Destinos
40 Capítulo 40 - Visitando a casa da família do Cebola
Notas iniciais
As horas continuavam passando e com isso as aulas iam ocorrendo normalmente dentro das salas de estudo, até que finalmente chega a hora da saída e com isso já podia se ouvir o som do sinal que oficializava o fim das aulas ecoando por tudo que era canto daquela escola, fazendo assim todos os alunos terem permissão de saírem do colégio e irem para as suas respectivas casas. Mônica já havia guardando os seus pertence escolares dentro de sua mochila, em seguida se despediu dos seus amigos que estavam na sua mesma turma de classe e por fim ela foi em direção até a saída da sala de aula, pretendendo esperar o Cebola no lado de fora no corredor, só que antes que pudesse atravessar a porta, Mônica acabou encontrando em sua frente com o Cebola, que estava ali com intenção de busca-la pra poder leva de volta para casa dela, assim que se viram os dois acabaram ficando corados brevemente por se verem tão de repente o que fez os seus olhares se cruzaram um com outro naquele estante.
—Oi Mô! Já esta pronta para voltar pra casa? —Cebola cumprimentou meio tenso por vê-la de repente tentado parecer normal sem demostrar o que estava sentido naquele momento.
—Ar! Oi Cê! Sim, está tudo certo, podemos ir. —Mônica cumprimentou meio ansiosa por vê-lo ali de relasse, tentado disfarçar o que estava sentido naquele estante.
—Beleza! Então vamos! —Ele a chamou com um leve sorriso amigável a fitado.
—Uhum! —Ela assentiu devolvendo o mesmo sorriso pro amigo.
[...]
O Cebola e a Mônica já estavam no lado de fora da escola em frente ao grande portão, estando prontos para irem à casa da Mônica, até que o Cebola lembrou que cada vez fica mais difícil ficar sozinho com a Mônica, toda vez que estão a sós, apenas os dois, o lindo moreno dos cabelos espetado tinha uma imensa vontade de querer beijar a sua amada amiga dos dentes salientes, de confessar o seus reais sentimentos por ela e poder deseja-la completamente (N/A: Eita Cebola vai calma ( ͡• ͜ʖ ͡• ) ). Se não bastante apenas isso, ainda tiveram um dia difícil que deixaram ambos numa situação onde o clima para os dois não estava nada fácil de lidar, era complicado ficar apenas os dois sozinhos com uma atmosfera estranha diferente do habitual. De um lado estava a Mônica que queria saber o que estava acontecendo com o Cebola, tentado entender o porque ele saiu bruscamente do refeitório sem mais ou menos a deixando preocupada, já no outro lado estava o Cebola que ainda sentia um certo ciúme da Mônica com o Do Contra. Com tudo isso em mente, Cebola acabou tendo uma ótima ideia para que ele não acabasse a sós com a Mônica na casa da mesma, pelo menos não nesse dia.
—Mônica! —O moreno a chamou estando meio sem jeito assim quebrando o silencio entre os dois.
—S-sim! O que foi? —A garota corresponde o chamado do amigo meio nervosa.
—Ar... Eu pensei que selia melhor, digo... Não exatamente melhor, quelo dizer uma boa ideia. Também não é uma ideia, sabe. Tipo... —Por estar muito ansioso naquele momento Cebola se embolava em suas palavras não sabia como convidar a amiga para onde ele pretendia leva-la.
—Cebola, da para parar com esse rodeio. Por favor, diga o que você quer? — Mônica questionou estando um pouco impaciência querendo que o garoto ao seu lado contasse logo de uma vez.
Cebola soltou um suspiro para tentar se acalmar em seguida procedeu adiante o que queria dizer. —Mô, não sei o que vou sugerir você vai gostar, mas eu pensei ao invés de imos para a sua casa hoje bem que podíamos ir para a minha primeiro. —Ele convidou sugerindo ao mesmo tempo se sentia meio encabulado coçando sua bochecha com o dedo indicador.
—Ah sim! Pra que? Tem algum que você precisa fazer em sua casa? —A dentuça perguntou curiosa e confusa querendo entender os motivos do amigo.
—Não exatamente, só queria... —Ele respondeu receoso de dizer o verdadeiro motivo por trás da sua sugestão hesitando de continuar explicar.
—Já sei o que é. —Mônica cogitou estando convicta que sabia qual era o motivo do seu amigo estava tentando contar.
—Hah! Sabe? —O garoto exclamou confuso e um pouco nervoso só de pensar que a Mônica poderia sim saber o que ele estava escondendo dela.
—Uhum! Você passa tempo demais comigo e ainda dentro da minha casa por isso acaba que você fica pouco tempo na sua casa e menos tempo com a sua família. Você sente falta, né?! —Mônica opinou pensado que só poderia ser isso, ela se sentia de certo modo culpada e magoada por fazer o seu amigo ter que passa por isso.
—Hah! Bem! Não vou mentir que isso não deixa de ser verdade. Minha rotina nos dias de semana ultimamente condiz de eu acordar de manhã muito cedo, vou até sua casa para te buscar e depois vamos pra escola onde ficamos a manhã toda até o começo da tarde, então depois vou com você para sua casa e só volto para minha de noite, que alias é quando sua mãe chega. Realmente nunca tinha parado para pensar o tão pouco que eu fico na minha própria casa e ainda junto com a minha família. —Cebola disse refletindo sobre sua dura rotina com a mão no queixo parecendo pensativo.
—Isso tudo por minha causa. —A menina dos dentes saliente mencionou chateada com a cabeça abaixada olhando para baixo com uma expressão de magoa.
—Não! Não é por sua causa, não precisa se culpar. —O troca-letras consolou confortando assim que viu a tristeza formada em sua adorada amiga.
—Cebola, contra os fatos não há argumentos. Eu sou culpada por isso, goste ou não. —Mônica refutou encarando o Cebola com os olhos começando a querer marejar.
—Eu nunca me senti como se você fosse culpada e quer saber eu ainda não sinto. Deve ser o fato que eu gosto de estar com você... Ar... Er... Afinal somos amigos, né. Alias, as coisas acabaram acontecendo assim porque eu comecei tudo, se eu não fosse tão tolo e me metesse em tantas furadas não acabaria nessa punição, então sou eu que deveria levar essa parcela de culpado no fim das contas, não você. —Cebola argumentou com um amável sorriso direcionado para a dentuça pensando; "se ela soubesse o bem que me faz na minha vida".
—É mesmo né, tudo isso aconteceu porque eu sou uma punição para você. —A dentucinha proclamou com um sorriso fraco amarelo ainda se sentido mais culpada.
—Pode ter começado assim, não é a toa que eu achava que "te odiava", mas hoje não te vejo como punição, vejo mais como uma... Bança. —O rapaz afirmou revelando o que ele tinha guardado mais sigilo segredo em seu coração, em seguida não conseguia deixar de fitar a Mônica de um jeito apaixonado com um doce sorriso pra ela.
—Esta sendo irônico como sempre, né?! —Mônica indagou incrédula pensando que o Cebola só podia estar de palhaçada debochando como sempre.
(N/A: Ai Mônica acorda para vida, fia)
—Quem sabe! —Cebola ironizou forçando um falso sorriso e se sentido desanimado vendo que amiga não capitou o seu sinal de paixão.
—Hã? —A jovem moça exclamou pasma tentando entender o que o amigo quis dizer com tudo isso.
—Então... Decidiu se vai querer ir na minha casa hoje? —O moreno propôs a convidando, se sentido sem graça querendo mudar o humo da conversa que infelizmente pra ele não deu em nada apenas serviu pra criar uma atmosfera estranha entre os dois.
—Sim! Eu vou querer. Deve ser divertido conhecer o covil onde mora o senhor Cebola azeda. —Mônica aprovou sem resistir à oportunidade de provocar de brincadeira com um sorriso travesso formado em seu rosto.
—O QUE? Como é que disse, sua coelha sem sal?! —O troca-letras exclamou retrucando meio irritado com um olhar ameaçador encarando a amiga, tudo isso levando apenas para a brincadeira.
—Coelha sem sal?! Grrrr! Isso mesmo que ouviu senhor Cebola azeda e ainda estragada. —A morena desferiu meio irritada encarando o amigo bem seria com olhar de ameaça, ela também estava levado pra brincadeira.
—Grrr! Agora você vai ver só! —Ele ameaçou com um olhar maldoso a encarado e um sorriso perverso se formou em sua face.
—O-o-o q-que v-você vai fazer? —Mesmo sabendo que era tudo teatrinho de palhaçada de amigos dos dois, Mônica não conseguia deixar de senti certo medo do que seu adorado amigo poderia fazer, afinal ele tinha um histórico de coisas bruscas que já fez nela.
—Isso aqui! —Cebola falou de um jeito ameaçador indo até atrás da cadeira de rodas da sua amiga, em seguida segurou no ferro de mão e começou a correr pelas ruas enquanto guiava a cadeira de rodas tendo a (coitada da) Mônica sentada em cima.
—AAAAAAAAHHHHHHHH CEBOLA O QUE VOCÊ ESTA FAZENDO? ESTA EMPURRADO MINHA CADEIRA MUITO RAPIDO!!! —A garota protestou estando meio assustada com o que estava acontecendo, ela não era nem um pouco acostumada ter alguém correndo com sua cadeira de rodas com ela sentada em cima, na verdade ninguém nunca teve essa ousadia toda, só o insano do Cebola mesmo.
—Estamos correndo isso sim. Essa é sua punição. —Cebola explicou cinicamente com um sorriso debochado contornado em seu rosto.
—Ham? Correndo? — Mônica indagou murmurando com intensão de só ela ouvir. —"A quanto tempo que eu não corro". —Pensou com tristeza por sentir falta da sensação de como era correr com as suas pernas, assim um sorriso havia se formado em seus lábios no momento que ela começou a sentir o prazer da adrenalina de como é bom poder correr e se sentir livremente com o vento batendo no seu rosto, mesmo que ainda não fosse com as suas pernas, mas já era uma coisa pelo menos de acordo como pensava. —AHHHH ENTÃO PODE IR MAIS RAPIDO AHHHH EU ESTOU ADOROOOOO!!! —Ela pediu quase ordenando gritando muito alto super empolgada, como não poderia amar aquilo, poder correr mais uma vez.
—Serio? Então tá, você que pediu. —Cebola disse ameaçando de brincadeira, estava se divertido muito com isso, principalmente quando viu que a Mônica também estava gostando. Na verdade o que fez ele gostar da brincadeira brusca de correr com a cadeira de roda era o fato da amiga estar gostando de verdade disso, se ela não aprovasse a brincadeira Cebola ia parar de correr sem cogitar com toda certeza, afinal quando ele falava de nunca mais iria magoar a Mônica realmente estava falando a mais pura verdade.
—AAAAAAHHHH ISSO É TÃO DIVERTIDO!!! AAAHHH... SÓ NÃO ME DEIXA CAIIIR!!! —A dentucinha advertiu o amigo, por mais que ela estava adorando correr com a cadeira rodas pelas ruas, não podia deixar de sentir um certo receio de acabar caído no chão por um descuido do seu amigo.
Ao ter escutado as palavras da bela dentuça fez uma onda de preocupação recai sobre a consciência do Cebola, o fazendo assim diminuir seus passos de vagar e por fim parando então de correr com a cadeira de rodas, apenas caminhado normalmente. O rapaz havia visto que estava fazendo era muito perigoso, mesmo que fosse divertido, ele não poderia ser tão imprudente desse jeito ao ponto de arriscar acidentalmente a sua amada de se machucar.
—Hã? Por que parou de correr? —Mônica perguntou confusa sem entender por que o Cebola parou repentinamente de correr e estava apenas guiando a sua cadeira de rodas de forma normal, ainda se sentindo querer continuar correndo.
—Eu ouvir você pedindo para eu tomar cuidado sobre você cair e ai percebi o que tava fazendo podia ser legal, mas também é perigoso. Sinto muito se exagerei nessa brincadeira tosca. —Cebola arrependido se desculpou todo sem graça com uma expressão em seu rosto de chateado.
—Ah isso! Bobagem, como se eu fosse cair assim tão fácil. Olha, eu tava gostando da brincadeira, correr na cadeira de roda foi como se eu voltasse a correr de verdade. Então ao invés de aceitar suas desculpas, eu agradeço. —A dentuça agradeceu com um lindo sorriso de gratidão desenhado em sua semblante.
—Por favor não me agradece. Isso podia até ser divertido, mas era perigoso. Não posso ficar pisando na bola sendo irresponsável como você desse jeito, com essa minha imprudência toda. —Cebola argumentou ainda se sentido culpado por arriscar a segurança da garota a qual tanto faz seu coração bater tão rápido.
—Esta exagerando Cebola, saiba que eu não sou feita cristal. Além do mais, você era bem brusco e imprudente quando começou a cuidar de mim. —Mônica justificou meio perplexa por seu amigo rebelde ser assim tão atencioso com ela hoje em dia.
—Claro né, eu era um idiota babaca sem responsabilidades. E também... —Cebola para de andar soltando as suas mãos da cadeira de roda e indo até onde esta a Mônica, parando na frente dela e por fim se agachando para ficar na mesma altura da garota que estava sentada na cadeira de roda.
—Huh? —Mônica estranhou atitude repentina do Cebola.
—Agora as coisas são diferentes, jamais me perdoaria se deixasse algum de ruim acontecer com você. Acredite, nunca mais serei maldoso com você de novo. —O moreno concluiu convicto encostando a sua testa na testa da garota dos dentes proeminente e assim seus olhos ficaram frente a frente trocando olhares, os dois estavam tão próximos que dava para sentir a respiração um do outro se misturarem e dava até para ouvir as fortes batidas dos seus corações.
Seus lábios estavam tão perto, era só questão de mover mais um pouco a cabeça para assim fazer nascer mais um beijo entre eles, esse fato interessante os deixavam sedentos por querer um beijo um do outro.
—Hã... C-Ce-Cebola! O-obrigada pelo seu carinho, m-mas... Nós estamos na rua, alguém pode passar e nos ver assim. Isso é tão constrangedor. —A dentucinha contestou estando toda corada de vergonha e nervosa por ter o Cebola tão perto dela, tentando conter o instinto do seu desejo de querer beijar o amigo ali mesmo, "sorte" dela que ambos estavam na rua e a Mônica tinha consciência disso, porque se não fosse ela aceitava beija-lo com toda certeza.
—Hahah! Tá certa! Então só vamos andando com calma até chegamos na minha casa. Não se preocupe, não é muito longe daqui, logo a gente chega. —Cebola pronunciou após conter seu desejo de beijar a Mônica assim que ouviu o que ela disse, dessa forma ele se levantou ficando novamente de pé posição ereto, depois retorna para trás da cadeira de roda que pertence a sua amiga e volta a caminhar guiando a cadeira.
—Sim, tá! —A garota concordou, ainda se sentido meio tensa pelo evento que ocorreu há poucos segundos atrás.
[...]
Depois de um curto bom tempo andando pelas ruas, o Cebola junto com a Mônica sentada na cadeira de roda a qual ele foi guiando pelo caminho, chegou em frente ao portão de sua recendência.
—Chegamos. —O jovem rebelde anunciou assim que parou de andar de frente para um portão de casa onde ele mora.
—É essa aqui? —Mônica deduziu enquanto apontava com o dedo indicador na direção a casa.
—Uhum! É sim! —Ele confirmou com um leve sorriso olhando diretamente para sua amiga.
—Por fora parece ser uma casa bonita, agora falta saber como é por dentro, mas imagino que dever ser bonita também. —A jovem elogiou sendo mais sincera possível, realmente ela tinha gostado da aparecia externa da casa.
—Obrigado! Antigamente eu morava nessa casa com minha mãe e meu pai antes do divorcio. Na verdade, essa foi à única casa que eu realmente morei até hoje, antes mesmo de me conhecer por gente, assim que nasci sair da maternidade e fui direto para essa casa. —Cebola contou parecendo nostálgico com as suas lembranças vividas naquela casa.
—Então isso você é igual a mim, só morei na mesma casa a vida toda. —Mônica revelou com um pequeno sorriso direcionado ao amigo, sem conseguir sentir a sensação nostálgica da casa onde viveu a vida toda.
—Bom, apesar que só morei nessa casa, não posso esquecer também que tem a casa do meu pai, não moro com ele e nunca morei após a separação, mas já passei o dia na casa dele varias vezes.
—Seu pai virou o meu vizinho logo após se separar da sua mãe, certo? —A garota dos dentes saliente indagou parecendo intrigada com algum em sua mente.
—Sim! Por que? —Ele respondeu com outra pergunta tentado entender onde ela queria chegar.
—Me pergunto o por que será então que nunca nos vimos antes? —Ela questionou com uma expressão que carregava uma certa duvida.
—Deve ser porque não foi muitas das vezes que eu fui à casa do meu pai, naquela época eu já estava virando um rebelde revoltado. —Ele esclareceu com um sorriso brincalhão, logo esse sorriso mudou para uma expressão de ressentimento por conta do seu passado.
—Ham, faz sentido. E fora o fato que eu nunca saia de casa, no máximo pegava sol no quintal as vezes. Ai fica difícil nos vemos. —Mônica disse com um sorriso desconcertado moldado em seu rosto.
—É! Hm... —Cebola começou a ficar pensativo e certas lembranças quase perdidas em sua memorias começaram a passa por sua mente.
Flashback
Cebola começou a se lembrar quando tinha 13 anos, na época que os seus pais se divorciaram recentemente e o seu Cebolácio havia saído de casa após ter comprado uma casa nova, o garoto se lembrava no dia que foi conhecer a nova casa do seu pai junto com a sua irmãzinha Maria Cebolinha que nessa época tinha apenas 8 anos, nesse dia ele estava bastante revoltado como sempre com tudo, principalmente com o seu pai, como o Cebola ainda era muito novo ele pensava que o seu pai o havia abandonado, não só ele como a sua mãe e a sua irmã menor também, por isso não se conformava com o divorcio de jeito nenhum, ele realmente achava que a sua amada família tinha acabado ali naquele momento que tudo desmoronou nesta família. Não era a toa então dizer que o garoto estava na casa do pai contra gosto, nada para ele estava bom, nada para ele fazia sentido, sua família já não era mais a mesma que ele tanto amava, as únicas coisas que ainda se importava era alguns amigos do peito e os seus hobbys, principalmente jogar videogame.
—Ei filho, gostou da casa? —Seu Cebola perguntou todo animado com a sua nova casa, mesmo que o receite divorcio causava magoa ele não podia deixar de tentar ser otimista com a sua nova vida.
—Humpf! Grande coisa. —Respondeu o receite adolescente com frieza sem dar importância ao que seu pai dizia, ao invés disso estava concentrado no seu jogo virtual no aparelho eletrônico portátil (no caso videogame portátil).
—Cebolinha, olha como fala. —Cebolácio repreendeu o mais jovem estando incrédulo com o modo do seu filho.
—Bah! Digo... É! Legalzinha! —O garoto elogiou sem vontade para não ter motivos pra ficar falando com o seu pai e muito menos queria ouvir o sermão do mesmo, assim em seguida voltando dar atenção ao seu jogo.
O homem suspirou sem tanta paciência e desanimado com o filho estar agindo desse jeito. —Pelo menos achou legalzinha. —Ele ironizou com desanimo.
—Já eu gostei papai! A casa é muito bonita. —Elogiou uma linda garotinha de 8 anos toda sorridente indo abrasar o seu pai, adorando conhecer a casa nova.
—Ah minha filhinha, que bom! Papai fica mesmo feliz, minha princesa. —Disse o homem todo feliz e agradecido retribuído o abraço da pequena, depois de poucos segundos desfizeram o abraço.
—Papai, por que a gente e mamãe não vai morar aqui com você? —Maria Cebolinha perguntou ingenuamente sem conseguir entender a separação dos seus pais.
—É, por que será, né?! Serio que ainda não percebeu? —Cebolinha insinuou todo brusco e irônico, se sentia irritado por sua irmã ter sorte de não entender bem o que estava acontecendo com a família deles.
—Cebola! Não fala assim com a Mariazinha, ela é uma criança, é difícil para ela entender tudo que esta acontecendo. —Cebolácio reprimiu o garoto autoritário se sentido irritado com o filho ser cruel com a própria irmãzinha que ele deveria cuidar e proteger.
—Aff! Eu tenho culpa agora se ela que não deu conta ainda. —Cebola justificou reclamando com desprezo encarando o pai de forma serio, não conseguia deixar de sentir indignado com tudo que estava vivendo e ninguém o compreendia.
—Filhinha, escuta! O papai e a mamãe nos gostamos agora de um jeito diferente. —O homem começou a explicar com um jeito amoroso e paternal, se ajoelhando no chão pra ficar na altura da criança.
—Diferente como? —Indagou de forma retorica continuando sem entender olhando pro seu pai.
—Diferente do tipo... Não somos mais tão apaixonados, agora somos apenas bons amigos e como amigos fica melhor cada um morar em sua casa. Mas isso não quer dizer que o amor que temos por vocês dois mudou, continuamos amando vocês muito e muito, vocês dois são os nossos filhos e são tudo para gente.
—Verdade? —Ela exclamou toda alegre por ouvir que o seu pai e também a sua mãe os amava.
—Sim, verdade minha princesa. Papai te ama muito e também ama o seu irmão. —Ele confirmou, em seguida deu um beijo na bochecha da pequena, por fim se levantou do chão voltando a ficar de pé.
—Hum! —Cebola grunhiu pensativo com desdém, achava uma hipocrisia ouvir isso dos seus pais tão egoístas e injustos.
—Também te amo, papai. —Maria Cebolinha declarou com um grande sorriso abraçado de novo o seu querido pai.
—Onw! Minha lindinha do papai! —Cebolácio bajulou todo amoroso e bobo de ouvir isso da amada filha retribuído mais uma vez o outro abraço e logo em seguido o abraço foi desfeito pelos dois. Ao mesmo tempo que estava feliz, ele não deixava de se sentir triste por ter saudades do tempo que o seu filho mais velho era uma criança amorosa igual a irmã e vivia dizendo pros pais o quanto os amavam.
—Trs! Ninguém merece! —Cebolinha comentou todo debochado com desprezo, continuando preferir da atenção ao jogo do que assistir "a tolice de perde o tempo da irmã'.
—Agora que tal entramos, vou preparar um lanche para vocês. —O pai sugeriu sorrindo contente pelos filhos iam passa o final de semana na nova casa dele, mesmo que o jovem Cebola estragava alegria do pai às vezes, ele não podia deixar de estar feliz por estar perto do filho rabugento.
—Oba lanche! —Mariazinha comemorou toda animada saltitante.
—Por mim tanto faz! —Cebola decretou de um jeito ríspido sem se importar.
—Cebolinha, por favor, não fica o tempo todo com esse joguinho. Vamos lanchar agora, não fica bom ficar jogando na mesa. —Seu Cebola praticamente ordenou com autoridade paterna encarando o filho de modo serio.
—Tá, tá! Já estou indo. —O garoto concordou contra gosto continuando jogar o jogo.
—Papai por que o Cebolinha ficou um chato? —Maria Cebolinha perguntou enquanto andava para entrar dentro de casa ao lado do seu pai.
—É a adolescência, Mariazinha. —Cebolácio respondeu de uma maneira brincando entre o risos.
—Ah sim! —Ela disse compreendendo o adulto quis dizer acompanhado os risos do pai.
—Ai que saco! Não queria esta aqui. Na verdade, queria era esta em lugar nenhum. Hm... —Cebola resmungou enquanto deu um pause no jogo e guardou dentro do bolso da bermuda jeans, em seguida começou a andar em direção a porta de entrada e saída da casa até que ele parou e olhou pra cima para ver o imenso céu azul, dessa forma o fazendo o seu rosto ir em direção ao encontro da janela localizada no segundo andar da casa do vizinho ao lado e assim avistando uma pessoa que olhava pala janela dentro de sua casa, isso o deixou muito curioso fazendo querer ver quem era essa pessoa. Seguindo sua curiosidade pra saber quem era, Cebola olhou fixamente pra pessoa que estava na janela e pode ver que se tratava de uma jovem garota da sua idade de bela aparecia, seus olhos eram castanho, cabelo curto chanel de cor castanho bem escuro quase preto, tom de pele clara e parecia que ela tinha os dois dentes da frentes um pouco maiores do que o tamanho normal de outras pessoas, só que o intrigava nela além da beleza era que ela estava sentada numa cadeira de rodas com uma expressão infeliz em seu rosto. —É uma garota naquela janela? Ela é tão linda e me parece triste. Hã?! Agora olhando melhor, ela esta numa cadeira de roda. Tadinha, é uma pena! Melhor eu sair rápido antes que ela note que eu tava olhando para ela. —Assim que percebeu que a menina desconhecida poderia notar que ele estava a encarando sem parar, Cebola constrangido entrou logo para dentro da casa onde mora o seu pai.
Fim do Flashback
—"Acho que talvez tenha avisto uma vez. Se eu tomasse coragem para conhecê-la naquela época acho que acabaria me apaixonado por ela mais cedo e tudo poderia ter sido diferente na minha vida". —Pensou assim que havia retomado sua consciência dos seus pensamentos para a realidade atual.
—Cebola?! O que você esta pensado? —Mônica interrogou estando intrigada em saber sobre o seu amigo que parecia estar distante "no mundo da lua".
—Nada não! Lembrança á toa do passado. Não é nada de mais. Então, vamos entrar agora?! —Cebola a chamou tentado disfarçar epifania das lembranças do passado que acabou de ter.
—Sim, finalmente! —A dentuça concedeu animada com um sorriso divertido moldado em sua face, por finalmente iria conhecer por dentro a casa do amado amigo.
Após abrir a porta da casa com a sua copia da chave, Cebola entrou dentro de sua casa empurrando a cadeira de roda da Mônica, já a mesma olhava ao redor por dentro da casa para conhece-la melhor, era uma casa normal e modesta de classe media baixa assim como a sua, mas mesmo assim a dentuça havia achado que era uma casa bonita e a aconchegante.
—Fica a vontade, Mô. —Cebola disse com um sorriso caloroso direcionado para amiga, em seguida se sentou no sofá para descansar um pouco.
—Esta bem! —Mônica considerou retribuindo o sorriso pro amigo.
—Mãe, cheguei! —Cebola anunciou falando alto para que a sua mãe escutasse onde ela estivesse na casa.
—Hah? Mas já chegou filho, tão cedo?! Essas horas você devia estava na...—Dona Maria dizia vindo lá da cozinha onde estava preparando o almoço, se sentido pasma pelo seu filho ter voltado pra casa tão cedo e fica ainda mais supressa assim que chaga na sala vedo a garota que era responsável pelo cuidados do seu filho ali na sua casa ao ponto que nem conseguiu termina a sua fala.
—Sim, na casa da Mônica. Isso que ia dizer? —O garoto supôs retorico com um sorriso cínico travesso em seu rosto achado divertido a surpresa que havia se formado em sua mãe.
—Sim, é! Aconteceu alguma coisa? —Maria perguntou estranhando querendo saber o que poderia estar acontecendo por seu filho esta em casa antes do horário de sempre e junto da jovem Mônica.
—Não aconteceu nada não, só... —Cebola tenta explicar, mas não sabia o quer dizer.
—Achamos melhor passamos o dia aqui hoje. —Mônica se interferiu explicando no lugar do amigo.
—Quem teve essa ideia, foi você Mônica? —A adulta questionou supondo abismada, não conseguia imaginar que o seu filho rabugento revoltado quisesse tanto ficar perto de sua família.
—Não, fui eu! —O garoto respondeu sendo direto, já desconfiando que sua mãe ainda acha que ele continua não querendo conviver com a sua família.
—Hum! Que supressa. Seja como for... Oi querida, seja bem vida e fica a vontade. —Maria cumprimentou a convidada de modo gentil com um sorriso simpático sublinhado em sua feição.
—Olá dona Maria! Ah, sim, obrigada! —A linda dentucinha cumprimentou agradecida retribuído o sorrio para a mais velha.
—Manhê quem esta ai? Cebola?! A essa hora? E quem é ela? Ah lembrei, é tal Mônica. —Assim que a Maria Cebolinha chegou na sala após ter decido as escadas, ficou supressa pelo seu irmão esta em casa cedo e mais surpresa ainda por trazer uma garota junto com ele, já que nunca o Cebola havia feito isso antes de levar uma namorada na sua casa, por fim a menina deduziu assim que se lembrou que o irmão é responsável em cuidar ajudando uma garota chamada Mônica.
—Sim Mariazinha, ela é Mônica, a garota que estou ajudando. Mônica, esta é a minha irmãzinha, Mariângela. —Cebola confirmou, logo em seguida apresentou a amiga para sua irmã mais nova.
—É um prazer te conhecer, sou a Mariângela, mas as pessoas me chamam de Maria Cebolinha. —Cumprimentou de jeito simpático com um sorriso em sua face, estando admirada por a Mônica ser uma garota muito linda, mesmo sendo deficiente numa cadeira de roda.
—O prazer é meu. Se quiser pode me chamar de Mô, é como os meus amigos me chamam. —A garota mais velha cumprimentou a menor sendo bem simpática sem deixa de sorri para a mesma, Mônica via que Maria Cebolinha era uma criança pré-adolescente bonita e parecia bem esperta pra sua idade, lembrava o irmão de certa maneira.
—Que legal! Então vou te chamar de Mô também. —Mariângela decidiu animada pensando o quanto aquela garota era legal além de linda. —Vejo que você é bem bonita. —Ela mencionou elogiando a amiga do seu irmão sendo bem sincera.
—Ora obrigada, você também é uma garota muito linda. —A dentuça agradecida elogiou a menor sorrindo simpaticamente.
—Serio?! Awn, valeu! O que eu tava querendo dizer com isso é que você é bonita demais para ser a namorada do meu irmãozão. Mas então me diz a verdade, estão namorando, né? —Maria Cebolinha esclareceu o que quis dizer, em seguida não conseguido mais segurar sua curiosidade perguntou meio maliciosa sorrindo de jeito sapeca.
—Hã?! Que? —Mônica estupefata exclamou com as suas bochechas bem coradas de constrangimento.
—Maria Cebolinha! —Cebola reprimiu a irmãzinha meio irritado com ela.
—Aff! Não custa perguntar. —A menina se justificou indignada com os braços cruzados.
—Desculpe pelos modos da minha irmã, as vezes ela é assim mesmo, estranha. —O moreno se desculpou encabulado pela pergunta feita por sua irmã.
—Não sou nada estranha, você que é. —Maria Cebolinha retrucou irritada com o seu irmão.
—Já chega vocês dois, assim vão acabar brigando na frente da visita. Isso não são modos! —A mãe sem paciência repreendeu seus filhos não gostado nada da maneira de ambos.
—Mas a Mônica não é uma visita, é quase da família, já que ela é namorada do Cebolinha. —A pré-adolescente debochou, embora ela estava querendo que a Mônica fosse mesmo namorada do seu irmão.
—Ela não é minha namolada! Da pala palar! —Cebola rebateu todo nervoso e irritado com a casula da família.
—Eita, quando mano troca as letras assim é que ficou mesmo nervoso. Hahaha... —Mariazinha provocou adorando encher a paciência do seu irmãozão.
—Filha, vai pro seu quarto, por favor. Melhor deixar o seu irmão conversar com amiga dele. —Maria ordenou com um jeito materno de falar, vendo que era melhor mandar a filha voltar pro quarto para evitar mais confusões.
—O que?! Não, eu quero ficar para conversar com a Mô. —A menina contestou de uma maneira chateada, ela estava mesmo querendo virar amiga daquela adolescente que parecia tão legal.
—Depois você conversa com ela. Só vai logo. —A mulher vendo a carinha de decepção da filha amenizou a situação sem deixar de apressar a menina.
—Aff! Não é justo! —Inconformada Mariângela aceitou, por fim ela subiu as escadas para ir pro seu quarto que fica no andar de cima.
—Foi mal pela minha irmã. —Cebola se desculpou meio sem graça com um leve sorriso desconcertado.
—Deixa disso, não precisa ficar desse jeito. Crianças são assim mesmo. —Mônica concluiu de maneira gentil o tranquilizando.
—Vocês dois pretende ficar aqui é até quando? —Maria perguntou interessada em saber por quanto tempo seu filho ficaria em sua própria casa com a sua protegida.
—Até o fim da tarde. —A dentucinha respondeu com um pequeno gentil sorriso para a mãe do seu melhor amigo.
—Ótimo! Então vão ficar para o almoço?! —A mulher supôs com um sutil sorriso se sentindo feliz por saber que ficaria com o seu filho por mais tempo dentro de casa pelo menos naquele dia.
—Sim, mamãe! —O garoto confirmou sorrindo pra ela, já adivinhado que a sua mãe queria era seu filho em casa por mais tempo.
—Sim, nós vamos! Confesso que já estou começando a ficar com fome. Haha! —Mônica assumiu sorrindo de modo divertido um pouco sem jeito com o que disse.
—Está certo! Eu estou indo pra cozinha continuar preparando o almoço. Mônica, se precisar de alguma coisa é só pedir. —Dona Maria concedeu a convidada com um pequeno sorrido gentil sendo uma boa anfitriã, após isso ela começou a andar em direção da cozinha.
—Esta bem. Obrigada, dona Maria. —A jovem agradeceu com um sorriso simpático para a dona da casa.
—Mãe! Pera ai! —Cebola a chamou impedido a mãe de continuar andado até a cozinha.
—Sim, o que foi? —A mulher correspondeu indagando o seu filho querendo saber o que ele queria.
—Eu posso ir te ajudar na cozinha, caso precise de ajuda? —O garoto ofereceu ajuda desejado muito poder auxiliar a mãe na cozinha como nos bons antigos tempo antes das drogas e tudo havia dado errado.
—Não precisa meu querido, melhor você ficar aqui fazendo companhia a sua visita. —A adulta negou o pedido vendo que o certo era deixar o seu amado filho fazer companhia a visita, ela decidiu isso não foi apenas por normas de etiqueta, mas sim porque viu que seu garoto gostava de ficar perto daquela menina quase mulher.
—Tá certo então! —Cebola aceitou sentido meio chateado pela escolha da sua mãe, mas entendeu que não podia deixar a Mônica sozinha na sala esperado por ele.
—Com licença, estou indo. —Maria comunicou, por fim voltou a andar até chegar na cozinha pra continuar fazendo almoço do dia e assim deixados os dois adolescentes sozinhos na sala.
—Sua mãe continua do mesmo jeito como lembro do dia que a conheci, uma pessoa calorosa e gentil. —Mônica comentou elogiando sendo bem sincera com suas palavras gentis, ela realmente admirava a mãe do garoto que mexia com seu coração.
—É porque você não viu como ela fica brava. Hahaha... —Cebola insinuou bem brincalhão rindo muito do que disse.
—Hahaha... Mães sempre são assim com os filhos. —A dentuça mencionou acompanhando as risadas do querido amigo, ao mesmo tempo se lembrou de que sua mãe, dona Luísa, quando precisa ficar bem irritada com ela.
—Mas não estamos aqui para ficar falando de minha mãe. —Cebola proclamou querendo encerrar esse assunto com um sorriso de canto fitando amada amiga.
—Hahaha! Não mesmo. —Ela concordou com ele pesando na mesma forma.
—Esta cansada? —O rapaz perguntou apreensivo com a saúde da sua querida amiga.
—Ainda não. —Ela respondeu com um sorriso fraco querendo amenizar a preocupação do amigo.
—Não é bom eu abusa da sua saúde. Mônica se sentir com sono não precisa ficar sem jeito de pedir que quer dormi, eu te levo pro meu quarto onde você pode descansar por lá. —Ele avisou parecendo de um jeito bem serio e aflito com a amiga acabar adoecendo.
—Não! Não será necessário. —A menina dos dentes proeminente recusou balando a cabeça negativamente, pesando que o Cebola estava começando a exagerar sobre cuidar dela.
—Mas você sabe que tem um corpo frágil, sua energia se esgota rápido e fica doente com facilidade. Imagino que deve esta exausta da escola. —O moreno advertiu a relembrando com uma expressão receosa formada em sua face.
—Tá bom, você venceu. Estou sim um pouco cansada, mas eu estou bem, não precisa se preocupar. —Mônica admitiu derrotada, mas mesmo assim não queria dar tanto trabalho pro amigo mais que já dar, além domais dentro da casa dele, não era algum justo de acordo por ela.
—Melhor eu levar você pro meu quarto. —Cebola sugeriu vendo que a Mônica poderia descasar melhor deitada na cama. Por fim ele se levantou do sofá ficando em pé, logo a seguir foi até atrás da cadeira de roda da amiga para leva-la pro seu quarto no andar de cima de sua casa.
—Cebola espera... —A garota contestou ficando nervosa pelo Cebola estar desobedecendo a sua ordem guiando a cadeira de roda sem seu consentimento.
Com muita cautela Cebola subia os degraus da escada segurando com toda força em suas mão a cadeira de roda da Mônica com a mesma estando sentada ali, para que sua amiga não tivesse um terrível acidente. Ao terminarem de subi o ultimo degrau, os dois adolescentes já estavam no segundo andar da casa, Cebola foi guiando a Mônica em sua cadeira de rodas até o seu quarto. Ao chegar os dois entram lá dentro do cômodo, Mônica fica admirada por esta justamente dentro do quarto do garoto a qual estava apaixonada, isso a deixava constrangida e ao mesmo tempo animada por descobrir onde o Cebola dorme todas as noites, ela podia até sentir o cheiro dele percorrer por toda parte dentro do quarto (N/A: Não preciso dizer nada né ( ͡• ͜ʖ ͡• ) ), a bela dentucinha estava tão encabulada que não fazia ideia o que fazer enquanto estivesse no quarto do Cebola com o próprio lá dentro, sozinho com ela, pensamentos maliciosos a invadiam a sua mente mesmo contra a sua vontade, não era como se ela estivesse querendo ter alguma intimidade com o seu tão querido amigo, apenas tinha receio de algum pudesse acontecer entre os dois enquanto estiverem ali dentro a sós. Com isso Mônica achou que o melhor era evitar ficar olhando para o Cebola e principalmente manter uma certa distancia entre eles dois. Enquanto ao Cebola, estranhava sim de certo modo o fato da Mônica esta em seu quarto pela primeira vez, mas como ele já estava acostumado a ficar no quarto da Mônica apenas os dois e ninguém mais, então o garoto não via maldade e mesmo que visse ele saberia respeitar a sua amiga, sendo o seu quarto ou o quarto dela já não fazia diferença nenhuma para ele.
—Aqui estamos, esse é o meu quarto. Hahaha... Espero que não se incomode com a bagunça, isso aqui é um quarto de um garoto. —Cebola anunciou assim que entraram dentro do quarto.
—Ah! Ar claro! Não tem problema. Olhando bem, nem tá bagunçado assim. —Disse a Mônica tentando disfarçar o que estava sentido, ela se sentia apreensiva de estar no quarto do seu cuidador tendo duvidas se ele iria saber respeita-la por ser o quarto dele.
—Er... Mas tem algumas coisas fora do lugar. —Ele mencionou meio sem graça com um sorriso brincalhão.
—Normal! Meu quarto também é assim. Nem tudo eu deixo tão arrumadinho e perfeito. Huhuhuh... —Mônica revelou meio sem jeito com um sorriso divertido moldado em seu rosto, ela não havia achado que o quarto estivesse desorganizado, só umas coisinhas aqui e ali fora do lugar, bem normal quando se tem 16 anos.
—Deve está cansada. Posso te colocar na minha cama agora? —O adolescente propôs com um sorriso torto em seu rosto fitado a amiga.
(N/A: Hm... ( ͡• ͜ʖ ͡• ) )
—O-o-o QUE? —A dentuça exclamou muito perplexa, nervosa e envergonhada, sem conseguir deixar de ver maldade na sugestão do amigo.
—Qual o espanto? Te trouxe aqui para dormi um pouco até a hora do almoço. Esqueceu?! —O garoto questionou confuso sem entender a reação pavorosa da amiga.
—Não! Não, eu não esqueci. Só não estou com sono, apenas cansada. —Ela argumentou, agora parecendo mais calma vendo que o Cebola apenas queria ajudar e não querer algum bem mais com ela.
—Ótimo! Então pode descansa na minha cama. —Ele concluiu decidido.
—"Caramba cismou com essa cama, que inferno!" —Pensou a dentuça enraivada sem paciência nenhum com o seu amigo. —N-não precisa. Eu estou bem aqui. —Ela decretou estando mais decidida ainda, com os braços cruzados.
O que a Mônica não queria de jeito nenhum era ficar deitada na cama do garoto, que tanto mexia com os seus sentimentos, onde dorme todas as noites, sentido o cheiro dele nos lençóis e travesseiro, sem falar do receio que ela sentia de isso dar ideias estranhas pro Cebola sobre os dois sozinhos naquele quarto que pertence a ele.
—Bah! Como você é teimosa e orgulhosa. —Queixou-se sem paciência com a sua amiga, depois Cebola foi até onde está à cadeira de roda da Mônica pra poder pega-la no colo e levar para (N/A: ninho de amor) sua cama pra assim ela possa descasar melhor.
—C-Cebola p-para! N-não me pega no colo. —A garota protestou sentido muito irritada por seu amigo esta pegando ela no colo sem sua permissão, depois o Cebola a leva para cama e em seguida a coloca deitada com cuidado para não machuca-la e por fim ele a cobre com lençol até a cintura dela.
—Pronto! Agora sim! Está confortável? —Ele interrogou amorosamente com carinho e sorrindo de maneira doce contornado em seus lábios.
—Estou é com raiva isso sim! —Mônica declarou estando furiosa querendo matar o Cebola, tudo isso porque ela não queria esta na cama dele sentindo o seu cheiro, já não bastava está lá dentro sentido o cheiro do garoto por toda parte do quarto ainda pra piorar sentir a cama, o travesseiro e os lençóis onde ele dorme toda noite, isso fazia fantasiar ideias muito erradas e pensar que a qualquer momento o Cebola ia querer se aproveitar dela.
Depois disso Mônica por não querer ficar deitada se ajeitou na cama ficando sentada com as costas repulsada na cabeceira da cama e por fim ela fica encarando o amigo o fuzilado com os olhos.
—Por que? O que te fiz agora? —O rapaz sem entender e se sentido injustiçado questionou querendo saber por que dessa reação vindo da sua amiga se ele não fez absolutamente nada.
—Eu te disse que não queria... Deixa pra lá. —Ela tenta explicar, mas viu que era impossível de contar os seus reais motivos e no fim das contas acabou ficando bem corada de vergonha.
—Por que você tem que ser assim, tão teimosa, orgulhosa e nervosa, hein?! —Cebola indagou sendo sarcástico levando para a brincadeira com um sorriso divertido em seu rosto.
—Talvez porque se eu não fosse assim não seria eu. —A dentuça replicou ainda se mantendo irritada devolvendo pra ele um sorriso cínico.
—Hahaha... É uma boa resposta. Agora descansa um pouco, tá bom. —Ele diz dando três tapinhas bem de leve em cima do topo da cabeça da Mônica se despedido dela.
Terminando essa demonstração de carinho bobo ele decidiu que seria melhor deixar a Mônica sozinha pra poder tirar um cochilo para reivindicar suas forças e também havia percebido que sua adorada amiga não queria estar perto dele, deduziu que fosse por esta com medo dele de ficar a sós só os dois naquele quarto que o pertencia.
—Cebola! Espera! —Mônica já calma o chama de volta vendo que o Cebola estava começando a sair do quarto.
—O que foi agora? —Perguntou preocupado parando de andar e se virando para dar atenção.
—Não precisa ir. Eu já disse, não estou com sono. E também... Não quero ficar aqui sozinha. —A menina pediu com um jeitinho meigo toda constrangida com as bochechas avermelhada.
—Está bem! Vou ficar aqui conversado com você. Se caso queira tirar um cochilo já estará na cama mesmo. —Ele aceitou se sentido alegre com um meigo sorriso direcionado apenas pra a garota sentada em sua cama, por ver que a amada amiga o queria por perto apesar de tudo.
—Cismou com isso, né. —Ela ironizou meio irritada.
—Ué, estou aqui para cuidar de você. —Cebola se defendeu com seu jeito sarcástico, mas ao mesmo tempo sem perde a tonalidade de trata-la com meiguice.
—"Ai como ele leva isso de cuida de mim a sério e no fim das contas nem sei se é bom ou ruim" —Pensou debochada e desanimada. —Cê, tem uma coisa que eu queria te pergunta, tinha esquecido, mas agora eu lembrei. —Mônica começou a tocar no assunto no momento que se lembrou do ocorrido na hora do intervalo dentro da escola daquele mesmo dia.
—E o que é? —Ele interrogou sendo retorico querendo estimular dizer.
—É sobre... Quando estávamos na escola, naquela hora do intervalo você saiu do refeitório do nada e parecia irritado com algum. Eu queria muito saber o que tava se passando com você, eu fiquei mesmo preocupada. —A dentuça contou receosa querendo muito poder ajudar seu grande e querido amigo.
—Ham! Então é isso?! —Cebola murmurou questionando mais pra si mesmo do que para a garota que estava conversando, com pequeno doce sorriso olhando para baixo, ele não conseguia deixar de admirar a Mônica como ela é sempre tão querida atenciosa e amável todos.
—Seja o que for eu estou aqui para te ouvir. Afinal, como sou sua amiga eu quero te ajudar. —A garota apoiou compreensiva com um sorriso amigável direcionado pro seu amigo.
—Huhuh... Como sempre você sendo uma pessoa tão doce. —Era a única coisa que ele conseguia dizer naquele momento a fitando com carinho e sorrindo amorosamente pra ela, embora também estava se esquivado do assunto, afinal como o Cebola poderia revelar o motivo por trás de tudo era ciúmes dela com o Do Contra.
—Cebola estou falando sério. —Mônica o enfrenta perdendo sua paciência.
—Eu também estou! —Cebola afirmou sendo honesto franzindo o cenho de modo triste.
—Não tem graça. —Ela reclamou entre os dentes bem irritada com os braços cruzados o encarando serio.
—Mônica... Desde quando você e o Dc são tão amigos? —Não aquentando mais continuar sem saber o que estava acontecendo entre sua amiga a qual estava apaixonado e o seu amigo que gosta de contrariar, Cebola perguntou do modo serio a encarando como estivesse implorando por resposta.
—Que? Do nada essa pergunta! —Ela exclamou pasma e incrédula pelo amigo ter feito tal pergunta tão de repente.
—Não quer me responder? —O moreno indagou ficando chateado pensando que não ia obter sua resposta.
—Não, não é como eu não queira responder. Só estou chocada com a pergunta. Espera ai... Desde quando te interessa quando viro amiga de alguém ou deixo de ser?! —A jovem o desafiou estando indignada pelo amigo estar se comportando de forma estranha com perguntas que pra ela não tinha cabimento.
—Hum! Boa pergunta. Pelo visto não tenho que responder a sua pergunta já que não responde a minha. —Cebola replicou desafiando com uma expressão cínica moldurada em sua feição.
(N/A: Cebola espertinho)
—O que?! Mas isso não tem cabimento. O que uma coisa tem haver com a outra?! —Protestou ainda se sentindo mais irritada com aquele garoto.
(N/A: Ah tem sim)
—"Ai Mônica pior que tem sim tudo haver, se você soubesse talvez iria me entender como estou me sentido". —O rapaz pensou bem desanimado, chateado e cansado com toda situação não resolvida entre ele e a Mônica.
—Saiba que isso não é justo. Não sei se percebeu, eu apenas estava preocupada com você e queria te ajudar, por isso fiz uma pergunta simples e vem com uma outra pergunta nada haver. Quer saber, esquece isso, se eu estava preocupada agora não estou mais. Vai ver que aquilo foi só um chilique seu. Do jeito que é bipolar, deve ser normal. —Mônica esbravejou perdendo de vez a preciosa paciência com o amigo.
—Hahahaha... Você fica uma gracinha quando está irritada. —Ele a elogiou sendo todo sincero com meiguice carregado no seu tom de voz não conseguindo mais controlar o que estava sentido por ela.
—Argh! Da para me levar a sério, por favor! —Mônica pediu começando a se irritar de novo e se sentir magoada por achar que ele estava fazendo mais uma dessas suas brincadeiras debochadas e pior ele nunca foi de ficar debochando dessa maneira tão carinhoso a elogiando, pelo ao contrario, sempre foi insultando e provocando, por isso para ela era pior de tudo porque mexia com as suas emoções e a fazia querer que ele estivesse falando a verdade.
—Mas eu estou levando. —Cebola confessou sendo mais verdadeiro possível.
—Grrrrrrrrrrrr! —A garota dos dentes saliente grunhiu enquanto cerrava o punho com raiva, se sentindo muito furiosa com seu amigo querendo mata-lo ali mesmo. — "Esse maldito, falta pouco para manda ele toma naquele lugar". —Ela pensou cheia de ódio, por achar que o Cebola não estava a levando serio, apenas querendo debochar dela como sempre.
—Calma Mô, foi mal! Não era intenção. Só que... Se você soubesse como estou me sentido. — Ele se justificou com uma expressão entristecida em seu rosto.
—Hã? Se sentido?! Então tem mesmo algum acontecendo?! Pode me dizer Cê, o que está acontecendo com você? — Mônica constatou agora conseguindo voltar se acalmar os nervos e sendo compreensiva com o amigo ao notar a tristeza que havia se formado nele, pensando toda preocupada que o Cebola poderia estar tendo problemas com alguma coisa que aconteceu com ele.
—Não devia ter feito essa pergunta. —Cebola alertou sendo sugestivo se aproximado da amiga e por fim sentado perto dela na cama.
—Por que não? —Ela pergunta ingenuamente sem entender.
—Mô, seja sincera comigo, fale a mais pura verdade. O que você sente pelo Dc? —O garoto interrogou quase implorando para que a Mônica der a resposta que tanto queria ouvir.
—Hã? C-c-como assim dessa pergunta? Já que me pediu tanto a minha sinceridade, tá bom né. O que sinto por ele é apenas amizade, Dc se tornou um grande amigo meu, mas não é nada mais além disso. Satisfeito?! —Ela questionou retorica com bom tom de ironia sem ter tanta paciência com o seu amigo.
—Ainda não! —O troca-letras comunicou com um sorriso de canto malicioso que havia ser formado em sua face.
—Não?! —A dentuça exclamou sem conseguir deixar de estar nervosa de ansiedade para o que o amigo iria querer com ela a seguir com essa conversa toda que não fazia sentido na sua cabeça.
—E o que você sente por... Mim? —Fez sua pergunta definitiva a fitando sem conseguir tirar os olhos em cima da sua grande paixão.
(N/A: Eita Giovana)
—HÃ? E-e-e... N-não entendo aonde você quer chegar com todas essas perguntas? —Mônica questionou estando extremamente muito ansiosa, sentia que o seu coração ia sair pela boca de tão forte que era o seu batimento cardíaco, ela estava tão encabulada que chagava parecer um tomate humano.
—Não vai me responder? —Cebola insistiu em obter sua resposta sem deixar de encara-la com uma expressão em seu rosto apreensivo.
—Eu e-eu não sei... —A dentucinha assimilou estando muito aflita sem conseguir dar sua resposta e olhando para baixo sem conseguir encara-lo.
—Não sabe?! Não sabe o que sente por mim? Essa é sua resposta? —Ele supôs já ficando extremamente triste concluindo que a amada não correspondia seus sentimentos.
—Chega! Já estou cansada disso tudo. Não aguanto mais todas essas perguntas sem cabimento. —A garota alegou ordenado não conseguindo mais controlar o que estava sentido naquele momento, o que ela sentia era vontade de se confessar, mas tinha tanto medo que não a deixava.
—Você disse que está cansada e não aguenta mais, saiba quem realmente não aguenta mais e está no seu limite máximo sou eu. Você não entende o quanto estou cansado disso tudo, cansado de esconder o que penso, o que sinto, tentando disfarçar todos os dias meus sentimentos, isso dói tanto, só queria te fala tudo o que quero e me liberta disso, dessa prisão que carrego aqui dentro. Saiba que você é a razão disso tudo e por isso preciso te fala o que estou sentido por... —Cebola que estava no seu limite de continuar ocultando os seus sentimentos não conseguia mais se segurar e estava disposto a dizer tudo que sentia pela Mônica, até a mesma ao perceber que isso parecia uma confissão de amor o interrompe por não acha justo deixa-lo se confessar primeiro se ele que a perguntou antes como ela se sente.
—Você me perguntou o que eu sinto por você, então deixa que eu vou te responder... —Disse a Mônica que já estava no seu limite e vendo que o Cebola sentia o mesmo que ela estava sentido supôs que o Cebola também a amava, com apenas seguido o seu instinto os seus desejos Mônica ia se aproximando cada vez mais perto do Cebola com a intenção de selar um beijo em seus lábios, Cebola havia percebido a ação da sua amiga então ele fecha os olhos esperando que os lábios da Mônica se encontrassem com os seus.
—Manooo, a mamãe me pediu para chamar você e a Mônica descerem que o almoça já está pronto. —Maria Cebolinha avisou no momento exato que entrou no quarto.
(N/A: Eu sei, eu sei, que vocês querem me matar. Sinto muito, eu não resisto essas cenas kkk)
Assim rapidamente tanto o Cebola e quanto a Mônica se afastaram um do outro com sobre salto de susto que tiveram, ambos haviam ficado completamente corados de tanta vergonha que estavam sentido.
—O que vocês dois estavam fazendo? —Mariazinha indagou sugestiva maliciosa bem intrigada após ter visto seu irmão e mais a Mônica, sentados na cama com ele de frente pra ela parecendo muito que os dois iam se beijar.
—Er... Eu estava assoplando o olho da Mônica, entlou um fio de cílio no olho dela. —Cebola, que até então havia acabado de sair da cama ficando em pé, argumentou muito nervoso de vergonha com as bochechas toda corada.
—Sim, foi um fio de círio que entrou no meu olho, mas agora já saiu. Obrigada Cebola. —Mônica justificou utilizando a mesma desculpa do amigo tentando parecer calma, mas ela estava tão aflita de constrangimento quanto o Cebola com as suas bochechas ruborizada.
—Sei! Vocês acham que eu vou cair nesse papo. Tá bom! —A menor insinuou toda maldosa com um sorriso travesso sublinhado em sua face.
—Malia Cebolinha da pla palar! —O garoto repreendeu a irmã ficando ainda mais tenso que já estar.
—Hahaha... Não se preocupa não vou contar nada pra ninguém. —A sapeca criança quase adolescente prometeu debochando com malicia e em seu rosto criou se um sorriso divertido perverso.
—É sério! —Ele ordenou tentado manter a calma.
—Tá, tá! Parei. Só vim aqui dar um aviso que o almoço já está pronto e mamãe está esperando os dois lá em baixa. Recado dado agora estou indo. —Maria Cebolinha deixou seu comunicado avisando aos dois adolescentes, por fim ela saiu do quarto para ir pra sala de refeição, assim os deixando a sós lá dentro.
—Hum... —Mônica fica sem palavras, apenas refletindo pensativa sobre tudo que havia acabado de acontecer.
—Mô, tudo bem? —Ele a chama preocupado com a Mônica o que devia estar pensado sobre o ocorrido dos dois de quase se confessaram e se beijarem.
Antes de prosseguir a sua fala adiante, Mônica havia soltado um longo suspiro com intensão de deixar pra trás seus pensamentos. —Uh, fazer o que! Melhor imos logo. —Ela pronunciou apressando após ter se recuperado do transe.
—É, também acho. Mô sobre... —Cebola iniciou só que não sabia como proceder a sua fala hesitando e acaba abaixando a cabeça com uma expressão desanimado.
—Não vamos falar disso mais, pelo menos não por enquanto. —A garota o incentivou sugerindo com um leve sorriso sem graça.
—Está certa. É melhor assim. Então vamos. —Ele aceitou sorrindo um pouco animado por ter ouvido a amiga a qual tinha sentimentos profundos insinuar que "essa conversa" não morreu pra sempre.
—Sim, vamos. —A morena concordou com um alegre sorriso moldado em sua feição.
Assim que terminaram de conversar, Cebola ajudou a Mônica a se sentar na cadeira de roda e por fim foram os dois para a sala de refeição localizada no andar de baixo daquela casa.
Quando chegaram na sala de refeição, o Cebola e a Mônica avistaram a dona Maria e Maria Cebolinha, já estavam sentadas na cadeira da mesa só esperando a chegada dos dois adolescentes para começar a se servi seus pratos, assim sem perde mais tempo o Cebola e a Mônica se juntaram a elas duas para dar início ao almoço. Durante a hora da refeição, os quatro conversavam bastante sobre diversas coisas, desse jeito Mônica pode conhecer melhor a mãe e a irmã mais nova do seu querido amigo, isso a deixava de certo modo feliz, pois ela não só queria ser próxima de quem estava apaixonada, mas também da família do mesmo, ela ficava pensado se um dia virasse namorada do Cebola seria muito bom se entender com a família do namorado. Só que não era por isso que a jovem garota estava sendo uma pessoa gentil, mesmo que os dois nunca chagassem a serem namorados, Mônica não ia deixar de ser amigável com as pessoas que estavam sendo gentil com ela, isso já era algum de praxe que pertencia a sua personalidade com certeza. Enquanto a dona da casa, Maria e a sua filha mais nova, Maria Cebolinha, iam conhecendo melhor e ao mesmo tempo se encantado com a gentileza e simpatia da linda morena dos dentes proeminente, a mulher às vezes chegava cogitar em seus pensamentos que a Mônica podia ser uma ótima namorada para o seu filho, só que se não fosse pelo fato da garota ser deficiente, não é que a Maria era preconceituosa, apenas pensava que o seu filho namorasse e até chegasse a se casar com uma jovem nessas condições ele teria uma imensa responsabilidade em suas costa que não saberia ter, pois ele teria que cuidar de uma esposa com poucas condições físicas e ainda de saúde fraca, mas por outro lado a mulher sabia que aquela jovem em sua frente podia sim fazer o seu amado filho feliz pois dava para ver nos olhos do Cebola o amor que ele tinha por aquela menina quase mulher, sendo desse modo dona Maria ficava dividida se devia ou não aprovar essa relação se viesse progredir algum a mais que amizade.
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