela está. Vou lá em cima ver se está tudo certo com a minha menininha e também matar a saudade dela. Tchau Cebola, até amanhã! —A adulta pronunciou interrompendo o adolescente, em seguida ela começa a se dirigisse na direção da escada para subir pro andar de cima da casa estando apressada com intenção de ver sua filha pretendendo matar a saudade da mesma.
—Espera dona... —Tendo receio Cebola tenta impedir a mulher de subir pro quarto de sua filha, pois queria preparar a sua futura sogra para ouvir a revelação do seu namoro com a Mônica.
—Cebola, o que foi?! Você já pode ir pra sua casa. —Ao ter parando de andar e em seguida virando em direção do adolescente, dona Luísa investigou sem entender atitude do rapaz por não ter indo embora para sua própria casa e também por qual razão ele parecia estar ansioso com algum.
—Não é isso! É que... —O jovem por estar inseguro tenta explicar, só que antes que ele conseguisse pensar algum novamente dona Luísa o interrompe estando meio impaciente.
—Já até sei! A Mônica ainda está acordada e você veio pro andar de baixo fazer uma coisa e é por isso que não foi embora porque quer se despedir dela antes. —A mais velha supôs pensado que só podia ser isso o motivo pro adolescente não ter indo embora pra sua casa.
—Não dona Luísa! Não é bem isso... —Cebola tentou esclarecer, mas como estava nervoso não conseguiu proceder com a sua fala adiante.
—Então o que é, garoto?! —Ela o apressou por está impaciente começando a ficar preocupada que algum ruim possa ter acontecido com a sua filha.
—Er...—Por estar receoso em contar sobre o seu namoro com a Mônica pensando o que sua futura sogra ia achar sobre isso, Cebola solta um suspiro com objetivo de conseguir tomar coragem para prosseguir sua fala adiante —Mônica e eu temos algum para te contar. —Ele notificou sendo direto assim que conseguiu juntar coragem.
—Hã? —Dona Luísa exclamou começando a estranhar o que podia estar acontecendo.
—E tem que ser nós dois juntos, então nem me adianta tentar me fazer falar agora antes de chegamos no quarto da Mônica. —O garoto avisou tentando se manter calmo diante da sua futura sogra.
—O que você fez com a minha filha, seu canalha miserável. —A dona da casa nervosa acusou começando a crescer uma raiva dentro dela por pensar que talvez o Cebola havia feito algum de ruim com sua filha, como por exemplo ter se aproveitado da inocência da sua já crescida garotinha.
—L-Luída c-c-calma! Eu vou explicar tudo... A Mônica está bem! —O troca-letras justificou na tentativa de tranquilizar a mãe da sua namorada, mesmo estando assustado com a dona Luísa,
—Só vou ter certeza disso depois que ver ela com os meus próprios olhos. —Luísa alegou sentido uma certa fúria do rapaz, por fim ela apressou os seus passos em direção da escada e posse a subir nos degraus com pressa para chegar mais rápido no quarto de sua filha.
—Melda, fudeu! Dona Luísa vai me matar! —Cebola mencionou ficando apavorado com a sogra por sentir medo do que ela poderia fazer com ele. Depois disso o garoto começou a subir as escada da casa com intenção de chegar no quarto da namorada o quanto antes.
[...]
Ao chegar no quarto de sua filha, Luísa que estava mais do que apreensiva pensando no pior que pode ter acontecido com a sua doce e inocente "filhinha", abriu a porta que estava semi-encostada com brutalidade e muita pressa, o que fez a Mônica tomar um leve susto pelo som do estrando da porta ser aberta dessa maneira, mas depois a jovem menina fica mais calma e também aliviada ao ver que era apenas a sua amada "mamãezinha", só que depois ela fica meio preocupada, pois se lembrou que teria que revelar sobre o seu namoro com o garoto rebelde problemático para a sua mãe Luísa, assim que a mesma chegasse em casa, Mônica estava com um certo receio de saber a opinião do que a mulher ia achar sobre esse namoro.
—MÔNICA! O que esse mostro te fez? —Dona Luísa intimou assim que entrou no quarto de sua filha estando mais do que nervosa de preocupação com a garota.
—Hã? O que? Mostro?! —Mônica requereu estando confusa sem conseguir compreender o que estava acontecendo.
—Estou me referido a esse moleque que eu tive a ideia estupida de deixar ele cuidar de você. —Luísa culpou enquanto apontava o dedo indicador na direção do Cebola e uma expressão formada em sua semblante de desdém o encarando.
—Mônica, por tudo que for mais sagrado, explica para sua mãe que eu não te fiz nenhum mal.—Cebola estando apreensivo suplicou para que a sua namorada explicasse tudo antes de sua futura sogra cometesse um homicídio dentro daquele lugar.
—Mal?! —A dentuça indagou de forma retorica cada vez ficando mais confusa procurando entender o que estava ocorrendo.
—Fica quieto! Quem tem que responder é a Mônica. —Dona Luísa esbravejou enquanto encarava o Cebola com uma expressão de fúria se segurando para não acabar tirando a vida dele ali mesmo.
—Mas responder o que? —A garota perguntou tentado compreender tudo que estava acontecendo.
—O que esse mostro fez com você, filha? Ele te machucou? Obrigou a fazer algum que não queria? —A adulta inqueriu sentido aflita exigindo uma resposta o quanto antes.
—Argh! Da pra parar de me chamar de mostro toda hora! —Cebola reprimiu começando a esgotar sua paciência com a futura sogra enquanto encarava de modo serio a mesma.
—Cala sua boca, seu pirralho miserável! Já te mandei ficar quieto! —Dona Luísa silenciou o encarado de volta com ódio.
—Mãe calma, não sei o que tá acontecendo! Mas respondendo a sua pergunta, o Cê não fez nada de ruim comigo, pelo contrário... Ele só fez coisas boas comigo. —Mesmo continuando sem entender nada o ocorrido, Mônica revelou sendo mais sincera possível pensado o quanto o seu amado namorado é tão atencioso e amoroso com ela. Ao terminar de dizer, um sorriso de felicidade e apaixonado se formou em seu rosto e as suas bochechas estavam levemente rosadas por estar se sentido sem jeito naquele estante.
—Coisas... Boas... GRRRRRRRRRRRRRRRRRRR EU TE MATO SEU MOLEQUE DESPRESIVEL DOS INVERNOS!!! —Ao ter tirado más conclusões Dona Luísa gritou completamente furiosa e em seguida ela partiu pra cima do (coitado) Cebola, com toda sua força do ódio a mulher tentava estrangular com as suas duas mãos o pescoço do pobre rapaz que até então não havia feito nada demais.
—POR QUE ESTÁ FAZENDO ISSO COM CEBOLA?! SALTA ELE, MAMÃE! —Mônica ordenou aos gritos mesmo estando abismada sem entender nada o que estava acontecendo e ao mesmo tempo preocupada vendo o seu namorado estava sendo estrangulado por sua mãe
—EU TENHO QUE LIMPA SUA HONRA!!! MÔNICA, NÃO SE META NISSO! —Luísa legitimou enquanto continuava esganar o coitado do Cebola.
—MÔNICA, FALA LOGO QUE EU NÃO TLANSEI COM VOCÊ!!! —Cebola desesperado disse gritando na esperança que sua namorada o salvasse o quanto antes.
—Tran... Ah... MÃE SOLTA O CEBOLA AGORA! ELE NÃO CHEGOU A FAZER ISSO COMIGO! AINDA SOU VIRGEM! —Após compreender todo mal entendido, Mônica ressaltou sentido desesperada de aflição por não querer nada de ruim acontecesse com seu querido namorado.
—Virgem!? Mônica, minha preciosa filha, esse traste não fez nadinha de nada com você. Certo? —A mulher constatou agora voltando a ficar calma e com isso solta o pescoço do Cebola finalmente o deixado em paz pro alivio dele.
—Bom.... —A adolescente inicializou estando pensativa sem saber o que iria responder pra sua mãe. —"Dizer que ele não fez nada comigo seria uma total mentira, claro que no máximo que nós dois fizemos juntos foi alguns beijos e amassos, mas também não posso falar isso pra mamãe, ela certamente não vai gostar saber. O que eu deveria dizer? Estou tão nervosa. A única coisa que eu consigo pensar é que eu amo tanto o Cebola. Não quero que a mamãe mate o Cê." —Ela pensou se sentido apreensiva ao mesmo tempo estava confusa e indecisa sobre com o que iria dizer naquele momento.
—Mônica pelo amor de Deus, olha lá o que vai responder. —Cebola alertou estando aflito com o tipo de resposta a sua namorada iria dar pra a mãe dela.
—E-eu... Eu... —A dentuça tentava dizer, mas nada conseguia sair da sua boca por esta bem nervosa naquele estante.
—Você o que, meu bem? Por favor, não deixe sua mãe aflita. —Luísa pressionou estando impaciente de preocupação querendo saber o quanto antes se a sua doce e inocente filhinha havia sido ou não abusada pelo seu cuidador.
—Eu eu amo... Eu amo o Cebola! —Mônica concluiu murmurando dizendo num impulso, pois não sabia qual resposta iria dar por causa do nervosismo e com isso só acabou falando a única coisa que vagava em sua mente, no fim das contas ela acabou ficando sem graça devido o que disse chegando a ficar com duas bochechas coradas e olhando para baixo.
—O que? —Dona Luísa exclamou estando incrédula com o que a sua filha disse.
—O que eu que digo, que tipo de resposta é essa!? —Cebola especulou sendo irônico estando pasmo com a sua namorada.
(N/A: Nessa hora o cérebro da Mônica bugou de vez, tadinha. kkkk)
—Mamãe, eu quero sua permissão para poder namorar o Cebola porque eu amo muito ele e eu sei que ele me ama também. —A morena pediu de um jeito que demostrava estar determinada a convencer sua mãe permitir este namoro.
—Hã...? HÃÃÃÃÃÃÃÃ!!! O QUE? —Luísa extravasou estando completamente estupefata, não imaginava o que estava acontecendo era exatamente isso, a sua filha Mônica estava namorando com o seu amigo e cuidador Cebola.
—Era basicamente isso que a Mônica e eu queríamos contar para a senhora. Estamos namorando. —O garoto noticiou estando de pé no lado da namorada, que estava sentada na cama, mantendo um sorriso contente sublinhado em sua feição.
—Isso é verdade? —Dona Luísa analisou estando perplexa tentando compreender toda situação enquanto encarava os dois adolescente na sua frente.
—Sim, é verdade. Cebola e eu finalmente assumimos nossos sentimentos e agora estamos namorando. —Mônica respondeu se sentido mais do que feliz com um sorriso alegre desenhado em seu rosto.
—Então dona sogrinha, vai deixar a Môniquinha namorar comigo? —O troca-letras provocou com um sorriso cínico debochado contornado em sua face direcionado para a mãe da sua namorada
—Grrrr!! Esse moleque!!! —A mais velha resmungou ficando irritada com o garoto que agora era o namorado da sua filha ao mesmo tempo que ela cerrava um dos seus punho.
—Cebola, não provoca a mamãe! Não ver que assim só vai piorar mais a situação?! —Mônica repreendeu encarando o seu namorado de modo serio reprovando essa atitude do mesmo.
—Ah, tá! Tá bom, parei! Agora falando sério, dona Luísa saiba que eu amo profundamente a sua filha de todo meu coração e eu quero... Ou melhor, nós queremos saber se a senhora permite o nosso namoro. Não precisa se preocupar com a Mônica, tomarei conta dela como fosse a minha própria vida, isso pode apostar com toda certeza do mundo. —O jovem prometeu estando esperançoso que a sua futura sogra iria permitir o namoro dos dois, enquanto segurava sutilmente com carinho a mão da amada que estava sentada na cama ao seu lado.
—Deixa mamãe... Por favor, por favorzinho, eu nunca te pedir nada. Serei eternamente grata a você e farei de tudo pra ser a melhor filha do mundo. —A dentuça insistiu de forma meiga sendo bem persistente sentido esperançosa da mãe aprovar o seu namoro.
—Hum... Não exagera Mônica. Sem falar que você já é a melhor filha que poderia existir. O problema mesmo é esse garoto. Hum... Tem certeza que ama ele mesmo? É com ele que você quer ter um relacionamento amoroso serio? —Dona Luísa interrogou demostrando ter algumas certas duvidas se devia aprovar o namoro ou não, o que a incomodava era o fato se esse namoro poderia acabar não sendo algum bom pra sua filha no fim das contas.
—Sim, absoluta! Nunca tive tanta certeza na minha vida. —Mônica confirmou de um jeito convicta que demostrava toda certeza a qual ela sentia.
—Er... E qual é sua resposta? Por favor, diz logo estou morrendo de ansiedade. —Cebola inquiriu se sentido ansioso para obter a resposta da sua futura sogra.
—Eu igualmente. —A jovem apoiou concordando com o seu namorado, estando tão ansiosa para saber a resposta quanto ele.
—Bom, já que vocês dizem que se amam tanto, quem sou eu para ir contra esse amor todo. Tá, está bem, eu dou a minha permissão. —A mulher aprovou fingindo estar derrotada sem ter escolha, só que na realidade era que ela estava feliz com essa noticia, na verdade a um bom tempo dona Luísa tossia para que a sua filha e o Cebola iniciasse esse namoro dos dois e de preferencia que fosse um namoro longo duradouro e saudável.
—Ah que alivio, eu estou mais que super feliz! —A dentucinha comemorou aliviada e ao mesmo tempo empolgada estando extremamente feliz.
—Muitíssimo obrigado dona sogri... Digo, dona Luísa, garanto que não vai se arrepender, cuidarei muito bem da Mônica e sempre a farei ela feliz.—O rapaz agradeceu sentido aliviado e tão empolgado de felicidade quanto a sua amada namorada.
—Tá bom, tá bom! Se acalmem! Assim vocês só vão tirar minha paciência do sério e não vou deixar mais esse namoro acontecer. —Luísa restringiu debochando de brincadeira para acalmar a empolgação do jovem casal apaixonados.
—Ah mamãe, você fala isso de boca pra fora. Eu sei que você é a favor do nosso amor. —Mônica assimilou de um jeito brincalhona com um sorriso divertido modelado em sua semblante, sabendo muito bem que a sua mãe nunca pareceu ser contra um dia o Cebola viria a ser torna seu namorado.
—Tá, admito. Eu sou sim a favor desde o início e só estava de graça com vocês! Mas saibam que esse namoro terá que ser com juízo hein, vocês são muito novos pra certas coisas. —Dona Luísa proclamou avisando mantendo uma pose seria encarando os dois recém formado casal.
—Tudo bem, mãe! Não precisa se encanar com isso, Cê e eu namoraremos direitinho. —A moça caucionou decidida sendo honesta com as suas palavras.
—Sobre isso não tem que se preocupar. —Cebola concordou com a sua namorada querendo transmitir confiança em suas palavras.
—Humpf! Eu confio na minha filha, já você meu rapazinho, duvido muito. —A mulher ironizou sendo debochada não conseguindo confiar nem um pouco no namorado da sua filha.
—Que isso dona Luísa, assim me sinto ofendido! —O garoto contestou demostrando estar de fato ofendido com a própria sogra.
—Ótimo, pode continuar a se sentido ofendido, eu não me importo. —Dona Luísa refutou utilizando sarcástico nem um pouco se importado com a opinião sobre o que o adolescente pensa.
—Hahaha... Que sorte eu tenho por ter a senhora como sogra. —O troca-letras debochou sendo irônico com um sorriso cínico estampo em sua face.
—Gr! Ai que moleque irritante! —Luísa reclamou ficando sem paciência mantendo os dois braços cruzados com uma expressão irritada em seu rosto.
—Hahaha... Ai esses dois! —Mônica afirmou em tom de brincadeira com um sorriso brincalhão esculpido em sua feição, se divertido com o jeito do seu namorado e a sua mãe lidam um com outro.
—Bom, já que está tudo resolvido então posso ir para minha casa. —Cebola comunicou assim que se lembrou que precisava voltar pra sua própria casa, se não fosse logo poderia ficar tarde e eventualmente acabaria preocupado a sua mãe por não ter chegado em casa ainda.
—Já! Mas que pena! Digo... Hahaha... Que vergonha com o que eu disse! —Mônica manifestou encostando as duas pontas dos seus dois dedos indicadores um no outro estando encabulada chegando a ficar os as suas bochechas coradas.
—Não se preocupe, minha linda. Amanhã a gente vai se ver. —O jovem motivou enquanto envolvia a garota num abraço com o seu braço em volta dos ombros dela e com um doce sorriso destinado pra mesma.
—É mesmo, tem razão! —A menina certificou concordando com o seu amado, retribuído o meigo sorriso colocando a sua mão em cima da mão do namorado que estava pausada em seu ombro.
—"Ai meu saco, vou ter que aturar isso agora. Namorinho meloso de adolescentes" —Dona Luísa pensou sendo debochada de brincadeira. —Cebola, espera mais um pouco. —Ela o chamou assim que havia se lembrado de algum a qual era importante avisar.
—Sim, o que foi agora? —Ele correspondeu olhando diretamente para a dona da casa com pretexto de dar atenção pra mesma.
—Eu estou aqui pensando... Você vai contar pros seus pais, né? Sobre esse namoro? —Luísa questionou estando intrigada em obter sua resposta.
—Sim, claro que eu vou. Por que dessa pergunta? —O moreno indagou começado a ficar curioso com a sua futura sogra queria.
—Porque eu quero fazer um almoço nesse domingo aqui em casa, juntando você e sua família mais a Mônica e eu. Quero que esse namoro seja algum realmente oficializado. —A adulta informou sendo direta indo logo ao ponto aonde queria chegar.
—Que isso mamãe. Mas já quer noivar a gente?! —Mônica discordou estando indignada sem poder acreditar que a sua mãe já aparentava estar propondo casamento logo tão cedo.
—Er... E-eu amo a Mônica, mas isso parece meio rápido não. —Cebola recusou descrente começando a ficar ansioso de nervosismo só de pensar que não se sentia pronto para o próximo passo em seu relacionamento tão receite.
—É mesmo, sem falar que somos tão novos, nem o ensino médio não terminamos ainda. —A garota reprovou apoiando o seu namorado por não estar sentido pronta para se casar com o mesmo.
—Não é isso seus bocós. O que eu quero apenas um almoço para celebrar o namoro de vocês, assim como se fazia as famílias antigamente quando um rapaz pedia para namorar a moça num jantar com as duas famílias reunidas. —Dona Luísa explicou começando a ficar exaltada com pouca paciência para lidar com o casal de adolescentes.
—Isso não é meio brega! —Mônica criticou desaprovando os planos de sua mãe.
—E super desnecessário! —Cebola zombou concordado com a sua namorada.
—Aff! Eu só quero saber se os seus pais estão de acordado com esse namoro, não só apenas eu. E digo mais, você hein meu jovem, sei a fama de safado pegador que tinha, se quer ser namorado da minha filha acho bom ser como os conformes. De preferência o modo de antigamente. Quero que seja um namoro oficial e respeitoso. Claro que eu não quero bancar a antiquada conservadora, imagino se esse namoro for adiante, quando vocês dois forem mais velho, no caso adultos, não vejo problema iniciar uma vida sexual antes de se casarem, mas pra isso vocês tem que terem maturidade pra saber o que é sexo seguro. —Luísa esclareceu esbravejando após ter perdido a sua preciosa paciência com os dois adolescentes.
—... —Mônica nada disse por estar espantada com a sua mãe.
—... —Cebola não disse nada por estar espantado também.
—Tá... Bom! —Mônica e Cebola afirmaram juntos em uníssono continuando espantados com a dona Luísa.
—N-não plecisa se pleocupar com mais nada. Esse namolo vai ser como a senhola esta exegindo. E-e eu também falalei com os meus pais soble esse almoço que você quer organizar. V-vai dar tudo celto, não plecisa ser pleocupar. —Cebola garantiu tentando parecer seguro e confiante com o que dizia, só que como ele estava apavorado com a sua futura sogra acabou que isso não aconteceu.
—Se é assim, pra mim está ótimo. —Dona Luísa permitiu tentando manter sua paciência intacta de volta, estando com os dois braços cruzados, uma expressão seria formada em seu resto e o pescoço virado pro outro lado desviando a direção do jovem casal de namorados.
—Bom, é melhor eu ir antes que fique ainda que mais tarde. —O garoto anunciou estado meio preocupado com a hora não querendo chegar tarde em sua casa.
—Também acho. Não quero preocupar os seus pais te prendendo aqui dentro. —A mulher consentiu aprovando a decisão do rapaz, não querendo de jeito nenhum causa-lo problemas.
—Tchau dona sogrinha... Hahaha... Digo, Luísa. Até manhã! —O troca-letras se despediu sendo debochado como sempre com um sorriso cínico estampado em sua faceta.
—Huh... Tchau, até! —Luísa preferiu apenas se despedir de modo seco tentado não se estressar com seu futuro genro.
—Tchau, minha coelhinha! Fique sabendo já estou com saudades de você. —Cebola se despede de um jeito carinhoso dando um beijo meigo na bochecha da Mônica, já que ele não tinha coragem de beijar a boca da namorada na frente da sua futura sogra, mesmo que fosse um simples selinho.
—Hahah! Tchau Cebolinha! —Mônica por sua fez se despediu de maneira carinhosa se sentido derretida com a ternura do seu namorado sempre demostrar ter por ela enquanto esbanjava um doce sorriso amável em sua face.
—"Ai ai, são tão fofinhos que chegam ser irritantes. Hahaha" —Dona Luísa pensou de modo debochada apenas de brincadeira, mas no fundo ela tinha que admitir a relação da sua filha com o seu namorado era mesmo uma coisa fofa adorável.
Após ter terminado de se despedir da sua namorada Mônica e da dona Luísa, Cebola saiu de dentro do quarto seguindo a direção a porta da sala onde dava a entrada e saída pra rua, com intenção de poder ir embora para a sua casa o quanto antes ficasse mais tarde e acabasse sem querer preocupando sua mãe com o horário tarde que o filho ainda não havia chegado em casa. Quando, Cebola realmente se foi seguindo o seu caminho de volta para o seu lá, assim deixando apenas mãe e filha sozinhas naquela residência, dentro daquele quarto de uma jovenzinha moça solteira.
—Quem diria minha filha, você e o Cebola acabariam mesmo juntos, hein! —Dona Luísa comentou em tom de brincadeira com um sorriso amistoso moldado em sua face.
—Hahaha... Ah mamãe, para de se fazer de supressa com essa história toda. Você mesma que desde o início ficava me provocando que eu gostava do Cebola e tal. Parecia que no fundo queria que isso acontecesse. —Mônica presumiu sendo brincalhona devolvendo o mesmo tipo de sorriso amigável pra sua mãe.
—Hahaha... Bem né, não tem como mentir. É verdade mesmo de certa forma, o Cebola apesar dos apesares é um bom rapaz e eu sei que ele te ama muito. Do mesmo jeito que você ama ele. —A mais velha opinou estando convicta querendo transmitir confiança pra sua filha e por fim um sorriso caloroso surgiu em sua semblante.
—Hahaha... Nah, para mamãe! Assim fico sem jeito! —A jovem protestou se sentido meio envergonhada ficando com as bochechas num tom sutilmente rosadas e com um pequeno sorriso animado moldurado em sua feição gostando do que ouviu vindo da sua mãe.
—Só espero que mais pra frente, eu não me arrependa de permitir esse namoro. —Dona Luísa pressupôs demostrando sentir uma certeza insegurança.
—Por que está falando isso? Mãe, você acha que namorar o Cebola não vai ser uma coisa boa pra mim? —Mônica perguntou estando receosa começando a se entristecer.
—Não é bem isso, minha flor. —Luísa confortou tentado animar a sua querida única filha.
—Então é o que? Você tem medo que o Cebola na verdade não presta, é isso? —A garota interrogou continuando se sentir insegura e principalmente triste só em pensar na possiblidade do seu amado não for um bom namorado para ela.
—Hum... Bom, o Cebola cada dia tem se amostrado ter mudado de verdade, e como já havia dito tantas vezes, ele demostra gostar muito de você. Mas mesmo assim, sempre vai existir uma pulga atrás da orelha sobre desrespeito de uma pessoa, afinal as vezes o ser humano pode ser uma caixa cheia de surpresas não tão boa. E como sou mãe é normal ficar meio preocupada se o rapaz vai ser um bom namorado para a sua filha. Mas eu realmente não quero ficar colando minhocas na sua cabeça sobre o seu namorado e no fim das contas acabar estragando a relação de vocês. O que eu posso te dizer minha filha querida, amar é isso, amar é confiar, é se entregar mesmo contra as probabilidade dos riscos.—Luiza aconselhou sendo mais franca até onde podia com o que ela pensa e acredita, querendo motivar o animo de sua já crescida menina.
—Isso é mesmo verdade. —Mônica considerou concordado com sua mãe começando a se alegra de novo.
—Sem falar que eu não posso fazer isso com você de ficar impedindo de ter um namorado só para te proteger. Não é certo uma mãe proteger tanto os filhos o tempo todo de todas as dificuldades do mundo. Como você vai amadurecer e ser tornar uma adulta independe se eu continuar te protegendo de correr todos os riscos da vida?! Não dizem que mães criam os filhos pro mundo e não pra elas mesmas, então quero te preparar para ser uma pessoa forte que possa enfrentar o mundo sozinha. Porque não vou estar pra sempre para proteger você, meu amor.
—Mãe não diz isso, por favor. Não quero nunca ficar longe de você. —A menina implorou começando a sentir seus olhos esquentarem sinalizando que suas lagrimas queriam ser libertas só de pensar um dia não ter mais a sua amada mãe ao seu lado.
—Eu sei, também não gosto de pensar nisso. Mas... São por essas razões que eu sou tão a favor do Cebola ficar ao seu lado sempre, quando eu não estiver mais aqui, você não ficará sozinha pois ainda vai ter o Cebola ao seu lado para cuidar de você. E você também vai cuidar dele. —Luísa argumentou sendo mais compreensiva e atenciosa possível com um amável sorriso destinado para sua filha.
—Será!? Será que o Cebola e eu ficaremos juntos por tanto tempo assim!? —Mônica demandou estando esperançosa mesmo tendo um pouco de incerteza preferindo acreditar na capacidade do seus sentimentos a qual carrega pelo seu amado namorado.
—Uhum! Se os seus corações acreditarem na força dos seus sentimentos, sim, vão com toda certeza. —Dona Luísa encorajou transmitindo toda convicção do conhecimento de até onde ela poderia ter, enquanto colocava a sua mão segurando suavemente por de baixo do queixo da sua filha e com um sorriso amoroso modulado em seu rosto direcionado para a mesma.
—Obrigada mãe, obrigada por tudo e por ser a melhor mãe que poderia existir. —A mais nova agradeceu retribuído o mesmo sorriso afetuoso enquanto abraçava a sua mãe com carinho.
—Obrigada você por permitir ser a sua mãe. —Luísa agradeceu correspondendo o abraço aconchegante de sua amada filha. —Agora chega dessa conversa, já está ficando tarde e é melhor imos preparamos para a hora de dormi. E você principalmente precisa mais do que eu. —Ela avisou começando a se preocupar com a hora e também querendo encerrar de vez esse assunto melancólico.
—Tá bom! Você esta certa, mamãe. —Mônica concedeu pensado igual a sua mãe sobre desrespeito essa conversa devia ser encerrada.
[...]
Depois de um bom tempo caminhando pelas ruas sozinho seguindo rumo em direção de sua casa, Cebola havia chegado em seu destino onde morava, ao entrar na residência após ter aberto a porta com sua chave, anunciando para a sua mãe que havia chegado e por fim ele se senta esparramado no sofá pra poder descansar do cansaço acumulado pelo caminho andando a pé da casa sua namorada até a casa onde ele mora.
—Cebolinha, ainda bem que chegou. Já estava começando a ficar preocupada, você ainda não tinha chegado. —Dona Maria o recebeu sentido sua preocupação de mãe ao mesmo tempo aliviada aparecendo na sala assim que ouviu o som da porta da casa se abrindo já adivinhando que só podia ser o seu querido filho que havia acabado de chegar esta hora.
—Desculpe, mãezinha! Não queria ter demorado pra chegar em casa e te preocupar. —Cebola consolou se desculpando de um jeito afetuoso se levantado do sofá olhando na direção da sua mãe com intenção de dar a atenção para mesma.
—Puxa... Você está tão carinhoso. A quanto tempo não vejo o meu garoto assim. —A mulher pressupões estranhado o comportamento do seu filho arrogante e rabugento.
—Deve ser talvez eu voltei ser como era antes. —O garoto cogitou tentado omitir que esse era o seu real motivo por trás da enorme felicidade a qual estava sentido.
—Ou porque está muito feliz com algum?! O que aconteceu para te deixado com essa alegria toda? —Dona Maria investigou ficando intrigada com toda felicidade que o seu filho estava demostrando ter.
—Mãe, eu estou amando. Eu nunca pensei que esse sentimento pudesse ser assim tão bom. Eu me sinto nas nuvens. —Cebola confessou de um jeito todo bobo apaixonado com um meigo sorriso alegre delineado em sua face.
—Ham...? Pode me explicar ditério, mocinho. —A adulta requisitou arqueando uma das suas sobrancelhas, cada vez ficando mais curiosa procurando compreender o que seu filho estava querendo dizer com tudo isso.
—Claro que posso, não quero que isso seja segredo pra mais ninguém. Senta aqui mãe, que eu vou contar tudo. —O rapaz assentiu com um sorriso contente e atencioso posicionado pra sua mãe, em seguida foi caminhando até o sofá e por fim se sentou no mesmo.
—Tá bom! Pode começar a me contar. —Dona Maria estimulou continuando interessada em saber, após ter se sentado no sofá também ficando ao lado do seu filho.
—Hoje eu tomei coragem e pedir a Mônica em namoro e ela aceitou. Estamos namorando agora e eu estou muito feliz, de verdade, pela primeira vez em muitos anos, nunca me sentir tão feliz assim. —Cebola contou sem conseguir querer ocultar a imensa alegria a qual estava sentido.
—Hum... Eu devia estar contente por você, meu filho. Me sinto uma mãe horrível! —Maria admitiu estando entristecida e depois olhou para baixo preferindo não ter quer encarar o filho naquele momento.
—Argh! É aquela história de novo que eu não sirvo pra Mônica?! Poxa mãe, sério?! —O moreno se queixou sentido desanimado e também indignado começando a se irritar um pouco com a sua mãe.
—Me desculpa, mas essa é a minha opinião. Fico mais preocupada como vai ser a relação de vocês dois daqui pra frente do que feliz pelo meu filho está vivendo um grande amor. Me perdoa por isso, Cebola. Olha, se a Mônica te faz tão bem, eu vou tentar ver o lado positivo desse namoro. —Dona Maria se desculpou mesmo estando desmotivada tentado ser otimista e tolerante com o namoro do seu filho.
—Valeu mãe, eu sabia que no fundo a senhora ia me entender. —Cebola agradeceu voltado a ficar um pouco animado por receber o apoiou de sua mãe apesar dos apesares.
—Só espero que você sabe o que tá fazendo, hein garoto. E que saiba cuidar bem com todo o carinho e respeito daquela garota, ela é mesmo muito especial. Confesso que vou até gostar de ter ela como nora, isso com certeza. —Maria assumiu pensado o quanto a Mônica é uma menina encantadora sempre tão gentil e amável com todos, certamente saberia como fazer o seu filho feliz isso ela não tinha duvidas.
—Que bom ouvir isso. Eu desejo que vocês duas sejam boas amigas, já que eu pretendo tornar a Mônica parte dessa família no futuro quando fomos adultos. Claro, se o nosso amor chegar até lá. Mas algum me diz que ele vai durar para sempre. —O adolescente assimilou estando esperançoso com um irresistível sorriso de canto em seu rosto.
—Mas já está falando em casamento?!—A mulher interpelou ficando espantada com o que ouviu do seu filho.
—É, quem sabe o futuro, né. —O troca-letras insinuou com um sorriso travesso sem conseguir desfasar alegria que sente por amar uma certa baixinha dentuça.
—Ainda é cedo pra isso, sabia?! Você devia ir com calma com esse namoro. —Maria orientou estando um pouco preocupada com o seu filho parecia estar querendo levar o seu relacionamento amoroso de forma apressada.
—Hahaha! Isso é mesmo. Mãe, tem mais uma coisa que eu preciso falar com você. —Cebola iniciou querendo mudar um pouco de assunto e também queria transmitir um certo comunicado pra sua mãe.
—E o que é? —A dona da casa incentivou a contar começado a ficar um pouco curiosa.
—É sobre a dona Luísa, você sabe né, a mãe da Mônica. Ela quer fazer um almoço de domingo na casa dela para oficializar meu namoro com a Mônica, e me pediu para chamar você e também o pai para irem juntos comigo. Ela quer que seja nesse domingo que está vindo. —O jovem relatou sem mais rodeios torcendo para que a sua mãe aceite comparecer a esse almoço.
—Para oficializar o namoro?! Sério?! —Dona Maria averiguou pensativa estranhado a situação e ao mesmo tempo começando a ficar intrigada querendo entender o motivo que tinha por trás desse almoço.
—Uhum! Seríssimo por incrível que pareça. Mas, então a senhora vai? —Cebola inquiriu estando interessado em saber a resposta vinda da sua mãe.
—Sim, claro que eu vou! —A dona da casa aceitou de bom grado não vendo menor problema em ter que aparecer nesse almoço.
—Beleza, ainda bem! Agora só falta falar com o papai no sábado quando for lá visita-lo pra ai sim ficar tudo certo. —O mais novo assinalou contente sentido satisfeito e aliviado.
—Hum... Só fico pensado os motivos por trás desse almoço. Coitada da dona Luísa, essa pobre mulher deve estar mesmo desesperada tendo você namorando a doce e inocente filha dela.—Dona Maria comentou parecendo pensativa tentado compreender as razões dos planos por de trás da futura sogra do seu filho sobre o que ela poderia estar planejando com esse almoço.
—Mãe, vai me avacalhar agora!? Justo eu que sou o seu filho. —Cebola replicou em meio ao protestado se sentido injustiçado pela própria mãe.
—Por ser sua mãe devo mesmo falar isso. Você era um moleque sem eira nem beira na vida, se a Mônica fosse minha filha, também não ia gostar desse namoro. —Maria argumentou sendo meio debochada apenas de brincadeira por conhecer muito bem como o seu filho realmente é.
—Humpf! Você já não aprovou bem o namoro mesmo sendo a mãe do "moleque sem eira nem beira", faz ideia se você fosse a mãe da doce e inocente Mônica. Acho até que me matava com toda certeza. —O rapaz desferiu utilizando deboche misturado com cinismo finalizando com um sorriso cínico de canto posicionado em sua feição.
—Hum, como sempre tão debochado. Mas eu estou falando sério sobre isso. Nada me tira da cabeça que a Mônica merecia coisa melhor. —A adulta rebateu de maneira tentado ser mais sensata possível, estando desanimada por não gostar do jeito cínico e debochado do seu filho e também não gostando menos ainda de ouvir a parte sobre "matar o seu filho" mesmo em tom de brincadeira, pois isso era uma coisa que jamais ela faria por ama-lo demais.
—Gostando ou não mamãe querida, melhor do que eu para a Mônica não tem como existir. —Cebola desafiou sendo mais ousado e cínico possível com um debochado sorriso atrevido formulado em seu belo rosto acreditando fielmente em suas palavras ditas com toda certeza.
(N/A: Ui esse Cebola)
—Ham... Queria tanto acreditar nisso. —Maria retrucou sendo irônica debochada tendo certas duvidas ao desrespeito sobre o próprio filho.
—Vamos parar com esse assunto, já está cansativo. Vou para meu quarto tomar banho e descasar um pouco, depois eu volto para jantar. —O garoto propôs querendo de verdade encerrar esse assunto com sua mãe, pois não queria de jeito nenhum acabar discutido com ela. Por fim ele se levantou do sofá pretendendo ir até a escada com intenção de chegar no seu quarto.
—Está bem, meu querido. —A mulher autorizou sem menor objetivação pensado da mesma forma que o seu filho sobre encerrar a conversa dos dois, não querendo de maneira nenhuma ter que discutir com ele. Ao finalizar sua fala, Maria se levantou do sofá também preferido ficar apenas de pé.
—Ah, não posso esquecer! Eu te amo mãe! Te amo muito. —Cebola proclamou assim que abraçou a sua mãe num aconchegante abraço afetuoso sincero.
—Eu que te amo muito mais, meu bebezinho. —Maria decretou retribuído o mesmo abraço afetivo com todo o seu carinho maternal.
—Tá bom, agora sim vou subir. —O troca-letras comunicou logo após havia desfeito o abraço com um leve sorriso carinhoso destinado para a sua mãe, depois disso o garoto começou a andar em direção a escada com intenção de chegar em seu quarto.
—Hum... —Dona Maria apenas soltou um leve suspiro enquanto avistava o seu filho subir nos degraus da escada até desparecer do seu campo de visão ficando sozinha na sala. —Por favor, Cebola. Você não consegue ver que há uma chance de fazer essa menina inocente sofrer —Ela mencionou apenas pra si própria ouvir estando cabisbaixa.
[...]
Após ter subido para o andar de cima da casa com intenção de ir pro seu quarto, Cebola se depara com a porta do quarto de sua irmã semiaberto, conseguindo ver um pouco a sua irmãzinha Maria Cebolinha lá de dentro pelo espaço aberto da porta, um sentimento de culpa e saudade do tempo que ele convivia bem e dava atenção para a sua irmã menor fez invadir seus pensamentos e ao mesmo tempo suas emoções, o fazendo ter vontade de entrar naquele quarto para conversar mesmo que fosse um pouco com a pré-adolescente. Sendo assim, Cebola decidiu entrar logo de uma vez no quarto da Maria Cebolinha, torcendo para que ela quisesse ver e conversar com ele. Ao entrar no quarto, o Cebola avistou a menina sentada numa cadeira giratória estando de frente pra mesa escrivaninha que havia lá dentro, parentando estar estudando as matérias da escola e fazendo a lição de casa.
—Oi Mariazinha, posso entrar? —Cebola cumprimentou após ter entrando no quarto com um leve sorriso amigável montado em sua faceta direcionado para sua irmã mais nova.
—Hah, Cebola!? Que estranho, você nunca mais me procurou no meu quarto. O que você quer? —Maria Cebolinha interrogou estranhado atitude do seu irmão querendo saber o que ele pretendia pra estar ali, após te virado com a cadeira giratória a qual estava sentada em direção do mesmo.
—Apenas te ver, nada mais. —O adolescente respondeu de modo carinhoso com um suave sorriso amistoso posicionado na direção da sua irmã, depois ele se sentou na beirada cama com pretexto de conversar estando sentado.
—Por que? —A menina solicitou uma resposta mais concreta continuando sem entender o jovem rapaz.
—Porque sou seu irmão, e irmãos conversam um com outro. —Cebola justificou sendo racional e ao mesmo tempo afetuoso com um leve sorriso carinhoso destinado pra sua irmã.
—Você está tão estranho. Além de está de bom humor todo feliz, ainda parece tão carinhoso, aliás carinhoso comigo. —Maia Cebolinha examinou estranhando o jeito do seu irmão que nunca foi demostrar ser assim antes com ela.
—Hahahaha... Digamos que eu tenho meus motivos pra ficar feliz. Mas mesmo assim não é por isso, não vejo mal em tratar a minha única e querida maninha com carinho. —O rapaz esclareceu sendo sincero com suas palavras ditas, mantado em sua face um sorriso afetivo pra sua irmãzinha.
—Hã? Pera ai! O que está acontecendo aqui? Cadê aquele Cebola rabugento e brigão que vivia pegando no meu pé? Quem é você e o que fez com o meu irmão verdadeiro? —Mariângela debochou apenas levando para a brincadeira sem poder acreditar que esse era mesmo o seu irmão de verdade.
—Hahahahaha... Para de palhaçada Mariazinha, ainda sou eu. Apenas estou feliz com a vida pela primeira vez em anos. —Cebola repreendeu em tom de brincadeira com um sorriso divertido traçado em sua feição.
—Tá bom, vai ver deve ser por isso. Mas me diz, qual é o motivo dessa felicidade toda? —A garota inqueriu estando intrigada e em seguida amostrou um pequeno sorriso alegre pro seu irmão.
—É o amor, Mariazinha! Quando for um pouco mais velha vai entender. —O troca-letras sinalizou sendo brincalhão e em seu rosto criou-se um sorriso bobo demostrado o seu jeito todo apaixonado.
—O que? Você pirou de vez isso sim. Hahaha... —Maria Cebolinha desdenhou zombado apenas de brincadeira continuando achar estranho a maneira como o seu irmão estava agindo.
—Hahaha... Me diz uma coisa, o que você acha da Mônica? —Cebola perguntou estando interessado em saber qual seria a resposta da sua irmãzinha.
—Ela é a garota adolescente mais legal que eu já conheci. —A pré-adolescente declarou de forma animada demostrando ter plena certeza em suas palavras.
—Sério?! Não acha que é exagero não? Ela é mesmo a mais legal de todas? —O moreno questionou gostando do que ouviu vindo da sua irmã com um sorriso divertido em sua semblante.
—Hum... Vai ver que é mesmo exagero. De qualquer forma, a Mônica é uma garota muito legal, gosto bastante dela. Eu adoraria que ela fosse minha irmã! —A jovem menina assegurou tendo convicção a qual ela sentia era mesmo de fato verdade.
—Sua irmã?! —O garoto indagou de modo retorico achando essa situação curiosamente intrigante enquanto sorria com um leve sorriso atrevido de lado.
—Não fica com ciúmes, digo... Eu teria os dois como irmãos sem problemas. —Maria Cebolinha suavizou sendo sincera com um sorriso amigável posicionado pro seu irmão.
—Hahahaha... É, mais assim eu não poderia namorar a Mônica. —Cebola informou sendo sugestivo enquanto distribuía um sorriso divertido pra sua irmãzinha.
—Hã?! Namorar? —Mariazinha exclamou estando surpresa começando a ficar pensativa querendo entender o que o seu irmão estava se referindo.
—E ter ela como cunhada? Você ia gostar? —O mais velho sugeriu já imaginado qual seria a resposta da sua irmãzinha enquanto sorria de um jeito alegre.
—Ham...? —Maria Cebolinha grunhiu pensativa ficando curiosa tentado compreender o que o seu irmão estava querendo dizer com isso.
—Huhuhuh! Maria Cebolinha, o que eu estou dizendo com tudo isso é que eu estou namorando a Mônica agora. —Cebola noticiou se sentido feliz em contar pra sua irmã menor sobre o seu namoro.
—Hahahaha... Eu já sabia, eu sabia, vocês são namorados e só não queria falar a verdade.—A mais nova festejou estando muito contente com um enorme sorriso animado traçado em sua expressão facial.
—Não, você entendeu tudo errado. Quando eu trouxe a Mônica aqui éramos só amigos mesmo, hoje que eu tomei coragem e pedir para namorar ela. —Cebola explicou com intenção que não houvesse mal entendido em relação ao seu namoro com a Mônica e também pra que assim sua irmã não interprete as coisas de maneira errada.
—Pode até ser, mas eu bem que desconfiei que vocês estavam se gostando. —Mariângela afirmou sendo sugestiva maliciosa com um sorriso sapeca travessa diretamente pro seu irmão.
—Hahahah... Você é terrível sua pestinha, só podia ser minha irmã. —O troca-letras brincou entre os risos fazendo carinho no topo da cabeça da sua irmã bagunçando um pouco o cabelo da menina, após ter se levantado da cama.
—Cebolinha eu estou muito feliz que você está namorando a Mônica, além dela ser muito legal comigo, vocês dois super se combinam. Sem falar que agora a Mô é praticamente da família. —A caçula parabenizou estando contente com o namoro do seu irmão e também pela felicidade que o mesmo estava sentindo.
—É, praticamente. —O jovem garoto condisse sentido alegre em saber que a sua querida irmã mais nova não só apoia o seu namoro como também gosta muito da sua namorada.
—Valeu por vim aqui falar comigo e também por voltado ser pelo menos um pouquinho legal comigo. —Maria Cebolinha agradeceu sentido muito feliz de verdade por ter o irmão ao seu lado sendo atencioso com ela.
—Não tem que agradecer, minha pirralha favorita. Eu que peço desculpas por tanto tempo eu fui um irmão babaca pra você. —Cebola se desculpou tendo certo arrependimento das vezes que não ágil como um bom irmão pra sua querida única irmã enquanto colocava a sua mão de modo carinhoso em cima da cabeça da pequena garota.
—Ham... —A menor fica pensativa vendo o seu irmão tão resmungão e arrogante logo se desculpando com ela.
—Bom, vou pro meu quarto agora, estou mesmo morto de cansaço. Se precisar da minha ajuda com a lição de casa ou qualquer outra coisa que precise de ajuda é só bate à porta do meu quarto antes de entrar. Tá bom?! Mas tem que perguntar antes se pode, nada de entrar num quarto de um jovem garoto que precisa de privacidade as vezes. —Cebola advertiu parentando estar de um jeito serio pra passar visibilidade enquanto encarava a menina a sua frente.
(N/A: Eu sei bem esse tipo de privacidade que o Cebola quis dizer (¬‿¬) )
—Sim, tá bem! —A menina concordou sem menor problema com o aviso deixado pelo o irmão mais velho, preferindo não procurar entender o que ele disse com isso estava se referindo.
Terminando de ouvir a criança quase adolescente falar, Cebola saiu do quarto que era exclusivo apenas da sua irmã caçula para ir pro seu próprio quarto com o objetivo de tomar um banho e descasar logo em seguida antes de descer para jantar. Com isso, a Maria Cebolinha foi deixada sozinha naquele cômodo da casa que pertence só ela, de modo pensativa.
—Mas será que ele é mesmo meu irmão? Sempre quis que o Cebolinha fosse assim legal comigo. —Maria Cebolinha murmurou se questionando com seus próprios pensamento sentido melancólica.
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