Destinos

3 Capítulo 3 - Uma tarde de Sábado


Notas iniciais
Oizinho leitores queridos(as) aqui tá o terceiro capitulo pra vocês. Espero que goste e não esqueça de comentar e favorite quem ainda não favoritou, isso vai me deixa super feliz pra continua a fic. Ah também outra coisa vai me deixa hiper feliz se recomendasse a fanfic, mas ai é vocês que sabem. OBS: Decidi que esse vai ser o titulo do capitulo por que já estou começado a não ter mais criticidade para nomes. :p Agora chega de falar e vou deixa-los curti o capitulo. Boa leitura!

Dona Luísa estava no jardim do seu quintal regando as plantas tranquilamente distraída com os seus devaneios, ela estava aproveitando o momento que a sua filha Mônica estava se divertido enquanto assistia TV no quarto e não ia precisar contar com ajuda da mãe, até que uma voz que a chamava fez ela parar de pensar e volta pra realidade.

—Boa tarde dona Luísa! —Cumprimentou uma voz masculina do outro lado do muro, está voz pertencia a um homem em torno entre 36 até uns 38 anos de idade, tamanho mediano masculino, magro padrão normal, cabelo preto e olhos castanhos, ele se chamava Cebolácio, mas era mais conhecido como seu Cebola.

—Hum... Boa tarde seu Cebola! —A mulher cumprimenta ao ver que era o seu vizinho que havia se mudado para aquela rua a uns três anos atrás após ter se divorciado da esposa. —Como o senhor anda se passado? —Ela indagou sedo bem educada.

—Bem, na medida do possível! —Cebolácio respondeu meio desanimado.

—Ham! Como assim? Aconteceu alguma coisa? —Dona Luísa perguntou preocupada.

—Não, nada muito serio! Não precisa se preocupar, mas agradeço pela preocupação. —Ele agradeceu com um pequeno sorriso amigável contornado em seu rosto, tentado disfarçar o enorme fardo que era o seus problemas pessoas.

—Hum... Desculpa por perguntar isso, mas tem haver com o seu filho? É, como é o nome dele mesmo...? Cebola né? —Dona Luísa questionou de forma cautelosa e um tanto sem jeito.

—Sim, infelizmente é ele o maior problema da minha vida. —Seu Cebola confirmou se lamentado um pouco de um jeito triste.

—Hum! Entendo como são os jovens. Também tenho a minha que me dar tanto trabalho mesmo quase nunca sai de casa e quando sai é só acompanhada comigo. —Dona Luísa mencionou pensado o quanto era difícil lidar com a sua filha tão teimosa e turrona, mesmo que a garota tinha um lado meigo também tinha um lado temperamental nada fácil.

—É! Só que acho que a Mônica é um doce de garota, bem diferente do revoltado do meu filho que só sabe me da desgosto. Mas ainda coloco esse menino na linha. Seria bom se eles fosse amigos assim ela colocaria juízo na cabeça dele. —Seu Cebola disse esperançoso.

—Hahaha! Também faria muito bom gosto na amizade deles. —A mulher apoiou concordando com o seu vizinho enquanto sorria de modo amistoso.

—E por falar nela como anda a sua filha? Soube que ela quase precisou ser internada nessa quarta feira passada por febre muito alta. —O homem indagou amostrando preocupação.

A dona Luísa suspirou. —Agora ela esta bem, graças a Deus! Agradeço por se preocupar. —Ela agradeceu aliviada com um sorriso amigável formado em sua face.

—Tudo bem! Disponha! Se precisar de alguma coisa é só me falar. Agora estou indo na casa da minha ex mulher ver os meus filhos. —O homem comunicou caminhando em direção ao seu carro.

—Esta bem! Tchau seu Cebola. Manda lembranças pra sua ex e o seus filhos. —Luísa se despede do seu vizinho com simpático sorriso direcionado para ele.

—Sim, com certeza mandarei. Tchau, dona Luísa! —O seu Cebolácio se despediu retribuído o mesmo sorriso, depois entra no seu carro e em seguida foi embora dirigindo o veiculo.

—E ai dona coisa! —Magali que havia acabado de chegar logo em seguida da partida do seu Cebolácio cumprimentando a dona Luísa.

—Ah! Olá Magali, e o meu nome é Luísa! —Dona Luísa a cumprimenta relembrando o seu nome a jovem tentando manter a paciência.

—Ops! Foi mal mesmo! É dona... —A garota do cabelo preto e comprido tenta se desculpar, mas novamente esquece o nome da mãe da sua melhor amiga e por fim acaba ficando encabulada.

—Luísa! —A mulher ressaltou ajudando relembrar estando impaciente.

—É isso mesmo Luísa! Eu realmente nunca consigo lembra o seu nome. —Magali confessou sentido sem jeito com um sorriso sem graça modulado em sua face.

—Mesmo?! Nem percebi! —Dona Luísa ironizou tentando manter a calma com amiga da filha.

—Hahaha! E a Mô esta em casa? —Magali faz sua pergunta querendo mudar o assunto.

—Sim, claro querida! Você pode entrar e por favor sinta-se a vontade. —Luísa concedeu de maneira simpática sorrindo para a doce menina.

—Oba, então vou aproveitar e fazer uma boquinha na cozinha... —Magali comemorou entusiasmada e acaba hesitando antes de terminar de falar com receio e sem graça por seus modos. —Er se a senhora não se importar. —Completou acrescentado estando constrangida.

Luísa suspira sem tenta paciência. —Também não é pra tanto. —Ela murmurou sendo sarcástica. —Tá bom Magali não tem problema, você pra mim é como uma filha!

—Ah, valeu dona coi... Luísa! Luísa! Você também é como uma mãe. Tá, então vou entrar. —A garota proclamou com um sorriso alegre sublinhado em sua feição.

—Vou junto com você, já acabei de regar as plantas. —Luísa avisou deixando a mangueira já com a agua desligada no chão e vai acompanhado a Magali até a porta da casa e após ter entrado a mulher a fecha a porta.

—Uau! Dona Luísa o seu jardim é tão lindo. Você sabe como cuidar dele. Olha só como são vivas as flores e os verde das plantas. —Magali impressionada e admirada elogiou o jardim enquanto subia a escada junto com a dona Luísa.

—Sabe Magali, é que eu sempre gostei de jardinagem e não tem melhor passa tempo do que cuida das minhas flores. —Luísa contou enquanto andava pelo corredor da casa acompanhada pela Magali e quando as duas chegaram em frente de uma porta ela termina de falar. —Mas de todas as minhas flores a que eu mais amo esta aqui bem atrás dessa porta desse quarto.

—Eu entendo! Eu também gosto muito dessa flor. —A garota comilona garantiu com um sorriso formado no seu rosto.

—Huhuhu! Eu sei que sim, querida. —A mulher afirmou de um jeito carismática.

[...]

Estava a Mônica dentro do seu próprio quarto estando sentada na sua cama com as costa encostada na cabeceira da cama usando o seu notebook que se localizava em cima da mesa de colo e ao mesmo tempo assistindo a televisão que estava ligada num canal que passava desenho animado, até que a garota escutou o som de batidas na porta.

—Quem é? —Mônica perguntou logo após ter ouvido o som das batidas da porta do seu quarto

—Mônica querida, sou eu e sua amiga Magali! Podemos entrar? —Dona Luísa pediu atrás da porta que estava apenas encostada.

—Claro! —A menina apenas concorda, dando consentimento.

—Oi Mô, a quanto tempo minha amiga! Como esta se sentido? —Magali cumprimentou sua amiga de modo amistoso no momento em que entrou dentro do quarto.

—Humpf! Em leito de morte. —Ela simplesmente respondeu com tristeza misturado com cinismo.

—Mônica! —Luísa repreendeu sua filha pelo que disse, ela odiava quando Mônica brincava com essas coisas de morte.

—Foi mal Mãe! Sei que não gosta quando digo isso. —A dentucinha se desculpou sem deixar de debochar um pouco.

—Se sabe que eu não gosto por que ainda insiste?! —Luísa a questionou estando seria com a filha naquele estante

—A dona coisa... —Magali começa a dizer e depois olha a cara nada agradável da dona Luísa a encarando e fica com receio de continuar. —Hahaha... Disse coisa de novo é?! Desculpa! —Ela se desculpou com a cabeça baixa sentido sem jeito, depois a levanta e continua. —Dona Luísa (Uffa acertei), não liga pras bobeiras da Mônica. Ela fala isso, mas sei que não é serio, com certeza é só pra zoar. Né Mô?!

—Hum...! —A dentuça grunhiu pensativa sem pretexto de concordar com a sua amiga.

—Ai tanto faz! Já devia esta acostumada com as brincadeiras dela, mas fica difícil de se acostumar com esse tipo de brincadeiras. É melhor eu sair do quarto. Não quero atrapalhar a conversa das duas. —A mulher anunciou indo em direção pra porta do quarto.

—Tá, beleza! —Mônica concordou com um leve sorriso atencioso desenhado em sua feição para sua mãe.

—Tá okay! Dona coisa será que pode trazer um lanchinho pra nós?! —Magali pediu gentilmente.

—Grrr! —Luísa grunhiu estressada olhando feio pra Magali cerrando o punho.

—Ou não! —Magali disse com um certo medo da mais velho.

—Aiii! Tá, pode deixar! Vou trazer um lanche para as duas. —Luísa aprovou agora estando mais calma.

—Obaa! —A comilona festejou animada.

—Valeu mãe! —Mônica agradeceu sorrindo sentido contente.

—Huhuhu... —Luísa apenas ri com um sigilo sorriso carinhoso saído do quarto encostando a porta e começa a pensar. —"Como gosto dessas meninas, o que não faço pra ver elas felizes?!" —Assim ela sai do quarto deixando as duas jovens ali dentro conversando.

—Mô, sua mãe é tão bacana? Você tem sorte de ter uma mãe assim. —Magali mencionou elogiando sendo bem honesta.

Mônica suspira com desanimo. —Eu sei, ela faz sempre o que pode pra me criar. Só espero um dia recompensa-la. —A dentuça assumiu com melancolia em suas palavras, pensando o quanto ela dificultava a vida da sua mãe e no fim das contas perecia não existir nenhum jeito de poder fazer algum para recompensar, mesmo que fosse uma simples ajuda, a mulher a qual deu a vida a ela.

—Sabe Mô, me da uma pena ter que te ver assim. —Magali revelou e depois se senta na ponta da cama.

—Pena? Por que Maga? Qual é o problema comigo? Não ver que eu to ótima?! —Mônica interrogou abismada ao mesmo tempo não gostando de ouvir que sua amiga tem pena dela, enquanto colocava o notebook no seu lado da cama.

—Ah! Tá bom! Vou ser franca contido. Não gosto de te ver sempre trancada nessa casa sem fazer nada, existe uma vida lá fora e você não quer saber de curti ela. Nem mesmo não deixa eu trazer minhas amigas da escola para te conhecer, elas são gente super finas sei que iam gostar de você. —Magali aconselhou tentando incentivar a sua amiga querendo de verdade o melhor para a ela.

—Para Magali! Para! Não quero ouvir isso de novo. —Mônica reprimiu a amiga começando a se irritar com rumo da conversa. —Você não cansa não? —Ela faz uma pergunta retorica a encarando a comilona serio.

—E você não cansa de desperdiçar sua vida não? —A comilona retrucou fazendo uma outra pergunta retorica.

—Você não me entende, ninguém me entende. Como minha amiga não ver que eu to melhor assim?! —A dentucinha queixou-se indignada.

—Não! Sinto muito em ter dizer isso, mas eu não acho. —Magali a rebateu estando incrédula com a melhor amiga. —Não me leve a mal, Mô. Eu só quero o seu bem. —A gulosinha justificou de modo cauteloso sentido preocupada com a sua melhor amiga.

—Se você quer mesmo o meu bem Maga, por favor me de um tempo de me acostumar e não volte mais a falar sobre isso. É serio! —Mônica argumentou sendo insistente.

—Beleza! Você venceu, não vou mais falar sobre isso, pelo menos por enquanto. —Magali aceitou derrotada.

—Valeu Maga! —A dentuça agradeceu pela compreensão da amiga sorrindo amigavelmente para a mesma.

—Não precisa agradecer, eu disse por enquanto, não desistir de fazer você sair desse quarto e começar a viver sua vida. —A gulosa decretou autoritária e insistente.

—Humpf! Depois diz que a cabeça dura sou eu. —Mônica debochou ironizando com um sorriso cínico brincalhão.

—Mas é você sem duvida! Tá confesso que eu pego o segundo lugar, só que o primeiro pode crer que é reservado especialmente só pra você, Mônica Sousa. Sinto muito em dizer isso, amiga. —Magali zombou de brincadeira com um sorriso divertido moldado me seu rosto.

—Hahahaha... Essa é a Magali que conheço. —Mônica comentou sendo sarcástica entre os risos achando graça da brincadeira da amiga comilona.

—Hahahaha... E eu não sou! —Magali admitiu convicta gostando da conversa descontraída das duas.

As duas melhores amigas continuaram prosseguindo com a conversa banal de amizade, só tento pausa com a chegada do lanche preparado pela dona Luísa que havia trazido para as duas garotas possam lancharem. As horas continuam passando até que chega o final da tarde daquele mesmo dia, Magali viu que estava ficado tarde e se lembrou que os seus pais falaram para ela voltar pra casa antes de anoitecer, sendo assim a garota se despediu da sua melhor amiga e também da dona Luísa. Após a partida da Magali, novamente mãe e filha permaneceram juntas apenas as duas naquela casa a qual pertencia somete a elas.

Notas finais
O que acharam? Gostaram? Não gostaram? Comentem! Queria pergunta uma coisa: O que vocês acham de eu fazer a Magali e o Cascão ser um casal igual a Mônica e o Cebola? Eu tava pensado muito de fazer uma fic onde o Cascão e a Magali virasse namorados. Beijinhos e xau xau!