Destinos
4 Capítulo 4 - Punição
Notas iniciais
Seu Cebola havia acabado de chegar na rua da sua ex mulher, ele estaciona o carro em frente da casa, saindo dentro do veiculo vai até a casa da sua ex e toca a campainha, não demorou muito tempo pra porta se aberta e lá estava uma jovem garota de 11 anos sorridente por ver o seu Cebola em frente a porta.
—Pai! Que bom que veio! Estava com saudade. —Maria Cebolinha cumprimentou o seu pai muito feliz o abraçando.
—Também estava morrendo de saudade de você minha princesa! —O homem disse estando feliz retribuído o abraço da filha.
—Vamos, entra papai! —Maria Cebolinha chamou dando passagem na porta.
—Sim, claro! —Desse modo o seu Cebola entra dentro na casa e logo em seguida Maria Cebolinha fecha a porta.
—Oi Cebola! —Cumprimentou uma mulher de cabelos negros curto e um corpo físico acima do peso.
—Olá Maria! —Seu Cebola cumprimentou a mulher, aquela era a sua ex esposa que antes era conhecida por Maria Cebola só que após o divorcio só quis ser chamada de Maria. —Onde está o nosso filho? —Ele perguntou gritando, pois a casa estava com um som de musica rock metálico ligada no ultimo volume.
—Adivinha? Ele tá trancado no quarto dele o dia todo. Nem se quer ele saiu pra almoçar e o pior de tudo é que ele não tira essa musica alta insuportável. —Maria tenta explicar gritando, mas com o barulho da musica era meio difícil de ouvir.
—Ah sim! Se você quiser eu vou no quarto dele e faço ele abaixa o volume? —Cebolácio ofereceu ajuda ainda gritando.
—Vish homem! Não sei não! Você conhece o gênero do nosso filho. —A mulher tenta alerta-lo.
—Mas ele é o nosso filho e nós que somos os pais, ele que deve nos obedecer sempre as nossas ordem. Eu vou lá agora mesmo fazer esse garoto parar com isso. —O homem decretou bem confiante e decidido.
Seu Cebola foi até a escada sendo acompanhado pela sua ex mulher e os dois começam a subir pela mesma, depois indo em direção do quarto do jovem andado pelo corredor da casa, assim que chegam em frente a porta do quarto do Cebola o homem começa a bater na mesma com batidas bem forte para que o seu filho pudesse ouvir.
—Cebola, abre já essa porta eu sou o seu pai! E estou mandando! —O adulto ordenou bem autoritário gritando alto para que o rapaz pudesse ouvir mesmo com musica que ainda estava ligada.
—Vai se ferra velho! Não ver que eu estou na minha! E eu não vou abri essa merda de porta! —Cebola recusou gritando dentro do quarto com uma voz ríspido bem alterada estando deitado em sua cama sem se importar com a vida.
—Ah não vai?! Moleque não me força arrombar essa porta e ter que ir ai de dar uma cinta pra ter ensinar quem é que manda nessa casa! —Cebolácio ameaçou continuando gritar, mas agora havia alterado o tom de voz.
—Ai, ui! Estou me cagando de medo de você velhote! Até parece! —O jovem debochou zombando do próprio pai enquanto se sentava na cama. —E você nem mora nessa casa, como é que você pode manda alguma coisa aqui?! —Ele revidou com desgosto.
—Eu sou o seu pai e mando em você! —O homem respondeu irritado já perdendo a paciência com o filho.
—Ah sim pai! Que abandonou o lar e os filhos ainda tão novos! —Cebola retrucou com ironia se levantando da cama, sentido sua raiva só crescer.
—Sua mãe e eu só nos divorciamos, não quer dizer que me distanciei de você e nem da sua irmã! —O mais velho se justificou com uma voz seca que carregava magoa.
—Foda-se isso, foda-se você, foda-se a mamãe! Quero que todos vão pra puta que pariu! —O adolescente esbravejou gritando num tom de voz de fúria ainda mais alto sentido muito ódio de frente pra porta trancada do quarto.
—Cebola olha lá como você fala comigo e com sua mãe, rapazinho! Somos os seus pais e você nos deve obediência, ser continuar manter essa boca suja não terei outra alternativa de dar uma boa surra depois de lava essa boca com sabão. —O seu Cebola ameaçou gritando com uma voz irritada e rígida ao mesmo tempo autoritária.
—Puta que pariu! Você não ouviu seu velho fudido! Não to me lixando pra você e pra ninguém, quero que todos vão se foder! Como que eu odeio vocês! ODEIO! Por que vocês não morrem de uma vez e me deixam em PAZ?! QUE MERDAAA! —Dessa vez Cebola já estava no seu limite gritou com sua voz o mais alta que pode usando toda sua força do corpo com todo ódio que sentia naquele momento.
O seu esforço foi tão grande que o mesmo sentiu uma pequena pontada de dor na garganta e uma certa dor ainda mais insuportável em seu coração por dizer aquelas palavras tão frias das duas pessoas responsável por sua existência e que sempre amaram ele mais que tudo em suas vidas.
Após isso Cebola decidiu tirar o som alto do aparelho de som e só escutar a musica pelo fone de ouvido com o MP3 pra assim não continuar incomodando os seus pais e principalmente para eles não o importunasse de volta.
—Cebola! Por favor deixa o nosso filho! Não vai adiantar nada falamos com ele agora! Só vai ser pior! —Maria vendo que não tinha jeito implorou o homem para parar de discutir com o filho de ambos.
—É você esta certa! Oh Maria onde foi que nós erramos com esse menino? Onde foi que eu errei? —O homem lamentou inconformado com a sua mão em cima cobrindo o rosto e a cabeça abaixada amostrando arrependimento.
—Eu realmente não sei! Bem que dizem que criar filho não é fácil. —A mulher mencionou colando uma mão no ombro do ex marido para conforta-lo, dona Maria sentia a mesma dor compartilhada a qual ele também estava sentido.
[...]
Mas tarde naquele mesmo dia bem após o seu Cebola ter retornado para o seu lar, já era de noite e o jovem Cebola finalmente havia saído do seu quarto tentado não fazer nenhum barulho e evitar que sua mãe ouvisse sair e começa-se a fazer o interrogatório. Ele estava atravessando a sala em passos leves e sua mãe estava sentada no sofá assistido a televisão ligada até que ela percebe a presença do seu filho que esta ali em frente a porta.
—Cebola onde você vai, meu filho? —Ela perguntou cautelosamente.
—Aff! Que merda! Mãe não é da sua conta, falo! E volta assisti essa porra de TV! —Cebola respondeu de maneira rígida.
—Cebolinha olha como você... —Antes que ela pudesse terminar de falar acabou sendo interrompida com um certo barulho.
Cebola sai de dentro da casa ignorando totalmente sua mãe. Já na rua ele vai até um ponto de ônibus e espera até pelo ônibus certo chegar, assim que chega o ônibus que queria ele entra lá dentro, paga o trocador e senta em uns dos bancos que tinha por lá, ele fica olhando pela janela vendo a cidade se movimentado do efeito que é provocado pelo veiculo em movimento ao mesmo tempo descansado sua cabeça em cima da sua mão com o braço apoiado no vidro da janela. Cebola estava pensativo e se sentia mal no fundo por de ter falado aquelas palavras grotesca para os seus pais.
Cebola suspirou estando exausto e impaciente —Por quanto tempo mais eu vou ter que ser assim!? —Ele comentou murmurando baixo só para si mesmo ouvir.
[...]
Algum tempo mais tarde Cebola já estava dentro de um carro do Toni estacionado junto do mesmo em uma estrada um pouco fechada por árvores da cidade que tinha pouco movimentos de carro e nenhuma alma viva passando no local durante a noite.
—Loiro veado quando você disse que aqui era um lugar sem muita movimentação nem imaginava que era pra tanto! Esse lugar me dar até um pouco de calafrios, que tipo de pessoa que gostaria de frequenta esse lugar, não tem ninguém, você poderia muito bem se aproveitar da situação e me estupra agora mesmo. DEUS ME LIVRE!
—Para de falar merda! Até parece que eu macho do jeito que sou ia querer agarra outro cara. Meu lance é mulher, e mulher gostosa pra deixa bem mais claro. Agora cala a boca e passa logo a parada. Temos que aproveitar que não pitou policia na ária.
—Aqui passa policia? —Cebola exclamou surpreso e ao mesmo tempo apreensivo.
—Bom, que eu saiba não! Mas nunca se sabe. Os caras gosta de ficar marcando em cima pelos cantos da cidade procurado malucos se drogam e vendem os bagulhos. —Toni explicou tentando amenizar a preocupação do "amigo".
—Hum! Sei! —Cebola disse retirando da sua mochila um saco preto com maconha dentro. —Vamos começar? —Perguntou bem maldoso e cínico.
Não demorou muito para o Toni e o Cebola estarem no efeito da droga, eles estavam rindo constantemente sem ter motivos algum, com olhos inchados e avermelhados, com a vista embasada enxergando em dobro. Os dois adolescentes estavam totalmente doidos fora de si nem podiam imaginar que uma viatura da polícia havia parado bem ao lado onde mais ou menos estavam o carro dos jovens que já estava infectado pelo cheiro da droga. O policial bateu no vidro do carro para chamar atenção de quem estava lá dentro e assim fazendo o Cebola e o Toni voltar pra realidade na hora, eles ficaram em pânico no instante que viu que era um policial e o homem ainda insistia para que os dois abrisse a porta e saísse de lá de dentro, então não tiveram outra opção.
—Bonito né, os rapazinhos! —O homem pronunciou bem serio, autoritário e ao mesmo tempo sarcástico.
—HAHAHHAHAHAHAHAHA Seu policial, eu posso explica! hahahaha Ou talvez não! hahahahaha Nós só estava... Hahahhahaha Caralho que merda não consigo para de rir hahahaha —Cebola tentava se justificar só que estava fora de si e no fim não conseguiu.
—Sei! Vou ter que leva os dois pra delegacia!
—O QUEEE?! —Toni e o Cebola gritaram em conjunto.
—M-m-mas... Hahahehaheheha —Cebola tentava argumenta.
—Não tem mais e nem menos mais, vão saído dai de dentro e entrar dentro do veiculo da policia agora! —O policial ordenou já sem paciência com os dois jovens
—Porra! Que merda! Hahahahaha —Toni queixou-se dando muitas gargalhadas.
—Aah agora sim estou fudido! —Cebola resmungou murmurando já prevendo o que viria com ele a seguir.
[...]
Já dentro da delegacia tanto o Cebola e quando o Toni já estavam mais calmos do efeito da droga, o delegado havia ligado para os pais dos menores para comparecer na delegacia e resolver que faria com os garotos. Logo após a ligação o seu Cebola e a dana Maria chegaram imediatamente totalmente abalados sem poder acredita o que o seu filho andava aprontado, eles pensavam "O que como assim meu filho foi pego usando drogas na estrada?!", mesmo que no fundo eles já desconfiava que só podia ser caso de drogas pro seu filho se comportar de maneira tão agressiva e os objetos caros da casa andar sumindo do nada mesmo preferido não acreditar nessa possibilidade.
—CEBOLA MEU FILHO! O que aconteceu com você? —Gritou a mulher desesperada entrando na sala da delegacia.
—CEBOLA O QUE ANDOU FAZENDO PRA ESTA NUMA DELEGACIA? —O seu Cebola gritou com raiva.
—Humpf! Pronto começou! —Cebola zombou murmurando já sabendo muito bem que o seus pais não ia pegar leve na hora de dar bronca nele depois do que andou aprontado.
—Seu Cebolácio, dona Maria por favor se acalme-se e se sente-se por favor! —O delegado pediu para os pais do jovem se sentarem e assim os dois se sentam em cada uma da cadeira que fica de frente a mesa do delegado. —Ótimo, já podemos começar! Vocês que são os responsável pelo menor Cebolácio Júnior?
—Sim! —Dona Maria afirmou
—Sim, nós somos! —Seu Cebola confirmou.
—Como já havia explicado o filho de vocês foi pego usando drogas dentro de um veiculo estacionado no meio da estrada acompanhado de um amigo, o mesmo esta preso na cela esperado os seus responsáveis chegarem já que no caso dele é pior já que o garoto vende droga bem diferente do seu que só compra e usa. Claro que nesse país não tem uma lei clara que quem for pego usando droga vai em cana, por mais que drogas não são legalizadas, só que devo tomar minhas providencia com os pais já que o meliante só tem 16 anos, menor de acordo com a lei do país. —O homem esclareceu explicando a situação do jovem delinquente.
—Sim nós sabemos! —Maria e o seu Cebola afirmaram lamentavelmente e depois olham desapontados para o seu filho que estava em pé ao lado de dois policiais com uma cara de tedio e impaciente querendo ir embora da li o mais rápido possível.
—Então o que senhor delegado ira fazer com o nosso filho? —Perguntou o seu Cebola preocupado.
—Hum... Eu estive pensado. Vocês não vão querer que o filho de vocês continue a usando drogas, né?! Então acho que se ele fizesse alguma reabilitação. —O homem sugeriu tentando ajudar aquela família com o adolescente revoltado.
—Reabilitação?! Como assim? —Maria exclamou surpresa.
—Hã que merda! Só que me faltava! —Cebola reclamou murmurando com desdém.
—É, talvez ajudando alguma pessoa com problemas como deficiência ou outra coisa séria, sabe trabalho comunitário. Isso ajudaria o jovem ocupar mais o seu tempo se preocupar menos com droga fazendo ele esquecer por completo até se curar do vicio. O que acham? —O delegado indagou olhando diretamente para os pais do garoto delinquente.
—Bom, se isso ajuda o nosso filho não vejo problema nenhum! —Seu Cebolácio aceitou vendo que essa era a melhor alternativa para salvar o seu filho do mundo dos vícios.
—Eu também penso o mesmo! —Maria concordou pensando que essa era a melhor forma de curar o seu amado filho.
—Então vai ser assim, o jovem Cebola vai ficar três meses cuidando de alguém deficiente que vocês mesmo podem escolher e claro sugiro que fiquem de olho pra ver se o rapaz não terá nenhuma recaída e ver o progresso dele. —O homem do alto escalão da policia aconselhou sugerindo.
—Mais que caralho, só que me faltava! Agora vou ter que cuidar de gente doente. Puta que pariu! Que merda de vida! —Cebola protestou inconformado reclamando com desprezo e abismado.
—CEBOLA! Onde estão os seus modos! —Dona Maria repreendeu o filho furiosa o encarando de modo bem serio.
—Garoto olha lá sua boca, não esqueça que esta numa delegacia e diante de um delegado. Depois eu mudo de ideia e te coloco atrás das grades por acato a autoridade. E se fica reclamando aumento o prazo para cinco ou seis meses. —O delegado ameaçou impaciente amostrando sua autoridade.
—Bah! —Cebola murmurou bufando debochadamente só pra si mesmo ouvir.
—Esta bem seu delegado, a filha da minha vizinha é paraplégica e tem a mesma idade do meu filho, se eu conversar com a mãe da garota imagino que ela vai concordar. —Seu Cebola contou achando uma ótima solução.
—Ótimo! Desse forma já posso liberar os três. —O homem dispensou sentido satisfeito por poder ajudar aqueles pais com o jovem filho rebelde.
—Ai que alivio! Vamos Cebola ainda temos muito que conversar em casa. —Dona Maria ordenou bem autoritária segurando bem forte o braço do filho o encarando friamente.
—Ah, se o garoto não concordar e voltar pro vicio pode trazer de voltar que coloco atrás de cela com o maior prazer. —O delegado alertou sarcástico de forma levado para a brincadeira com objetivo de assustar o rapaz.
—Haha! Okay, sei que não será necessário. Né filho!? —Seu Cebolácio questionou bem rígido e autoritário o encarando o adolescente serio.
—É! —Cebola afirmou de modo seco e frio com o maior desanimo de concordar.
Assim que os três foram embora da delegacia retornando pra casa da dona Maria onde lá teriam uma conversa mais que seria com o adolescente rebelde mesmo contra a vontade dele.
Fale com o autor