Destinos

41 Capítulo 41 - A decisão tomada pelo os dois


Notas iniciais
Oi meu queridos, isso mesmo que vcs estão vendo, eu estou de volta com mais um novo capitulo novinho :D . Tomara que gostem desse capitulo quando forem ler, assim como eu gostei quando estava escrevendo :3 . Boa Leitura!!! ^-^

Após almoçarem, todos os quatro já estavam bem satisfeito com refeição balanceada da hora do almoço, Maria Cebolinha havia indo para sala junto com a Mônica, as duas conversavam bastante e nessa conversa fazia as duas se tornarem mais próximas de uma amizade, mesmo com a diferença de idade que uma tinha da outra não impedia das duas se entenderem, Mônica sempre quis ter irmãos mais novos, principalmente uma irmãzinha, isso a fazia enxergar na Mariazinha como uma irmã que nunca teve, mas sempre quis ter. Já a Maria Cebolinha começou a ver a Mônica como uma espece de irmã mais velha que sempre desejou ter, a garota se afeiçoou tanto que ficava desejando para que a Mônica um dia pudesse entrar pra sua família através do casamento com o seu irmão mais velho, na verdade ela já até os via como um casal fofo, como não tinha forma de junta-los então o jeito era se conformar e só restava torcer pelo "amor dos dois" para que tudo desse certo no final das contas.

Enquanto a Mônica e a Maria Cebolinha estavam na sala, Cebola se encontrava dentro da cozinha ajudando a sua mãe a lavar e guarda no armário toda louça suja acumulada da hora do almoço, durante o tempo que mãe e filho trabalhavam juntos na cozinha lavando as louças eles ficavam conversando um com outro.

—Vejo que você e a Mônica se tornaram bem próximos. —Maria mencionou com o sorriso feliz contornado na sua face direcionado pro seu filho mais velho, enquanto secava os pratos.

—Ah... Sim, ficamos! —Cebola que estava lavando a louça suja na pia, ratificou ainda mais contente por esse fato ter acontecido, sem deixar de retribuir o sorriso alegre pra sua mãe.

—Hahaha! Isso é interessante. Me lembro bem o dia que nós a conhecemos, vocês dois brigavam feito como cão e gato. Quem diria que acabariam se entendendo. —Ela insinuou debochando apenas levando para brincadeira.

—É! Quem diria! Hoje em dia ainda bem que somos bons amigos. —O garoto afirmou mais que aliviado e agradecido, não se arrependia nem um pouco de ter feito uma boa amizade com Mônica.

—Ainda bem mesmo. Mas eu fico pensado... Cebola, meu filho. Você está gostando dessa garota? —Dona Maria perguntou com um olhar desconfiado encarando o rapaz a qual havia gerado.

—O que?! Mãe, que pergunta. Virou a Mariazinha agora, é?! —Ele contextuou meio pasmo com a sua própria mãe sem deixar de conseguir ficar corado sem jeito.

—Estou falando sério. Eu sou a sua mãe, e como todas as mães sempre querem saber da vida dos filhos. —A mulher justificou de forma bem sensata e convincente.

—Até essas partes amorosas? —Indagou sarcástico debochando com um sorriso sem graça contornado em seu rosto.

—Sim, até essas. —Maria concordou estando convicta sem deixar de encarar o seu garoto.

—Não sei se estou à vontade para falar dos meus sentimentos com a minha própria mãe. —Cebola decretou sentido receoso e encabulado.

—Que bobagem! Eu troquei as suas fraudas quando bebê, garoto. Não tem que ter vergonha da sua própria mãe. —Ela ressaltou zombando de brincadeira ao mesmo tempo pensava como os adolescentes são tão envergonhados.

—Mesmo assim são coisas diferente. —O rapaz comentou estando incrédulo com as comparações de sua mãe.

Maria soltou um breve suspiro. —Não precisa esconder o que sente de mim. Eu sou sua mãe e reparo muita coisa sobre você, faz parte dos cuidados maternos saber se sua criança está bem e se precisa de algum. E acredite até as coisas do coração as mães percebem. Você acha que eu não percebi tudo?! A forma que olha para ela, o carinho que você tem por ela, todo cuidado, o seu sorriso só por vê-la, tudo, absolutamente tudo. Também acho que não precisa ser mãe pra perceber isso, só basta ter se apaixonado uma vez pra saber quando alguém gosta de outra pessoa. —Ela revelou sem deixar de encarar o jovem ao seu lado com um olhar desconfiado.

—Mãe! E se for?! Se eu estiver gostando da Mônica desse jeito. Você acha que eu tenho chance? Ela pode apreender a gostar de mim? Podemos dar certos juntos? —Cebola questionou cheio de duvidas enquanto olhava pra sua mãe com uma expressão que demostrava estar confuso e indenizo.

—Viu, está mesmo gostando dela. Olha filho, quem dera se eu pudesse te responder essas suas dúvidas. Só de uma coisa eu sei. Melhor desistir da Mônica. —Dona Maria sugeriu aconselhando enquanto encarava o filho de um jeito serio.

—O QUE?! —O garoto exclamou entre os gritos completamente perplexo do que ouviu da sua própria mãe.

—Shhh! Elas vão ouvir você gritando daqui. —A mulher advertiu com autoridade materna fazendo o sinal de silencio com o dedo em frente da boca.

—Mãe, o que você acabou de falar? —Ele interrogou ainda estando incrédulo pelo que a mãe propôs.

—Eu sei que pra você é estranho agora, mas me escuta. A Mônica é uma boa garota, ela é linda e tem várias qualidades. Só que o problema está na deficiência física dela. Não estou tentado passar por preconceituosa, apenas realista. Que tipo de relacionamento e vida que você vai ter ao lado dela. Essa garota precisa de cuidados, atenção, de uma pessoa responsável que esteja preparado para cuidar dela. E responsabilidade sempre foi algum que te faltou. —Adulta aconselhou tentado convencer o se filho o que ela acreditava ser o certo.

—Só que agora estou me tornando responsável e sei que posso dar conta de cuidar da Mônica. Não era isso que você e o papai queriam, que eu fosse responsável? Por vocês quererem tanto que eu tomasse responsabilidade que acabei conhecendo ela. —Cebola argumentou começando a se irritar com a sua própria mãe.

—Sim, mas toda essa carga pesada não era para ser pro resto de sua vida inteira, era pra ser só um pretexto para você tomar rumo na vida, amadurecer e virar um homem. —Ela replicou explicando, tentando ser mais coerente possível.

—Mãe, não adianta o que a senhora me diga, não vai mudar as minhas ideias. Sei que se preocupa comigo, mas essa é a minha vida e eu que sou responsável pelas minhas próprias escolhas, mesmo que eu ainda seja menor de idade, só que um dia serei adulto e poderei fazer bem entender com as minhas decisões sem a intervenção dos meus pais. Como você não ver o quanto eu mudei, que sou outra pessoa?! Nem eu mesmo me reconheço, olha só pra mim, o cara que me tornei todo certinho que não fuma, não bebe, não usa mais nenhum tipo de drogas, até as festas que eu costumava ir não vou mais, tudo isso porque encontrei alguém que me faz enxergar a vida de outra maneira, de outra forma melhor, toda tristeza e magoa que eu tinha não sinto mais, a Mônica veio como uma luz que iluminou o meu mundo de trevas que aparentava nunca ter fim e para mim essa luz se tornou tudo o que eu preciso, por isso jamais vou deixar ela sair de minha vida tão fácil assim. Não adianta o quanto a senhora me peça. Por favor, como minha mãe deveria entender, não me peça para me afasta dela, nunca mais. —O jovem suplicou dizendo tudo como se sentia tentando amostrar pra sua mãe provando o que ela achava ser o certo estava errado.

—Não duvido dos seus sentimentos, ela é importante para você. Acredite, eu sou grata a ela por trazer o meu bom garoto de volta. Só que eu continuo pensando do meu jeito. Você está apaixonado e isso é ótimo. Mas será que o amor de vocês dois vai suportar todos os obstáculos que iram enfrentar, você vai continuar a amando todos os dias sabendo que vai ter que ajudar ela em muitas tarefas?! Eu me preocupo com você meu filho, mas também me preocupo com ela, se você não for o homem certo preparado para esse tamanho sacrifício, logo se cansará dessa vida levada ao lado dela e por fim abandonará essa pobre garota. Essa menina já deve ter sofrido por demais, não quero que você seja responsável por mais uma dor que ela vai carregar. Só pense nisso. —A mulher orientou argumentando querendo convencer de todas as formas o seu filho.

—Isso jamais vai acontecer, estou certo disso. Como já havia dito, a Mônica é a luz da minha vida e certamente é o meu grande amor. Quando se ama de verdade não desiste de lutar por ele na primeira dificuldade que enfrenta. Assim como você e o papai fizeram. Vocês se amavam tanto, mas deixaram esse amor morrer assim tão fácil, na primeira dificuldade que enfrentaram juntos acharam que o caminho mais fácil era a separação. —Cebola esbravejou começando a perde sua paciência com a sua própria mãe.

—Cebola chega! Não dei permissão para falar sobre mim e o seu pai assim. —Maria protestou repreendendo o seu filho bem autoritária, com os seus olhos marejados se segurando as suas lacrimas pra não derramar ali mesmo e com a mão tampando a boca na tentativa de prender o choro.

—Eu também não dei permissão para falar dos meus sentimentos. Desculpe mãe, eu exagerei, acabei me exaltado e toquei numa ferida ainda aberta. Mas saiba que eu não teria dito isso se você soubesse o quanto que dói ver a minha mãe me pedindo para me afastar da pessoa que me faz sentir um sentimento tão bonito e puro, que me faz querer ser uma pessoa feliz. Mãe, não quero brigar com a senhora, apenas tente ver o meu lado, estou bem com isso, apenas acredite nas minhas escolhas, pois sei o que estou fazendo, não sou mais aquela criança estupida que se metia em roubadas. —O rapaz proclamou agora de um jeito amoroso e compreensivo, estava arrependido por ter dito palavras cruéis e se sentia magoado por acabar discutindo com a sua amada mãe.

—Está certo Cebola. Também não quero brigar com você. Você está mesmo crescendo, agora posso ver isso, está tomando suas próprias decisões como uma pessoa adulta, vendo o que é melhor para você mesmo e tendo pulso forte no que quer. Estou realmente orgulhosa de você, meu querido. —A mulher elogiou se sentindo orgulhosa do seu amado filho com uma mão pousada na bochecha do garoto cariciado com o dedo polegar.

—Obrigado mamãe, por tudo e por nunca ter deixado de acreditar em mim, mesmo no tempo que eu estava perdido comigo mesmo. —Cebola agradeceu abraçando a mulher a qual havia dado a vida.

—Oh meu garotinho... —Maria murmurou emocionada retribuindo o abraço, logo em seguida os dois desfizeram daquele abraço familiar tão aconchegante pra ambos. —Cebola, mas voltando o assunto, eu ainda não estou convencida se você deve levar esse relacionamento adiante. —Ela alertou voltando a insistir no que acredita, só que dessa vez falou de um jeito calmo e compreensivo, pois não queria voltar a brigar com o filho.

—Mãe! Não começa tudo de novo. —O moreno queixou-se de modo como estivesse pedindo sem conseguir deixar de franzir o cenho com uma expressão chateado.

—Não, eu não quero discutir com você mais uma vez, mas apenas aconselhar. Pense bem o que eu falei antes sobre namorar com a Mônica. Se querem ser amigos, ótimos, fico até aliviada, mas se for para evoluir essa relação é bom pensar antes de tomar essa decisão. —A mais velha esclareceu comunicando o seu aviso enquanto encarava sua prole de um jeito serio apreensivo.

—Sei como mãe você apenas esta preocupada, eu te entendo. Só que essa decisão ainda é só minha e da Mônica. —Cebola a lembrou encarando serio a sua mãe de volta, só que ele disse de um jeito cauteloso sem brigar.

—Está bem, faça como preferir. Não vou mais ficar falando sobre isso. —Sem muita escolha dona Maria aceitou com um sorriso maternal contornado em seu rosto direciono pro seu filho, Cebola retribuiu com um sorriso amoroso formado em seus lábios pra ela, se sentido aliviado ao perceber que aquele assunto havia sido encerrado pros dois.

[...]

Saído da cozinha após terminar de lavar toda a louça que foi juntada na hora do almoço, Cebola chega na sala da sua casa e encontra a linda dentuça que tanto mexia com os seus sentimentos e também a sua querida irmã mais nova, Maria Cebolinha, que estava sentada no sofá, a garota mais nova parecia que estava segurado uma espécie de álbum de fotografia de família amostrando para a Mônica as fotos que havia dentro do álbum, por sua vez Mônica olhava para as fotografias atentamente e admirando as fotos que avistava, essa atitude das duas logo chamou a atenção do Cebola para o que estava acontecendo, isso o deixava bem intrigado.

—Olha Mô, essa é a foto do Cê bebezinho. —Maria Cebolinha sinalizou animada apontando para uma foto que havia dentro do álbum de família com intenção de amostrar para a visita.

—Onw que fofo, nem parecia que quando crescer ia virar esse delinquente rabugento. —Mônica comentou sendo debochada de modo brincando sem deixar de admirar aquele pequeno e inocente bebê de apenas um ano de idade que aparecia na foto.

—É né! E olha essa aqui, ele com 4 aninhos andando de triciclo. —A menina apontou para outra foto, essa era do Cebolinha com quatro anos no dia do seu aniversario quando ganhou o triciclo que tanto queria dos seus pais.

—Onw continua uma gracinha. —A dentuça admirou elogiando o garotinho da foto de apenas quatro anos estando sentado no triciclo no quintal da sua casa todo sorridente e alegre.

—Essa neném aqui é mais fofa que o Cebolinha, pode dizer. —A mais nova se gabou amostrando para a Mônica uma foto de uma bebê de menos de um ano deitada no berço com a chupeta na boca.

—Onw que fofura. Deixo adivinha?! É você né. —Mônica admirada com a fofura da bebê da foto deduziu com um sorriso simpático direcionado para a Mariângela.

—Sim! Hihihi... —Maria Cebolinha assentiu se sentindo elogiada retribuído um sorriso para a garota ao seu lado.

—Você era sim muito linda de fofa. Na verdade, ainda é. —A mais velha elogiou sendo sincera mantendo um sorriso amável em seu rosto.

—Onw! Brigada Mô. —A menina agradeceu retribuído o mesmo sorriso para amiga do seu irmão. —Agora estou curiosa para ver como você era pequena. —Ela disse toda interessada e empolgada.

—Quem sabe um dia você for em casa eu te amostro. —Mônica propôs achando que não seria uma má ideia a irmãzinha do seu melhor amigo fosse em sua casa, na verdade ela ia gostar muito de receber a Maria Cebolinha algum dia.

—Sério?! Isso seria demais. —Maria Cebolinha comemorou toda animada com um grande sorriso alegre contornado em seus lábios, torcendo para que um dia surgisse uma oportunidade de ir na casa da Mônica.

—O que vocês estão fazendo? —O Cebola interrogou estranhando assim que havia chegado na sala vendo a sua irmã e a amiga conversando e avistou o álbum de foto nas mão da garota menor.

—Ah Cê, que bom que voltou. Nós estávamos vendo álbum da sua família. Estou mesmo admirada, olha só como você era uma gracinha. —Mônica noticiou com um largo sorriso animado moldado em sua feição direcionado pro seu amigo.

—O QUEEE? Da onde conseguiu esse álbum? —O jovem de cabelos espetado exclamou muito abismado e cheio de vergonha chegando a ficar corado.

—Maria Cebolinha que pegou para me amostrar. —A dentuça respondeu genuinamente sem conseguir entender o espantando do seu amigo.

M-Malia... MALIA CEBOLINHA SUA PESTE! QUEM TE DEU PELMIÇÃO PALA FAZER ISSO?! —Cebola reprimiu a menor completamente exaltado todo constrangido gritando muito.

—Quem disse que eu preciso de permissão para mexer no álbum de fotografia. —A menina sapeca contestou dando os ombros sem se importar com o que seu irmão mais velho pense sobre isso.

—Cebola, você me parece muito tenso. —Mônica considerou estando meio perplexa com a atitude do amigo.

—Liga não Mô, ele está apenas com vergonha. —Mariazinha declarou provocando com um sorriso travesso sublinhado em sua face.

—Q-quem disse que eu estou com velgonha. Vou falar tudo pala mamãe o que você fez, sua pestinha. —O troca-letras retrucou se sentido furioso com a caçula da casa.

—Mas mamãe me deixa ver o álbum da família porque eu já sou uma mocinha. —Ela revidou se sentindo irritada com o irmão trata-la como criancinha.

—É verdade isso, Cebola. E que mal tem a Maria Cebolinha amostrar pra visita. Desde que ela saiba cuidar bem do álbum, não vejo problema. —Dona Maria pronunciou opinando assim que saiu da cozinha chegando na sala logo após o seu filho, não gostando de ver a confusão que se formou ali.

—Hah! Ótimo, isso virou um compro contra mim. —O moreno reclamou se sentindo injustiçado.

—Não exagera, Cê! Não tem que se vergonhar, você era um garotinho muito fofo. —Mônica mencionou com um doce sorriso contornado na face, tentando amenizar os nervos do amigo.

—F-fofo ela disse?! Caham! —Cebola murmurou todo encabulado e elogiado em seguida limpa a garganta tentado se concerta. —Se acha assim tão tranquilo, então por acaso você me amostraria a suas fotos quando era menor, tipo bebê e criancinha. —Ele pediu sugerindo de um jeito diabolicamente com um sorriso perverso malicioso encarando a Mônica.

—Hã?! B-bom, não é um problema, mas é que... —Cheia de constrangimento a dentuça tenta procurar justificativa mais fica sem argumentos.

—Foi o que eu pensei. Agora me dar esse álbum, já chega disso! —O garoto desferiu ironizando, por fim sem paciência acabou pegando o álbum das mãos da garota menor.

—Aah! Não é justo! Nem cheguei à mostra a foto do Cebolinha nenezinho tomando o seu banho pela primeira vez. —Resmungou a pré-adolescente chateada e inconformada mantendo os dois braços cruzados demostrado indignação.

—Tem essa foto?! —Mônica questionou maravilhada querendo muito ver seu amado como era com poucos dias de vida e tomando o banho pela primeira vez em casa, imaginando que ele deveria ser muito lindinho, seus olhos parecia até que se formou uma estrela em cada olho. ( N/A: Assim => *-* )

—Você ia amostla isso, sua doida?! —Cebola indagou retorico completamente pasmo e nervoso com a cara que só faltava ir ao chão.

Dona Maria suspirou de um jeito sem paciência. —Ai crianças! Já chega! Melhor guarda essa álbum no quarto antes que cause mais confusão. —Ela anunciou pegando o álbum nas mãos do filho adolescente, por fim subiu as escadas para guarda o álbum em seu quarto.

—Maria você me paga. —Cebola ameaçou (de brincadeira) cheio de raiva da sua querida irmãzinha.

—Hahaha... Importante é que a Mô gostou. —Maria Cebolinha meio sem graça informou justificando em sua defesa querendo redenção com o irmão mais velho, em seu rosto havia formado um sorriso amarelo desconcertado.

—Você gostou?! —O garoto interrogou agora com o seu humor alterado de raiva para alegre e elogiado.

—Sim, claro! Gostei de te conhecer quando era menor, saber que você desde pequeno sempre foi assim tão lindinho. —Mônica confessou ingenuamente revelando sem perceber.

—Desde... Sempre?! —Cebola assimilou todo corado e ainda mais elogiando do que antes.

—Hã? N-n-n-n... Não! Er... —A garota dos dentes saliente havia ficado tão nervosa e constrangida que nem sabia mais se defender com desculpas, suas bochechas estavam bem ruborizadas.

—Ato falho, né Mô! —Mariazinha zombou levado para a brincadeira com um sorriso sapeco desenhado em seu rosto.

—Quer saber chega! Pra que falar disso. —Cebola alegou ficando impaciente querendo encerrar o quanto antes esse assunto.

—É, também acho. O assunto já morreu, chega! —Mônica apoiou se sentido da mesma forma.

—Ai esses dois quem querem enganar hahaha... —Maria Cebolinha opinou sendo sugestiva debochando de brincadeira com um sorriso travesso moldado em sua face.

—Mônica, você está se sentido bem? —O moreno perguntou estando apreensivo com o bem estar da amiga.

—Sim! Por que está me perguntando isso? —Ela respondeu intrigada devolvendo outra pergunta.

—É que eu queria saber se não está cansada e quer tirar um cochilo. Se estiver, pode falar que eu te levo pro meu quarto onde você pode descansar à vontade. —Cebola esclareceu com uma expressão receosa de preocupação moldada em sua semblante.

—Não, Cê! Não precisa, eu estou mesmo bem. —Mônica confortou tentado amenizar a preocupação do amigo com um leve sorriso terno pra ele.

—Melhor não abusar da sua saúde, se não descansar pode acabar adoecendo e eu que serei o culpado. —O troca-letras avisou sentido apreensivo, a encarando de um jeito serio.

—Você está exagerando um pouco. Olha, eu estou realmente bem, já até tomei o meu remédio hoje, não tem que se preocupar. —A dentuça comunicou esclarecendo com um pequeno sorriso amigável para tranquiliza-lo.

O garoto suspirou sem tanta paciência e desanimado. —Como sempre teimosa, querendo me dar trabalho. —Cebola insultou sendo sarcástico insinuando de modo provocativo e em sua face criou-se um sorriso de canto.

—Me desculpa pela pergunta, Mô. Você tem uma saúde tão ruim assim? —Maria Cebolinha meio sem jeito questionou preocupada com a jovem ao seu lado.

—Eu não diria tão ruim, mas não deixa de se meio debilitada. Mas não se preocupe Mariazinha, se eu me cuidar bem nada de ruim vai me acontecer. —Mônica contou sendo amistosa com a pequena jovem menina consolando com um meigo sorriso direcionado pra ela.

—E é por isso que me preocupo. —Cebola ironizou zombando de brincadeira.

—Cê, você também exagera sobre os meus cuidados. —A garota dos dentes proeminente descordou reprovando o excesso de cuidados do amigo.

—Ah, mas eu sei porque ele exagera. —Mariazinha insinuou maliciosa com um sorriso divertido sublinhado em sua feição tão jovial, ela já havia percebido logo de cara que o seu irmão e a Mônica estavam envolvidos romanticamente.

(N/A: Maria Cebolinha mais ligeira que esses dois)

—Maria Cebolinha, não fica falando coisas que você não sabe. —Cebola repreendeu sua irmão meio irritado e sem graça.

—Hahah Foi mal! —Ela se desculpou meio sem jeito por ficar provocando tanto o irmão. — Hei, porque a gente ao invés de ficar de papo furado que tal vermos um filme juntos para amenizar o tedio. Não vão dizer que só eu que estou com tedio aqui?! —A mais nova recomendou achando uma boa ideia os três assistirem um filme do que apenas ficarem de conversa fiada sem fazer nada especial, já começando a se entediar.

—Verdade, estamos fazendo nada. Um filme seria bom. —Mônica aprovou com um leve sorriso vendo que era uma boa ideia.

—Se vamos ver um filme com a Mariazinha tem que se classificação livre. —Cebola debochou com um sorriso travesso maléfico moldado em sua face.

—Hei?! Dar pra parar. Não sou mais bebezinha. —A menina reprimiu o irmão com uma expressão irritada o encarando.

(N/A: Cebolinha gosta de perturbar kkk)

—Que tipo de filme que você gosta de ver? —Mônica perguntou de um jeito amistoso.

—Hum... Deixo ver. Tantos tipos. —A menor disse indecisa cheia de duvidas qual filme queria ver naquele momento.

—Ela gosta de filmes infanto-juvenis. —Cebola provocou revelando sem deixar de ficar mexendo com a irmã mais nova.

—Que mentira! Tá bom, eu confesso, são os que eu gosto. —Maria Cebolinha assumiu derrotada fazendo biquinho com a boca e tocando os dois dedos indicadores um no outro.

—Ah, também gosto desses tipos de gênero. Filmes com histórias boas com um toque mais leve que dar pra pegar todos os públicos. —A dentuça relatou com um sorriso amigável para irmãzinha do amigo para tranquiliza-la.

—Já eu prefiro filme com classificação mais 18 que tenha muita ação, sague, violência e put... —Cebola hesitou de terminar ao perceber (N/A: a merda) o que estava falando, no fim acabou ficado um pouco sem graça.

(N/A: Ai esse Cebola ( ͡• ͜ʖ ͡• ) )

—Percebe-se. —Mônica e Maria Cebolinha afirmaram debochadas com ironia em uníssono.

—Hei! Qua-lé! Vão me avacalhar agora é?! —Ele rebateu meio sem jeito cruzando os braços.

—Certo, então vamos ver o filme que a Maria Cebolinha escolher. —Mônica sugeriu achando que era mais justo deixar a menina escolher o filme que ela quiser por ainda ser uma criança.

—Serio?! Achei que como visita quem deveria escolher o filme é você. —Mariazinha cogitou pensando que não parecia ser justo com a convidada.

—Por mim tudo bem, eu não me importo de escolher, além do mais foi você que deu a ideia de vermos um filme. —Mônica justificou de uma maneira amigável sorrindo para a criança.

—Então tá bom, eu vou escolher um bem legal que sei que iram gostar. —Ela assegurou estando toda alegre e decidida.

Após a Maria Cebolinha ter escolhido um filmes que estava no catálogo do streaming que é pago a assinatura por sua mãe, os três começaram assistir ao filme, com o Cebola e a Maria Cebolinha sentados no sofá e a Mônica em sua cadeira de roda. Durante as horas de duração do filme, Cebola acabou pegando no sono e dormiu sentado no sofá, Mônica se perguntava se ele estava muito casado ou havia se entediado com o filme ou talvez até mesmo os dois, Maria Cebolinha por sua vez acabou ficando irritada com atitude do seu irmão, já que a garota pensava que essa ação era um absurdo, como o seu irmão dormiu durante um filme tão bom na opinião dela. Percebendo a cara de emburrada da pequena, para amenizar a situação Mônica acabou por dizer que "o Cebola devia está muito cansado pelo dia longo que teve, por isso acabou dormindo", com isso a Maria Cebolinha começou a pensa pelo o lado do seu irmão mais velho, o como deve ser cansativo a rotina dele ter que ir para escola de manhã e à tarde cuidar de uma pessoa no estado da Mônica, assim compreendendo melhor a situação do irmão mais velho.

Mais tarde daquele mesmo dia, quando o filme que estava sendo assistido havia terminado, Mônica decidiu acordar o Cebola, pois já estava começando a noitecer e ela precisava voltar para casa o quanto antes que sua mãe retornasse e a mesma não a encontrasse em casa e com isso acabaria entrando em desespero achando que sua amada filha sumiu de repente, pois Mônica em momento nenhum não havia avisado a mãe que iria na casa do Cebola. Não era como se fosse que a jovem quisesse manter segredo para sua própria mãe sobre a ida na casa do amigo cuidador, apenas isso tudo foi muito repentino, Cebola a chamou para irem na casa dele e quando os dois chegaram ela esqueceu de enviar alguma mensagem ou ligação para avisar a sua mãe aonde estava. Então após o Cebola ter sido acordado, Mônica explicou toda a situação e o mesmo entendeu de imediato, assim o Cebola e a Mônica decidiram ir embora para a casa da garota dentuça logo de uma vez, mas eles não saíram da casa antes do Cebola contar para sua mãe que iria levar a sua amiga de volta para a casa dela, Mônica por sua vez se despediu da dona Maria e da Maria Cebolinha. Terminando de se despedirem, os dois adolescentes foram rumo para a casa da jovem dos dentes saliente, durante o caminho os dois conversam sobre algumas coisas banais para que a caminhada não se tornasse um silencio tedioso. Ao chegar na residência aonde Mônica mora, os dois jovens amigos entraram na casa, após a morena do cabelo corte chanel ter aberto a porta. Já dentro da casa, Cebola sentou no sofá que havia na sala para descansar da caminhada que levou até chegar ali, mas seu descanso não demorou muito após ter percebido que a Mônica estava se sentindo cansada do longo e agitado dia que teve, preocupado o garoto se levantou imediatamente e foi até onde estava a Mônica pra acudi-la caso precisasse.

—Mô, você não me parece bem. —Cebola pronunciou no momento que viu sua amiga não parecia tão bem.

—Bobagem! Só estou cansada, nada demais. É só deita um pouco na cama que fico boa rapidinho. —Ela argumentou querendo confortar o amigo, mantando em sua face um leve sorriso direcionado pro mesmo.

—Certo! Deixo te ajudar a levar você pro o seu quarto. —O rapaz concluiu indo até onde estar à amiga em sua cadeira de rodas para leva-la pro quarto dela.

—Uhum! Tá bom! —Mônica concedeu sem protestar, pois queria ficar deitada na sua cama para seu frágil corpo todo pudesse ficar confortável pra assim poder recuperar energias descansando.

Assim que o Cebola pegou a Mônica em seu colo, ele sobe as escadas da casa com cautela para levar a amiga para o quarto da mesma pra que a garota possa descansar em sua própria cama. Ao entrar no quarto, Cebola cuidadosamente coloca a Mônica deitada na cama e por fim ele a cobre com o lençol até ombro da jovem menina dentuça.

—Prontinho! Agora já está na sua cama, é só fechar os olhinhos e dormi. —Cebola anunciou de forma brincalhão com um sorriso divertido e amoroso direcionado para a garota que estava deitada na cama.

—Hahaha... Cebobinho hahaha. —Mônica mencionou sendo contagiada pela brincadeira do amigo, depois ela se ajeitou na cama para ficar sentada com as costas encostada na cabeceira da cama. —Espera! Não precisa ir agora. Ainda não estou com sono. —Ela o chamou no momento exato que percebeu que o Cebola estava caminhando para a saída do seu quarto, fazendo assim o garoto parar de andar dando a meia volta e por fim se sentado na beirada da cama perto dela.

—Está bem, eu fico aqui até pega no sono. —Ele consentiu acariciando a bochecha da Mônica de um jeito carinhoso sem deixar de fita-la profundamente com um olhar e sorriso apaixonado moldado em seu rosto.

—Cê... —A garota murmurou toda derretida ao sentir o toque delicado do amigo acariciando suas bochechas.

—Mô! Tem algum que eu quero falar com você. —Cebola notificou com uma expressão serio a encarando.

O garoto rebelde naquele estante se lembrou que havia combinado de se encontrar com o Do Contra logo na entrada da escola antes do inicio das aulas, foi ai que percebeu não poderia levar a Mônica com ele no dia seguinte a esse por duas razões. O primeiro seria porque se ele fosse busca-la poderia atrasa-lo do compromisso marcado com o amigo, já o segundo motivo ele não sábia como explicar para a dentucinha que iria conversar com o Do Contra numa conversa que já desconfiava que envolvia ela.

—Hah? E o que é? —Ela exclamou estando bem curiosa e interessada em saber.

—Você pode pedir para a Magali ou alguma amiga sua para te levar pra escola amanhã. —O moreno pediu sugerindo com um jeito cauteloso, mas sem desfazer o olhar serio que demostrava ser algum importante.

—O que?! Mas pra que? Você não vai poder me levar? Ou não quer? —A linda dentuça questionou sem entender o que estava acontecendo e começando a se entristecer.

—Huhuh... Não se preocupe. É que lembrei que amanhã bem cedo combinei de me encontrar na entrada da escola para falar algum importante com uma pessoa que eu conheço e tem que ser antes das aulas começarem. —Vendo a expressão chateada da amada — que alias vez seu coração rancoroso se derreter -, Cebola explicou a situação sem deixar de ocultar certos fatos, enquanto sorria amorosamente pra ela.

(N/A: Daqui pra frente vocês leitores vão ver como é a Mônica ciumenta kkkk)

—Um amigo? —Indagou preocupada se era uma garota a qual ele estivesse mantendo um caso secreto dela.

—Sim, é um amigo. —Ele confirmou de um jeito meigo para acama-la.

—É alguém que eu conheço? —Mônica não dando por satisfeita insistiu em saber quem era essa pessoa, ainda continuando pensar que era uma garota que estava envolvida com o Cebola.

—Sim! Mas chega de tanta pergunta. É melhor saber se a Magali vai querer ir pra escola com você. —O garoto apressou para esquivar do assunto.

—Está bem, vou ligar para ela. Mas vou querer saber dessa história direito. —A menina dos dentes saliente alegou de um jeito bem seria e desconfiada, não dando por derrotada.

Então sem perde mais tempo, Mônica pega o seu celular, digita o número da sua amiga de grande apetite e esperou um tempo até a mesma atender a chamada, assim que a Magali atendeu a Mônica logo depois de ser cumprimentarem começou a falar com ela contando toda a situação e pediu para que a amiga do outro lado da linha possa ajudar no caminho até a escola de manhã no dia seguinte, claramente Magali aceitou ajudar a sua tão querida melhor amiga, apesar de ter estranhado essa história toda do Cebola, após combinarem tudo as duas se despediram dando em fim a ligação das duas melhores amigas.

—Ela topou? —Cebola perguntou interessado em saber.

—Sim, ela aceitou. —Mônica respondeu meio seco continuando intrigada em saber o que o seu tão querido amigo escondia.

—Ainda bem, que bom. —Ele disse aliviado com um pequeno sorriso de satisfação.

—Cebola, não vai mesmo explicar direito essa história. Quem é essa pessoa afinal e o que quer? —A garota interrogou afligida insistindo em querer saber toda a verdade sobre o mistério que o amigo estava fazendo, o encarando bem serio.

—Entenda, é complicado Mô. Tenta entender o meu lado, por favor. —O belo moreno pediu quase que implorando com uma expressão meio abatido por não revelar a verdade para amada amiga a deixando aflita.

—Então não vai falar mesmo né. Aff! Ultimamente você está cheio de segredinho pra cima de mim. —Ela queixou-se irritada e inconformada.

—Olha, o que te peço no momento é só um pouco mais de paciência. Assim que eu tomar coragem sobre algum em relação a vo... Acredite em mim, eu irei esclarecer tudo para você. —O jovem caucionou estando convicto tentado tranquiliza-la olhando profundamente em seus olhos para passar certeza pra ela.

—Promete mesmo? —A dentucinha o fez prometer sem deixar de encarar de modo serio.

—Sim, eu prometo. —O troca-letras prometeu cruzando o seu dedo mindinho no dedo mindinho da sua amiga, o que conseguiu passar um pouco mais de segurança.

—Esta bem. Não vou mais te fazer perguntas. Uah! Que sono. Cebola, eu vou querer dormi agora. —A garota dos dentes proeminentes bocejou com a mão tampando a boca sinalizando estar com sono querendo dormi o quanto antes.

—Ah sim, claro! Vou sair do quarto para que possa dormi. Tenha bons sonhos. —Cebola desejou se despedindo com ternura carregada no timbre da sua voz, depós começou a caminhar até a saída do quarto.

—Uh! Brigada! —Mônica agradeceu ao amigo de uma forma de despedida e por fim viu seu amigo cuidador e protetor atravessar a porta do quarto saindo lá de dentro.

No momento em que o Cebola saiu deixando a Mônica sozinha no quarto, só o que lindo moreno de cabelo espetado não tinha notado era o quanto que a Mônica havia ficado magoada com ele, a bela dentuça estava deitada em sua cama se preparando para dormi um pouco, mas não conseguia, em seus pensamentos não parava de pensar quais segredos o Cebola guardava, com quem ele iria se encontrar, poderia ser uma garota que tem interesse nele e se era verdade o que disse que iria contar tudo para ela, todas essas dúvidas e incerteza só fazia era ficar corroendo por dentro.

—Cebola, por favor não esteja mentindo. Não gosto quando se fecha para mim. Se você estiver mesmo se encontrado com alguma garota enquanto ilude os meus sentimentos, não sei se sou capas de te perdoa. Justamente agora que eu estou começando a tomar coragem de querer ficar com você pra sempre. —Mônica murmurou baixinho abraçando bem apertado o seu querido coelhinho de pelúcia como se quisesse que isso fosse conforta-la de certo modo.

[...]

Já havia se passado algumas horas, Cebola estava sozinho na sala sentado no sofá assistido um programa qualquer que estava passando na televisão para passar o tempo enquanto esperava a dona Luísa chegar do trabalho pra que em fim pudesse voltar para sua casa sem se preocupar de deixar a Mônica sozinha. Até que ele ouviu o som da porta da sala se abrindo e ao vira o pescoço para ver quem é já imaginando quem fosse, o jovem avistou a pessoa que se tratava era a dona da casa, a senhora Luísa, que havia acabado de chegar em sua residência após um longo dia de trabalho no hospital como enfermeira. Cebola levantou do sofá desligando a televisão com o controle remoto para cumprimentar a Luísa assim a recebendo de volta ao seu lar. Após se cumprimentarem Cebola contou a Luísa que a Mônica estava bem e já estava dormindo em seu próprio quarto, por fim após uma breve conversa que tiveram os dois se despediram e o Cebola finalmente pode voltar para sua casa sem mais problemas, pois Mônica já estava na segurança de sua mãe. Durante o caminho de volta para casa, Cebola pensava toda essa situação mal resolvida dele com a Mônica, ele pensava o quanto já estava cansado de ter a garota a qual estava apaixonado apenas como amiga, parecia que o seu desejo de poder namorar a Mônica só crescia e isso ia criando mais coragem de finalmente se declarar para a bela dentuça.

—É Mô, talvez eu devo te pedir em namoro o quanto antes. —Cebola disse murmurando e um sorriso torto (irresistível) se formou em sua face.

[...]

Depois que o Cebola foi embora para sua casa, dona Luísa sem perde tempo subiu as escadas levando junto a cadeira de roda fechada que havia ficado na sala, com intenção de ir lá ver como estava a sua querida e tão amada filha Mônica. Ao entrar no quarto a mulher logo colocou apoiando a cadeira em algum canto da parece da casa e depois avistou a filha deitada na cama, só que a mesma não estava dormindo, só estava deitada na cama parecendo pensativa.

—Acordei você, filha? —Dona Luísa perguntou receosa no momento que havia percebido que a Mônica estava acordada.

—Hum! Não mamãe. Já estava acordada antes de você entrar. —Ela respondeu tentando consola o receio da sua mãe.

—Acordada, essa hora você geralmente já está dormindo. —A mulher estranhou essa atitude da filha.

—É que eu ainda não estou com sono. Mamãe, queria te contar que hoje eu fui na casa do Cebola. —Mônica assinalou contando a verdade, após ter se ajeitado na cama ficando sentada com as costas apoiada na cabeceira.

—O que?! Por essa não esperava. Por que não me avisou antes? —A mais velha questionou supressa por não esperar por isso e estranhando o fato da sua filha não ter avisado, já que a Mônica nunca foi de esconder nada dela.

—Desculpa, tinha esquisito de te avisar. O Cebola que me convidou para ir na casa dele, foi tudo muito de repente sem planejar. Eu fiz mal ter indo na casa do Cebola? —A dentucinha se desculpou bem arrependida e receosa de sua mãe acabar dando bronca nela.

—Tudo bem Mônica, não ter me avisado dessa vez, um pouco de rebeldia não faz mal. E não vejo problema de você ir na casa dos seus amigos. —Luísa disse com um jeito amoroso com um sorriso materno direcionado para a sua filha para amostra-la que não havia problemas.

—Ainda bem que não ficou chateada. Seja como for, pode deixar que eu te aviso na próxima se eu for em algum lugar depois da aula. —A garota sinalizou agora já se sentindo aliviada.

—Está bem, o importante pra mim é que você esteja vivendo sua vida e se divertindo. Mas então, foi bom ter indo na casa do Cebola? —A adulta indagou interessada com um sutil sorriso divertido em seu rosto.

—Sim, foi! Eu gostei bastante de ter indo na casa do Cê. Hoje eu revir a dona Maria e conheci a irmãzinha do Cebola, a Maria Cebolinha, as duas foram muito legais comigo. —Mônica comunicou retribuído o mesmo sorriso para a sua mãe.

—Que bom que gostou, meu amor. Fico feliz de verdade por você não querer mais ficar presa nessa casa, já está querendo sair para se divertir. —A mulher parabenizou alegre por sua filha.

—Huh! É mesmo, né. —Mônica decretou meio chateada olhando pra baixo ao se lembrar do Cebola e o que ele estava escondendo dela.

—O que foi? Parece preocupada com algum? —Luísa presumiu sem deixar de se preocupar com a sua única filha.

—Mãe, você acha que é possível o Cebola tenha alguma namorada ou ficante? —A menina interrogou encarando a mãe com uma expressão apreensiva.

—Hah?! O Cebola?! Não tem como eu saber ao certo, mas o conhecendo eu direi que não parece. Por que você está me perguntado isso assim de repente? —A mulher confusa devolveu outra pergunta tentando compreender aonde a sua filha estava querendo chegar.

—É que o Cebola está cheio de segredinho e amanhã ele não vai me levar para a escola, tive que pedir pra Magali para ir comigo, tudo porque ele vai se encontra com alguém na escola amanhã cedo antes das aulas. Alguém que ele não quis me falar quem é. —A dentuça explicou tudo e seus olhos havia começado a lacrimejar involuntariamente.

—Então é isso. Filha, você apenas está com ciúmes. —Dona Luísa concluiu ficando aliviada por saber que era apenas isso que a sua "garotinha" estava sentido.

—E-eu não estou com ciúme. —Mônica negou completamente envergonhada chegando a ficar com as bochechas coradas.

—Se não é ciúme então é o que? —A adulta ironizou arqueando uma das suas sobrancelhas encarando a filha com um sorriso travesso em seu face.

—Aff! Se eu estiver?! O que adianta, eu nem sei mais o que faço. —A jovem declarou com uma expressão triste moldada em sua semblante mantendo a cabeça baixa.

—Bom não sei se isso sirva para te acalma, mas o Cebola me parece gostar bastante de você. —Luísa relatou o que ela já estava a um bom tempo desconfiada.

—De mim?! Você certamente está falando como amiga dele, né?! —A dentuça supôs sendo retorica encarando a mãe incrédula.

Dona Luísa soltou um suspiro antes de proceder. —É melhor ser franca com você de uma vez. A forma como eu vejo o Cebola olhar para você não me parece apenas de amizade. Acredite, o Cebola gosta de você mais do que você imagina. —Ela informou tudo o que já havia percebido do jovem responsável por cuidar da sua filha.

—Hã? E como pode ter tanta certeza disso, mamãe? —Mônica exclamou ainda descrente do que acabou de ouvir, mas sem querer deixar de tentar acreditar nisso.

—Bom, a gente percebesse essas coisas com a vida, eu já fui completamente apaixonada pelo seu pai e ainda sou, por isso a gente nota quando uma pessoa olha de um jeito especial para outra. —A mulher disse sem deixar de sorrir de um jeito amoroso. —Seja como for, não deve pensar isso agora, já está bem tarde. Você devia ir dormi logo, pois vai ter que acorda cedo de manhã para aula. —Ela apressou comunicando querendo encerrar a conversa para que a Mônica pudesse dormi.

—Mas mãe, você acha que ele tem mesmo esse sentimento por mim? —A garota dos dentes saliente inquiriu estando indecisa querendo ouvir uma confirmação mesmo que fosse apenas vindo da sua mãe.

—Quem sabe, meu amor. Você só irá ter certeza quando descobrir perguntando a ele. —Dona Luísa aconselhou sugerindo com um sorriso materno para sua — já não tão pequena – filha, sentindo orgulho ao ver que a Mônica realmente havia virado uma moça e não faltava muito para se torna uma mulher adulta. —Agora chega de conversa e durma. Boa noite filha. —Ela desejou dando um beijo na testa cabeça da garota.

—Boa noite mamãe! —Mônica desejou de volta sorrindo amorosamente pra sua mãe.

Terminando de dar boa noite para a filha, dona Luísa sai do quarto após ter apagando a luz, deixado apenas a Mônica sozinha dentro daquele quarto com os seus confusos pensamentos. Quando dona Luísa havia saído de dentro do quarto, Mônica por sua vez ajeitou-se na cama se deitando. Depois de pensar um pouco o que sua mãe disse agora ela já se sentia melhor sobre as suas terríveis duvidas, pronta para finalmente ter a sua longa noite de sono tranquilo.

—Mas será que é verdade, ele gosta mesmo assim de mim?! —Ela se perguntou desejando enquanto abraçava o seu coelho de pelúcia Sansão e um doce sorriso se criou-se em sua feição ao pensar no amado troca-letras.

Após isso, não demorou para que a Mônica pegasse no sono e assim conseguindo dormir profundamente por uma noite toda.

[...]

Mais um dia amanheceu e por ser uma manhã de dia de semana Mônica já estava acordada, arrumada e havia tomado o café da manhã para ir para escola, só faltava esperar sua amiga Magali chegar em sua casa para que as duas amigas pudessem ir juntas como havia sido cominado no dia anterior. A bela garota dos dentes proeminente não tinha se conformado ainda que o Cebola naquele dia não poderia leva-la para a escola, pois estaria ocupado conversando com uma pessoa que até então era desconhecida para ela, Mônica não conseguia tirar da sua cabeça a possível probabilidade dessa pessoa misteriosa fosse uma garota bonita que está interessada no Cebola e o pior se ele também estiver interessado na mesma. Não demorou para que a Magali chegasse na residência da Mônica para busca-la, assim que entrou na casa a Magali foi recebida na porta pela a Luísa, que já estava arrumada para ir pro trabalho, só esperava a filha ir pra escola primeiro. Sem perde mais tempo após as duas amigas terem terminado de se despedirem da dona Luísa, as duas saíram da casa e foram rumo em direção a escola o quanto antes para não se atrasarem, durante o caminho elas conversavam.

—Mô, notei que você me parece desanimada. O que aconteceu? —Magali interpelou sentido preocupada vendo a expressão aflita da melhor amiga enquanto andava guiando a cadeira de roda pelas ruas.

—Nada não, Maga. Só estou estranhando que não é o Cebola que está aqui pra me levar para o colégio. —Mônica respondeu tentando disfarçar o que estava sentido.

—Então você queria que ele estivesse aqui e não eu? —A menina do forte apetite especulou se sentindo magoada começando achar que a sua melhor amiga prefere a companhia do rabugento do amigo troca-letras do que dela.

—Não é isso minha amiga, gosto muito de estar junto com você. —A dentuça explicou sendo mais sincera possível com um sorriso amistoso direcionado para a amiga.

—Então é o que? —A gulosinha interrogou bem intrigada em saber.

—Bom... É apenas que eu só estranhei mesmo. Afinal já me acostumei com isso de que é sempre o Cebola que me leva e traz de volta. Sempre é assim, de casa até a escola e da escola até em casa. —Mônica esclareceu e novamente a expressão abatida voltou aparecer em seu rosto.

—Isso é mesmo. Só que você parece realmente chateada. Pode dizer a verdade, por acaso vocês dois brigaram? Porque tudo isso é meio estranho, o Cebola não te levar hoje. —Magali constatou cogitando essa possibilidade querendo saber o real motivo da tristeza da amiga.

—Não! Nós não brigamos. A historia toda é como eu já havia te contado pela ligação ontem. —Mônica negou se segurando para não falar o verdadeiro motivo.

—Então por que você está assim, amiga? —A garota de forte apetite requereu insistindo em saber.

—Se eu te falar você vai me acha uma boba? —A morena dos dentes proeminente averiguou parecendo bem seria encarando a sua amiga.

—Claro que não vou achar. Se me contar, vou tentar entender você. —Magali garantiu com um delicado sorriso afetuoso desenhado em sua linda face.

—Uh! Duvido disso! Como não tem jeito, é melhor falar de uma vez. Maga, por favor, como minha melhor amiga não ria de mim. —A dentucinha pediu encarando serio a amiga que adora comida.

—Esta certo! Pode falar, não vou rir de você. —A morena de logos cabelos preto permitiu prometendo sendo verdadeiramente honesta.

—Bem, e-eu, eu estou assim porque eu fico pensado que a pessoa que o Cebola foi se encontrar hoje pode ser uma garota. Uma garota que esta afim dele. —Mônica descreveu contando tudo que estava desconfiada e em seguida abaixou a cabeça se sentido sem graça.

—Hahaha... Entendi tudo agora! Mô, você esta é com ciúmes hahaha. Que fofa! —Magali comentou rindo muito, não conseguia deixar de admirar a forma fofa da amiga enciumada e ao mesmo tempo achar engraçando a situação.

—PARA JÁ COM ISSO! Você disse que não ia rir de mim! —A garota do cabelo chanel protestou esbravejando irritada com a melhor amiga.

—Calma Mô, não estou rindo por maldade, só achei sua reação uma gracinha, então toda essa encanação é que esta enciumada. —A comilona justificou querendo se redimir com amiga dentuça.

—Para de falar que eu estou com ciúme. Isso não tem cabimento. —Mônica contestou queixando se sentido indignada pelo comportamento inaceitável da melhor amiga.

—Como não?! Quando a gente gosta de alguém sente ciúme. Bom, eu tenho ciúme do Cas as vezes. —Magali revelou tentando suavizar a amiga.

—Só que o Cascão é o seu namorado. —A dentuça refutou a relembrando.

—E dai! Quando não estava namorando com ele já tinha ciúmes. Ciúme faz parte quando se esta apaixonada. E você tá, não adianta negar logo pra mim, sua melhor amiga. —A esfomeada insinuou insistindo em ouvir a confirmação vindo da amiga.

—Droga, não queria estar! Tudo isso só esta servindo para ficar me torturando. —Mônica admitiu derrotada com uma expressão desanimado moldado em seu semblante.

—Esta se sentido assim porque não esta com a pessoa amada. Antes do Cas e eu engatarmos nosso namoro, eu sofria como você esta sofrendo. Se você quer viver as maravilhas do amor, por que não fala logo de uma vez como se sente para o Cebola?! —Magali incentivou aconselhando a sua amiga com um sorriso amigável mondado em seu rosto.

—Hã?! Esta me dizendo para me declarar pra ele?! —Mônica exclamou retorica se sentindo bem insegura e incerta.

—Uhum, o que mais podia ser. —A morena que ama comer certificou sorrindo de fôrma travessa maliciosa.

—Não sei se tenho essa coragem. —Mônica assumiu completamente insegura.

—Oh minha amiga querida, você tem que tomar uma iniciativa se não quer continuar sofrendo. Pense bem sobre isso. —A gulosinha encorajou com um pequeno sorriso meigo.

—Mas Maga, você acredita que o Cebola mudou ou continua sendo o mesmo cafajeste de antes? Essa que é a minha maior real preocupação, não tem como eu saber se ele realmente mudou ou não. —A dentucinha questionou cheia de receio sentido uma certa tristeza e tendo muitas duvidas.

—Veja bem Mô, sendo franca contigo eu acredito que sim, pra mim o Cebola mudou muito e não me parece nenhum pouco aquele mesmo cretino de antigamente. —Magali respondeu tentando transmitir toda certeza na qual ela acreditava.

—Será mesmo isso é verdade?! —Mônica indagou de modo retorico estando esperançosa com um leve sorriso animado que surgiu em seu rosto.

—Sim amiga, com toda certeza. Apenas basta ver a mudança brusca do Cebola de antes com o de agora para ter nenhuma duvidas restante. Eu consigo ver o quanto ele estar sendo uma pessoa amigável e atenciosa, principalmente com você. —A garota esfomeada assegurou enquanto sorria de um jeito doce e amistoso pra sua melhor amiga.

—Bom né, se você estar dizendo. —A morena dos dentes salientes afirmou retribuindo o mesmo sorriso para sua querida amiga, já se sentindo menos insegura sobre diz respeito ao caráter do garoto a qual estava apaixonada.

—Viu, agora você não tem motivos para não dizer pro Cê como se sente por ele. —Magali estimulou aconselhando com um sorriso amigável e também sapeco direcionado para amiga enquanto piscava apenas com um olho.

—Confesso que eu queria que o Cebola tomasse essa iniciativa. Se ele dissesse o que sente por mim eu teria toda coragem de dizer como me sinto e em fim as coisas iam ser diferentes para nós dois. —A linda dentuça confessou com toda sua meiguice e sorrindo de forma apaixonada.

—Ai que fofa! Tá tão apaixonada. —Magali debochou de brincadeira ao mesmo tempo admirando a sua amiga.

—Dar pra parar com a graça! E você e o Cas, estão indo a mil maravilhas? —Mônica retorquiu sendo sugestiva rebatendo a sua amiga.

—Para com isso, Mô! Assim fico sem jeito. —A comilona restringiu se sentindo encabulada.

—Viu?! É assim como eu me sinto. Hahahaha... —A dentuça zombou brincando sem conseguir deixar de rir bastante em seguida.

—Hahaha... Sua boba! —Magali reclamou de palhaçada fingindo estar irritada.

—Hahahahaha... —Mônica voltou a rir mais ainda vendo a maneira da amiga, Magali por sua vez acabou sendo contagiada pelo humor alegre da dentuça rindo junto com a ela.

As duas melhores amigas continuavam o seu caminho pelas ruas mantendo a conversa amigável delas, até que finalmente as duas garotas chegaram no colégio aonde estudam. Já dentro da escola, Mônica sugeriu para a amiga comilona que as duas fossem de uma vez para sala de aula, por sua vez a Magali queria ficar no pátio até a aula começar, mas ao ver a cara receosa da Mônica entendeu que amiga não queria ficar por ali e acabar se encontrando por acaso com o Cebola junto de alguma garota, sendo assim as duas amigas foram direto para sala de aula onde esperariam as aulas iniciarem. Durante o tempo que a aula não começasse, a Mônica e a Magali ficaram conversando para passar o tempo mais rápido dentro da sala de classe de ambas as duas.

Notas finais
E ai pessoal, como foi o capitulo de hoje? Gostaram? Amaram? Mais ou menos? Digam ai nos comentários o que acharam. Ficarem muitíssimo feliz de receber os comentários de todos vcs. Então por favor não vão embora a sem comentar. Okay?! ;) *****❤***** Não tem como eu só atualizar o capitulo sem dizer o que achei dele né srsrs, então vou dizer algumas coisinhas que achei sobre esse capitulo. Começando pela parte do inicio do capitulo com a parte onde o Cebola e a mãe dele discutiram, gente eu achei isso foi bem tento, mas pelo menos acabou bem com os dois se resolveram pro alivio de todos nós. Hum... Agora eu deixo a duvida pra vcs, será que a dona Cebola vai aprovar algum dia o namoro do Cebola e a Monica? Novamente a autora criando o mistério pros leitores pensarem kkkk. Uma parte que eu gostei muito que achei engraçadinho foi quando a Maria Cebolinha ficou amostrado as fotos do Cebola pra Monica e a confusão que se criou depois disso, coitado do Cebola só sofre saia justa comigo kkkk. Outra coisa que não posso esquecer é do ciúmes da Moniquinha. Do mesmo jeito que gosto de colocar o Cebola com ciúmes tenho que admitir que tbm gosto de fazer a Monica ter ciúmes tbm, agora vamos ver o que vai dar esse ciúme dela kkkkk. *****❤***** Beijos pra todos e obrigada por ter lido mais um capitulo!!! ❤